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	<title>Arquivo de Inovação Social - Smart Cities</title>
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	<title>Arquivo de Inovação Social - Smart Cities</title>
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		<title>UE lança mecanismo para rentabilizar talentos e enfrentar transição demográfica</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Sónia Sul]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 20 Jan 2023 09:41:55 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Desenvolvimento Sustentável]]></category>
		<category><![CDATA[Educação]]></category>
		<category><![CDATA[Inovação Social]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[talento]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A União Europeia (UE) acaba de lançar o Mecanismo para Promover os Talentos no espaço europeu, ajudando a contrariar os efeitos adversos da transição demográfica, em particular a nível territorial ...</p>
<p>O conteúdo <a rel="nofollow" href="https://smart-cities.pt/noticias/2001-ue-mecanismo-promover-rentabilizar-talentos-transicao-demografica/">UE lança mecanismo para rentabilizar talentos e enfrentar transição demográfica</a> aparece primeiro em <a rel="nofollow" href="https://smart-cities.pt">Smart Cities</a>.</p>
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				<div class="et_pb_text_inner"><p><span style="font-weight: 400;">A União Europeia (UE) acaba de lançar o </span><em><span style="font-weight: 400;">Mecanismo para Promover os Talentos</span></em><span style="font-weight: 400;"> no espaço europeu, ajudando a contrariar os efeitos adversos da transição demográfica, em particular a nível territorial. “É a primeira iniciativa-chave em 2023&#8243;, num ano que prioriza a </span><a href="https://commission.europa.eu/strategy-and-policy/priorities-2019-2024/new-push-european-democracy/impact-demographic-change-europe_pt"><span style="font-weight: 400;">rentabilização dos talentos existentes</span></a><span style="font-weight: 400;">, realça a UE num </span><a href="https://ec.europa.eu/commission/presscorner/detail/pt/ip_23_145"><span style="font-weight: 400;">comunicado de 17 de Janeiro</span></a><span style="font-weight: 400;">.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Segundo a UE, a população em idade activa na União desceu 3,5 milhões entre 2015 e 2025 e, até 2050, deverá perder-se mais 35 milhões. Ao rápido declínio na mão-de-obra provocado pelo envelhecimento geral da população, juntam-se a pouca expressão de diplomados do ensino superior e a emigração jovem, que, em conjunto, afectam &#8220;gravemente&#8221; 82 regiões de 16 Estados-Membros (quase 30% da população) da UE. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Sublinhando que a estagnação do desenvolvimento de talentos causada por estes desafios demográficos ameaça trazer “disparidades territoriais novas e crescentes&#8221;, sobretudo a nível </span><a href="https://smart-cities.pt/?s=rural"><span style="font-weight: 400;">rural</span></a><span style="font-weight: 400;">-urbano, a UE lançou um mecanismo de formação, atracção e retenção de pessoas e de </span><a href="https://smart-cities.pt/noticias/1101-trabalhos-competencias-verdes-programa/"><span style="font-weight: 400;">competências</span></a><span style="font-weight: 400;">. Chama-se </span><em><span style="font-weight: 400;">Mecanismo para promover os Talentos</span></em><span style="font-weight: 400;"> e visa ajudar a resolver alguns problemas estruturais relacionados com ineficiências no mercado de trabalho, na educação, na governação, na acessibilidade aos serviços, na inovação, etc.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Para isso,  orienta-se por oito acções que pretendem dotar os territórios de mais resiliência e </span><a href="https://smart-cities.pt/noticias/acolhimento-refugiados0505-fundao/"><span style="font-weight: 400;">competitividade</span></a><span style="font-weight: 400;">. Uma delas é o lançamento de um projecto piloto durante 2023 para ajudar regiões “seleccionadas com base num convite público à apresentação de propostas” a elaborar e implementar estratégias adaptadas e abrangentes que consigam maximizar e rentabilizar talentos.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O mecanismo contemplará outros convites. Um, no âmbito da nova iniciativa </span><em><span style="font-weight: 400;">Adaptação inteligente das regiões à transição demográfica</span></em><span style="font-weight: 400;">, será dirigido às regiões mais afectadas pela emigração jovem a fim de auxiliar o desenvolvimento de políticas de base local mais atraentes. Outro visará também cidades em declínio, que poderão apresentar acções inovadoras enquadradas na </span><a href="https://www.urban-initiative.eu/"><i><span style="font-weight: 400;">Iniciativa Urbana Europeia</span></i></a> <span style="font-weight: 400;">para testarem localmente.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Será também lançado um convite generalizado para propostas para o apoio através do Instrumento de Assistência Técnica, de modo a dinamizar as reformas nacionais necessárias para enfrentar o declínio da população em idade activa e a falta de </span><a href="https://smart-cities.pt/smn/cisco-competencias-digitais-2010/"><span style="font-weight: 400;">competências</span></a><span style="font-weight: 400;">. O novo mecanismo inclui ainda o </span><a href="https://smart-cities.pt/noticias/scewc-ana-abrunhosa-2111/"><span style="font-weight: 400;">apoio financeiro</span></a><span style="font-weight: 400;"> à inovação e coesão, a dinamização de intercâmbios e divulgação de boas práticas, a melhoria de conhecimentos analíticos para decisões baseadas em dados concretos e a sinalização de iniciativas da UE que promovem o talento num </span><em><span style="font-weight: 400;">website</span></em><span style="font-weight: 400;"> para facilitar o acesso à informação.</span></p>
<h4><b>Mecanismo é &#8220;primeira iniciativa-chave em 2023&#8221;</b></h4>
<p><span style="font-weight: 400;">O </span><em><span style="font-weight: 400;">Mecanismo para promover os Talentos</span></em><span style="font-weight: 400;"> integra uma aposta mais generalizada da UE na requalificação e na resposta à transição demográfica. Apresentado no arranque daquele que é o </span><em><a href="https://ec.europa.eu/social/main.jsp?langId=pt&amp;catId=89&amp;newsId=10431&amp;furtherNews=yes"><span style="font-weight: 400;">Ano Europeu das Competências</span></a></em><span style="font-weight: 400;">, o mecanismo é, segundo a UE, &#8220;a primeira iniciativa-chave em 2023&#8221;, estando enquadrado na comunicação </span><em><a href="https://ec.europa.eu/commission/presscorner/detail/pt/qanda_23_149"><span style="font-weight: 400;">Rentabilizar os talentos existentes nas regiões da Europa</span></a></em><span style="font-weight: 400;">. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Esta comunicação, divulgada também no dia 17 de Janeiro, vai oferecer diversas soluções personalizadas ao local e à dimensão para aproveitar melhor os instrumentos e as dinâmicas já existentes, apresentando exemplos e facilitando a aprendizagem mútua. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Neste sentido, a UE diz manter-se empenhada no “levantamento dos desafios demográficos mais graves” e de “exemplos de políticas e projectos”.</span></p></div>
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				<div class="et_pb_promo_description"><h2 class="et_pb_module_header">Leia também</h2></div>
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		<title>Em Campanhã, Porto quer usar a inovação tecnológica para responder às necessidades locais</title>
		<link>https://smart-cities.pt/noticias/porto-communicity-2009/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=porto-communicity-2009</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Filipa Cardoso]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 20 Sep 2022 09:00:23 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Inovação Social]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[campanhã]]></category>
		<category><![CDATA[communicity]]></category>
		<category><![CDATA[Porto]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A zona de Campanhã, no Porto, vai acolher um novo projecto europeu de aproximação entre a tecnologia e as pessoas ...</p>
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				<div class="et_pb_text_inner"><p>A zona de Campanhã, no Porto, vai acolher um novo projecto europeu de aproximação entre a tecnologia e as pessoas. <em><a href="https://cordis.europa.eu/project/id/101070325">CommuniCity</a></em> é o nome da iniciativa que vai experimentar cerca de uma centena de soluções com vista a melhorar a qualidade de vida das comunidades locais.</p>
<p>Depois do <em><a href="https://smart-cities.pt/tic/porto-tecnologica110/">SyncroniCity</a></em>, que resultou na app <em>Explore.Porto</em> e numa plataforma digital da cidade, o município do Porto volta a estar envolvido num projecto europeu de inovação digital, desta vez, na óptica da inclusão digital e da sustentabilidade. O <em>CommuniCity</em> quer fazer da zona de Campanhã um laboratório vivo de soluções que melhorem a qualidade de vida das comunidades locais, envolvendo-as num processo de co-criação e de aproximação às tecnologias.</p>
<p>Tendo como ponto de partida as necessidades das comunidades locais, o projecto tem como missão aumentar a inclusão e a sustentabilidade das áreas de intervenção, fornecendo, para isso, “soluções tecnológicas, digitais, sustentáveis e inovadoras com potencial de fazerem a diferença no seu quotidiano”, explica comunicado da câmara municipal do Porto. “O objectivo passa por aprofundar a fronteira da inovação orientada para a comunidade como um todo, de modo que o desenvolvimento e teste de soluções inovadoras sirvam melhor as necessidades da sociedade, com base nos valores europeus de justiça, equidade, inclusão e sustentabilidade”, esclarece a mesma fonte.</p>
<p>Identificada na estratégia municipal como uma área “prioritária no curto/médio prazo”, a zona de Campanhã será o palco do <em>CommuniCity</em> em terras lusas. Ali, serão testadas cerca de cem soluções inovadoras, em parceria não só com as cidades envolvidas e as comunidades locais, mas também com entidades de investigação e da indústria. Para isso, ao longo da duração do projecto, serão abertos concursos para a criação dessas soluções aos níveis local e europeu.</p>
<p>O projecto, que recebe o financiamento de cerca de 4,9 milhões de euros do programa <em>Horizonte Europa</em>, é coordenado pela Universidade de Amesterdão e envolve 12 parceiros de seis países europeus (Portugal, Países Baixos, Bélgica, Dinamarca, Itália e Espanha). No Porto, a iniciativa é levada a cabo pela Domus Social – Empresa de Habitação e Manutenção do Município do Porto, com coordenação da Associação Porto Digital, e contará, para as duas entidades, com uma fatia do financiamento total de cerca de 528 mil euros.</p>
<p>A iniciativa arrancou oficialmente no passado dia 1 de Setembro e decorre durante 36 meses. Em comunicado, a autarquia destaca o alinhamento desta iniciativa com o objectivo da Comissão Europeia de levar a transição digital a todos os cidadãos, enquadrando-se “igualmente na estratégia do município do Porto”, que conta já com uma experiência anterior semelhante, no âmbito do projecto <em><a href="https://smart-cities.pt/tic/porto-tecnologica110/">SyncroniCity</a>. </em></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><em>Fotografia de destaque: © Porto. Filipa Brito</em></p></div>
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				<div class="et_pb_promo_description"><h2 class="et_pb_module_header">Leia também</h2></div>
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			</div>
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		<title>Segunda edição do Switch to Innovation Summit começa hoje em Valongo</title>
		<link>https://smart-cities.pt/noticias/switch-to-inovation-summit-valongo-segunda-edicao/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=switch-to-inovation-summit-valongo-segunda-edicao</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Smart Cities]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 29 Jun 2022 09:51:23 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Inclusão social]]></category>
		<category><![CDATA[Inovação Social]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Participação cívica e comunidades]]></category>
		<category><![CDATA[TIC]]></category>
		<category><![CDATA[Switch to Innovation Summit]]></category>
		<category><![CDATA[valongo]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A partir de hoje e até dia 1 de Julho, Valongo vai receber a 2.ª edição do Switch to Innovation SUMMIT, onde serão apresentadas iniciativas e mais de 60 projectos que unem tecnologia à sustentabilidade, inclusão, educação e humanização. Organizado ...</p>
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				<div class="et_pb_text_inner"><p><span style="font-weight: 400;">A partir de hoje e até dia 1 de Julho, Valongo vai receber a 2.ª edição do</span><a href="https://www.switchtoinnovationsummit.pt/"> <span style="font-weight: 400;">Switch to Innovation SUMMIT</span></a><span style="font-weight: 400;">, onde serão apresentadas iniciativas e mais de 60 projectos que unem tecnologia à <a href="https://smart-cities.pt/noticias/valongo-embaixador-verde-0402/">sustentabilidade</a>, <a href="https://smart-cities.pt/noticias/quem-participa-jogo-inovador-inclusao-participacao-autarquias2802/">inclusão</a>, <a href="https://smart-cities.pt/noticias/valongo-pdm-brincar-1002/">educação</a> e humanização. Organizado pelo</span><a href="http://cdi.org.pt/"> <span style="font-weight: 400;">CDI Portugal</span></a><span style="font-weight: 400;"> e pela <a href="https://www.cm-valongo.pt/">câmara municipal (CM) de Valongo</a>, o evento terá como temas principais a tecnologia, a inclusão digital e a inovação social.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">“<a href="https://smart-cities.pt/noticias/luis-lobosilva-ciberseguranca-1305/">Cibersegurança</a> e protecção de dados”, “Emergência Climática e <a href="https://smart-cities.pt/noticias/vila-real-centro-inovacao-tecnologia-cidades-inteligentes/">Cidades Inteligentes</a>”, “Serão as Tecnologias Emergentes um trunfo para a Inovação Social?” são alguns dos painéis em </span><a href="https://www.switchtoinnovationsummit.pt/"><span style="font-weight: 400;">destaque no programa</span></a><span style="font-weight: 400;"> da 2.ª edição do Switch to Innovation SUMMIT, que se inicia hoje, em formato presencial, em <a href="https://smart-cities.pt/?s=valongo">Valongo</a>. Durante três dias, o concelho será “palco da «inovação social com tecnologia»” em Portugal”, realizando vários debates em torno da tecnologia, da inclusão digital e da inovação social.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Para isso, conta com a participação de mais de 80 oradores, entre os quais o secretário de Estado da Educação, António Leite, a presidente do </span><a href="https://www.incode2030.gov.pt/"><i><span style="font-weight: 400;">INCoDe.2030</span></i></a><span style="font-weight: 400;">, Luísa Ribeiro Lopes, o presidente do </span><a href="https://inovacaosocial.portugal2020.pt/?doing_wp_cron=1656473520.3390810489654541015625"><em><span style="font-weight: 400;">Portugal Inovação Social</span></em></a><span style="font-weight: 400;">, Filipe Almeida, a eurodeputada Maria Manuel Leitão Marques, o presidente da CM de Valongo, José Manuel Ribeiro, e o director Executivo do CDI Portugal, João Baracho. Além disso, estarão presentes representantes de várias empresas, tais como Microsoft, IBM, Galp, CEEIA.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Organizado pela CM de Valongo e pelo CDI Portugal, entidade responsável pelo <a href="https://www.appsforgood.org.pt/AppsForGood/Home">Apps for Good</a>, o evento irá ainda revelar os vencedores de várias iniciativas lançadas pelo <a href="https://www.cm-valongo.pt/p/cdi">Centro de Cidadania Digital de Valongo</a>. São os casos da 4.ª edição do </span><a href="https://cdi.org.pt/transforma-ti/"><em><span style="font-weight: 400;">Transforma TI</span></em></a><span style="font-weight: 400;">, projecto em que jovens criam soluções tecnológicas para resolverem problemas da comunidade, da 2.ª edição do </span><a href="https://www.cdi.org.pt/atualiza-te/"><em><span style="font-weight: 400;">@tualiza-te</span></em></a><span style="font-weight: 400;">, iniciativa em que jovens recebem formação em marketing digital e ajudam comerciantes locais a fazerem a transição dos seus negócios para o digital, e da 1.ª edição dos </span><a href="https://cdi.org.pt/cineastas-360/"><i><span style="font-weight: 400;">Cineastas 360</span></i></a><span style="font-weight: 400;">, projecto em que jovens mostram um documentário que aborda uma <a href="https://smart-cities.pt/noticias/prochild-colab-0306-laboratorio-colaborativo-combate-pobreza-exclusao-social-infancia-criancas-municipios-tecnologias-digitais/">problemática social</a> em realidade virtual e aumentada.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A 2.ª edição do Switch to Innovation SUMMIT será, igualmente, palco da maior competição nacional de aplicações criadas por jovens para resolverem problemas sociais – o <a href="https://smart-cities.pt/?s=apps+for+good">Apps for Good</a> –, com o Encontro Regional Norte na sua 8.ª edição. Depois do “Momento Pitch” de cada uma das equipas, no dia 1 de Julho, será possível obter mais informações sobre cada <em>app</em> no “Momento Marketplace”. No final, após o “Momento Finalistas”, serão reveladas as 11 equipas que estarão no evento final marcado para o dia 20 de Setembro na Fundação Calouste Gulbenkian, em Lisboa.</span></p></div>
			</div> <!-- .et_pb_text --><div class="et_pb_module et_pb_cta_2 et_pb_promo  et_pb_text_align_left et_pb_bg_layout_dark et_pb_no_bg">
				
				
				<div class="et_pb_promo_description"><h2 class="et_pb_module_header">Leia também</h2></div>
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			</div>
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			</item>
		<item>
		<title>Quem são os vencedores do Prémio Cidades e Territórios do Futuro?</title>
		<link>https://smart-cities.pt/noticias/apdc-premio-cidades-territorios-futuro-primeira-edicao/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=apdc-premio-cidades-territorios-futuro-primeira-edicao</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Sónia Sul]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 11 May 2022 17:40:37 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Arquitectura e Urbanismo]]></category>
		<category><![CDATA[Desenvolvimento Sustentável]]></category>
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		<category><![CDATA[Prémio Cidades e Territórios do Futuro]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Acabaram de ser conhecidos os vencedores da primeira edição do Prémio Cidades e Territórios do Futuro, promovido pela APDC – Associação Portuguesa para o Desenvolvimento das Comunicações. Nove projectos tecnológicos demonstraram ser alavancas inovadoras ...</p>
<p>O conteúdo <a rel="nofollow" href="https://smart-cities.pt/noticias/apdc-premio-cidades-territorios-futuro-primeira-edicao/">Quem são os vencedores do Prémio Cidades e Territórios do Futuro?</a> aparece primeiro em <a rel="nofollow" href="https://smart-cities.pt">Smart Cities</a>.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div class="et_pb_section et_pb_section_3 et_section_regular" >
				
				
				
				
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				<div class="et_pb_text_inner"><p><span style="font-weight: 400;">Acabaram de ser conhecidos os vencedores da primeira edição do </span><a href="http://www.premiocidades-apdc.pt/"><span style="font-weight: 400;">Prémio Cidades e Territórios do Futuro</span></a><span style="font-weight: 400;">, promovido pela </span><a href="https://www.apdc.pt/"><span style="font-weight: 400;">APDC – Associação Portuguesa para o Desenvolvimento das Comunicações</span></a><span style="font-weight: 400;">. Nove projectos tecnológicos demonstraram ser alavancas inovadoras à resposta aos desafios actuais e futuros que se colocam aos territórios em matéria energética, social, económica. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A APDC anunciou hoje, no âmbito do 31.º Digital Business Congress da APDC, os vencedores das nove categorias do recém-criado Prémio Cidades e Territórios do Futuro. Esta distinção, </span><a href="https://smart-cities.pt/noticias/apdc-premio-cidades-territorios-0811/"><span style="font-weight: 400;">cuja criação foi anunciada no passado dia 31 de Outubro</span></a><span style="font-weight: 400;"> [Dia Mundial das Cidades], distingue projectos, ideias e estratégias pioneiros com base tecnológica que promovem a <a href="https://smart-cities.pt/opiniao-entrevista/sustentar-sustentabilidade-0902/">sustentabilidade</a>, a <a href="https://smart-cities.pt/noticias/aml-estrategia-inovacao-1404/">inovação</a> e a <a href="https://smart-cities.pt/noticias/eu-regions-smart-communities-0405/">inteligência</a> urbanas.</span></p>
<h4><b>Soluções para a energia</b></h4>
<p><em><span style="font-weight: 400;">100 Aldeias</span></em><span style="font-weight: 400;">, promovido pela empresa Cleanwatts, é o nome do projecto vencedor na categoria “Economia Circular e Descarbonização&#8221;. A iniciativa destina-se a desenvolver, envolvendo várias entidades locais de território rurais, <a href="https://smart-cities.pt/?s=cer">comunidades de energia</a> para promover o acesso a energia eléctrica limpa e mais barata, promovendo a transição energética e o <a href="https://smart-cities.pt/?s=pobreza+energ%C3%A9tica">combate à pobreza energética</a>. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A energia é também tema de destaque na vertente “Desenvolvimento Económico”, na qual o prémio é atribuído à E-REDES – Distribuição de Eletricidade pelo projecto </span><em><span style="font-weight: 400;">Acelerador para a transição energética do Porto</span></em><span style="font-weight: 400;">. Através da colaboração com a câmara municipal do Porto e a Agência de Energia do Porto, o Porto vai gerar mais energia descentralizada, implementar um carregamento de valor inteligente para a <a href="https://smart-cities.pt/smn/sunenergy-instala-o-primeiro-hub-de-carregamento-de-veiculos-eletricos-em-portugal/">mobilidade eléctrica</a>, testar um sistema modular e interoperável e tecnologias </span><em><span style="font-weight: 400;">smart cities</span></em><span style="font-weight: 400;"> apoiados na <a href="https://smart-cities.pt/noticias/luxifer-future-city-2807/">iluminação pública</a> e criar pontes, num Centro para a Transição Energética do Porto, com a comunidade civil. </span></p>
<h4><b>Soluções para a inclusão e capacitação digital</b></h4>
<p><span style="font-weight: 400;">Na questão do contacto com os cidadãos, a APDC reconhece ainda quatro projectos que melhor usam a tecnologia para transformar os espaços mais habitáveis, sustentáveis e economicamente viáveis. O </span><em><span style="font-weight: 400;">Centro de Cidadania Digital </span></em><span style="font-weight: 400;">(CDI), na categoria “Igualdade e Inclusão”, e a </span><em><span style="font-weight: 400;">Plataforma Recode</span></em><span style="font-weight: 400;">, na de “Qualificações”, são duas contribuições da AICD – Associação para Inserção por CDI que exemplificam isso. O CDI, enquanto espaço colaborativo com acesso a ferramentas digitais, convida qualquer cidadão a identificar soluções para problemas diários. Já a </span><em><span style="font-weight: 400;">Plataforma Recode</span></em><span style="font-weight: 400;"> propõe, no âmbito dos CDI, a <a href="https://smart-cities.pt/educacao/appsfor-good1309literaciadigital/">capacitação digital</a> e tecnológica para criar uma “nova geração de </span><em><span style="font-weight: 400;">problem solvers </span></em><span style="font-weight: 400;">e </span><em><span style="font-weight: 400;">digital makers</span></em><span style="font-weight: 400;">” para novos projectos sociais.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A inclusão nos prémios dos territórios do futuro também é visível na categoria “Relacionamento com o Cidadão e Participação”, onde a vencedora é a ferramenta digital </span><i><span style="font-weight: 400;">O nosso chão</span></i><span style="font-weight: 400;">, que, em formato de <a href="https://smart-cities.pt/noticias/quem-participa-jogo-inovador-inclusao-participacao-autarquias2802/">jogo, estimula a participação cidadã</a> de crianças e jovens na melhoria dos espaços físicos e sociais. Além desta solução dos promotores Rés do Chão e SPOT Games, a iniciativa da Associação dNovo estabelece uma ponte intergeracional. Na dimensão “Colaboração Intergeracional”, a </span><em><span style="font-weight: 400;">Plataforma digital dNovo</span></em><span style="font-weight: 400;"> vence ao oferecer uma “resposta integrada para o problema do desemprego sénior qualificado”, com uma funcionalidade de </span><em><span style="font-weight: 400;">matching</span></em><i><span style="font-weight: 400;">.</span></i></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><iframe title="APDC Prémio ‘Cidades e Territórios do Futuro’ (Teaser)" width="1080" height="608" src="https://www.youtube.com/embed/I5Lli4DNf4I?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture" allowfullscreen></iframe></p>
<h4> </h4>
<h4><b>Outras soluções</b></h4>
<p><span style="font-weight: 400;">No prémio recém-criado pela APDC, houve ainda lugar à atribuição do prémio, na “Mobilidade e Logística&#8221;, à aplicação </span><em><span style="font-weight: 400;">one-stop-shop</span></em><span style="font-weight: 400;"> para turistas </span><em><span style="font-weight: 400;">Letzgo Travel</span></em><span style="font-weight: 400;">, “uma solução disruptiva e altamente tecnológica para o sector do <a href="https://smart-cities.pt/?s=turismo">turismo</a>” onde se concentram audioguias, bilhetes, etc. Já na categoria “<a href="https://smart-cities.pt/noticias/inovacao-vs-covid1112/">Saúde</a> e Bem-Estar”, o destaque foi para o </span><em><span style="font-weight: 400;">Hortee by Fhlud</span></em><span style="font-weight: 400;">, um mercado on-line e uma ferramenta de vendas que facilitam negócios entre <a href="https://smart-cities.pt/noticias/pt-noticia-ferramentas-digitais-para-pequenos-agricultores0876/">agricultores</a> e consumidores.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Por fim, o “Prémio Supra-Categoria” coube ao </span><em><span style="font-weight: 400;">Balcão Único do Prédio</span></em><span style="font-weight: 400;"> (BUPi), dinamizado pela Estrutura de Missão para a Expansão do Sistema de Informação Cadastral Simplificado, desde 2017. Esta plataforma, já implementada “com elevado sucesso” em Portugal, vem simplificar o processo de representação gráfica de prédios rústicos e mistos, permitindo aos proprietários, com apoio técnico, “mapear, entender e valorizar o território português, de forma simples e gratuita”.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Nesta primeira edição, a APDC apresentou ainda menções honrosas nalgumas categorias. São elas uma solução piloto de </span><em><span style="font-weight: 400;">software</span></em><span style="font-weight: 400;"> para a monitorização inteligente de redes de distribuição de água na Águas de Gaia (</span><em><span style="font-weight: 400;">Water Wise System</span></em><span style="font-weight: 400;">), um projecto agrícola que alia tratamento de <a href="https://smart-cities.pt/?s=biorres%C3%ADduos">biorresíduos</a>, <a href="https://smart-cities.pt/smn/tvedras-especies-autoctones-1202/">plantação de árvores</a> e formação profissional de reclusos (</span><em><span style="font-weight: 400;">Projecto Linhó Circular</span></em><i><span style="font-weight: 400;">)</span></i><span style="font-weight: 400;">, bem como os tão conhecidos </span><em><a href="https://www.sns24.gov.pt/guia/balcao-sns-24/"><span style="font-weight: 400;">Balcão SNS 24</span></a></em><span style="font-weight: 400;"> e <a href="https://smart-cities.pt/noticias/cicleai-0909-ferramenta-bicicleta/">aplicação <em>CycleAI</em>, que torna a mobilidade mais ecológica e segura</a>.</span></p></div>
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				<div class="et_pb_promo_description"><h2 class="et_pb_module_header">Leia também</h2></div>
				<div class="et_pb_button_wrapper"><a class="et_pb_button et_pb_promo_button" href="https://smart-cities.pt/noticias/cimeira-regioes-0705-agir/" target="_blank">CIMEIRA EUROPEIA DAS REGIÕES PARA COMUNIDADES INTELIGENTES: A VISÃO ESTÁ DEFINIDA, AGORA, É TEMPO DE AGIR</a></div>
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		<title>EPAH presta apoio técnico a governos locais em acções de combate à pobreza energética</title>
		<link>https://smart-cities.pt/noticias/epah-pobrezaenergetica-0202/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=epah-pobrezaenergetica-0202</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Sónia Sul]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 02 Feb 2022 10:33:15 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Energia]]></category>
		<category><![CDATA[Inovação Social]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Faz parte da administração local ou de uma organização que trabalha com as autarquias e tem uma proposta para combater ...</p>
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				<div class="et_pb_module et_pb_text et_pb_text_4  et_pb_text_align_left et_pb_bg_layout_light">
				
				
				<div class="et_pb_text_inner"><p>Faz parte da administração local ou de uma organização que trabalha com as autarquias e tem uma proposta para <a href="https://smart-cities.pt/?s=pobreza+energetica">combater a pobreza energética</a>? O EPAH – Hub Europeu de Consultoria para a Pobreza Energética está a receber, até dia 1 de Março, candidaturas de entidades interessadas em receber assistência técnica.</p>
<p>O EPAH, <a href="https://edificioseenergia.pt/noticias/epah-pobreza-energetica-1910/">projecto financiado pela União Europeia (UE)</a> para acelerar a transição energética, <a href="https://call.energypoverty.eu/">abriu esta semana um concurso</a> destinado a autarquias e/ou a entidades parceiras de qualquer um dos 27 Estados-Membros da UE. Os candidatos seleccionados vão ser apoiados por especialistas e pela equipa do EPAH no desenvolvimento de acções eficazes contra a pobreza energética, durante um período de até nove meses.</p>
<p>Nesta primeira chamada do EPAH, prevê-se a selecção de cerca de 35 propostas. Para garantir um equilíbrio geográfico, o concurso conta com três “zonas geográficas”, cada uma com um número mínimo de candidaturas premiadas. Portugal está enquadrado na <em>Pool 3</em>, em conjunto com Espanha, Malta, Itália, Grécia e Chipre, na qual serão escolhidas pelo menos seis candidaturas. Depois de preenchidos esses requisitos mínimos, está também prevista a atribuição de apoio técnico a 18 propostas, independentemente da zona geográfica, de acordo com a pontuação.</p>
<p>Os candidatos seleccionados serão informados no prazo de um mês depois da data limite de candidatura. Os outros irão também receber <em>feedback</em> sobre como poderão melhorar as suas propostas no futuro.</p>
<h4><strong>Como se pode candidatar?</strong></h4>
<p>Os destinatários interessados têm até 1 de Março, às 18h CET (17h, em Portugal continental), para se <a href="https://call.energypoverty.eu/user/register">registarem na página do EPAH</a> e submeter o pedido <em>on-line</em>. Para auxiliar o processo de candidatura, o EPAH disponibiliza um <a href="https://call.energypoverty.eu/assets/files/EPAH_call_for_technical_assistance_to_tackle_energy_poverty_Description.pdf">documento guia</a>, um <a href="https://elearning.energypoverty.eu/">curso </a><a href="https://elearning.energypoverty.eu/"><em>on-line</em></a><a href="https://elearning.energypoverty.eu/"> de Introdução à pobreza energética</a> e dinamiza <em>webinars</em> nas línguas nacionais da UE durante este mês.</p>
<p><a href="https://call.energypoverty.eu/webinars/13-Portugal-Call-for-technical-assistance-webinar">Em Portugal, o </a><a href="https://call.energypoverty.eu/webinars/13-Portugal-Call-for-technical-assistance-webinar"><em>webinar</em></a><a href="https://call.energypoverty.eu/webinars/13-Portugal-Call-for-technical-assistance-webinar"> de esclarecimento</a> está agendado para dia 11 de Fevereiro, às 15h CET (14h, em Portugal continental). Organizado pela FCT NOVA, o evento terá uma duração de 60 minutos.</p></div>
			</div> <!-- .et_pb_text --><div class="et_pb_module et_pb_cta_4 et_pb_promo  et_pb_text_align_left et_pb_bg_layout_dark et_pb_no_bg">
				
				
				<div class="et_pb_promo_description"><h2 class="et_pb_module_header">Leia também</h2></div>
				<div class="et_pb_button_wrapper"><a class="et_pb_button et_pb_promo_button" href="https://smart-cities.pt/smn/combate-pobrza-energetica-1901/" target="_blank">Coopérnico e PowerPoor pelo combate à pobreza energética em Portugal</a></div>
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		<item>
		<title>Contratação Pública para uma cidade mais inteligente</title>
		<link>https://smart-cities.pt/noticias/contratacao-publica-ue-0107/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=contratacao-publica-ue-0107</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Jon Jonoski]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 01 Jul 2021 06:30:53 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Inovação Social]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Opinião / Entrevista]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A transformação digital das nossas cidades visa tornar os serviços urbanos mais funcionais, mais sustentáveis e mais fáceis de utilizar para os cidadãos dos dias de hoje ...</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div class="et_pb_section et_pb_section_5 et_section_regular" >
				
				
				
				
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				<div class="et_pb_text_inner"><p style="text-align: left;"><strong>A transformação digital das nossas cidades visa tornar os serviços urbanos mais funcionais, mais sustentáveis e mais fáceis de utilizar para os cidadãos dos dias de hoje. Mas quem já trabalhou com um novo sistema de <em>software</em> ou um novo computador sabe como um simples erro pode destruir os nossos maiores planos.</strong></p></div>
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			</div> <!-- .et_pb_row --><div class="et_pb_row et_pb_row_6 et_pb_row_fullwidth">
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				<div class="et_pb_text_inner"><p>As autoridades municipais podem não ser peritas em infra-estruturas TIC e sistemas de <em>software</em>, mas têm muitas ferramentas à sua disposição para obter esse conhecimento. Uma delas é a contratação pública, que permite às autoridades municipais obter bens, trabalhos e serviços junto de intervenientes de mercado especializados com muito mais conhecimento sobre estes elementos. Neste processo, as autoridades municipais não só tornam a sua cidade mais inteligente, mas também mais social.</p>
<p>Os compradores públicos são dos maiores investidores no mercado único europeu, despendendo dois biliões de euros anualmente em bens, trabalhos e serviços. Isso confere-lhes um imenso potencial para uma influência positiva no mercado mais alargado, tanto na perspectiva da procura como da oferta, exigindo que os fornecedores operem de forma mais sustentável e socialmente mais responsável.</p>
<p>As autoridades públicas usam os fundos públicos na contratação de mercadorias, trabalhos e serviços. A União Europeia (UE) criou um mercado de contratação pública bem regulamentado, com base nos princípios nucleares da transparência, igualdade e livre concorrência, de forma a assegurar que esses fundos não são mal gastos e que os concursos são justos. A contratação pública socialmente responsável (SRPP, na sigla em inglês) visa dar um passo além e responder ao impacto na sociedade das compras efectuadas pelo sector público. A SRPP visa implementar considerações sociais nos contratos públicos, de forma a atingir resultados sociais positivos. </p></div>
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				<div class="et_pb_text_inner"><blockquote>
<p>A contratação pública socialmente responsável visa dar um passo além e responder ao impacto na sociedade das compras efectuadas pelo sector público. </p>
</blockquote></div>
			</div> <!-- .et_pb_text --><div class="et_pb_module et_pb_text et_pb_text_8 et_animated  et_pb_text_align_left et_pb_bg_layout_light">
				
				
				<div class="et_pb_text_inner"><p><img loading="lazy" class="wp-image-12644 aligncenter" src="https://smart-cities.pt/wp-content/uploads/2021/06/Image_video_02.png" alt="" width="650" height="363" /></p>
<p>A Comissão Europeia (CE) publicou recentemente o relatório <a href="https://op.europa.eu/en/publication-detail/-/publication/e8cf51d0-f632-11ea-991b-01aa75ed71a1" target="_blank" rel="noopener"><em>Making socially responsible public procurement work: 71 good practice cases</em></a>. Os 71 casos incluídos no relatório tornam visível o potencial da SRPP, revelando a forma como a contratação pode afectar o mercado alargado. Ao promoverem oportunidades de emprego, trabalho decente, inclusão social, acessibilidade, design para todos, comércio ético e conformidade com as normas sociais e ambientais, os compradores públicos podem aumentar a procura por bens, trabalhos e serviços “socialmente responsáveis”.</p>
<p>Os contratadores públicos podem ter um impacto especial em sectores onde controlam uma grande quota de mercado, como a construção, cuidados de saúde e transportes. Os contratadores públicos despendem cerca de 14% do produto interno bruto da UE e a sua influência não fica por aí. O relatório da CE também inclui casos relacionados com a limpeza e gestão de instalações, alimentação/serviços de <em>catering</em>, mobiliário, serviços de jardinagem, serviços sociais, têxteis e TIC.</p>
<p><img loading="lazy" class="wp-image-12643 size-full alignright" src="https://smart-cities.pt/wp-content/uploads/2021/06/COVER-page-001-scaled-e1625087644553.jpg" alt="" width="216" height="300" /></p>
<p>O relatório destaca bem os desafios particulares com que os contratadores se defrontam na aquisição de serviços de TIC. Este tipo de equipamento passa por cadeias de fornecimento longas e complexas, atravessando fronteiras e indústrias nacionais e continentais, antes de se tornar num produto verdadeiramente concretizado e passível de ser utilizado. Essas cadeias de fornecimento estão invadidas por falta de transparência, aumentando o risco de os direitos dos trabalhadores serem violados. Simultaneamente, o relatório também demonstra que os compradores públicos não são impotentes face a estes desafios, existindo muitas medidas comprovadas que estes podem introduzir durante o processo de compras e que podem aumentar a transparência, estabelecendo a devida diligência como prática padrão. Essas medidas incluem um Código de Conduta, critérios sociais e cláusulas de desempenho de contrato. Além disso, existe um enquadramento legal que assegura uma verificação transparente e independente e a conformidade com estas medidas, o que permite a transparência entre as autoridades de contratação e os respectivos fornecedores.</p>
<p>Um bom exemplo disso é a Associação Catalã de Municípios (ACM), que representa 95% dos municípios da região espanhola. Esta instituição utilizou a sua contratação de gráficas para fortalecer os direitos dos trabalhadores na cadeia de fornecimento de electrónica. Os candidatos admitidos no acordo-quadro tinham de assegurar a conformidade com os direitos laborais e os regulamentos de segurança nas cadeias de produção das fábricas em que as mercadorias sujeitas a contrato eram produzidas. Para tal, tinham de efectuar a devida diligência para atingirem uma transparência da cadeia de fornecimento, colaborando com monitores independentes e solucionando as violações dos direitos laborais e normas de segurança. Os empreiteiros reagiram de forma positiva a estas exigências e forneceram informação detalhada da cadeia de fornecimento sobre os modelos específicos e locais de produção utilizados sob o contrato. A ACM contratou quatro fornecedores.</p>
<p>O relatório apresenta exemplos similares na Alemanha e Finlândia, demonstrando que os compradores públicos podem ter muitas e diferentes opções na aplicação da consideração social aquando da aquisição de hardware de TIC. Mas existe outro caso na Finlândia que é ainda mais esclarecedor, centrado na contratação de serviços de <em>software</em>. A agência nacional finlandesa para a educação precisava de encontrar um fornecedor para renovar três dos seus <em>websites</em>. Sabendo da procura crescente por pessoas com incapacidade, em particular, com deficiências visuais, de perceberem, compreenderem, navegarem e interagirem com o ambiente on-line, a agência pediu aos fornecedores que descrevessem a forma como a sua oferta iria garantir uma abordagem centrada no utilizador e que tecnologias iriam utilizar para assegurar a acessibilidade. Isso, em última análise, levou a um <em>website</em> que pode ser utilizado por mais pessoas, contribuindo para uma internet mais inclusiva.</p>
<p>No processo, a agência também poupou tempo e dinheiro. A integração dos requisitos de acessibilidade desde o início significou que não havia necessidade de alterações drásticas na concepção das etapas finais. Isso corrobora uma das principais conclusões do relatório da CE: a contratação pública socialmente responsável pode tornar a sua cidade mais inclusiva e eficiente trazendo, simultaneamente, benefícios financeiros. Isso torna-a numa ferramenta valiosa para qualquer cidade “inteligente”.</p>
<p><iframe title="#WeBuySocialEU  - Socially responsible public procurement #1" width="1080" height="608" src="https://www.youtube.com/embed/Sri4Hdd6-cQ?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture" allowfullscreen></iframe></p></div>
			</div> <!-- .et_pb_text --><div class="et_pb_module et_pb_text et_pb_text_9 et_animated  et_pb_text_align_left et_pb_bg_layout_light">
				
				
				<div class="et_pb_text_inner"><p style="text-align: center;"><strong><em>A publicação deste artigo faz parte de uma parceria entre a Smart Cities e o ICLEI &#8211;<span class="st"> Local Governments for Sustainability</span>, e foi originalmente publicado na edição de <a href="https://smart-cities.pt/project/biorresiduos-30/" target="_blank" rel="noopener">Janeiro/Fevereiro/Março de 2021</a> da Smart Cities. Disponível em <a href="https://smart-cities.pt/news/social-responsible-public-procurement-0107-iclei" target="_blank" rel="noopener">inglês</a>.<br /></em></strong></p>
<p>&nbsp;</p></div>
			</div> <!-- .et_pb_text -->
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		<title>MatosinhosHabit disponibiliza aparelhos de teleassistência a seis idosos em risco de isolamento</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Alexandra Costa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 28 Apr 2021 09:55:11 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Inovação Social]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Na última semana, a MatosinhosHabit, em parceria com a câmara municipal de Matosinhos e a Santa Casa da Misericórdia do Porto, instalou seis aparelhos do serviço de teleassistência Chave dos Afetos ...</p>
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				<div class="et_pb_text_inner"><p>Na última semana, a MatosinhosHabit, em parceria com a câmara municipal de Matosinhos e a Santa Casa da Misericórdia do Porto, instalou seis aparelhos do serviço de teleassistência <em>Chave dos Afetos</em>, tendo por objectivo a “protecção e segurança a idosos em condições de vulnerabilidade e residentes” nos conjuntos habitacionais do município de Matosinhos.</p>
<p>Esta foi a última medida levada a cabo no âmbito do programa <em>Chave de Afetos</em>, que consiste na disponibilização de uma “solução integrada com componente tecnológica e humana que monitoriza as pessoas idosas de forma contínua, contribuindo para uma diminuição do isolamento sénior”.</p>
<p>Criado em 2011, com um financiamento total de 678 820 euros, a iniciativa actua na vertente de inclusão social, na Região Norte do país, mais precisamente nos municípios da Maia, Matosinhos, Valongo, Vila do Conde, Vila Nova de Gaia e Porto. Com três eixos de intervenção, o programa pretende promover “a inclusão social e as relações afectivas, potenciando um sentimento de segurança subjectiva, essencial para a permanência no seu domicílio, evitando a institucionalização involuntária e custos associados”.</p>
<p>Para tal, é feita a sinalização de casos de idosos em risco, prestado o serviço de teleassistência – através da colocação de um dispositivo que, entre várias funções, possibilita o acesso automático a um operador disponível 24 horas por dia e 365 dias por ano, assim como o acompanhamento feito por voluntários, promovendo “a socialização e os afectos”. Tudo para cumprir o objectivo último do programa: garantir que cada idoso permaneça em casa em segurança e com acompanhamento afectivo, garantindo que há inclusão social da população sénior em situação de isolamento.</p>
<p>O programa destina-se a todas as pessoas com 65 anos ou mais, com inexistente/insuficiente retaguarda familiar, com rendimento médio mensal até 665 euros.</p></div>
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		<title>“No Coração da Minha Infância”: o projecto que valeu um prémio internacional a Torres Vedras</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Alexandra Costa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 07 Apr 2021 08:35:42 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Inovação Social]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[torres vedras]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O município português de Torres Vedras foi um dos três vencedores da terceira edição do prémio Cidades Educadoras para Boas Práticas de Inclusão e Democratização da Cultura...</p>
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				<div class="et_pb_text_inner"><p>O município português de Torres Vedras foi um dos três vencedores da terceira edição do prémio <em>Cidades Educadoras para Boas Práticas de Inclusão e Democratização da Cultura, </em>a par de Medellín, na Colômbia, e Santos, no Brasil. Para a vitória portuguesa contou o projecto “No Coração da Minha Infância”, que, desde 2014, fomenta as relações intergeracionais no concelho com actividades que unem os mais velhos aos mais novos através da memória, da vida e das artes.</p>
<p>A distinção, promovida pela <a href="https://www.edcities.org/pt/">Associação Internacional de Cidades Educadoras, </a>tem como objectivo enfatizar “boas práticas que promovam o acesso à cultura, a contribuição e a participação de todas as pessoas (especialmente dos grupos mais vulneráveis) na vida cultural das cidades como forma de inclusão e promoção do sentimento de pertença e boa convivência”. Para além disso, o prémio pretende evidenciar as “boas práticas que contribuem para promover a diversidade cultural como fonte de inovação e de desenvolvimento pessoal, social e económico (Princípios 2 e 10 da Carta de Cidades Educadoras)”.</p>
<p>Na edição de 2020, o concurso recebeu 58 candidaturas de 13 países, incluindo 19 com as cores nacionais. No leque de finalistas, para além do município do Oeste, houve mais portugueses entre os 50 finalistas. <a href="https://www.edcities.org/pt/proyectosf/anadia-artcomvida/">Anadia</a>, <a href="https://www.edcities.org/pt/proyectosf/vila-nova-de-famalicao-involucrarte-circo-para-todos-programa-de-artes-circenses-dirigido-a-personas-con-diversidad-funcional/">Vila Nova de Famalicão</a> e <a href="https://www.edcities.org/pt/proyectosf/santarem-incluir-talleres-para-todos-y-cada-uno-talleres-artisticos-inclusivos-dirigidos-a-personas-con-enfermedades-mentales-severas/">Santarém</a> disputaram também o título final, mas acabou por ser Torres Vedras a levar a melhor, pela “abordagem intergeracional do projecto, promovendo a solidariedade e a convivência entre dois segmentos da população que, infelizmente, vivem cada vez mais separados”.</p>
<p><iframe title="Premio Ciudades Educadoras | Educating Cities&#039; Award | Prix villes éducatrices 2020" width="1080" height="608" src="https://www.youtube.com/embed/kfjgmzNh-K0?start=80&#038;feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture" allowfullscreen></iframe></p>
<p>“No Coração da Minha Infância” é um projecto, iniciado em 2014 pela câmara municipal de Torres Vedras e promovido pela Fábrica das Histórias – Casa Jaime Umbelino em estreita colaboração com o Clube Sénior, que “visa gerar espaços de encontro onde crianças, jovens e idosos das zonas rurais do município iniciam um processo de conhecimento e partilha através de actividades que vinculam a memória, a vida e a arte”. Através do apoio de escritores e escritoras, os idosos “transformam as suas memórias em pequenos romances familiares ou livros de memória”.</p>
<p>Outro aspecto da iniciativa consiste na promoção entre a interacção entre os mais idosos e os mais jovens, nomeadamente no campo artístico. “A partir destes encontros, os jovens criam as suas obras – que depois incluem no seu portefólio – com a ajuda do pessoal docente e a colaboração de artistas convidados.” As crianças não foram esquecidas, participando em workshops de leitura e canto coral, nos quais os idosos recordam e partilham as cantigas e histórias da sua infância. No final, e como forma de dar visibilidade a todo o trabalho artístico, o projecto contempla a apresentação pública dos conteúdos realizados em festivais e exposições.</p>
<p>Por causa da pandemia, o projecto está suspenso, mas a autarquia torriense pretende retomar a acção assim que as condições permitirem. Desde que foi criado, em 2014, já envolveu directamente 472 participantes, incluindo crianças, jovens e idosos, e contou, de forma indirecta, com a participação de mais de mil pessoas. Mais do que “simplesmente” promover a interacção entre gerações, este projecto tem a validade de “contribui para uma maior compreensão da história local e para o reforço do sentimento de pertença dos jovens”, o que lhes permite “aprenderem sobre a vida passada no seu território, estabelecendo uma ligação directa com os seus antepassados e reconhecendo o seu contributo para o bem-estar comum”.</p>
<p>Entre os restantes vencedores, a cidade colombiana distinguiu-se pelo projecto “<a href="https://www.youtube.com/watch?v=4Y4Br7MfH3Q">Red Catul – Aquí vive la cultura</a>” e a brasileira pela iniciativa “<a href="https://www.youtube.com/watch?v=dpQn35QYp7Q&amp;t=3s">Educação antirracista para a inclusão e valorização da diversidade étnica e cultural</a>”.</p>
<p><iframe title="TORRES VEDRAS: No Coração da Minha Infância" width="1080" height="608" src="https://www.youtube.com/embed/2F6DrTlQEJ8?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture" allowfullscreen></iframe></p>
<p><strong> </strong></p></div>
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		<title>Banco de Bens da MatosinhosHabit ajuda os mais vulneráveis enquanto promove circularidade</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Filipa Cardoso]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 31 Mar 2021 09:19:01 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Inovação Social]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[matosinhos]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Chama-se Banco de Bens e é a mais recente iniciativa da MatosinhosHabit. Através da promoção da doação de equipamentos novos ou reutilizáveis a famílias e instituições mais vulneráveis do concelho...</p>
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				<div class="et_pb_text_inner"><p>Chama-se <em>Banco de Bens</em> e é a mais recente iniciativa da MatosinhosHabit. Através da promoção da doação de equipamentos novos ou reutilizáveis a famílias e instituições mais vulneráveis do concelho, a empresa municipal de habitação matosinhense quer que esta seja mais do que uma acção de apoio social, sendo também uma forma de combater o desperdício.</p>
<p>Através de um registo <a href="https://www.matosinhoshabit.pt/banco-de-bens" target="_blank" rel="noopener">neste sítio on-line,</a> o <em>Banco de Bens</em> vai acolher bens novos ou passíveis de reutilização que possam ser doados por empresas ou particulares, incluindo mobiliário, utilidades para a casa e utensílios de cozinha, equipamentos eléctricos e electrónicos, electrodomésticos, pequenos aparelhos, brinquedos e artigos de puericultura e ajudas técnicas (camas articuladas, cadeiras de rodas, cadeiras sanitárias, bengalas, andarilhos, tripés, entre outras). Estes bens ficam, depois, disponíveis para os residentes ou instituições com sede no concelho mais vulneráveis, sinalizados pela rede social. </p>
<p>“Esta iniciativa pretende, acima de tudo, não só ajudar quem mais precisa, mas também fazer a diferença na vida de pessoas e associações locais atenuando as dificuldades que enfrentam”, explicou Tiago Maia, administrador da MatosinhosHabit. “O <em>Banco de Bens</em> assume-se, nesse sentido, como uma resposta social complementar que tem em conta as carências mais prementes das famílias matosinhenses que se encontram em situação de vulnerabilidade económico-social, contribuindo assim para uma melhoria significativa das suas condições de vida”.</p>
<p>A par da vertente solidária, a iniciativa é uma forma de promover a economia circular, evitando o desperdício e facilitando o reaproveitamento, recuperação e reciclagem destes bens. Por seu lado, de forma a chegar a mais famílias e “ajudar em várias frentes”, o projecto pretende incentivar o desenvolvimento de parcerias com empresas privadas e instituições, explica o responsável da MatosinhosHabit.</p>
<p>“O nosso intuito é que consigamos assim abarcar áreas de apoio à população idosa e cidadãos portadores de deficiência ou incapacidade, criando mais um recurso disponível. Por outro lado, é igualmente importante frisar que o <em>Banco de Bens</em> tem também um lado de responsabilidade social, solidariedade e voluntariado que queremos fomentar, estimulando a participação activa da nossa comunidade”, refere Tiago Maia.</p></div>
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		<title>Com 2100 computadores entregues para ensino à distância, Student Keep ambiciona levar a economia circular também às escolas</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Filipa Cardoso]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 15 Feb 2021 10:31:41 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia Circular]]></category>
		<category><![CDATA[Inovação Social]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Com as escolas portuguesas de volta à esfera digital, as desigualdades no acesso aos meios para o ensino à distância voltam a ganhar visibilidade. Durante o primeiro confinamento em Portugal, em Março do ano passado, o projecto Student Keep...</p>
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				<div class="et_pb_text_inner"><p>Com as escolas portuguesas de volta à esfera digital, as desigualdades no acesso aos meios para o ensino à distância voltam a ganhar visibilidade. Durante o primeiro confinamento em Portugal, em Março do ano passado, <a href="https://studentkeep.org/">o projecto <em>Student Keep</em></a> surgia com a missão de mitigar esse problema, angariando e doando equipamentos informáticos a alunos sem acesso a meios para o ensino digital. Passado quase um ano, o projecto atinge o marco dos 2100 computadores entregues, mas o trabalho, diz o coordenador, está ainda longe de terminar. Ainda assim, há já uma nova ambição no horizonte: implementar a lógica de economia circular do projecto na modernização do parque informático das escolas portuguesas.</p>
<p>A iniciativa, criada no âmbito do <a href="https://smart-cities.pt/noticias/tech4covid19/">movimento #tech4covid19</a>, tem, desde Março de 2020, angariado equipamentos informáticos para doação a alunos, do ensino básico ao secundário, que, por não terem acesso a um computador, ficam impossibilitados de acompanhar o ensino à distância. Ao mesmo tempo que os portugueses estão de regresso ao confinamento e as escolas voltam ao modelo digital, o projecto ultrapassou, em Fevereiro, o marco dos dois mil equipamentos entregues. “Entregámos já cerca de 2100 computadores, sendo que temos cerca de 2500 angariados”, revela Rui Nuno Castro, criador e impulsionador desta iniciativa.</p>
<p>“A jornada, desde Março de 2020, tem sido longa, mas temo-nos mantido perseverantes porque acreditavamos que este trabalho não está acabado. O tempo veio dar-nos razão, os computadores continuam a fazer falta. Diariamente recebemos mensagens com pedidos de ajuda dramáticos”, relata.</p>
<p><a href="https://smart-cities.pt/educacao/student-keep-0106mil/"><em>O Student Keep</em> é um projecto voluntário e que funciona através de um sistema de apadrinhamento</a> que consiste na angariação de equipamento informático e a posterior doação aos alunos. Empresas ou particulares interessados em doar equipamentos – computadores portáteis ou de secretária e periféricos, novos ou usados, desde que funcionem com as plataformas e programas usados pelas escolas no ensino à distância – podem inscrever-se no portal do projecto, tornando-se num “keeper”. Depois disso, um dos 164 voluntários técnicos de IT espalhados por todo o país faz a recolha, o diagnóstico e o eventual recondicionamento do equipamento, entregando, depois, nas escolas indicadas, que, por sua vez, farão chegar o equipamento aos alunos. Através da plataforma, os <em>keepers</em> podem acompanhar todo este processo. Até agora, mais de 90 empresas participaram de alguma forma na iniciativa, quer através da doação de equipamento, quer através de apoio na entrega.</p>
<h4>Economia circular social ou &#8220;Economia de Francisco&#8221;</h4>
<p>Mas este não é apenas um projecto de inovação social, defende o coordenador, já que o <em>Student Keep</em> tem um dos seus “pilares essenciais” na economia circular. “Acreditamos que esta preocupação com a sustentabilidade, prolongando a vida útil de equipamentos informáticos, faz todo o sentido. [Trata-se de] Equipamentos informáticos de particulares, mas, acima de tudo, de empresas que, muitas vezes, acabam por morrer ao pó em garagens ou armazéns. O <em>Student Keep</em> é a solução para esses problemas das empresas, colocando esses equipamentos ao serviço da Educação”, explica.</p>
<p>Rui Nuno Castro vai ainda mais longe e, naquilo a que se refere carinhosamente como “Economia de Francisco”, lembra que a dinâmica do projecto pode ser aproveitada também para ajudar a modernizar os parques informáticos das escolas que estão “completamente obsoletos”. “No fundo, este é um conceito não tão implementado, mas bastante oportuno e eficiente, a economia circular com impacto social ou economia circular social”, defende.</p>
<p>Lançada a sugestão, para já, o projecto e os seus voluntários mantêm-se empenhados na missão original, que não é &#8220;fácil&#8221;. Desde a sua criação e ilustrando a dimensão do problema da desigualdade no acesso ao ensino digital, o <em>Student Keep</em> não tem parado. A par do número crescente de equipamentos e de <em>keepers</em>, há também mais voluntários interessados em participar e o projecto está, neste momento, “a aumentar a equipa”, revela Rui Nuno Castro. Para além disso, a missão do projecto passou também as fronteiras nacionais e chegou a Cabo Verde, onde é dinamizado pela Cabo Verde Digital. No país, o projecto funciona nos mesmos moldes, mas inclui ainda uma campanha de <em>crowdfunding</em>.</p>
<p>&nbsp;</p></div>
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			</div> <!-- .et_pb_section -->
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