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	<title>Arquivo de Reabilitação e regeneração urbanas - Smart Cities</title>
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	<title>Arquivo de Reabilitação e regeneração urbanas - Smart Cities</title>
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		<title>Biodiversidade e cultura impulsionam regeneração das cidades</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Nelson Jerónimo Rodrigues]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 16 Oct 2024 17:49:20 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Como criar cidades mais verdes, justas e prósperas? A pergunta foi debatida esta quarta-feira por autarcas e representantes governamentais de vários países ibero-americanos durante o seminário “Cidades resilientes, regeneradas e revitalizadas”, que teve lugar na Casa da América Latina, em Lisboa.</p>
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				<div class="et_pb_text_inner"><p>Como criar cidades mais verdes, justas e prósperas? A pergunta foi debatida esta quarta-feira por autarcas e representantes governamentais de vários países ibero-americanos durante o seminário “Cidades resilientes, regeneradas e revitalizadas”, que teve lugar na Casa da América Latina, em Lisboa.</p>
<p>Durante o encontro, todos os participantes concordaram que os desafios ambientais e sociais das cidades passaram a ser globais e que a biodiversidade e a cultura surgem como uma oportunidade de ouro para a transformação urbana. Um desafio comum aos dois lados do Atlântico, tanto em Portugal e Espanha, onde a pressão turística se tem acentuado nas grandes cidades, como na América Latina e no Caribe, onde “mais de 80% da população já vive em cidades”, lembrou Sergio Díaz-Granados, presidente executivo do banco de desenvolvimento desta região (CAF), que organizou o evento.</p>
<p>Para Almudena Maíllo, Secretária-Geral da União das Cidades Capitais Ibero-Americanas (UCCI) é fundamental que “as cidades se preparem, evoluam e intensifiquem o seu desenvolvimento, sem esquecerem a importância da sustentabilidade”. A responsável deu vários exemplos de municípios em busca da transformação positiva, como Madrid “que vai converter 43 quilómetros de autoestrada em espaços verdes e zonas pedonais, unindo bairros até agora separados”, mas também São Paulo, apostada “em comprar áreas verdes para englobar na própria cidade” ou Lisboa, “cujo novo plano de desenvolvimento estratégico até 2040 visa alcançar uma cidade de proximidade”.</p>
<p>Presente na cerimónia de encerramento, o Ministro de Estado e das Finanças, Joaquim Miranda Sarmento, defendeu que o “desígnio de tornar as nossas cidades mais habitáveis e sustentáveis também cabe aos governos centrais”. Nesse sentido, deu conta de várias medidas recentes nas áreas do crescimento verde e da mobilidade, como o aumento da capacidade dos transportes fluviais e terrestres, a expansão das redes de metropolitano de Lisboa e Porto ou o lançamento do passe ferroviário verde. “Iremos também melhorar as condições para o lançamento de projetos estruturantes em matéria de ação climática e transição energética, designadamente ao nível da desburocratização dos sistemas de licenciamento, da disponibilização de incentivos e de concursos públicos para o aumento da capacidade de armazenamento de energia”, acrescentou.</p>
<h4><strong>Turismo, cultura e soluções naturais</strong></h4>
<p>Qual a melhor forma de promover a revitalização das cidades, integrando os espaços verdes, a cultura e o turismo, foi um dos tópicos em discussão durante a manhã. Entre os intervenientes esteve Leonor Picão, diretora coordenadora da Direção de Recursos e Oferta do Turismo de Portugal, que sublinhou a dualidade que este setor traz às cidades: “Sabemos que o turismo contribui para a regeneração e recuperação dos espaços verdes e do património, mas também não podemos querer cidades recuperadas pelo turismo mas … sem turistas. Afinal, não deixa de ser uma atividade económica como as outras”, frisou. A oradora lembrou também a necessidade de se criarem cidades mais inteligentes e sustentáveis, com uma “gestão inteligente do território, por exemplo, em termos de bilhética ou de fruição [do espaço público], até porque a digitalização é um desafio brutal e incontornável”.</p>
<p>Já o presidente da Câmara Municipal da Vidigueira, Rui Raposo, relatou a experiência de um município de baixa densidade demográfica, com uma população cada vez mais envelhecida e “num território muito esquecido”. Mas que, ainda assim, garantiu o autarca, conseguiu “fixar pessoas no concelho e inverter toda aquela pirâmide geracional associada ao Alentejo, alcançando mesmo um crescimento da população, graças aos jovens que estão a criar negócios”. Rui Raposo deu o exemplo da revitalização de várias adegas ligadas ao vinho de talha, um dos símbolos da vila, agora candidato a Património Cultural Imaterial da Humanidade.</p>
<p>Outra sessão discutiu a importância da integração de soluções baseadas na natureza (SbN) e das infraestruturas azuis e verdes nas cidades. Neste contexto, o presidente da Câmara de Cascais, Carlos Carreiras, apresentou o trabalho da autarquia na recuperação e renaturalização das ribeiras do concelho, com destaque para as duas maiores, a Ribeira das Vinhas e a Ribeira de Sassoeiros. “Este projeto permite-nos mitigar os riscos de cheias e, ao mesmo tempo, criar zonas de fruição natural para a população. Em alguns casos também possibilita a criação de corredores de mobilidade sustentável, seja de bicicleta ou a pé, que valorizam muito o combate às alterações climáticas”, explicou. “imagine-se o privilégio que é ter um autêntico parque natural a entrar por toda a zona urbana da vila de Cascais”, concluiu o autarca.</p>
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		<title>Dessalinizadora do Algarve construída até 2027</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Nelson Jerónimo Rodrigues]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 03 Oct 2024 11:05:23 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Água]]></category>
		<category><![CDATA[Reabilitação e regeneração urbanas]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Já está adjudicada a construção da central de dessalinização do Algarve, a ser instalada no concelho de Albufeira. A obra para o primeiro sistema do género em Portugal continental deverá ficar concluída até ao final de 2026 ou início de 2027.</p>
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				<div class="et_pb_text_inner"><p>Já está adjudicada a construção da central de dessalinização do Algarve, a ser instalada no concelho de Albufeira. A obra para o primeiro sistema do género em Portugal continental deverá ficar concluída até ao final de 2026 ou início de 2027, como avançou à agência Lusa uma fonte da Águas do Algarve. Em comunicado, a empresa pública informa que a construção estará a cargo de um consórcio luso-espanhol, denominado Agrupamento Complementar de Empresas – ACE, também ele responsável pela exploração da dessalinizadora durante um período de três anos.</p>
<p>O contrato de adjudicação prevê um investimento a rondar os 108 milhões de euros, integrado no Plano Regional de Eficiência Hídrica do Algarve e financiado em parte pelo  Plano de Recuperação e Resiliência (PRR), enquanto o restante será suportado pelo orçamento de Estado.</p>
<p>A estação deverá ter uma capacidade inicial de 16 milhões de metros cúbicos (m<sup>3</sup>), mas há planos para aumentá-la até aos 24 milhões de m<sup>3 </sup>de água. Isto porque, como informa a empresa que adjudicou a obra, há “crescentes evidências, que se assistirá a um decréscimo da pluviosidade anual e num aumento da assimetria do regime intra-anual de precipitação, mais ou menos pronunciados em função dos cenários climáticos considerados, especialmente pronunciado nas regiões mediterrânicas”.</p>
<p>O Ministério do Ambiente e Energia também já confirmou a adjudicação da obra, que considera uma “infraestrutura pioneira em Portugal Continental, alinhada com as metas ambientais nacionais e europeias”. É, por isso, “parte da resposta estratégica à escassez hídrica, de uma região afetada por ciclos de seca”, defende o executivo. Também em comunicado, a ministra Maria da Graça Carvalho sublinhou que a dessalinizadora “representa um investimento estratégico, juntamente com a tomada de água no Pomarão, para reforçar o abastecimento à região, mesmo em períodos de seca prolongada”.</p>
<p>Recorde-se que um conjunto de associações ambientalistas avançou este verão com uma queixa no Ministério Público, solicitando que a Declaração de Impacto Ambiental favorável à construção da dessalinizadora seja considerada inválida. Para a Plataforma Água Sustentável (PAS), a central “infringe vários diplomas legais nacionais e europeus”, além de custar quase o dobro do que inicialmente estava previsto.</p>
<p><em>Fotografia de destaque:</em> © Shutterstock</p></div>
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		<title>Projeto Streets for Citizens leva urbanismo tático a Portalegre</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Nelson Jerónimo Rodrigues]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 30 Sep 2024 07:33:29 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Reabilitação e regeneração urbanas]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A AREANATejo – Agência Regional de Energia e Ambiente do Norte Alentejano e Tejo é uma das parceiras do projeto europeu Streets for Citizens, que tem como missão criar soluções inovadoras para a mobilidade sustentável nas cidades.</p>
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				<div class="et_pb_text_inner"><p>A <a href="https://www.areanatejo.pt/" target="_blank" rel="noopener">AREANATejo – Agência Regional de Energia e Ambiente do Norte Alentejano e Tejo</a> é uma das parceiras do projeto europeu Streets for Citizens, que tem como missão criar soluções inovadoras para a mobilidade sustentável nas cidades. A iniciativa junta sete regiões ou municípios de outros tantos países (Bósnia, Chipre, Eslovénia, Espanha, Grécia, Itália e Portugal), onde serão implementadas diversas iniciativas.</p>
<p>Portalegre foi a cidade portuguesa escolhida para receber o projeto-piloto nacional, que passa, sobretudo, por uma ação de urbanismo tático. Trata-se de uma abordagem inovadora que procura transformar e reimaginar o espaço público de forma rápida, económica e muitas temporária. Neste caso, a intenção é criar um corredor multicolorido que irá fazer convergir quatro escolas da cidade com vários espaços públicos, serviços e equipamentos de uso coletivo, com especial destaque para o terminal rodoviário.</p>
<p>“Através disto, procura-se incentivar e estimular os meios de mobilidade suave, em particular a utilização de autocarro e de deslocação pedonal ou ciclável”, diz à Smart Cities Diamantino Conceição, diretor técnico da AREANATejo. “O projeto Streets for Citizens é marcado por diversos aspetos inovadores, não só pela adaptação dos princípios do urbanismo tático, mas também pelo recurso a novas ferramentas de participação, de aplicação dos princípios do <em>design thinking</em>, do “<em>learn-by-doing</em>” e do envolvimento direto dos cidadãos durante a sua implementação”, acrescenta o responsável.</p>
<p>Como tal, a população, e em particular os mais jovens, serão chamados a participar no processo de revitalização e renovação da zona a intervir, por exemplo através da pintura no pavimento e em muros, da decoração de mobiliário urbano e da criação de instalações artísticas. Sempre que possível, a ideia é utilizar materiais reciclados.</p>
<p>“A participação ativa dos alunos incentivará não só a participação criativa no âmbito do Projeto, mas irá estimular paralelamente a cidadania ativa e a sensibilização para o próprio ambiente urbano da cidade”, sublinha Domingos Conceição, lembrando ainda a preocupação do projeto pedonal com a acessibilidade. “Este terá em consideração as necessidades de pessoas com mobilidade reduzida, assegurando que os passeios e caminhos são suficientemente largos para permitir a passagem de cadeiras de rodas e carrinhos de bebé, e evitando zonas com degraus ou desníveis”, explica o diretor técnico em declarações à Smart Cities.</p>
<p>Por sua vez, a autarquia de Portalegre diz que “para além da participação proativa de crianças e jovens no processo de regeneração do espaço público, pretende-se ainda incentivar a mobilidade pedonal/ciclável e mudar os hábitos do quotidiano dos munícipes, no sentido de se evitar percorrer curtas e diárias deslocações urbanas em viaturas particulares, contribuindo-se assim para a diminuição das emissões de GEE causada pela utilização de transportes motorizados”.</p>
<p>Embora o projeto esteja focado, sobretudo, nas cidades que recebem os projetos-piloto, como é o caso de Portalegre, os vários parceiros acreditam que as soluções testadas possam ser facilmente adaptadas e replicadas noutras áreas, seja qual for o país.</p>
<p>Com um orçamento próximo dos 2,5 milhões de euros, o Streets for Citizens foi aprovado no âmbito da primeira convocatória do Programa INTERREG EUROMED 2021-2027 e é coordenado por uma empresa eslovena de serviços públicos. As ações escolhidas deverão ser implementadas ao longo de 33 meses, com conclusão prevista para setembro de 2026.</p>
<p>Imagem de destaque: © AREANATejo</p></div>
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		<title>Zonas costeiras: o que o mar dá, o mar leva</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Nelson Jerónimo Rodrigues]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 11 Sep 2024 15:24:47 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Reabilitação e regeneração urbanas]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A subida do nível médio do mar, resultante das alterações climáticas, vem agravar os desafios das zonas costeiras portuguesas, cada vez mais expostas à erosão e a outros fenómenos que têm roubado metros ao litoral. Relatos, cenários e soluções de quem estuda e lida com o problema.</p>
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				<div class="et_pb_text_inner"><p><strong>A subida do nível médio do mar, resultante das alterações climáticas, vem agravar os desafios das zonas costeiras portuguesas, cada vez mais expostas à erosão e a outros fenómenos que têm roubado metros ao litoral e deixado as populações em sobressalto. Relatos, cenários e soluções de quem estuda e lida com o problema.</strong></p>
<p>Desde criança que a areia, o mar e o sol da Caparica são uma espécie de segunda pele para Jorge Ribeiro. Primeiro foram os banhos e as brincadeiras na praia, depois o chamamento das ondas, que o tornaram num dos pioneiros do surf da margem sul. Hoje, quase 50 anos depois, a paixão por aquele mar mantém-se, mas já as praias “nem parecem a mesmas”, tal é a quantidade de areal que tem desaparecido. “Ao longo destes anos todos, o que se vê é a quota de areia cada vez mais baixa e o mar muito próximo do paredão e das casas. Ainda ontem estive no Fonte da Telha e parece que alguém chegou ali e cortou um bocadão de areia para levar mar adentro”, conta-nos o treinador de surf.</p>
<p>À conversa com a Smart Cities, queixa-se dos efeitos da erosão, porque provoca “alterações constantes dos fundos que alteram muito a qualidade das ondas”, e lembra que outros se lamentam, a começar pelos pescadores, turistas e comerciantes. “Uns defendem que o problema vem de causas naturais e o resto fala da mão humana, mas muitos concordam que, mesmo com as intervenções dos últimos anos, não há meio de a coisa melhorar”, desabafa.</p>
<p>O diagnóstico de quem estuda a origem do fenómeno não é muito diferente. José Carlos Ferreira, professor da Faculdade de Ciências e Tecnologia da Universidade Nova de Lisboa (FCT-UNL), explica que esta “crise de areia” resulta de um misto de fatores: “as alterações climáticas têm as costas largas e, efetivamente a subida do nível médio do mar provoca erosão, mas por outro lado o problema também resulta da falta de sedimentos, da retirada de areia que se fez no passado e, muito importante, da má ocupação do solo”.</p>
<p>Já sobre as respostas adotadas para a Caparica, o também investigador do MARE &#8211; Centro de Ciências do Mar e do Ambiente, discorda de quem fala em poucos resultados e defende que “se não tivesse havido enchimentos de praia, restauros de mar, esporões e obra aderentes, ou seja, o paredão, certamente que já teríamos o mar na base da arriba, que já foi viva, mas agora é fóssil porque o mar não chega lá”.</p>
<p>Ainda assim, o especialista sublinha que a erosão é um problema comum a boa parte da costa portuguesa, por isso lembra que o país deve estar ciente do que está para chegar: “daqui a 50 anos, o litoral e as nossas cidades costeiras vão estar, inevitavelmente, diferentes”. Na realidade, algumas até já estão, ou não tivesse a faixa costeira nacional perdido 1320 hectares de terra em pouco mais de 60 anos (desde 1958 até 2021), de acordo com estimativas da Agência Portuguesa do Ambiente (APA).</p>
<h4><strong>Quando a areia dá lugar à pedra</strong></h4>
<p>Há muito que Ovar é um dos concelhos do país em maior risco de erosão costeira. Com cerca de 15 quilómetros de litoral, já esteve entre as áreas mais vulneráveis da Europa, numa altura em que chegou a ter quase 10 metros de recuo por ano. Lançado o alerta, foram realizadas várias intervenções, mas o território continua ameaçado. Que o digam as praias de Esmoriz, Cortegaça ou Furadouro, por exemplo, cada vez mais uma nesga de areia que deixa as frentes urbanas à mercê da agitação do mar e de fenómenos extremos.</p>
<p>Quem conhece bem o problema é Carlos Sousa, investigador da Universidade de Aveiro e coordenador do projeto INCCA – Adaptação Integrada às Alterações Climáticas para Comunidades Resilientes. Nascido e criado no concelho, foi assistindo ao “encolher” das praias da região e em particular da Cortegaça, onde vive desde criança. Desse tempo lembra-se bem dos jogos de futebol no areal, algo que passou a ser impossível, até porque “agora é quase um pequeno cabo artificial, mantido por uma obra de pedra para manter alguma proteção”.</p>
<p><div id="attachment_32320" style="width: 746px" class="wp-caption aligncenter"><img aria-describedby="caption-attachment-32320" loading="lazy" class="wp-image-32320 " src="https://smart-cities.pt/wp-content/uploads/2024/08/shutterstock_2212192979-1024x576.jpg" alt="" width="736" height="414" srcset="https://smart-cities.pt/wp-content/uploads/2024/08/shutterstock_2212192979-1024x576.jpg 1024w, https://smart-cities.pt/wp-content/uploads/2024/08/shutterstock_2212192979-300x169.jpg 300w, https://smart-cities.pt/wp-content/uploads/2024/08/shutterstock_2212192979-768x432.jpg 768w, https://smart-cities.pt/wp-content/uploads/2024/08/shutterstock_2212192979-1536x864.jpg 1536w, https://smart-cities.pt/wp-content/uploads/2024/08/shutterstock_2212192979-2048x1152.jpg 2048w, https://smart-cities.pt/wp-content/uploads/2024/08/shutterstock_2212192979-400x225.jpg 400w, https://smart-cities.pt/wp-content/uploads/2024/08/shutterstock_2212192979-610x343.jpg 610w, https://smart-cities.pt/wp-content/uploads/2024/08/shutterstock_2212192979-1080x608.jpg 1080w" sizes="(max-width: 736px) 100vw, 736px" /><p id="caption-attachment-32320" class="wp-caption-text">O areal desapareceu em Cortegaça e agora é a pedra que protege agora a freguesia</p></div></p>
<p>Também ele justifica a erosão da costa noroeste com a falta de sedimentos, desde logo por causa da construção de barragens no Douro, associada a uma série de condições desfavoráveis, como as “ondas energéticas” do Atlântico ou o terreno arenoso, aberto e de cotas baixas que existe na região.</p>
<p>Para o investigador, a estratégia de intervenção seguida pela APA tem estado correta, “nomeadamente as obras de proteção costeira, as alimentações artificiais de areia e o reforço do cordão dunar”, e acrescenta que “eventualmente, também faz sentido equacionar a hipótese da relocalização de populações”. Como já aconteceu, de resto, com uma comunidade de pescadores de Ovar, realojadas pelo município. Mas essa é uma solução mais difícil, que exige diálogo entre o poder central, as autarquias e, claro, as populações, que não podem deixar de ser envolvidas, adverte.</p>
<h4><strong>Os efeitos das alterações climáticas</strong></h4>
<p>Depois de décadas a tentar compreender e mitigar a erosão costeira, o país enfrenta agora outro desafio, as alterações climáticas, também elas com impacto certo nos 950 quilómetros de litoral que vão de Caminha a Vila Real de Santo António. Isto porque estão diretamente relacionadas com a subida do nível médio do mar, o que acaba por acrescentar mais um grau de complexidade às estratégias de proteção da orla costeira.</p>
<p>Além de ajudar a acelerar a erosão, este fenómeno favorece as inundações ao longo do litoral, aumentando a vulnerabilidade das frentes urbanas costeiras, onde habita uma porção considerável da população nacional. Estima-se que 14% dos habitantes do país vive numa faixa de dois quilómetros ao longo da linha de praia-mar.</p>
<p>A comunidade científica não para de lançar alertas, sustentados por cenários probabilísticos fundamentados. Uma equipa da Faculdade Ciências da Universidade de Lisboa (FCUL), liderada pelo investigador Carlos Antunes, estimou que a área inundável no país possa chegar aos 903 quilómetros quadrados (km2) até 2050 e aos 1146 km2 até ao final do século. Como consequência, até 82 mil edifícios e até 225 mil pessoas poderão ser afetados direta ou indiretamente, mostra-nos o projeto SMN, que desenvolveu um visualizador de cenários de subida do nível médio do mar em Portugal Continental.</p>
<p>O professor do Departamento de Engenharia Geográfica, Geofísica e Energia da FCUL sublinha que estes números dizem respeito a uma hipótese extrema de maré cheia, mas acrescenta que até outros cenários menos gravosos levantam preocupação: “todos eles nos indicam que há, de facto, uma elevada exposição urbana, nomeadamente em zonas de águas interiores, como rias e estuários, que por terem uma quota topográfica muito baixa, vão sofrer um grande impacto”. Setúbal, Faro e Aveiro são as zonas de maior risco, mas Lisboa também não vai escapar à subida das águas, nomeadamente nas zonas da Praça do Comércio e Cais do Sodré.</p>
<p>O especialista admite que as marés mais altas cresçam 40 centímetros em 20 anos, “num ritmo difícil de gerir as cidades” e deixa um conselho ao poder local: “Os municípios têm de começar a abandonar as zonas marginais, nomeadamente nas rias e nos estuários, porque são espaços que vão ser futuramente ocupados pelo mar, com elevado grau de certeza”.</p>
<h4><strong>Como respondem os municípios</strong></h4>
<p>Sabendo-se que são as autoridades nacionais a gerir o combate à erosão costeira e aos efeitos das alterações climáticas, que papel sobra aos municípios? Trabalho para fazer não falta, garantem os especialistas. José Carlos Ferreira lembra que “quem na verdade tem a responsabilidade de ordenamento do território no país são os Planos Diretores Municipais (PDM), logo os municípios também decidem o uso do solo, mesmo que neste caso ele seja determinado pelos Programas da Orla Costeira (POC)”, a cargo da Agência Portuguesa do Ambiente. Isto sem esquecer que os POC abrangem os concelhos do litoral, mas muitas populações afetadas vivem em zonas ribeirinhas e estuarinas, onde quem age são as autarquias.</p>
<p>A esta função junta-se ainda a colaboração com a APA (e por vezes pressão política), bem como um trabalho conjunto com a comunidade científica. Isso aconteceu, por exemplo, em Ovar, com o projeto INCCA – Adaptação Integrada às Alterações Climáticas para Comunidades Resilientes, em que a Universidade de Aveiro reuniu diversos intervenientes, como técnicos da câmara municipal e das juntas de freguesia, mas também a APA e membros da comunidade local, por exemplo pescadores, surfistas, bombeiros e ambientalistas. “Isso acabou por ser muito importante porque as pessoas perceberam que nem todos têm a mesma perspetiva sobre o que é melhor para o litoral, mas acabaram por aceitar as soluções de consentimento e contribuir para a ação”, diz o coordenador Carlos Coelho.</p>
<p>Outro projeto, o SCORE -, juntou o município de Oeiras e o Instituto Superior Técnico a mais nove cidades costeiras da Europa com o objetivo de melhorar a resposta aos impactos das alterações costeiras. Este deu origem a um laboratório vivo, cuja função é recolher dados e propor estratégias, além da criação de uma <em>digital twin</em>, simulação por computador dos efeitos climáticos sobre um modelo digital da cidade.</p>
<p>Também o Departamento de Engenharia Geográfica, Geofísica e Energia da FCUL tem colaborado com alguns municípios, como Loulé, ao participar no estudo sobre o futuro mercado municipal de Quarteira, ou Almada, para quem propôs várias medidas de adaptação na Costa de Caparica e em Cacilhas.</p>
<p>Para estes e outros municípios, o investigador Carlos Antunes costuma deixar um conselho relacionado com o conceito de <em>smart cities</em>: “Mais importante que dotar as cidades de uma certa inteligência tecnológica e digital, é preparar o território através de uma <em>smart governance</em> e de um <em>smart planning</em> que efetive o reordenamento do território ribeirinho e costeiro com vista a minimização dos impactos negativos”. Porque o tempo urge e o mar não pára de subir.</p></div>
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				<div class="et_pb_text_inner"><p style="text-align: center;"><em><br />Este artigo foi originalmente publicado na <a href="https://smart-cities.pt/noticias/nova-edicao-smartcities43-oceanos-os-desafios-da-economia-azul/" target="_blank" rel="noopener">edição n.º 43 da Smart Cities</a> &#8211; Abril/Maio/Junho 2024</em></p></div>
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		<title>Alunos de universidade sueca vencem concurso para reinventar o bairro da Mouraria</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Nelson Jerónimo Rodrigues]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 01 Sep 2023 07:22:20 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Reabilitação e regeneração urbanas]]></category>
		<category><![CDATA[HUB-IN]]></category>
		<category><![CDATA[mouraria]]></category>
		<category><![CDATA[students reinventing cities]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O projeto  Dreamers Inc., criado por dois alunos da Universidade de Lund, na Suécia, foi o vencedor do Students Reinventing Cities - Lisboa, uma competição internacional que desafia estudantes e universidades a apresentarem ...</p>
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				<div class="et_pb_text_inner"><p>O projeto  <em>Dreamers Inc.</em>, criado por dois alunos da Universidade de Lund, na Suécia, foi o vencedor do <a href="https://www.c40reinventingcities.org/en/students/" target="_blank" rel="noopener"><em>Students Reinventing Cities</em></a> &#8211; Lisboa, uma competição internacional que desafia estudantes e universidades a apresentarem propostas de transformação de bairros em zonas urbanas mais verdes, sustentáveis e inclusivas, alinhadas com o conceito da <em>Cidade dos 15 Minutos</em>.</p>
<p>A capital portuguesa foi um dos 12 municípios internacionais escolhidos para integrar o concurso, promovido pela rede de cidades <a href="https://www.c40.org/" target="_blank" rel="noopener">C40</a>, que reúne cerca de uma centena de autarcas de todo mundo no combate às alterações climáticas. No caso português, a competição ocorre no bairro da Mouraria em Portugal, sendo organizada pelo <a href="https://hubin-project.eu/pilot-cities/lisbon/" target="_blank" rel="noopener">HUB-IN Lisboa &#8211; Colina do Castelo</a>. Uma das suas principais missões é impulsionar a ação climática em áreas históricas. O <a href="https://smart-cities.pt/smn/lisboa-na-lideranca-da-regeneracaoo-de-area-historicas-europeias-2/" target="_blank" rel="noopener">HUB-IN</a> Lisboa é gerido em parceria pela Câmara Municipal de Lisboa e pela Lisboa E-Nova, sendo parte de uma rede de centros de inovação europeus que estão a ser estabelecidos no âmbito do projeto H2020 HUB-IN, com coordenação global a cargo da <a href="https://lisboaenova.org/" target="_blank" rel="noopener">Lisboa E-Nova</a>.</p>
<p>A equipa vencedora do <a href="https://www.c40reinventingcities.org/" target="_blank" rel="noopener"><em>Students Reinventing Cities</em></a> &#8211; Lisboa é constituída por Martyna Idasiak e Ralph Frühwirth, estudantes de mestrado da universidade sueca, que tiveram como consultores externos Andreas Olsson e o atelier Architect SAR/MAS. De acordo com o concurso, a proposta que elaboraram “centra-se em soluções de design inspiradas no património local, adaptadas aos desafios atuais e futuros e que servem de base ao desenvolvimento sustentável”.</p>
<p>Esta assenta numa abordagem com dois princípios orientadores. O primeiro procura estabelecer um “bairro conectado” e consubstancializa-se em diversas ações, como o reaproveitamento de lugares de estacionamento automóvel para a criação de <em>parklets</em> – zonas de descanso junto aos passeios – que permitam o estacionamento de bicicletas e ofereçam algumas ferramentas básicas de reparação. É também proposta a criação de novos percursos pedonais e cicláveis, além de um sistema de transportes que aproveite os tuk tuk existentes na cidade. Ao nível das soluções naturais, sugere-se a instalação de vegetação vertical e nos gradeamentos das escadarias da Mouraria, bem como a otimização da circularidade da água, através de canais próprios.</p>
<p>O segundo pilar da proposta (“bairro local”) incide nas especificidades da Mouraria. Assim, propõe-se a abertura de espaços vazios ou encerrados (nomeadamente terrenos industriais) e o reaproveitamento de edifícios como o Mosteiro da Rosa ou o parque de estacionamento da Rua Damasceno Monteiro, transformando-os em espaços multifuncionais. Estes poderiam ser utilizados, por exemplo, como alojamento para idosos, jardim de infância ou habitação acessível. Outra ideia passa pela criação de uma horta urbana ao longo da Costa do Castelo que forneça produtos de origem local à comunidade.</p>
<p><img loading="lazy" class="aligncenter wp-image-25315 size-full" src="https://smart-cities.pt/wp-content/uploads/2023/09/gallery_02_graphic_presentation_image02_dreamersinc_b8b10-fotor-202308319324.jpg" alt="" width="650" height="340" srcset="https://smart-cities.pt/wp-content/uploads/2023/09/gallery_02_graphic_presentation_image02_dreamersinc_b8b10-fotor-202308319324.jpg 650w, https://smart-cities.pt/wp-content/uploads/2023/09/gallery_02_graphic_presentation_image02_dreamersinc_b8b10-fotor-202308319324-300x157.jpg 300w, https://smart-cities.pt/wp-content/uploads/2023/09/gallery_02_graphic_presentation_image02_dreamersinc_b8b10-fotor-202308319324-400x209.jpg 400w, https://smart-cities.pt/wp-content/uploads/2023/09/gallery_02_graphic_presentation_image02_dreamersinc_b8b10-fotor-202308319324-610x319.jpg 610w" sizes="(max-width: 650px) 100vw, 650px" /></p>
<p>O júri do concurso foi composto por elementos do projecto <em>HUB-IN</em> Colina do Castelo e representantes do grupo C40, da Câmara Municipal de Lisboa, da Universidade NOVA de Lisboa e da empresa IKEA, que avaliaram 19 projetos candidatos. De acordo com <a href="https://www.linkedin.com/in/vera-greg%C3%B3rio-8827ba12/?originalSubdomain=pt" target="_blank" rel="noopener">Vera Gregório</a>, coordenadora do <em>HUB-IN</em>, ficaram “muito impressionados com a qualidade da maioria das candidaturas, mesmo muito boas”, mas o projeto <em>Dreamers Inc. </em>acabou por sobressair por várias razões: “antes de mais, a excelente apresentação gráfica, mas também a qualidade e o detalhe do plano de intervenção, que incluiu diversas entidades, orçamentos estimativos e um <em>timeline</em>. Além disso, não se tratou apenas de um trabalho de gabinete, porque também fizeram visitas ao terreno, contactando com a população e, inclusivamente, articularam-se com as estratégias municipais, caso do Plano de Ação Climática”. “É, de facto, um trabalho com um elevado nível de maturidade. Tem uma visão, tem uma abordagem e mostra um elevado profissionalismo, respeitando sempre a ligação entre o património histórico e a sustentabilidade e explicando muito bem a aplicação prática na Cidade dos 15 Minutos, acrescentou em entrevista à <em>Smart Cities</em>.</p>
<p>Os vencedores do <em>Students Reinventing Cities</em> não recebem prémios monetários, mas serão convidados a participar num programa em Lisboa &#8211; <em>Immersive Mouraria</em> -, integrado no <em>HUB-IN</em> Colina do Castelo, no Centro de Inovação da Mouraria ou no <em>Fab Lab</em>. Além disso, terão oportunidade de apresentar os seus projetos à comunidade e mesmo a decisores políticos e outros agentes relevantes. “Por exemplo, todas estas ideias inspiradoras poderão ser interessantes para partilhar com a equipa coordenadora do Plano de Pormenor da Colina do Castelo que, aliás, também integrou o júri”, disse Vera Gregório.</p>
<p>À <em>Smart Cities</em>, a coordenadora do <em>HUB-IN</em> avançou, igualmente, que está prevista a realização de um webinar internacional em Lisboa, no mês de Novembro, onde serão apresentados vários projetos deste concurso, com destaque para os melhor classificados. Depois do vencedor (<em>Dreamers Inc.), </em>em segundo lugar ficou o projeto<em> “Futuro Conectado</em>”, apresentado por alunos do Imperial College London (Inglaterra), e em terceiro o “<em>Tram for Transformation</em>”, do Politécnico de Milão. O júri atribuiu ainda duas menções honrosas, uma para a proposta “<em>Baking Power</em>”, de alunos da Universidade Sapienza de Roma, e outra para o projeto “<em>Aim Our Aura</em>”, desenvolvido por estudantes da Faculdade de Belas-Artes da Universidade de Lisboa.</p>
<p>Além da capital portuguesa, nesta edição também participaram na competição as cidades de Amã (Jordânia), Barcelona (Espanha), Chengdu (China), Durban (África do Sul), Freetown (Serra Leoa), Melbourne (Austrália), Milão (Itália), Nova Orleães (Estados Unidos da América), Roma (Itália), São Paulo (Brasil) e Zhenjiang (China).</p>
<p>Imagens: © <em>Dreamers Inc.</em></p>
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		<title>Lisboa participa em competição internacional para estudantes e procura ideias para transformar a Mouraria</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Filipa Cardoso]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 27 Feb 2023 10:58:57 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Inovação]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Reabilitação e regeneração urbanas]]></category>
		<category><![CDATA[lisboa e-nova]]></category>
		<category><![CDATA[mouraria]]></category>
		<category><![CDATA[students reinventing cities]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Transformar a Mouraria, em Lisboa, num bairro verde e (ainda mais) vibrante é o desafio lançado pela competição internacional Students Reinventing Cities. Lisboa é uma das 12 cidades internacionais ...</p>
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				<div class="et_pb_text_inner"><p>Transformar a Mouraria, em Lisboa, num bairro verde e (ainda mais) vibrante é o desafio lançado pela competição internacional <a href="https://www.c40reinventingcities.org" target="_blank" rel="noopener"><em>Students Reinventing Cities</em></a>. Lisboa é uma das 12 cidades internacionais escolhidas para integrar o concurso, promovido pela rede de cidades C40 e que se dirige a estudantes e universidades de todo o mundo.</p>
<p>A rede internacional C40, que junta cerca de uma centena de autarcas de cidades de todo o mundo na luta contra a crise climática, volta, este ano, a lançar a competição mundial <em>Students Reinventing Cities </em>e Lisboa é uma das cidades escolhidas para ser palco da transformação. Numa parceria entre a agência de energia e ambiente Lisboa E-Nova e a câmara municipal de Lisboa, a capital portuguesa aderiu ao concurso que convida equipas de estudantes e universidades de todo o mundo a pensarem como transformar zonas urbanas em bairros mais sustentáveis, inclusivos e vibrantes, alinhados com a ideia de proximidade proposta pelo conceito da <em>cidade dos 15 minutos</em>.</p>
<p>Lisboa, Amã (Jordânia), Barcelona (Espanha), Chengdu (China), Durban (África do Sul), Freetown (Serra Leoa), Melbourne (Austrália), Milão (Itália), Nova Orleães (Estados Unidos da América), Roma (Itália), São Paulo (Brasil) e Zhenjiang (China) são as urbes participantes nesta edição. Cada uma das doze cidades escolhe uma área do seu território para servir de inspiração para as propostas de transformação urbana dos estudantes.</p>
<p>No caso português, a escolha é o bairro da Mouraria, no centro histórico da cidade de Lisboa, que, dada a sua localização, tradição e diversidade cultural actual, coloca <a href="https://smart-cities.pt/noticias/bairros-historicos-sustentaveis-1510/" target="_blank" rel="noopener">desafios pertinentes para a cidade</a> aos concorrentes. Além disso, a Mouraria é também um dos palcos do projecto europeu <em><a href="https://lisboaenova.org/hub-in/">HUB-IN</a></em>, coordenado pela Lisboa E-Nova, com vista à <a href="https://smart-cities.pt/noticias/hubin-projecto-0107-lisboa/" target="_blank" rel="noopener">transformação e regeneração urbanas de bairros históricos através da inovação e do empreendedorismo</a>.</p>
<p>O concurso internacional tem algumas expectativas para a intervenção a realizar na Mouraria, sendo uma delas a conciliação entre a sustentabilidade ambiental e social e a preservação da história e da cultura locais. Com isto em mente, as equipas participantes deverão dar especial atenção aos desafios da integração de <a href="https://smart-cities.pt/noticias/solucoes-baseadas-na-natureza-0909/" target="_blank" rel="noopener">soluções baseadas na natureza</a>, visando, assim, a mitigação do efeito ilha de calor e dos impactos das vagas de calor, do <a href="https://smart-cities.pt/noticias/agua-cidades-3009-lisboa-enova/" target="_blank" rel="noopener">uso eficiente da água</a>, promovendo a sua reutilização e circularidade e melhorando a adaptação climática, e, por fim, do envolvimento das comunidades locais, utilizando a arte como forma de sensibilização climática e promovendo a adopção de comportamentos mais sustentáveis.</p>
<p>As inscrições para a competição terminam a 30 de Março, mas, antes disso, a Lisboa E-Nova organiza <a href="https://lisboaenova.org/1o-webinar-students-reinventing-cities-lisbon-mouraria/" target="_blank" rel="noopener">um <em>webinar</em> sobre o tema</a> já na próxima quinta-feira (2 de Março). Neste encontro virtual, vai ser possível conhecer melhor a competição e as regras de participação, assim como a área de intervenção, que compreende 21 hectares no bairro lisboeta da Mouraria.</p>
<p>A inscrição neste <em>webinar</em> pode ser feita <a href="https://form.jotform.com/230434576695364">aqui</a>, sendo que os interessados podem também entrar contacto, quer com a coordenação local, quer com outros participantes interessados em apresentar uma proposta para a Mouraria, através <a href="https://docs.google.com/forms/d/e/1FAIpQLSd8934-C7jBka7h1P7yetXBRtV4Jf32XFmeunZb8UngNEa7Hw/viewform">deste formulário</a>. Ao que a <em>Smart Cities</em> pode apurar, há já, pelo menos, uma equipa sueca interessada em transformar a Mouraria.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><em>Fotografia de destaque: © CML</em></p></div>
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		<title>Município de Coimbra integra consórcio europeu de combate à pobreza energética</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Sónia Sul]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 21 Dec 2022 06:30:44 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Energia]]></category>
		<category><![CDATA[Inclusão social]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Reabilitação e regeneração urbanas]]></category>
		<category><![CDATA[coimbra]]></category>
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		<category><![CDATA[pobreza energética]]></category>
		<category><![CDATA[REVERTER]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Com o objectivo de agilizar o combate à pobreza energética na Europa, o projecto REVERTER vai desenvolver nove roteiros para a melhoria de edifícios habitacionais e validá-los em quatro regiões europeias, incluindo Coimbra. A iniciativa está a ser dinamizada por doze entidades europeias, ...</p>
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				<div class="et_pb_text_inner"><p><span style="font-weight: 400;">Com o objectivo de agilizar o combate à pobreza energética na Europa, o projecto </span><em><a href="https://webgate.ec.europa.eu/life/publicWebsite/project/details/101076277"><span style="font-weight: 400;">REVERTER</span></a></em> <span style="font-weight: 400;">vai desenvolver nove roteiros para a melhoria de edifícios habitacionais e validá-los em quatro regiões europeias, incluindo Coimbra. A iniciativa está a ser dinamizada por doze entidades europeias, entre as quais a </span><a href="https://www.cm-coimbra.pt/"><span style="font-weight: 400;">câmara municipal de Coimbra</span></a><span style="font-weight: 400;"> e o </span><a href="https://www.isr.uc.pt/"><span style="font-weight: 400;">Instituto de Sistemas e Robótica da Universidade de Coimbra</span></a><span style="font-weight: 400;"> (ISR-UC).</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Iniciado em Novembro sob a coordenação da </span><a href="https://www.ntua.gr/en/"><span style="font-weight: 400;">Universidade Técnica Nacional de Atenas</span></a><span style="font-weight: 400;">, o projecto </span><em><span style="font-weight: 400;">REVERTER</span></em><span style="font-weight: 400;"> vai desenhar nove guiões para a renovação energética dos edifícios “à medida do contexto territorial, parque imobiliário, agregados familiares, com ênfase nos </span><a href="https://smart-cities.pt/noticias/prochild-colab-0306-laboratorio-colaborativo-combate-pobreza-exclusao-social-infancia-criancas-municipios-tecnologias-digitais/"><span style="font-weight: 400;">mais vulneráveis</span></a><span style="font-weight: 400;">, e condições climatéricas para identificar estratégias replicáveis em maior escala”, refere o ISR-UC, em comunicado.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Com uma avaliação multidimensional (educação, economia, ambiente, sociedade civil e governança) e uma abordagem integrada e de co-criação, o consórcio europeu vai tentar fazer frente ao “crescente risco de </span><a href="https://smart-cities.pt/smn/coopernico-gabinete-local-apoio-energetico-combate-pobreza-energetica/"><span style="font-weight: 400;">situações de pobreza energética</span></a><span style="font-weight: 400;">, decorrente da acentuada crise socioeconómica que se  vive na Europa”. Nesse sentido, a iniciativa </span><i><span style="font-weight: 400;">REVERTER</span></i><span style="font-weight: 400;">, co-financiada pela União Europeia em 1,6 milhões de euros, vai focar-se nas situações mais complicadas, incidindo não só sobre os agregados familiares mais vulneráveis como sobre as habitações com pior desempenho.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Adoptando o princípio “</span><em><span style="font-weight: 400;">worst first</span></em><span style="font-weight: 400;">”, os 12 elementos do projecto vão explorar a hipótese de “incentivos partilhados” entre proprietários e inquilinos, bem como abordar falhas de mercado, barreiras económicas, falta de informação e comportamentos associados aos </span><a href="https://smart-cities.pt/noticias/plano-poupanca-energia-1309/"><span style="font-weight: 400;">consumos energéticos</span></a><span style="font-weight: 400;">. Os guiões desenvolvidos serão, posteriormente, testados e validados em </span><em><span style="font-weight: 400;">one stop shops</span></em><span style="font-weight: 400;">, ou </span><a href="https://smart-cities.pt/noticias/2209-balcao-porto-energy-hub-apoio-energia-eficiencia-renovaveis/"><span style="font-weight: 400;">balcões únicos</span></a><span style="font-weight: 400;">, que serão criados em quatro regiões de países diferentes.</span></p>
<h4><b>Coimbra vai testar roteiros de renovação energética</b></h4>
<p><span style="font-weight: 400;">Coimbra será um dos quatro palcos deste projecto-piloto, que irá ser implementado também em Brezovo, na Bulgária, em Atenas, na Grécia, e em Riga, na Letónia. Para dinamizar o processo em Portugal, o projecto </span><em><span style="font-weight: 400;">REVERTER </span></em><span style="font-weight: 400;">vai contar com o apoio quer do ISR-UC quer da câmara municipal de </span><a href="https://smart-cities.pt/?s=coimbra"><span style="font-weight: 400;">Coimbra</span></a><span style="font-weight: 400;">. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">“A </span><a href="https://smart-cities.pt/smn/combate-pobrza-energetica-1901/"><span style="font-weight: 400;">pobreza energética</span></a><span style="font-weight: 400;"> é uma realidade grave no nosso país, que a pandemia e consequente crise económica vieram agudizar. As políticas públicas municipais adaptadas às realidades locais e aos diversos protagonistas são fundamentais para lidar com este problema que urge combater através de respostas concretas e eficazes”, sublinha o instituto português.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A este propósito, saliente-se que o município coimbrense </span><a href="https://www.coimbra.pt/2022/12/cm-de-coimbra-apresenta-plano-de-eficiencia-energetica-para-2023-que-vai-permitir-poupanca-superior-a-781-mil-euros/"><span style="font-weight: 400;">apresentou já, no dia 7 de Dezembro</span></a><span style="font-weight: 400;">, o </span><em><span style="font-weight: 400;">Plano de Eficiência Energética </span></em><span style="font-weight: 400;">para 2023. Este documento, assente em doze medidas, incluindo o </span><a href="https://smart-cities.pt/noticias/ponto-transicao-setubal/"><span style="font-weight: 400;">combate à pobreza energética</span></a><span style="font-weight: 400;"> através de auditorias, visa criar as condições necessárias para se atingir uma “poupança anual superior a 781 mil euros e a redução de 631 toneladas de dióxido de carbono”.</span></p>
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<p style="text-align: center;"><em>Este artigo foi originalmente publicado <a href="https://edificioseenergia.pt/noticias/2012-roteiros-renovacao-energetica-combate-pobreza-energetica-projecto-reverter-coimbra/" target="_blank" rel="noopener">aqui</a>, apresentando as devidas adaptações.</em></p>
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				<div class="et_pb_promo_description"><h2 class="et_pb_module_header">Leia também</h2></div>
				<div class="et_pb_button_wrapper"><a class="et_pb_button et_pb_promo_button" href="https://smart-cities.pt/noticias/epah-pobrezaenergetica-0202/" target="_blank">EPAH PRESTA APOIO TÉCNICO A GOVERNOS LOCAIS EM ACÇÕES DE COMBATE À POBREZA ENERGÉTICA</a></div>
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		<title>Ação climática, inovação e regeneração do património cultural: das missões europeias para as missões de bairro</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Vera Gregório]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 01 Jul 2022 09:37:11 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Opinião / Entrevista]]></category>
		<category><![CDATA[Reabilitação e regeneração urbanas]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O património cultural é um ativo da ação climática nos bairros históricos. Em Lisboa, Alfama é o palco de experimentação de uma nova ...</p>
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				<div class="et_pb_text_inner"><p style="text-align: left;"><strong>O património cultural é um ativo da ação climática nos bairros históricos. Em Lisboa, Alfama é o palco de experimentação de uma nova abordagem de “missões” que se aplica à escala do bairro.</strong></p></div>
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				<div class="et_pb_text_inner"><p>Para a maioria das cidades, os bairros históricos representam a ponte entre o seu passado e o seu futuro. São áreas únicas e ricas em património cultural e que conferem às cidades a sua identidade própria. De acordo com a UNESCO, a definição de património cultural engloba não apenas elementos culturais e naturais tangíveis, mas também valores intangíveis ligados com o conhecimento local, o valor intrínseco das comunidades, as tradições, a arte, as festividades e os antigos ofícios.</p>
<p>Pelas suas características e valor patrimonial, os bairros históricos têm desafios próprios quando comparados com outras áreas urbanas, pois estão mais expostos a processos de turistificação, gentrificação, perda e envelhecimento das suas populações, degradação dos espaços públicos e abandono de edifícios e de outras infraestruturas de valor histórico.</p>
<p>As alterações climáticas vieram condicionar as oportunidades de desenvolvimento e prosperidade destes bairros. Com efeito, estas áreas urbanas são mais sensíveis aos impactos das alterações climáticas, quer pelo risco acrescido de deterioração do seu património tangível, quer pelo nível de vulnerabilidade a que as suas comunidades mais pobres e idosas estão expostas. O edificado histórico construído e outras infraestruturas arqueológicas estão mais vulneráveis à sua degradação por ação de variações bruscas e anómalas de temperaturas, precipitação e humidade, cheias repentinas ou ocorrência de outros eventos extremos.</p>
<p>Os bairros históricos localizados em malha urbana consolidada, pela sua localização central na cidade, são áreas normalmente mais expostas ao fenómeno da ilha de calor urbano, o que condiciona naturalmente as condições de habitabilidade e de conforto térmico dos seus residentes. As comunidades locais destes bairros, predominantemente constituídas por uma população mais envelhecida ou de baixos recursos socioeconómicos, num contexto de alterações climáticas, tornam-se mais vulneráveis a situações de pobreza e de exclusão social, pois têm dificuldades acrescidas em se adaptar e melhorar as suas condições de saúde, habitabilidade, educação e geração de novas oportunidades de trabalho.</p>
<p>Apesar das suas vulnerabilidades, o valor intrínseco das comunidades locais, do seu conhecimento, das suas competências e das tradições é parte integrante do património intangível dos bairros históricos que deve ser preservado, requalificado e readaptado para a regeneração urbana e valorização dos centros históricos.</p>
<p>Neste contexto, o património cultural dos bairros históricos é considerado um ativo essencial da ação climática, sem o qual não será possível promover a regeneração urbana destas áreas fundamentais da cidade através de uma abordagem sistémica, sustentável e integrada.</p></div>
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				<div class="et_pb_text_inner"><h4><strong>Estrangulamentos </strong></h4>
<p>Esta abordagem sistémica, imprescindível para tratar problemas complexos e interligados, como é caso das alterações climáticas e da regeneração cultural de bairros históricos, apresenta dificuldades práticas de implementação.</p>
<p>O primeiro estrangulamento identificado relaciona-se com uma forma de “pensamento em silos” e de organização das estruturas de governação em áreas relativamente estanques e setoriais. Ao nível dos governos locais das cidades europeias, temos tradicionalmente departamentos que tratam dos temas da mobilidade, do edificado, do património cultural, da inovação e do planeamento urbano, mas faltam ainda estruturas que promovam grupos de trabalho intersetoriais que consigam, de forma articulada, colaborar em torno do mesmo objetivo comum – implementar a ação climática à escala do bairro.</p>
<p>O segundo estrangulamento relaciona-se com o fraco nível de participação, sensibilização e envolvimento dos cidadãos nas ações climáticas e nos processos de regeneração urbana.</p>
<p>O terceiro estrangulamento diz respeito à necessidade de encontrar novos modelos de colaboração e de relacionamento entre os vários atores locais, necessários para promover a transformação sistémica, envolvendo: empresas, terceiro setor, academia, governos locais e cidadãos.</p>
<h4>Uma nova abordagem de “Missões”</h4>
<p>A abordagem de “missões” vem dar resposta a estes estrangulamentos. Trata-se de uma abordagem colaborativa e orientada por objetivos que está a ser aplicada ao nível das políticas europeias e que trata processos complexos de transformação sistémica.</p>
<p>Mariana Mazzucato, economista influente no contexto internacional, inspirada no sucesso do programa <em>Apollo</em>, que levou o Homem à lua em 1969, retira lições importantes desta “missão” e utiliza-as para ilustrar a sua teoria da Economia de Missão. O sucesso da alunagem é destacado, na medida em que teve a capacidade de reunir agentes públicos e privados, catalisar a inovação e a colaboração em diversos setores da economia.</p>
<p>Quando passamos para os problemas da atualidade e inerentes ao desenvolvimento sustentável da Terra, claramente identificados nos 17 <a href="https://smart-cities.pt/noticias/ods-local-2904-desafiosglobaislocal/" target="_blank" rel="noopener">Objetivos para o Desenvolvimento Sustentável das Nações Unidas</a> – que incluem erradicar a pobreza, proteger os oceanos, garantir o acesso a energias renováveis, combater as alterações climáticas, ou tornar as cidades resilientes, inclusivas e sustentáveis –, o nível de complexidade aumenta, bem como a necessidade de aplicar um pensamento orientado por missões. Trata-se de problemas cuja resolução interseta questões sociais, políticas, tecnológicas, económicas e comportamentais. A economista salienta que, “no nosso tempo, aplicar um pensamento orientado para missões específicas exige não só adaptação, mas também inovações institucionais que criem novos mercados e reformem os existentes. E muito importante, também, exige a participação dos cidadãos”.</p>
<p>O <em>Pacto Ecológico Europeu</em> também define uma missão ousada e inspiradora para a Europa, que é a de reduzir as emissões de gases com efeito de estufa em 55 % até 2030 e tornar a sociedade neutra em carbono em 2050, ajudando, desta forma, a abrandar o aquecimento global e a mitigar os seus efeitos. Além de definir a estratégia ambiental europeia, o <em>Pacto Ecológico</em> é, ao mesmo tempo, a estratégia de crescimento económico da Europa, focada em novas oportunidades de investimento e inovação.</p>
<p>Mais recentemente, como resposta à crise mundial gerada pela pandemia de Covid-19, o <em>Plano de Recuperação da Europa</em> (<em>Next GenerationEU</em>) vem reforçar o programa de financiamento de longo prazo da União Europeia no valor de mais de 800 mil milhões de euros, alocando cerca de 37% do valor global diretamente aos objetivos do <em>Pacto Ecológico Europeu</em>. Ao adaptar-se às novas circunstâncias, este plano coloca a dupla transição, verde e digital, ainda mais resolutamente no centro da execução de políticas estratégicas, com novos recursos para acelerar a transformação da Europa. Para levar a cabo esta complexa missão, é necessário envolver múltiplos setores da economia, entidades privadas e públicas e, acima de tudo, colocar os cidadãos no centro da missão.</p>
<p>Uma das iniciativas de operacionalização do <em>Pacto Ecológico</em> ao nível das cidades passa pela implementação da <em>Missão 100 Cidades com impacto neutro no clima e inteligentes até 2030</em>, cujo objetivo é assegurar que estas cidades atuem como polos de inovação e experimentação e que todas as cidades europeias sigam o seu exemplo até 2050. Neste contexto, o município de Lisboa, no âmbito da sua ambição para a neutralidade climática até 2030, formalizou a sua <a href="https://smart-cities.pt/noticias/missao-cidades-portuguesas-0703/" target="_blank" rel="noopener">manifestação de interesse para integrar a lista</a> das 100 cidades que pretendem ativamente liderar pelo exemplo a missão para a neutralidade climática na Europa e <a href="https://smart-cities.pt/noticias/missao-cidades2904-inteligentes-com-impacto-neutro-no-clima-lista-100-guimaraes-lisboa-porto/" target="_blank" rel="noopener">foi uma das escolhidas</a>.</p>
<p>Para além de orientar compromissos internacionais e novos modelos de governação das cidades europeias, esta abordagem, para ser efetiva, deve também influenciar o desenvolvimento de missões a uma escala intraurbana. A experimentação de novas formas de inovação e governação à escala do bairro abre novas oportunidades de participação ativa e co-criação com as comunidades locais e com os cidadãos. Neste contexto, a lógica de missões tem vindo a ser testada na área histórica de Lisboa-Alfama e Mouraria, através da experimentação de laboratórios urbanos e <em>hubs</em> locais de inovação.</p></div>
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				<div class="et_pb_text_inner"><h4>Desenho da infraestrutura de apoio à inovação e regeneração do Bairro de Alfama</h4>
<p>Alfama é um dos mais antigos e tradicionais bairros históricos de Lisboa, que, devido às suas características únicas, tem sido um dos principais locais turísticos da capital. As suas especificidades resultam da sua história, do modo de vida dos seus habitantes e também da sua morfologia e desenho urbano.</p>
<p>Alfama distribui-se ao longo da encosta entre o Castelo de São Jorge e a frente ribeirinha do Tejo e é conhecida pela sua morfologia de ruas inclinadas, estreitas e labirínticas. Nas últimas décadas, este bairro tem sofrido uma perda significativa de população residente, associada a uma procura crescente de habitações para investimento e ocupações turísticas. Se, por um lado, estas dinâmicas urbanas têm contribuído para uma reabilitação do edificado, por outro, têm também agravado processos de gentrificação e de turistificação do bairro.</p>
<p><img loading="lazy" class="wp-image-16778 size-full aligncenter" src="https://smart-cities.pt/wp-content/uploads/2022/07/alfama-hubin03.png" alt="" width="416" height="312" srcset="https://smart-cities.pt/wp-content/uploads/2022/07/alfama-hubin03.png 416w, https://smart-cities.pt/wp-content/uploads/2022/07/alfama-hubin03-300x225.png 300w, https://smart-cities.pt/wp-content/uploads/2022/07/alfama-hubin03-379x284.png 379w" sizes="(max-width: 416px) 100vw, 416px" /></p>
<p>Os projetos <a href="https://smart-cities.pt/ambiente/alfa-ama-combater-as-alteracoes-climaticas-num-bairro-esmagado-pelo-turis125mo/" target="_blank" rel="noopener"><em>Alfama SSD</em></a> (2017) e <a href="https://smart-cities.pt/noticias/bairros-historicos-sustentaveis-1510/" target="_blank" rel="noopener"><em>SUSHI</em></a> (2018-2020), ambos apoiados pelo EIT-Climate KIC e desenvolvidos, em co-coordenação, pela Lisboa E-Nova e a FCT-NOVA, têm procurado soluções para responder aos principais problemas do bairro, nomeadamente o desaparecimento de negócios tradicionais, a falta de resiliência climática dos espaços públicos e do edificado, a necessidade de uma mobilidade mais sustentável e inclusiva, e, por último, a necessidade de reforçar o espírito de comunidade. Têm sido exploradas soluções para tornar o bairro mais inclusivo e com maior capacidade para reter as suas populações mais idosas e de baixos rendimentos. Têm sido também exploradas formas de reduzir a dependência do turismo, através de uma diversificação das atividades económicas, nomeadamente as ligadas às indústrias criativas e aos processos inovadores de reutilização do património cultural em interação com soluções que combatam as alterações climáticas.</p>
<p>Face à complexidade dos problemas identificados e da necessidade de uma transformação sistémica que gere impactos cruzados na economia local, nas comunidades e no ambiente, foi identificado, como desafio estratégico, a Regeneração urbana e cultural de Alfama, através da inovação, criatividade e da ação climática. Para a operacionalização deste desafio, os projetos definiram a Missão Alfama Sustentável e Saudável Para Todos e, para a sua implementação, foi desenhado o laboratório urbano <em>Alfama Living Lab</em>.</p>
<p>O <em>Alfama Living Lab</em> é a conceptualização de uma infraestrutura destinada a desenvolver, agregar e facilitar um portefólio de projetos de apoio à transformação sistémica de Alfama. Neste contexto, o laboratório assenta em princípios participativos e colaborativos que visam envolver o poder local, atores privados, a academia e os cidadãos, de forma a fomentar processos de inovação aberta e centrados nas comunidades locais.</p>
<p><img loading="lazy" class="wp-image-16781 size-medium alignright" src="https://smart-cities.pt/wp-content/uploads/2022/07/alfama-hubin02-277x300.png" alt="" width="277" height="300" srcset="https://smart-cities.pt/wp-content/uploads/2022/07/alfama-hubin02-277x300.png 277w, https://smart-cities.pt/wp-content/uploads/2022/07/alfama-hubin02-262x284.png 262w, https://smart-cities.pt/wp-content/uploads/2022/07/alfama-hubin02.png 598w" sizes="(max-width: 277px) 100vw, 277px" /></p>
<p>Uma das iniciativas desenvolvidas neste âmbito foi a atividade <a href="https://lisboaenova.org/sao-vicente-ca-fora/" target="_blank" rel="noopener"><em>SÃO VICENTE CÁ FORA</em></a>. Tratou-se de uma iniciativa experimental, de duração temporária, que decorreu entre outubro e dezembro de 2020 na Calçada do Cascão, no centro histórico de Lisboa. A <em>SÃO VICENTE CÁ FORA</em> teve como principal objetivo explorar a ligação entre arte-sustentabilidade-criatividade-inovação, como forma de envolver as comunidades locais e transformar os espaços públicos.</p>
<p>Neste contexto, a iniciativa reuniu atividades artísticas temporárias e um programa completo de <em>workshops</em> e conversas de bairro sobre resiliência climática, economia circular, mobilidade sustentável e inclusividade social. Sob a coordenação artística da Zet-Gallery (grupo DST-MOSAIC) e com o envolvimento da comunidade e de jovens artistas, foi construída uma estrutura artística ao ar livre com andaimes e materiais reciclados e foi pintado um mural num edifício devoluto representando o interior de uma habitação sustentável. A estrutura artística serviu de palco a um conjunto de workshops coordenados pela Lisboa E-Nova, sobre sustentabilidade e ação climática e cobrindo temas variados, desde mobilidade sustentável, circularidade dos têxteis, eficiência energética até à inclusividade social.</p>
<p>Para aumentar o impacto do <em>Alfama Living Lab</em>, foi desenvolvida a <a href="https://bit.ly/2RVYJPq" target="_blank" rel="noopener"><em>Alfama Toolkit</em></a>, uma ferramenta de informação geográfica composta por três módulos: <em>Mapear</em>, <a href="https://arcg.is/05C81i" target="_blank" rel="noopener"><em>Experimentar</em></a> e <a href="https://arcg.is/09HuDD0" target="_blank" rel="noopener"><em>Contar</em></a>. A <em>SÃO VICENTE CÁ FORA</em> é descrita em pormenor no módulo <em>Experimentar</em> e as conversas de bairro com residentes e outros atores locais que participaram na atividade foram reunidas no módulo <em>Contar</em>.</p>
<p>Devido à pandemia, foram enfrentados vários desafios que obrigaram o projeto a adaptar o seu programa. As condicionantes ao número de pessoas que poderiam participar diretamente nas atividades organizadas presencialmente obrigaram a repensar a forma de comunicação e divulgação, intensificando a sua disseminação através de vídeos e nas redes socais.</p>
<p>Em suma, a atividade foi uma oportunidade para aumentar a consciência da comunidade local sobre a reutilização de materiais, energia sustentável e mobilidade e novas utilizações para espaços públicos. Foi também uma experiência muito gratificante na exploração de novas formas de ativar a ligação entre inovação, criatividade e sustentabilidade.</p>
<p><img loading="lazy" class="wp-image-16780 size-full aligncenter" src="https://smart-cities.pt/wp-content/uploads/2022/07/alfama-hubin01.jpg" alt="" width="414" height="233" srcset="https://smart-cities.pt/wp-content/uploads/2022/07/alfama-hubin01.jpg 414w, https://smart-cities.pt/wp-content/uploads/2022/07/alfama-hubin01-300x169.jpg 300w, https://smart-cities.pt/wp-content/uploads/2022/07/alfama-hubin01-400x225.jpg 400w" sizes="(max-width: 414px) 100vw, 414px" /></p>
<p>&nbsp;</p>
<h4>Próximos passos</h4>
<p>Estamos a dar continuidade a esta linha de trabalho na cidade de Lisboa e nos seus bairros históricos, aprofundando esta abordagem de “missões” para a ação climática. Procuramos soluções que contribuam para ultrapassar alguns dos estrangulamentos identificados, através da criação de estruturas de governação intersectoriais, de iniciativas participadas e envolvendo proativamente as comunidades e fazendo pontes entre o mercado, os atores e governos locais e os cidadãos.</p>
<p>Os modelos de governação e de operacionalização do <em>Alfama Living Lab</em> estão a evoluir para dar forma ao novo <em>hub</em> local de Alfama e Mouraria, que será desenvolvido no âmbito do <a href="https://hubin-project.eu/)." target="_blank" rel="noopener">projeto europeu <em>HUB-IN</em></a>. Este <em>hub</em> local será uma infraestrutura mais consolidada que irá funcionar como um nó operacional do ecossistema de inovação climática de Lisboa e que, durante os próximos meses, irá divulgar o seu Roteiro e respetivo Plano de Ação.</p></div>
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				<div class="et_pb_text_inner"><p style="text-align: center;"><strong><em>Este artigo foi originalmente publicado na <a href="https://smart-cities.pt/project/accao-climatica-34-2022/" target="_blank" rel="noopener">edição de Janeiro/Fevereiro/Março de 2022</a> da Smart Cities.<br /></em></strong></p>
<p>&nbsp;</p></div>
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<span class="et_bloom_bottom_trigger"></span><p>O conteúdo <a rel="nofollow" href="https://smart-cities.pt/noticias/hubin-projecto-0107-lisboa/">Ação climática, inovação e regeneração do património cultural: das missões europeias para as missões de bairro</a> aparece primeiro em <a rel="nofollow" href="https://smart-cities.pt">Smart Cities</a>.</p>
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		<title>Portugal entra em projecto de Novo Bauhaus Europeu financiado pelo Horizonte Europa</title>
		<link>https://smart-cities.pt/noticias/portugal-projecto-novo-bauhaus-ehhur-eyes-heart-hands-urban-revolution-europeu-lighthouse-demonstrators/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=portugal-projecto-novo-bauhaus-ehhur-eyes-heart-hands-urban-revolution-europeu-lighthouse-demonstrators</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Sónia Sul]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 06 May 2022 08:25:35 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Arquitectura e Urbanismo]]></category>
		<category><![CDATA[Inclusão social]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Reabilitação e regeneração urbanas]]></category>
		<category><![CDATA[EHHUR]]></category>
		<category><![CDATA[Horizonte Europa]]></category>
		<category><![CDATA[Novo Bauhaus Europeu]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Portugal integra um dos cinco projectos que serão financiados pelo Horizonte Europa no contexto do Novo Bauhaus Europeu, anunciou a Comissão Europeia na quarta-feira. Chama-se EHHUR e será dedicado ao combate da exclusão social, a pobreza energética e a degradação de centros históricos.</p>
<p>O conteúdo <a rel="nofollow" href="https://smart-cities.pt/noticias/portugal-projecto-novo-bauhaus-ehhur-eyes-heart-hands-urban-revolution-europeu-lighthouse-demonstrators/">Portugal entra em projecto de Novo Bauhaus Europeu financiado pelo Horizonte Europa</a> aparece primeiro em <a rel="nofollow" href="https://smart-cities.pt">Smart Cities</a>.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div class="et_pb_section et_pb_section_8 et_section_regular" >
				
				
				
				
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				<div class="et_pb_module et_pb_text et_pb_text_13  et_pb_text_align_left et_pb_bg_layout_light">
				
				
				<div class="et_pb_text_inner"><p><span style="font-weight: 400;">Portugal integra um dos cinco projectos que serão financiados pelo </span><em><span style="font-weight: 400;">Horizonte Europa</span></em><span style="font-weight: 400;"> no contexto do </span><em><span style="font-weight: 400;">Novo Bauhaus Europeu</span></em><span style="font-weight: 400;">, </span><a href="https://ec.europa.eu/commission/presscorner/detail/en/ip_22_2780?utm_campaign=58ecea6873a6a36ee300fb32&amp;utm_content=6273bcf955cc750001670e8d&amp;utm_medium=smarpshare&amp;utm_source=twitter"><span style="font-weight: 400;">anunciou a Comissão Europeia (CE) na quarta-feira</span></a><span style="font-weight: 400;">. Chama-se EHHUR (</span><em><span style="font-weight: 400;">Eyes, Hearts, Hands, Urban Revolution</span></em><span style="font-weight: 400;">) e será dedicado ao combate da exclusão social, a pobreza energética e a degradação de centros históricos.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Com alguns objectivos comuns, incluindo em áreas como </span><em><a href="https://smart-cities.pt/noticias/cimeira-regioes-0705-agir/"><span style="font-weight: 400;">smart cities</span></a></em> <span style="font-weight: 400;">e acção climática, o </span><a href="https://ec.europa.eu/info/funding-tenders/find-funding/eu-funding-programmes/horizon-europe_pt"><span style="font-weight: 400;">programa </span><em><span style="font-weight: 400;">Horizonte Europa</span></em></a> <span style="font-weight: 400;">e o </span><a href="https://europa.eu/new-european-bauhaus/index_en"><span style="font-weight: 400;">movimento </span><em><span style="font-weight: 400;">Novo Bauhaus Europeu</span></em></a><span style="font-weight: 400;"> (NBE) uniram esforços para apoiarem o desenvolvimento de projectos piloto inovadores espalhados pelo território europeu. Designados “lighthouse demonstrators”, o objectivo é que ajudem a </span><a href="https://smart-cities.pt/noticias/novo-bauhaus-europeu-dgt-2104/"><span style="font-weight: 400;">responder a desafios societais envolvendo cidades, cidadãos e decisores</span></a><span style="font-weight: 400;"> e abraçando quer os princípios-chave do </span><span style="font-weight: 400;">NBE</span><span style="font-weight: 400;"> – </span><a href="https://smart-cities.pt/noticias/novo-bauhaus-europeu-1911/"><span style="font-weight: 400;">beleza, sustentabilidade e inclusão</span></a><span style="font-weight: 400;"> –, quer uma </span><a href="https://www.timemachine.eu/funding-opts/support-the-deployment-of-lighthouse-demonstrators-for-the-new-european-bauhaus-initiative-in-the-context-of-horizon-europe-missions/"><span style="font-weight: 400;">abordagem orientada por missões</span></a><span style="font-weight: 400;"> (impactante, mensurável e focada) de uma forma inovadora e de referência.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Depois de uma </span><a href="https://ec.europa.eu/info/funding-tenders/opportunities/portal/screen/opportunities/topic-details/horizon-miss-2021-neb-01-01;callCode=null;freeTextSearchKeyword=HORIZON-MISS-2021-NEB-01-01;matchWholeText=true;typeCodes=0,1,2;statusCodes=31094501,31094502,31094503;programmePeriod=null;programCcm2Id=null;programDivisionCode=null;focusAreaCode=null;destination=null;mission=null;geographicalZonesCode=null;programmeDivisionProspect=null;startDateLte=null;startDateGte=null;crossCuttingPriorityCode=null;cpvCode=null;performanceOfDelivery=null;sortQuery=sortStatus;orderBy=asc;onlyTenders=false;topicListKey=topicSearchTablePageState"><span style="font-weight: 400;">chamada que terminou no final de Janeiro</span></a><span style="font-weight: 400;">, os resultados são finalmente conhecidos. Foram seleccionados cinco “lighthouse demonstrators”, que vão liderar a mudança ecológica ao nível local em 13 países, e um deles conta com a participação portuguesa. O EHHUR, além de incluir Portugal, conta com o envolvimento da </span><a href="https://smart-cities.pt/?s=dinamarca"><span style="font-weight: 400;">Dinamarca</span></a><span style="font-weight: 400;">, da Grécia, da </span><a href="https://smart-cities.pt/?s=b%C3%A9lgica"><span style="font-weight: 400;">Bélgica</span></a><span style="font-weight: 400;">, da Turquia, da Croácia e da </span><a href="https://smart-cities.pt/?s=it%C3%A1lia"><span style="font-weight: 400;">Itália</span></a><span style="font-weight: 400;">, e pretende “apoiar cidades e residentes vulneráveis a transformarem o ambiente construído, ultrapassando desafios sócio-económicos e culturais como a exclusão social, pobreza energética e degradação de </span><a href="https://smart-cities.pt/noticias/bairros-historicos-sustentaveis-1510/"><span style="font-weight: 400;">centros históricos</span></a><span style="font-weight: 400;"> despovoados”, refere a CE. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Além do EHHUR, foram seleccionados os seguintes projectos: CULTUURCAMPUS, para a criação de um centro sustentável onde arte, investigação, formação e comunidade serão catalisadores de mudança numa área urbana desfavorecida nos Países Baixos; NEB-STAR, da Noruega, da Chéquia e dos </span><a href="https://smart-cities.pt/?s=pa%C3%ADses+baixos"><span style="font-weight: 400;">Países Baixos</span></a><span style="font-weight: 400;"> para colmatar, em co-criação cidadã, desafios ligados às cidades neutras em carbono; NEBhourhoods, para preparar um bairro alemão para o futuro alinhado com o </span><em><a href="https://ec.europa.eu/info/strategy/priorities-2019-2024/european-green-deal_en"><span style="font-weight: 400;">Pacto Ecológico Europeu</span></a></em><span style="font-weight: 400;">; DESIRE, levado a cabo pelos Países Baixos, pela Dinamarca, pela Itália, pela Eslovénia e pela Letónia para explorar a transformação dos territórios, focando uma </span><a href="https://smart-cities.pt/?s=economia+circular"><span style="font-weight: 400;">sociedade mais circular</span></a><span style="font-weight: 400;">.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Com uma dotação total de 25 milhões de euros para a chamada aos “lighthouse demonstrators”, o programa </span><em><span style="font-weight: 400;">Horizonte Europa </span></em><span style="font-weight: 400;">irá atribuir cinco milhões de euros a cada um dos projectos seleccionados, após a formalização dos acordos. As iniciativas seleccionadas contarão ainda com um apoio financeiro adicional através do projecto CRAFT (</span><em><span style="font-weight: 400;">CReating Actionable FuTures</span></em><span style="font-weight: 400;">), que irá ainda testar modelos locais para as transformações no âmbito do </span><span style="font-weight: 400;">NBE</span><span style="font-weight: 400;"> nas cidades de Amesterdão, Bolonha e Praga e apoiar as </span><a href="https://smart-cities.pt/noticias/missao-cidades2904-inteligentes-com-impacto-neutro-no-clima-lista-100-guimaraes-lisboa-porto/"><span style="font-weight: 400;">100 cidades escolhidas para a Missão da CE para cidades inteligentes e neutras em carbono, reveladas no final de Abril</span></a><span style="font-weight: 400;">.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Os pilotos, que serão agora desenvolvidos durante dois anos, deverão produzir, segundo a CE, uma “diversidade de resultados que possam ser adaptados e replicados” pela Europa e pelo mundo. Nas palavras da presidente da CE, Ursula von der Leyen, estes “vão mostrar como é que o futuro se pode parecer e trazer o </span><em><span style="font-weight: 400;">Pacto Ecológico Europeu</span></em><span style="font-weight: 400;"> para as </span><a href="https://smart-cities.pt/noticias/qualidade-vida-cidades2010/"><span style="font-weight: 400;">nossas vidas quotidianas e para os nossos espaços</span></a><span style="font-weight: 400;">. Estes projectos devem tornar-se o ponto de partida para uma rede europeia e mundial de projectos do </span><em><span style="font-weight: 400;">Novo Bauhaus Europeu</span></em><span style="font-weight: 400;">”.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<div class="entry-content">
<div class="at-below-post addthis_tool" data-url="https://www.construible.es/2022/05/05/ce-anuncia-cinco-proyectos-faro-nueva-bauhaus-europea-crearan-espacios-sostenibles"> </div>
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				<div class="et_pb_promo_description"><h2 class="et_pb_module_header">Leia também</h2></div>
				<div class="et_pb_button_wrapper"><a class="et_pb_button et_pb_promo_button" href="https://smart-cities.pt/noticias/novo-bauhaus-europeu-chamadas-cidades-cidadaos-apoio-comissao-europeia/" target="_blank">COMISSÃO EUROPEIA LANÇA TRÊS APOIOS PARA CIDADES E CIDADÃOS CONCRETIZAREM NOVO BAUHAUS EUROPEU</a></div>
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		<title>Comissão Europeia lança três apoios para cidades e cidadãos concretizarem Novo Bauhaus Europeu</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Sónia Sul]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 01 Apr 2022 08:46:55 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Arquitectura e Urbanismo]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Participação cívica e comunidades]]></category>
		<category><![CDATA[Reabilitação e regeneração urbanas]]></category>
		<category><![CDATA[Novo Bauhaus Europeu]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>No âmbito do Novo Bauhaus Europeu (NBE), a Comissão Europeia anunciou, nesta quarta-feira, a primeira chamada sob a alçada da política de coesão para apoiar cidades e vilas mais pequenas a desenvolverem iniciativas locais. A esta, juntam-se ...</p>
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				<div class="et_pb_text_inner"><p><span style="font-weight: 400;">No âmbito do </span><em><span style="font-weight: 400;">Novo Bauhaus Europeu</span></em><span style="font-weight: 400;"> (NBE), a </span><a href="https://ec.europa.eu/commission/presscorner/detail/en/ip_22_2141"><span style="font-weight: 400;">Comissão Europeia anunciou, nesta quarta-feira</span></a><span style="font-weight: 400;">, a primeira chamada sob a alçada da política de coesão para apoiar cidades e vilas mais pequenas a desenvolverem iniciativas locais. A esta, juntam-se ainda mais outras duas chamadas também enquadradas no NBE para incentivar a participação cívica e a co-criação de espaços públicos.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A </span><a href="https://ec.europa.eu/info/departments/regional-and-urban-policy_pt"><span style="font-weight: 400;">Direcção-Geral para a Política Regional e Urbana</span></a><span style="font-weight: 400;">, da UE, em colaboração com empresa </span><a href="https://ramboll.com/management-consulting"><span style="font-weight: 400;">Ramboll Management Consulting</span></a><span style="font-weight: 400;">, vai financiar a disponibilização de apoio técnico personalizado aos municípios de pequena ou média dimensão (menos de 100 mil habitantes) que apresentem os melhores conceitos de projecto com fortes raízes locais. O objectivo é impulsionar iniciativas enquadrados no NBE ao nível local e regional, envolvendo autoridades públicas. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Esta é a primeira chamada do NBE sob alçada da política europeia de coesão e </span><a href="https://c.ramboll.com/local-support-new-european-bauhaus?utm_source=direct-email&amp;utm_medium=email&amp;utm_campaign=nebaus"><span style="font-weight: 400;">estará a decorrer até dia 23 de Maio</span></a><span style="font-weight: 400;">, estando prevista a selecção de 20 conceitos. As submissões deverão contribuir para alavancar os valores do NBE – sustentabilidade, beleza e inclusão – numa das seguintes modalidades: renovação de edifícios e espaços públicos, respeitando a <a href="https://smart-cities.pt/?s=circularidade">circularidade</a> e a <a href="https://smart-cities.pt/noticias/european-city-calculator-0802/">neutralidade carbónica</a>; preservação e transformação da herança cultural; adaptação e transformação de habitações para se criarem soluções de <a href="https://smart-cities.pt/noticias/pgebalis-entrevista-pedro-pinto-jesus-0207/">habitação acessível</a>; regeneração de espaços urbanos ou rurais.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Os municípios escolhidos serão, então, auxiliados por um grupo de especialistas interdisciplinares, seja em aspectos metodológicos, financeiros, técnicos, regulamentares ou sócio-económicos, para garantir o desenvolvimento e a implementação alinhados com os princípios do NBE e com as metas do </span><a href="https://smart-cities.pt/?s=pacto+ecol%C3%B3gico+europeu"><em><span style="font-weight: 400;">Pacto Ecológico Europeu</span></em></a><span style="font-weight: 400;">. Das aprendizagens resultantes deste processo, irá resultar ainda o desenvolvimento de uma </span><em><span style="font-weight: 400;">toolbox </span></em><span style="font-weight: 400;">para que outros municípios possam replicar ou criar novos projectos NBE no terreno.</span></p>
<h4><b>Duas chamadas para estimular o envolvimento cidadão</b></h4>
<p><span style="font-weight: 400;">“Os <a href="https://smart-cities.pt/?s=cidad%C3%A3o">cidadãos</a> são actores-chave na transição para locais e estilos de vida mais sustentáveis, inclusivos e apelativos”, diz Mariya Gabriel, a comissária europeia para a Inovação, Investigação, Cultura, Educação e Juventude. Com a participação pública a assumir-se como um dos pilares deste movimento europeu, as duas outras chamadas, lançadas pelo </span><a href="https://eit.europa.eu/"><span style="font-weight: 400;">Instituto Europeu de Inovação e Tecnologia</span></a><span style="font-weight: 400;">, focam-se no “desenvolvimento de modelos inovadores e colaborativos de iniciativas locais ao oferecerem oportunidades personalizadas”, explica.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Uma das chamadas, designada </span><a href="https://www.eiturbanmobility.eu/eit-community-new-european-bauhaus-call-for-proposals-for-co-creation-of-public-space-through-citizen-engagement/"><i><span style="font-weight: 400;">Co-Creation of Public Space</span></i></a><span style="font-weight: 400;">, irá apoiar seis projectos, em até 45 mil euros cada, que proponham soluções inovadoras para redesenhar espaços locais em cidades, bem como em áreas peri-urbanas e rurais. Os projectos deverão ser desenvolvidos por consórcios de actores locais, em que pelo menos um dos parceiros seja uma cidade, região ou afiliado. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Já a outra chamada, </span><a href="https://www.eiturbanmobility.eu/eit-community-new-european-bauhaus-call-for-proposals-for-citizen-engagement-activities/"><i><span style="font-weight: 400;">Citizen Engagement Call</span></i></a><span style="font-weight: 400;">, convida os cidadãos a identificarem desafios relevantes, no âmbito do NBE, presentes nas suas cidades e a colaborarem activamente em soluções de co-design. O objectivo é encorajar os cidadãos a adoptarem hábitos mais sustentáveis e a desenvolverem e implementarem novos produtos, serviços ou soluções nas suas comunidades.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">As duas chamadas, a decorrer até dia 29 de Maio, devem procurar responder a pelo menos um dos desafios do NBE: reconexão com a natureza; ligação à comunidade estimulando um sentimento de pertença; priorização a lugares e pessoas que mais necessitem; pensamento integrado e a longo prazo nos ecossistemas industriais.</span></p></div>
			</div> <!-- .et_pb_text --><div class="et_pb_module et_pb_cta_8 et_pb_promo  et_pb_text_align_left et_pb_bg_layout_dark et_pb_no_bg">
				
				
				<div class="et_pb_promo_description"><h2 class="et_pb_module_header">Leia também</h2></div>
				<div class="et_pb_button_wrapper"><a class="et_pb_button et_pb_promo_button" href="https://smart-cities.pt/noticias/novo-bauhaus-europeu-1911/" target="_blank">NOVO BAUHAUS EUROPEU QUER SER “NOVO MOVIMENTO CULTURAL” QUE TRAZ “ESPERANÇA”</a></div>
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