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	<title>Arquivo de Empreendedorismo - Smart Cities</title>
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	<description>Cidades Sustentáveis</description>
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	<title>Arquivo de Empreendedorismo - Smart Cities</title>
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	<item>
		<title>EIT Urban Mobility tem 240 mil euros para projectos de mobilidade em Braga</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Smart Cities]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 08 May 2023 07:39:01 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Empreendedorismo]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[braga]]></category>
		<category><![CDATA[EIT Urban Mobility]]></category>
		<category><![CDATA[Instituto Europeu de Inovação e Tecnologia]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O Instituto Europeu de Inovação e Tecnologia (EIT) desafia empreendedores e empresas a apresentarem candidaturas inovadoras que ajudem a melhorar a mobilidade sustentável em Braga.</p>
<p>O conteúdo <a rel="nofollow" href="https://smart-cities.pt/noticias/eit-urban-mobility-tem-240-mil-euros-para-projectos-de-mobilidade-em-braga-2023/">EIT Urban Mobility tem 240 mil euros para projectos de mobilidade em Braga</a> aparece primeiro em <a rel="nofollow" href="https://smart-cities.pt">Smart Cities</a>.</p>
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				<div class="et_pb_text_inner"><p>O <a href="https://education.ec.europa.eu/pt-pt/education-levels/higher-education/innovation-in-education/european-institute-of-innovation-and-technology-eit" target="_blank" rel="noopener">Instituto Europeu de Inovação e Tecnologia (EIT)</a> desafia empreendedores e empresas a apresentarem candidaturas inovadoras que ajudem a melhorar a mobilidade sustentável em Braga.</p>
<p>A cidade minhota juntou-se ao programa <em>#ChallengeMyCity</em>, da iniciativa <em>EIT Urban Mobility</em><strong>, </strong>para escolherem quatro propostas que respondam a outras tantas “grandes necessidades” do município nesta área: melhorar a segurança dos ciclistas e monitorizar os seus fluxos; compreender e promover a mobilidade activa no centro da cidade; melhorar a utilização e monitorização do estacionamento de rua e incentivar o transporte escolar alternativo, diminuindo a utilização de carros particulares.</p>
<p>Cada proposta vencedora recebe um financiamento de 60 mil euros (o que perfaz 240 mil euros para as quatro), destinado à implementação do projecto-piloto. A formalização das candidaturas deverá ser feita até esta segunda-feira, dia 8 de Maio, através do <a href="https://www.eiturbanmobility.eu/open-now-call-for-proposals-challengemycity-2023-braga/">site do programa</a>, onde também estão listadas todas as condições e documentos necessários. Depois, a avaliação dos projectos acontece em Junho e a comunicação de resultados em Julho, enquanto a fase experimental deverá arrancar em Agosto e prolongar-se durante seis meses. O objectivo é testar as diferentes soluções, antes da cidade avançar para um compromisso de investimento a longo prazo.</p>
<p>“Estamos confiantes de que o serviço que disponibilizamos, facilitando a testagem de soluções inovadoras bem como a recolha do feedback dos cidadãos, vai permitir às cidades europeias beneficiarem da inovação existente no campo da mobilidade sustentável, aplicando-a nas suas ruas”<em>,</em> disse Lluis Puerto, Diretor de Desenvolvimento de Mercado da <em>EIT Urban Mobility</em>.</p>
<p>Já a responsável pela implementação dos projectos em Portugal, Maria Paula Caycedo, lembrou que Braga associou-se à iniciativa em 2022, com uma acção de promoção do uso da bicicleta, através da oferta de vouchers, que representou menos oito toneladas de CO2 na cidade. Além disso, acrescentou, “as melhores práticas europeias de aprendizagem de outras cidades são canalizadas através do nosso trabalho em rede”.</p>
<p>Nessa primeira edição, em 2022, o programa implementou nove soluções inovadoras nas cidades de Milão (Itália), Toulouse (França) e Madrid (Espanha) como, por exemplo, bicicletários seguros e uma doca movida a energia solar. Este ano, além de Braga, também participam no programa as cidades gregas de Larissa e Heraklion (<em>call</em> termina a 29 de Maio), além da espanhola <em>Vitoria</em>&#8211;<em>Gasteiz</em><em> (candidaturas até 15 Junho)</em><em>. </em></p>
<p><em>Fotografia de destaque:</em> CM Braga</p></div>
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		<title>Programa Clean Future acelera startups com soluções para cidades mais sustentáveis</title>
		<link>https://smart-cities.pt/noticias/programa-clean-future-acelera-startups-com-solucoes-para-cidades-mais-sustentaveis-2023/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=programa-clean-future-acelera-startups-com-solucoes-para-cidades-mais-sustentaveis-2023</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Smart Cities]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 31 Mar 2023 06:30:22 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Empreendedorismo]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Clean Future]]></category>
		<category><![CDATA[construção]]></category>
		<category><![CDATA[Hub Criativo do Beato]]></category>
		<category><![CDATA[mobilidade]]></category>
		<category><![CDATA[Retalho]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Procuram-se soluções tecnológicas inovadoras para a promoção da sustentabilidade nas áreas da construção, mobilidade e retalho. É este o desafio do Clean Future, um novo programa de aceleração com o selo do Hub Criativo do Beato.</p>
<p>O conteúdo <a rel="nofollow" href="https://smart-cities.pt/noticias/programa-clean-future-acelera-startups-com-solucoes-para-cidades-mais-sustentaveis-2023/">Programa Clean Future acelera startups com soluções para cidades mais sustentáveis</a> aparece primeiro em <a rel="nofollow" href="https://smart-cities.pt">Smart Cities</a>.</p>
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				<div class="et_pb_text_inner"><p>Procuram-se soluções tecnológicas inovadoras para a promoção da sustentabilidade nas áreas da construção, mobilidade e retalho. É este o desafio do <a href="https://www.cleanfuture.pt/">Clean Future</a>, um novo programa de aceleração com o selo do <a href="https://hubcriativobeato.com/" target="_blank" rel="noopener">Hub Criativo do Beato</a>, lançado esta quarta-feira, dia 29 de Março, em Lisboa. </p>
<p>Até 23 de Abril, as <em>startups</em> podem candidatar-se a este programa de tecnologias limpas, com a duração de 10 semanas e prémios monetários no valor (total) de 20 mil euros. Além disso, oferece também sessões de mentoria e workshops com especialistas, acompanhamento na validação do mercado e o apoio da <a href="https://unicornfactorylisboa.com/pt/" target="_blank" rel="noopener">Unicorn Factory Lisboa</a> com a <a href="https://www.startuplisboa.com/" target="_blank" rel="noopener">Startup Lisboa</a>, que irão ajudar a desenvolver e escalar os modelos de negócio.</p>
<p>Cada área do Clean Future tem um parceiro associado e está aberta a diferentes subcategorias. No caso da Construção procuram-se, por exemplo, soluções tecnológicas de edifícios inteligentes/sustentáveis, novos materiais ou técnicas de construção, desempenho energético, <em>data modulation</em> ou ambientes sustentáveis urbanos. Já a área da Mobilidade centra-se em soluções de transporte inteligente/sustentável, mobilidade partilhada, veículos conectados, sistemas de transportes inteligentes e transição energética. Por fim, o foco do Retalho estará na digitalização, cadeia logística sustentável, economia circular, embalagens sustentáveis e sistemas energeticamente eficientes. </p>
<p>Durante a sessão de lançamento do programa, Gil Azevedo, director executivo da Startup Lisboa e Unicorn Factory Lisboa relembrou que o objetivo é promover e melhorar a sustentabilidade das cidades: &#8220;Esta é uma área do futuro que recolhe muita atenção. Como podemos criar <em>smart cities</em>? Com as três categorias do programa, pretendemos responder a isto com novas soluções e projectos de impacto.&#8221;.</p>
<p>Já Susana Escária, Secretária Geral do Ambiente, lembrou que “para além do laboratório vivo, haverá outros 60 programas que apoiamos e financiamos relativos ao ambiente com as subvenções do EEA Grants. No <a href="https://www.eeagrants.gov.pt/pt/">site</a> podem encontrar-se boas práticas e orientações que podem ajudar as <em>startups</em> com acções e iniciativas futuras ao definir a metodologia&#8221;.</p>
<p><strong>10 SEMANAS PARA (COMEÇAR A) MUDAR O FUTURO DAS CIDADES</strong></p>
<p>Após o fecho das candidaturas, a 23 de Abril, haverá uma sessão de júri, entre 3 e 5 de maio, em que cada <em>startup</em> apresenta as soluções que desenvolveu a um painel de especialistas. O vencedor de cada categoria (Construção, Mobilidade e Retalho) recebe 5 mil euros e o vencedor global um acréscimo de mais 5 mil euros. </p>
<p>Estes terão ainda a oportunidade de continuar a desenvolver os seus projetos, que poderão ser apoiados pelos diferentes parceiros do programa: <a href="https://www.mota-engil.com/" target="_blank" rel="noopener">Mota-Engil</a> na área da Construções; <a href="https://www.emel.pt/pt/" target="_blank" rel="noopener">EMEL</a>, na Mobilidade; e <a href="https://gs1pt.org/" target="_blank" rel="noopener">GS1 Portugal</a>, na categoria Retalho. A iniciativa conta também conta com o apoio da <a href="https://www2.deloitte.com/pt/pt.html" target="_blank" rel="noopener">Deloitte</a> (enquanto <em>knowledge partner)</em> e dos <a href="https://www.ctt.pt/grupo-ctt/index" target="_blank" rel="noopener">CTT</a> (<em>strategic partner</em>).</p>
<p>Depois da escolha do júri, haverá um <em>bootcamp</em> de 2 dias – 12 e 13 de Maio -, seguindo-se o arranque do programa de aceleração, a 18 de Maio, que decorre até 12 de Julho. Um dia depois, acontece o <em>Demo Day</em>, onde as <em>startups</em> irão apresentar as soluções tecnológicas que desenvolveram.</p>
<p>O Programa de aceleração Clean Future é uma das nove operações do Hub Criativo do Beato Living Lab, laboratório vivo dedicado aos desenvolvimento de tecnologias e serviços para a sustentabilidade. É promovido pela Unicorn Factory Lisboa e pela Startup Lisboa e cofinanciado pelos EEA Grants no âmbito do Programa “Ambiente, Alterações Climáticas e Economia de Baixo Carbono”.</p></div>
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		<title>Quem são os vencedores do Prémio Cidades e Territórios do Futuro?</title>
		<link>https://smart-cities.pt/noticias/apdc-premio-cidades-territorios-futuro-primeira-edicao/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=apdc-premio-cidades-territorios-futuro-primeira-edicao</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Sónia Sul]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 11 May 2022 17:40:37 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Arquitectura e Urbanismo]]></category>
		<category><![CDATA[Desenvolvimento Sustentável]]></category>
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		<category><![CDATA[Prémio Cidades e Territórios do Futuro]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Acabaram de ser conhecidos os vencedores da primeira edição do Prémio Cidades e Territórios do Futuro, promovido pela APDC – Associação Portuguesa para o Desenvolvimento das Comunicações. Nove projectos tecnológicos demonstraram ser alavancas inovadoras ...</p>
<p>O conteúdo <a rel="nofollow" href="https://smart-cities.pt/noticias/apdc-premio-cidades-territorios-futuro-primeira-edicao/">Quem são os vencedores do Prémio Cidades e Territórios do Futuro?</a> aparece primeiro em <a rel="nofollow" href="https://smart-cities.pt">Smart Cities</a>.</p>
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				<div class="et_pb_text_inner"><p><span style="font-weight: 400;">Acabaram de ser conhecidos os vencedores da primeira edição do </span><a href="http://www.premiocidades-apdc.pt/"><span style="font-weight: 400;">Prémio Cidades e Territórios do Futuro</span></a><span style="font-weight: 400;">, promovido pela </span><a href="https://www.apdc.pt/"><span style="font-weight: 400;">APDC – Associação Portuguesa para o Desenvolvimento das Comunicações</span></a><span style="font-weight: 400;">. Nove projectos tecnológicos demonstraram ser alavancas inovadoras à resposta aos desafios actuais e futuros que se colocam aos territórios em matéria energética, social, económica. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A APDC anunciou hoje, no âmbito do 31.º Digital Business Congress da APDC, os vencedores das nove categorias do recém-criado Prémio Cidades e Territórios do Futuro. Esta distinção, </span><a href="https://smart-cities.pt/noticias/apdc-premio-cidades-territorios-0811/"><span style="font-weight: 400;">cuja criação foi anunciada no passado dia 31 de Outubro</span></a><span style="font-weight: 400;"> [Dia Mundial das Cidades], distingue projectos, ideias e estratégias pioneiros com base tecnológica que promovem a <a href="https://smart-cities.pt/opiniao-entrevista/sustentar-sustentabilidade-0902/">sustentabilidade</a>, a <a href="https://smart-cities.pt/noticias/aml-estrategia-inovacao-1404/">inovação</a> e a <a href="https://smart-cities.pt/noticias/eu-regions-smart-communities-0405/">inteligência</a> urbanas.</span></p>
<h4><b>Soluções para a energia</b></h4>
<p><em><span style="font-weight: 400;">100 Aldeias</span></em><span style="font-weight: 400;">, promovido pela empresa Cleanwatts, é o nome do projecto vencedor na categoria “Economia Circular e Descarbonização&#8221;. A iniciativa destina-se a desenvolver, envolvendo várias entidades locais de território rurais, <a href="https://smart-cities.pt/?s=cer">comunidades de energia</a> para promover o acesso a energia eléctrica limpa e mais barata, promovendo a transição energética e o <a href="https://smart-cities.pt/?s=pobreza+energ%C3%A9tica">combate à pobreza energética</a>. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A energia é também tema de destaque na vertente “Desenvolvimento Económico”, na qual o prémio é atribuído à E-REDES – Distribuição de Eletricidade pelo projecto </span><em><span style="font-weight: 400;">Acelerador para a transição energética do Porto</span></em><span style="font-weight: 400;">. Através da colaboração com a câmara municipal do Porto e a Agência de Energia do Porto, o Porto vai gerar mais energia descentralizada, implementar um carregamento de valor inteligente para a <a href="https://smart-cities.pt/smn/sunenergy-instala-o-primeiro-hub-de-carregamento-de-veiculos-eletricos-em-portugal/">mobilidade eléctrica</a>, testar um sistema modular e interoperável e tecnologias </span><em><span style="font-weight: 400;">smart cities</span></em><span style="font-weight: 400;"> apoiados na <a href="https://smart-cities.pt/noticias/luxifer-future-city-2807/">iluminação pública</a> e criar pontes, num Centro para a Transição Energética do Porto, com a comunidade civil. </span></p>
<h4><b>Soluções para a inclusão e capacitação digital</b></h4>
<p><span style="font-weight: 400;">Na questão do contacto com os cidadãos, a APDC reconhece ainda quatro projectos que melhor usam a tecnologia para transformar os espaços mais habitáveis, sustentáveis e economicamente viáveis. O </span><em><span style="font-weight: 400;">Centro de Cidadania Digital </span></em><span style="font-weight: 400;">(CDI), na categoria “Igualdade e Inclusão”, e a </span><em><span style="font-weight: 400;">Plataforma Recode</span></em><span style="font-weight: 400;">, na de “Qualificações”, são duas contribuições da AICD – Associação para Inserção por CDI que exemplificam isso. O CDI, enquanto espaço colaborativo com acesso a ferramentas digitais, convida qualquer cidadão a identificar soluções para problemas diários. Já a </span><em><span style="font-weight: 400;">Plataforma Recode</span></em><span style="font-weight: 400;"> propõe, no âmbito dos CDI, a <a href="https://smart-cities.pt/educacao/appsfor-good1309literaciadigital/">capacitação digital</a> e tecnológica para criar uma “nova geração de </span><em><span style="font-weight: 400;">problem solvers </span></em><span style="font-weight: 400;">e </span><em><span style="font-weight: 400;">digital makers</span></em><span style="font-weight: 400;">” para novos projectos sociais.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A inclusão nos prémios dos territórios do futuro também é visível na categoria “Relacionamento com o Cidadão e Participação”, onde a vencedora é a ferramenta digital </span><i><span style="font-weight: 400;">O nosso chão</span></i><span style="font-weight: 400;">, que, em formato de <a href="https://smart-cities.pt/noticias/quem-participa-jogo-inovador-inclusao-participacao-autarquias2802/">jogo, estimula a participação cidadã</a> de crianças e jovens na melhoria dos espaços físicos e sociais. Além desta solução dos promotores Rés do Chão e SPOT Games, a iniciativa da Associação dNovo estabelece uma ponte intergeracional. Na dimensão “Colaboração Intergeracional”, a </span><em><span style="font-weight: 400;">Plataforma digital dNovo</span></em><span style="font-weight: 400;"> vence ao oferecer uma “resposta integrada para o problema do desemprego sénior qualificado”, com uma funcionalidade de </span><em><span style="font-weight: 400;">matching</span></em><i><span style="font-weight: 400;">.</span></i></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><iframe title="APDC Prémio ‘Cidades e Territórios do Futuro’ (Teaser)" width="1080" height="608" src="https://www.youtube.com/embed/I5Lli4DNf4I?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture" allowfullscreen></iframe></p>
<h4> </h4>
<h4><b>Outras soluções</b></h4>
<p><span style="font-weight: 400;">No prémio recém-criado pela APDC, houve ainda lugar à atribuição do prémio, na “Mobilidade e Logística&#8221;, à aplicação </span><em><span style="font-weight: 400;">one-stop-shop</span></em><span style="font-weight: 400;"> para turistas </span><em><span style="font-weight: 400;">Letzgo Travel</span></em><span style="font-weight: 400;">, “uma solução disruptiva e altamente tecnológica para o sector do <a href="https://smart-cities.pt/?s=turismo">turismo</a>” onde se concentram audioguias, bilhetes, etc. Já na categoria “<a href="https://smart-cities.pt/noticias/inovacao-vs-covid1112/">Saúde</a> e Bem-Estar”, o destaque foi para o </span><em><span style="font-weight: 400;">Hortee by Fhlud</span></em><span style="font-weight: 400;">, um mercado on-line e uma ferramenta de vendas que facilitam negócios entre <a href="https://smart-cities.pt/noticias/pt-noticia-ferramentas-digitais-para-pequenos-agricultores0876/">agricultores</a> e consumidores.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Por fim, o “Prémio Supra-Categoria” coube ao </span><em><span style="font-weight: 400;">Balcão Único do Prédio</span></em><span style="font-weight: 400;"> (BUPi), dinamizado pela Estrutura de Missão para a Expansão do Sistema de Informação Cadastral Simplificado, desde 2017. Esta plataforma, já implementada “com elevado sucesso” em Portugal, vem simplificar o processo de representação gráfica de prédios rústicos e mistos, permitindo aos proprietários, com apoio técnico, “mapear, entender e valorizar o território português, de forma simples e gratuita”.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Nesta primeira edição, a APDC apresentou ainda menções honrosas nalgumas categorias. São elas uma solução piloto de </span><em><span style="font-weight: 400;">software</span></em><span style="font-weight: 400;"> para a monitorização inteligente de redes de distribuição de água na Águas de Gaia (</span><em><span style="font-weight: 400;">Water Wise System</span></em><span style="font-weight: 400;">), um projecto agrícola que alia tratamento de <a href="https://smart-cities.pt/?s=biorres%C3%ADduos">biorresíduos</a>, <a href="https://smart-cities.pt/smn/tvedras-especies-autoctones-1202/">plantação de árvores</a> e formação profissional de reclusos (</span><em><span style="font-weight: 400;">Projecto Linhó Circular</span></em><i><span style="font-weight: 400;">)</span></i><span style="font-weight: 400;">, bem como os tão conhecidos </span><em><a href="https://www.sns24.gov.pt/guia/balcao-sns-24/"><span style="font-weight: 400;">Balcão SNS 24</span></a></em><span style="font-weight: 400;"> e <a href="https://smart-cities.pt/noticias/cicleai-0909-ferramenta-bicicleta/">aplicação <em>CycleAI</em>, que torna a mobilidade mais ecológica e segura</a>.</span></p></div>
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		<title>Lisboa e Porto são os melhores municípios para viver, visitar e fazer negócios</title>
		<link>https://smart-cities.pt/noticias/melhores-municipios-ranking-1409/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=melhores-municipios-ranking-1409</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Beatriz Cassona]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 14 Sep 2021 09:43:01 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Empreendedorismo]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Turismo]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Lisboa e Porto são considerados os melhores municípios para viver, fazer negócios e turismo, segundo um ranking elaborado pela Bloom Consulting. </p>
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				<div class="et_pb_text_inner"><p>Lisboa e Porto são considerados os melhores municípios para viver, fazer negócios e turismo, segundo um ranking elaborado pela <a href="https://www.bloom-consulting.com/">Bloom Consulting</a>.</p>
<p>A nova edição do <em>Bloom Consulting Portugal City Brand Ranking</em> foi lançada esta terça-feira e surge com o objectivo de destacar os melhores municípios para negócios (atracção de investimento), para visitar e para viver, através da recolha de dados quantitativos e de pesquisas on-line. A análise permite avaliar o desempenho socioeconómico dos 308 municípios portugueses, estabelecendo rankings por regiões e hierarquizando os concelhos em três dimensões (negócios, visitar e viver). Contudo, nesta nova edição, este não é o único destaque – foram igualmente apresentadas as conclusões de um estudo feito sobre o impacto da Covid-19 nos territórios, que se baseou em inquéritos realizados a mais de mil perfis-chave nos 18 distritos nacionais.</p>
<p>O ranking que avalia os melhores municípios para negócios é encabeçado por Lisboa, seguindo-se do Porto, Cascais, Vila Nova de Gaia e Coimbra. Neste ranking, Vila Nova de Gaia estreou-se entre as cinco melhores <em>performances</em> nas marcas de negócios e Oeiras saiu do top 10.</p>
<p>O ranking que avalia os melhores municípios para visitar é igualmente liderado por Lisboa, seguindo-se do Porto, Funchal, Cascais e Portimão. Também aqui Vila Nova de Gaia se estreia na décima posição entre as marcas territoriais mais fortes na área do turismo, enquanto Nazaré sai do top 10.</p>
<p>Por fim, o ranking que avalia os melhores municípios para viver é também encabeçado por Lisboa, seguindo-se do Porto, Coimbra, Braga e Viseu. Contudo, é o município da Maia que se assume como grande destaque, já que sobe dez posições e se distingue entre os 15 melhores desempenhos.</p>
<p>No ranking geral, que tem em consideração todas estas vertentes, estão Lisboa, Porto, Cascais, Braga e Coimbra &#8211; o mesmo top 5 do estudo publicado em 2019. Contudo, é o município de Lisboa que mais se destaca, assumindo-se como &#8220;uma das cidades europeias mais procuradas por investidores, turistas e talento nacional e internacional&#8221;, lê-se no documento lançado pela consultora.</p>
<p>O relatório do estudo deste ano apresenta também três destaques relacionados com a pandemia: o município da Lousã, a região do Alentejo e o<a href="https://smart-cities.pt/noticias/pgebalis-entrevista-pedro-pinto-jesus-0207/"> tema da habitação</a>. Lousã destacou-se relativamente a 2019 em tópicos como ‘Praias’, ‘Atracções turísticas’ e ‘Maravilhas naturais’, o que está em linha com a subida da procura por ‘turismo rural e sustentável’, verificada a nível nacional. O Alentejo foi, de acordo com a consultora, a única região portuguesa a apresentar um volume de interesse proactivo superior ao ano anterior, o que se pode dever ao facto de as pessoas se terem afastado dos meios urbanos durante a pandemia. Por fim, a procura por habitação, entre outros temas ligados à qualidade de vida, passou a ter mais destaque nesta edição, sendo que a pandemia “ajudou a trazer mais relevância aos factores sociais que muitas vezes apareciam num segundo plano”.</p>
<p>Além dos rankings divididos por categorias, este estudo atribui ainda a “Marca Estrela”, uma designação dada a municípios que se destacam nas diversas dimensões e regiões de Portugal. Nas três dimensões já referidas (negócios, viver e visitar), Funchal, Viseu e Braga foram os municípios destacados, respectivamente.</p>
<p>Já o estudo sobre o impacto da Covid-19 nos territórios permite perceber que a pandemia teve um “grande impacto no poder de compra dos portugueses”. Da mesma forma, uma “nova tendência de êxodo urbano” e de trabalho remoto fazem surgir novas oportunidades para alguns municípios. A análise conclui também que, nos próximos tempos, os portugueses pretendem viajar para destinos domésticos, e que “os resultados das próximas eleições serão muito influenciados pela gestão da crise”.</p>
<p>“No ano de 2020 optámos por não fazer o lançamento da VI edição devido à volatilidade dos dados e das circunstâncias do nosso país, de quem nos visita, de quem investe ou procura Portugal para estudar, viver ou trabalhar”, diz Filipe Roquette, director-geral da Bloom Consulting em Portugal, citado no documento lançado. “De Norte a Sul vemos municípios que em condições adversas conseguiram mostrar que uma estratégia de marca forte é uma grande vantagem na recuperação, que uma gestão de informação e comunicação inteligente são essenciais para manter os nossos públicos-alvo activos, interessados e motivados”, acrescenta.</p>
<p>O <a href="https://www.bloom-consulting.com/pt/bloom-consulting-portugal-city-brand-ranking/">website do ranking</a>, onde estão disponibilizados os estudos para <em>download</em>, é também uma das novidades deste ano.</p></div>
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		<title>Torres Vedras vai ter Laboratório Vivo para projectos de hidrogénio verde</title>
		<link>https://smart-cities.pt/noticias/tvedras-green-hydrogen-livinglab-0907/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=tvedras-green-hydrogen-livinglab-0907</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Smart Cities]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 09 Jul 2021 06:05:56 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Empreendedorismo]]></category>
		<category><![CDATA[Energia]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Nos próximos cinco anos, o município de Torres Vedras vai ser um Living Lab Green Hydrogen. O memorando de entendimento para a criação deste laboratório vivo para o hidrogénio verde ...</p>
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				<div class="et_pb_text_inner"><p>Nos próximos cinco anos, o município de Torres Vedras vai ser um <em>Living Lab Green Hydrogen</em>. O memorando de entendimento para a criação deste laboratório vivo para o hidrogénio verde foi assinado por diversas entidades no final do mês de Junho e contempla a constituição de uma plataforma para a promoção da utilização deste recurso energético no concelho torreense.</p>
<p>A intenção de avançar com o <em>Torres Vedras Living Lab Green Hydrogen</em> foi oficialmente concretizada a 30 de Junho, no âmbito da conferência “Torres Vedras rumo à neutralidade carbónica”. O memorando de entendimento, que vigorará, pelo menos, durante cinco anos, pretende incentivar o desenvolvimento de <a href="https://smart-cities.pt/smn/caetano-bus-hidrogenio-0802/">projectos de hidrogénio</a> e, em última instância, promover a neutralidade carbónica.</p>
<p><img loading="lazy" class="wp-image-12758 size-medium alignright" src="https://smart-cities.pt/wp-content/uploads/2021/07/dsc8512_w847-300x200.jpg" alt="" width="300" height="200" srcset="https://smart-cities.pt/wp-content/uploads/2021/07/dsc8512_w847-300x200.jpg 300w, https://smart-cities.pt/wp-content/uploads/2021/07/dsc8512_w847-768x512.jpg 768w, https://smart-cities.pt/wp-content/uploads/2021/07/dsc8512_w847-400x267.jpg 400w, https://smart-cities.pt/wp-content/uploads/2021/07/dsc8512_w847-610x407.jpg 610w, https://smart-cities.pt/wp-content/uploads/2021/07/dsc8512_w847.jpg 847w" sizes="(max-width: 300px) 100vw, 300px" /></p>
<p>A par da câmara municipal de Torres Vedras, <a href="http://www.cm-tvedras.pt/artigos/detalhes/memorando-para-a-criacao-do-torres-vedras-living-lab-green-hydrogen-foi-assinado/">o pacto foi assinado por várias entidades de diversas áreas de intervenção</a>, como investigação e desenvolvimento, indústrias, prestação de serviços, produção de energia e transportadores. Os subscritores comprometeram-se a colaborar neste projecto, através da “partilha de acções e informações entre todos, independentemente dos objectivos particulares de cada um”. Da mesma forma, o <a href="http://www.cm-tvedras.pt/">município de Torres Vedras</a> encarrega-se “de fazer o papel de ligação entre os subscritores do presente memorando e de divulgação de possíveis fontes de financiamento, sejam elas privadas ou públicas”.</p>
<p>Este documento está alinhado com a Estratégia Nacional para o Hidrogénio (EN-H2), que tem como objectivo “introduzir um elemento de incentivo e de estabilidade para o sector energético, promovendo a introdução gradual do hidrogénio verde, enquanto pilar sustentável e integrado numa estratégia mais abrangente de transição para uma economia descarbonizada”, lê-se no memorando.</p>
<p>De acordo com o memorando, o hidrogénio verde é uma “opção eficiente para promover, aprofundar e facilitar a transição energética e, em simultâneo, como oportunidade de desenvolvimento económico, industrial, científico e tecnológico no quadro europeu”. No que respeita a Portugal, existem “fortes argumentos para permanecer na vanguarda da transição energética e construir uma estratégia rumo a uma economia neutra em carbono, baseada em fontes de energia renovável, com foco na eficiência energética e nos benefícios para o consumidor de energia”.</p>
<p>A intenção de criar o <em>Torres Vedras Living Lab Green Hydrogen</em> foi anunciada em Abril à <em>Smart Cities</em> pelo anterior presidente da câmara municipal de Torres Vedras, Carlos Bernardes, numa das <a href="https://smart-cities.pt/noticias/carlos-bernardes-falecimento-entrevista-0405/">últimas entrevistas do falecido governante</a>. A medida faz parte da estratégia do concelho para antecipar a neutralidade carbónica deste território para 2030, explicou, na altura, o responsável. Após o falecimento prematuro do autarca, <a href="http://www.cm-tvedras.pt/municipio/camara-municipal/presidente/">Laura Rodrigues</a> assumiu a presidência da câmara municipal torreense. De notar também que o <em>Living Lab</em> surge em concordância com o Pacto Ecológico Europeu e com o movimento <em>Acordo Cidade Verde</em> dirigido a todos os autarcas dos Estados-Membros da União Europeia.</p></div>
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		<title>Castelo Branco testa novo “Serviço Municipal de Inovação” para apoiar empresas locais</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Smart Cities]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 07 Jul 2021 06:02:47 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Empreendedorismo]]></category>
		<category><![CDATA[Inovação]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Quatro empresas de Castelo Branco vão ter a oportunidade de melhorar as suas competências, acedendo ao novo Serviço Municipal de Inovação. A iniciativa vai decorrer durante o mês de Julho ...</p>
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				<div class="et_pb_text_inner"><p>Quatro empresas de Castelo Branco vão ter a oportunidade de melhorar as suas competências, acedendo ao novo Serviço Municipal de Inovação. A iniciativa vai decorrer durante o mês de Julho e faz parte de um projecto piloto levado a cabo pela câmara municipal albicastrense, que vai, depois, avaliar o seu impacto no tecido empresarial local e, assim, ponderar o seu alargamento a mais empresas.</p>
<p>O novo Serviço Municipal de Inovação albicastrense surge inserido no GAPI – gabinete de apoio à atracção de pessoas e investimentos do concelho, e pretende dotar os gestores empresariais locais das competências necessárias para fazer crescer os seus negócios, introduzir novas tecnologias, melhorar processos, modelos de negócio e de comunicação e reforçar as respectivas marcas.</p>
<p>Segundo a autarquia, quatro empresas ligadas aos sectores automóvel, novas tecnologias e agroalimentar vão, para já, participar, no projecto, podendo assim aceder a formação em métodos de inovação corporativa, assessoria especializada à equipa de gestão das organizações envolvidas e ainda desenvolvimento de competências em matéria de inovação.</p>
<p>No total, estão previstas 65 horas de trabalho, no formato híbrido, que terão lugar ao longo do mês de Julho. Terminado o piloto, a câmara municipal de Castelo Branco vai analisar o impacto do novo serviço junto das empresas e avaliar o alargamento da medida a todas as empresas interessadas.</p>
<p>“A autarquia tem consciência de que a inovação é um grande motor para o aumento da competitividade nas empresas e, por isso, decidimos avançar, numa lógica de projecto-piloto, na criação de um serviço transversal a todos os sectores do tecido empresarial da região”, afirma, em comunicado, José Augusto Alves, presidente da câmara municipal. “O <em>Serviço Municipal de Inovação</em> é uma aposta estratégica e diferenciadora do município, que vem reforçar a dinâmica de apoio que tempos levado a cabo no sector agroalimentar e traduz o nosso desejo de termos empresas cada vez mais capacitadas para inovar”, concluiu o autarca.</p></div>
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		<item>
		<title>Ecossistema de inovação e empreendedorismo do Beato testa soluções inteligentes para a sustentabilidade ambiental</title>
		<link>https://smart-cities.pt/noticias/hub-criativo-beato-0206/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=hub-criativo-beato-0206</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Filipa Cardoso]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 02 Jun 2021 06:36:20 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Empreendedorismo]]></category>
		<category><![CDATA[Inovação]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Pretende ser um dos “maiores pólos de inovação e empreendedorismo da Europa” e está a fazer por isso: na antiga Manutenção Militar, na zona Oriental de Lisboa, o Hub Criativo do Beato ...</p>
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				<div class="et_pb_text_inner"><p>Pretende ser um dos “maiores pólos de inovação e empreendedorismo da Europa” e está a fazer por isso: na antiga Manutenção Militar, na zona Oriental de Lisboa, o Hub Criativo do Beato (HCB) está em obras, mas as ideias para o espaço não param de surgir. A mais recente foi apresentada na última quinta-feira, na Casa do Capitão, e propõe criar um laboratório vivo no HCB. A ideia é testar, ali, soluções com vista à sustentabilidade ambiental, acrescentando-lhes uma  “camada de inteligência” que permita usar a analítica de dados para alimentar a inovação.</p>
<p>Durante três anos, a iniciativa vai incluir nove operações estruturadas nas áreas de energia, edifícios, mobilidade e economia circular e ambiente que transformarão o HCB num “<em>smart campus</em> e laboratório vivo permanente”, num investimento de cerca de dois milhões de euros co-financiados em 40% pelos <em>EEA Grants</em>.</p>
<p><em>Sustentabilidade</em> vai ser palavra chave do projecto, que será levado a cabo pela Startup Lisboa (entidade responsável pela gestão do HCB), com a coordenação técnica da Lisboa E-Nova e em parceria com a câmara municipal de Lisboa (CML). O <em>HCB Living Lab</em> (HCB LL) conta também com a participação de um consórcio de parceiros – alguns dos quais residentes do HCB –, no qual se incluem Carris, Circular, DST Solar, Innovation Point, Mota-Engil Renewing, Praça, Prio, Schréder, The Browers Company e Watt-IS. Nesta “acção concertada” entre os sectores públicos e privados com vista a uma transição energética justa, o projecto ambiciona ainda envolver a comunidade científica e as comunidades locais, avançou Maria João Rodrigues, da Lisboa E-Nova.</p>
<p>A criação de uma comunidade de energia renovável (solar) é uma das acções previstas e que vai permitir demonstrar, no HCB, como este “conceito avançado” pode funcionar, unindo produtores-consumidores (<em>prosumers</em>, na expressão em inglês), consumidores e soluções de armazenamento dinâmico, recorrendo a uma infraestrutura de carregamento eléctrico a implementar. Segundo Maria João Rodrigues, para além das empresas parceiras que assegurarão a implementação das soluções, a demonstração irá também envolver entidades públicas do sector energético que estão “muito interessadas” no conceito.</p>
<p>Na área da mobilidade sustentável, o uso de transportes públicos vai ser promovido através do <em>Beato BioBus</em>, utilizando, nos autocarros que servem o local, biodiesel feito a partir de óleos alimentares recolhidos no HCB e junto da comunidade envolvente. Está também previsto que a cobertura do edifício da Factory ganhe vida com a criação de uma horta urbana nos 700 metros quadrados disponíveis. A acção tem vários objectivos, desde a investigação à demonstração de viabilidade de produção, incluindo a produção de lúpulo para a cerveja artesanal e de aromáticas, de forma a aproveitar as cadeias curtas e de proximidade, e a adopção do modelo de hortas urbanas da CML. Adicionalmente, a instalação de uma horta na cobertura vai ajudar a equipa a analisar o impacto no desempenho ambiental da estrutura.</p>
<p>Por sua vez, de forma a melhorar o sistema de iluminação pública do local, que assenta já em tecnologia LED, o projecto vai introduzir uma “camada de inteligência” à infraestrutura, testando diferentes valências nos postes de iluminação existentes.</p>
<p><strong>Inteligência e dados ao serviço da inovação </strong></p>
<p>Em complemento à sustentabilidade ambiental, o HCB LL pretende incentivar a inovação e o desenvolvimento de soluções tecnológicas. É o que vai acontecer, por exemplo, com o sistema alimentar: de modo a promover a circularidade, o projecto contempla a criação de uma ferramenta de fluxos materiais associados ao sistema de restauração para avaliar as estratégias de cadeia curta com diferentes âmbitos territoriais e de fecho de ciclo.</p>
<p>A recolha e a análise de dados serão também peças no HCB LL, articulando com aquilo que está já a ser feito pela cidade de Lisboa fora dos limites deste laboratório vivo, apontou Maria João Rodrigues. Para isso, será criado um sistema de sensorização e carregamento HCB, implementado na infraestrutura de postes existentes e que será equipada com sensores de ocupação e ambientais, sistemas de som, CCTV e carregamento eléctrico, a par de uma estação meteorológica de referência e sensores de radiação instalados nas coberturas de edifícios selecionados.</p>
<p>Estes dados serão agregados numa plataforma de gestão inteligente, a <em>HCB i-Management</em>, que permitirá a análise e monitorização dos KPIs do projecto, e vão alimentar o novo <em>Laboratório de Dados HCB,</em> a partir do qual serão lançados desafios à comunidade científica para encontrar soluções em áreas prioritárias para a iniciativa. Por fim, e incentivando o empreendedorismo, estes dados serão também a matéria-prima para um <em>Programa de Aceleração Clean Tech</em>, que será conduzido pela StartUp Lisboa.</p>
<p><strong>Um projecto para “ser copiado”</strong></p>
<p>“Queremos transformar o HCB num <em>smart campus</em> de excelência e contribuir para a melhoria da sustentabilidade ambiental do projecto a partir das operações inovadoras que estamos a lançar. Através deste laboratório vivo, esperamos também motivar o ecossistema empresarial da cidade a integrar soluções sustentáveis na criação e desenvolvimento dos seus negócios, bem como, inspirar a criação de novos laboratórios vivos noutros ecossistemas de empreendedorismo”, explicou, por sua vez, em comunicado, Miguel Fontes, director executivo da StartUp Lisboa.</p>
<p>A apresentação do HCB LL aconteceu no âmbito da 10ª Semana de Empreendedorismo de Lisboa, que decorreu entre os dias 24 e 30 de Maio, e contou com a presença de representantes dos vários parceiros envolvidos no projecto, incluindo os vereadores da CML José Sá Fernandes e Miguel Gaspar. Enquanto responsável pelos pelouros da inovação, economia e mobilidade, Miguel Gaspar apontou o HCB LL como um “projecto sobre cidades inteligentes” que mostra o que se “consegue fazer em parceria”, “quando há interesse das partes” e não “[só] porque existe financiamento”. O autarca sublinhou ainda as possibilidades que locais como o HCB, por não serem espaços públicos, proporcionam à experimentação, e mostrou-se convicto de que este é um “projecto que outros vão copiar”.</p>
<p>Para além dos governantes locais, estiveram também presentes Tove Bruvik Westberg, embaixadora da Noruega em Portugal, Susana Ramos, coordenadora dos <em>EEA Grants</em>, e Alexandra Carvalho, directora do Fundo Ambiental. Recorde-se que os EEA Grants consistem no Mecanismo Financeiro plurianual, através do qual a Islândia, o Liechtenstein e a Noruega apoiam financeiramente os Estados-Membros da União Europeia com maiores desvios da média europeia do PIB <em>per capita</em>, onde se inclui Portugal. Até aqui, mais de 200 projectos em território português foram já apoiados pelo mecanismo em áreas como mar, ambiente, cultura, conciliação e igualdade de género.</p></div>
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		<title>Comité das Regiões Europeu elege Castelo Branco como um dos “faróis de uma recuperação europeia sustentável”</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Alexandra Costa]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 26 Mar 2021 10:14:19 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Empreendedorismo]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Castelo Branco]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O Comité das Regiões Europeu (CR) atribuiu, na semana passada, o reconhecimento de Região Empreendedora Europeia (EER) 2021-22 a cinco regiões, sendo Castelo Branco o único município português a fazer parte do conjunto de “faróis de uma recuperação europeia sustentável”...</p>
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				<div class="et_pb_module et_pb_text et_pb_text_7  et_pb_text_align_left et_pb_bg_layout_light">
				
				
				<div class="et_pb_text_inner"><p>O Comité das Regiões Europeu (CR) atribuiu, na semana passada, o reconhecimento de <em>Região Empreendedora Europeia (EER) 2021-22</em> a cinco regiões, sendo Castelo Branco o único município português a fazer parte do conjunto de “faróis de uma recuperação europeia sustentável”. A estratégia para a inovação e a ambição ecológica ao nível regional foram os motivos que colocaram os albicastrenses nas escolhas da entidade europeia.</p>
<p>Para além de Castelo Branco, o prémio foi também atribuído a Helsínquia, na Finlândia, Gabrovo, na Bulgária, Madrid, em Espanha, Provença-Alpes-Côte d’Azur, em França, e Silésia, na Polónia, durante uma cerimónia on-line que decorreu na semana passada. A distinção europeia reconhece “regiões que demonstrem uma visão empresarial de excelência, um plano de crescimento inteligente, assente em estratégias mais inovadoras, mais promissoras, mais credíveis e mais orientadas para o futuro”. Estes territórios têm também em comum o facto de terem sido profundamente afectados pela crise e de terem tido a capacidade de encará-la como “uma oportunidade para redefinirem o rumo do seu desenvolvimento económico”, explica o CR.</p>
<p>No caso de Castelo Branco, o projecto “Empreendedorismo para uma Recuperação Sustentável&#8221; foi determinante, destacando-se a “forte ambição verde e uma sólida integração na Estratégia Regional de Inovação mais ampla da Região Centro de Portugal”. O CR considera que o município “alberga um grande potencial para uma recuperação sustentável após a pandemia”, graças ao seu sector agroalimentar “dinâmico e forte compromisso político na mudança ecológica”. Para além disso, Castelo Branco destacou-se ainda pelo empenho na “promoção de uma cultura empreendedora”, nomeadamente no que se refere às medidas de apoio adoptadas nas administrações públicas e nos estabelecimentos de ensino, avança o CR. Recorde-se que, recentemente e entre outras iniciativas, <a href="http://www.cm-castelobranco.pt/municipe/noticias/detalhe-noticia/?id=13740" target="_blank" rel="noopener">a câmara municipal albicastrense aprovou um pacote de medidas extraordinárias de apoio à economia local no valor de 1,6 milhões de euros, tendo canalizado mais de 4 milhões de euros em apoios desde o início da pandemia. </a></p>
<p>José Augusto Alves, presidente da câmara municipal de Castelo Branco afirmou que a região tem hoje um “verdadeiro ecossistema empreendedor”. E acrescentou que “os pilares desta aposta assentam em várias infraestruturas cuja dinamização permite estimular o empreendedorismo jovem, direccionando-o de forma a tornar as empresas mais competitivas”.</p>
<p>Sobre o vencedor português, Apostolos Tzitzikostas, presidente do Comité das Regiões Europeu, fez questão de destacar o ecossistema de parcerias, afirmando que “um sector de Pequenas e Médias empresas (PME) sólido e sustentável é a chave para a recuperação e para a criação de empregos locais”.</p>
<p>Na edição condensada 2021-2022 (por causa da pandemia) do prémio <em>Região Empreendedora Europeia (EER),</em> <span lang="pt-PT">o tema central foi «Empreendedorismo em prol de uma recuperação sustentável». A distinção</span><span lang="pt-PT"> EER foi criada em parceria com a Comissão Europeia e conta com o apoio de partes interessadas a nível europeu como a </span> <a href="https://smeunited.eu/"> <span lang="pt-PT">SMEunited</span> </a> <span lang="pt-PT">, a </span> <a href="http://www.eurochambres.eu/"> <span lang="pt-PT">Eurochambres</span> </a> <span lang="pt-PT"> (Associação das Câmaras de Comércio e Indústria Europeias), a </span> <a href="http://www.socialeconomy.eu.org/"> <span lang="pt-PT">Social Economy Europe</span> </a> <span lang="pt-PT"> e a </span> <a href="http://www.eurada.org/"> <span lang="pt-PT">EURADA</span> </a> <span lang="pt-PT"> (Associação Europeia de Agências de Desenvolvimento Económico).</span></p>
<p><iframe title="Entrepreneurial societies make resilient regions - European Entrepreneurial Region 2021" width="1080" height="608" src="https://www.youtube.com/embed/ENkxey0O77o?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture" allowfullscreen></iframe></p></div>
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		<title>Como desbloquear oportunidades de financiamento</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Jorge Rodrigues de Almeida]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 19 Jul 2019 08:17:49 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Ambiente]]></category>
		<category><![CDATA[Empreendedorismo]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[financiamento]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O financiamento é, muitas vezes, apontado como uma das principais barreiras à execução de projetos no âmbito das cidades inteligentes.<br />
No entanto, existem muitas...</p>
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				<div class="et_pb_text_inner"><p><strong>O financiamento é, muitas vezes, apontado como uma das principais barreiras à execução de projetos no âmbito das cidades inteligentes. No entanto, existem muitas oportunidades de financiamento disponíveis, tanto a nível nacional, como europeu. Saiba como aproveitá-las.</strong></p></div>
			</div> <!-- .et_pb_text --><div class="et_pb_module et_pb_text et_pb_text_9  et_pb_text_align_left et_pb_bg_layout_light">
				
				
				<div class="et_pb_text_inner"><p>O conceito das <em>smart cities</em> tem ganho cada vez mais espaço no léxico municipal com um conjunto de cidades a apresentar novos projetos, muitos deles disruptivos, num espectro alargado de dimensões da política urbana e que tipicamente colocam o cidadão no seu centro. Uma simples busca na internet e verificamos que cidades, das mais distintas dimensões e geografias, reivindicam o título de <em>smart city</em>. Para além das cidades, encontramos também múltiplos fornecedores que apresentam novas soluções tecnológicas ou modelos de negócio inovadores que permitem sustentar o conceito.</p>
<p>Esta evolução tecnológica é uma excelente oportunidade para as cidades atualizarem as suas infraestruturas através da adoção em larga escala de tecnologias inteligentes que permitem melhorar a qualidade de vida da população, promover novos serviços e gerar emprego, no entanto, o desafio reside essencialmente no financiamento das soluções. Assim, e face aos constrangimentos financeiros das autarquias locais, estas necessitam de encontrar, por um lado, sistemas de incentivo nacionais e europeus que permitam alavancar projetos altamente inovadores e, por outro, modelos de negócios alternativos que viabilizem e atraiam financiamento privado.</p>
<p>Se, por um lado, as cidades concentram a maioria da população, da riqueza e das atividades económicas, e, por outro, temos sistemas de incentivo especificamente direcionados para projetos de smart cities e investidores privados ou institucionais que oferecem múltiplas linhas de financiamento e que procuram projetos bancáveis, porque será que não há mais projetos a ver a luz do dia? O problema reside exatamente na “bancabilidade” dos projetos, que é dificultada por um conjunto de fatores dos quais gostaria de destacar o risco tecnológico, a difícil valorização económica dos benefícios e a necessidade de rotura com o “business as usual”.</p>
<p>É conhecida a relutância de muitos dos investidores institucionais em tecnologias não maduras. Uma vez que estamos a falar à escala da cidade e com o forte desenvolvimento tecnológico a que assistimos, muitos são os projetos que preveem ser pioneiros a implantar uma determinada tecnologia, reduzindo assim a confiança desses investidores na desejável integração, maturidade e usabilidade da tecnologia pela ausência de demostração prévia de prova de conceito.</p>
<p>Por sua vez, o financiamento típico de projetos de investimento em infraestruturas (por exemplo com base em project finance) baseia-se nos cash flows gerados por estas, no entanto, em muitos projetos de <em>smart cities</em> é difícil monetizar os benefícios (i.e., traduzir os benefícios, por exemplo, sociais, qualidade do ar ou de saúde pública, em benefícios económicos e financeiros), demostrando assim os <em>cash flows</em> e possíveis retornos financeiros gerados para o promotor e consequentemente para o investidor.</p>
<p>Por último, as novas tecnologias estão, muitas vezes, associadas a novos modelos de negócio que esbarram em modelos e regras de contratação pública complexas e, por vezes, inflexíveis ou no justificado receio dos responsáveis técnicos e políticos das cidades em alterar os paradigmas e modelos adotados recorrentemente. Um bom exemplo desta barreira é a dificuldade que as cidades tiveram (e ainda têm) em implementar os contratos de desempenho energético, em que o investimento é realizado tendo por base as poupanças futuras geradas pelas medidas de eficiência energética a implementar.</p>
<p>&nbsp;</p></div>
			</div> <!-- .et_pb_text --><div class="et_pb_module et_pb_text et_pb_text_10  et_pb_text_align_left et_pb_bg_layout_light">
				
				
				<div class="et_pb_text_inner"><p><strong>Aproveitar o que existe</strong></p>
<p>Então, como é que o seu município pode tirar partido das oportunidades de financiamento existentes? O primeiro (e fundamental) passo em qualquer tentativa de financiar um projeto de smart cities é o desenvolvimento de um plano estratégico, abrangente e integrado que permita contextualizar e capitalizar os pontos fortes da estratégia e dos diferentes projetos, evidenciando a sua relevância para a cidade e para os cidadãos. Na definição do plano estratégico, devem ser adotados processos participativos, envolvendo os diferentes stakeholders, como os cidadãos, as empresas tecnológicas e os investidores nas decisões.</p>
<p>Importa garantir que as soluções adotadas são integradas e abrangem áreas tão distintas como a mobilidade, a energia ou a habitação, tendo ao mesmo tempo em consideração os impactos locais das alterações climáticas ou políticas regionais e nacionais que possam influenciar os investimentos a realizar.</p>
<p>Na seleção das opções de financiamento para projetos específicos não devem ser descuradas as possibilidades existentes. Estas podem ter por base sistemas de incentivos ou fundos estruturais de base europeia ou nacional ou, em alternativa, modelos de negócio que permitam alavancar financiamento privado. Saliente-se que as duas opções não são incompatíveis, devendo ser vistos, sempre que possível, como complementares.</p>
<p>Em termos de sistemas de incentivo, mais do que sublinhar as oportunidades nacionais que advêm do Portugal 2020 ou do Fundo Ambiental (ainda que, por vezes, com a chancela da descarbonização ou adaptação às alterações climáticas), destacam-se as <em>Urban Innovative Actions</em> (UIA), que têm apoiado projetos muito distintos e inovadores, alguns, ainda que sob a égide de outros temas, são claramente impulsionadores de smart cities; ou o Horizonte 2020, que tem linhas de apoio, aqui, sim, específicas para <em>smart cities</em>, como por exemplo o programa “Lighthouse Projects”.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><img loading="lazy" class="size-full wp-image-6744 aligncenter" src="https://smart-cities.pt/wp-content/uploads/2019/07/1907financiamento02.png" alt="" width="650" height="340" srcset="https://smart-cities.pt/wp-content/uploads/2019/07/1907financiamento02.png 650w, https://smart-cities.pt/wp-content/uploads/2019/07/1907financiamento02-300x157.png 300w, https://smart-cities.pt/wp-content/uploads/2019/07/1907financiamento02-400x209.png 400w, https://smart-cities.pt/wp-content/uploads/2019/07/1907financiamento02-610x319.png 610w" sizes="(max-width: 650px) 100vw, 650px" /></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Pese embora, nos dois exemplos anteriores, estarmos a falar da “liga dos campeões”, as cidades e empresas portuguesas não deverão deixar de apresentar a suas propostas e, acima de tudo, não deverão ter receio da concorrência. O recente exemplo do “Aveiro STEAM City”, apoiado através das UIA, ou a participação de Lisboa no “Sharing Cities”, apoiado pelo Horizonte 2020, mostram que as nossas cidades, ainda que de diferentes dimensões, podem “competir” de igual para igual com qualquer cidade europeia!</p>
<p>Para 2020, está prevista uma revisão alargada dos sistemas de incentivo, no entanto, não se prevê, por parte da Comissão Europeia, uma redução do investimento neste sector, e, muito pelo contrário, alguns dos programas sairão reforçados, abrindo novas oportunidades.</p>
<p>Em termos de financiamento, os modelos a adotar podem apresentar distintos formatos, desde soluções que financiam o próprio projeto baseadas, por exemplo, em project finance, empréstimos tradicionais, equity ou crowdfunding, ou soluções que adotam estratégias alternativas através de, por exemplo, modelos baseados em receitas ou poupanças geradas. Neste modelo, existem múltiplas soluções, destacando-se o financiamento através das poupanças geradas, por exemplo, pelas medidas de eficiência energética que integram o projeto (o que acontece frequentemente com a iluminação pública, na qual a introdução de LED pode gerar 70% de poupança na fatura energética) ou o financiamento dos investimentos em infraestruturas/tecnologia através da partilha das receitas obtidas através de possíveis contratos de disponibilização de serviço com utilizadores finais (por exemplo investimentos em redes de informação).</p>
<p>Na preparação do projeto, deve ser tido em consideração possíveis esquemas de agrupamento de projetos através do agrupamento de diferentes tecnologias ou diferentes entidades adjudicantes num só projeto tendo em consideração os diferentes riscos dos mesmos por forma a aumentar a atratividade e confiança dos investidores através da redução do risco e (se possível) aumento do volume de investimento e consequentemente dos cash flows.</p>
<p>Após a definição da opção de financiamento, importa definir com clareza a estrutura de contratação a adotar, sendo que, dependendo do fim do projeto, esta pode assumir diferentes tipologias tão distintas como a simples aquisição de serviços ou empreitadas a parcerias público-privadas. A seleção da estrutura deverá ter por base a transferência de risco e a inovação do projeto, sem deixar de considerar as regras da contratação pública e alguns limites por estas impostas.</p>
<p>Assim, com o projeto já maduro, e apenas nesta fase, deverão ser contactados os investidores privados, tendo por base um resumo executivo e um modelo financeiro que inclua uma descrição de todos os requisitos mencionado anteriormente, bem como uma análise dos principais riscos do projeto e de sensibilidade, assegurando-se que a proposta de projeto é factual e realista e tem por base prossupostos bem documentados e suportados.</p>
<p>Para conhecer mais sobre as iniciativas disponíveis a nível europeu, recomenda-se uma visita ao “<a href="http://www.eu-smartcities.eu">Marketplace of the European Innovation Partnership on Smart Cities and Communities</a>” e ao “<a href="http://www.smartcities-infosystem.eu">Smart Cities Information System</a>”, onde pode encontrar a mais variada informação sobre casos de sucesso, linhas de financiamento, modelos de negócio ou eventos de “matchmaking” entre cidades, fornecedores tecnológicos e investidores.</p></div>
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		<title>Faro: #EUCodeWeek impulsiona aposta nas novas tecnologias digitais</title>
		<link>https://smart-cities.pt/empreendedorismo/faro-eucodeweek2510/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=faro-eucodeweek2510</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Smart Cities]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 25 Oct 2018 08:00:21 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Empreendedorismo]]></category>
		<category><![CDATA[Inovação]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[faro]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O município de Faro anunciou, na semana passada, a sua adesão formal à #EUCodeWeek, uma iniciativa europeia que promove a literacia digital e a programação, no próximo ano. Em 2019, as empresas...</p>
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				<div class="et_pb_text_inner"><p>O município de Faro anunciou, na semana passada, a sua adesão formal à #EUCodeWeek, uma iniciativa europeia que promove a literacia digital e a programação, no próximo ano. Desta forma, em 2019, as empresas, organizações e comunidades da cidade vão ter mais um impulso para se posicionarem na inovação tecnológica, mas há mais iniciativas a acontecer no território algarvio.</p>
<p>Já no terreno, a autarquia tem em curso projectos com vista à desmaterialização de processos, a instalação de Wi-Fi no centro histórico com o desenvolvimento de uma app de realidade aumentada e um novo sítio on-line de turismo, e ainda a melhoria da infra-estrutura tecnológica interna da autarquia. No total, segundo fonte municipal, o investimento estimado para estes projectos é de 275 mil euros.</p>
<p>De acordo com a mesma fonte, em preparação está a implementação do orçamento participativo e associativismo e ainda a instalação de infra-estruturas <em>Faro Inteligente</em> em três locais (Largo de S. Pedro, Alameda e Mata do Liceu), de um sistema de gestão de frota e de intranet nas escolas. Para isto, a autarquia prevê um investimento de 75 mil euros, sendo que, em estudo, estão também a introdução de mais infra-estruturas <em>Faro Inteligente</em> noutros verticais da cidade, como estacionamento, mobilidade e ambiente, na gestão horizontal do município, e ainda a instalação de sistemas de videovigilância.</p>
<p>A #EUCodeWeek 2018 decorreu com várias iniciativas por toda a Europa entre os dias 6 e 21 de Outubro. Em Portugal, foram organizadas 130 iniciativas, três das quais em Faro. Um delas foi no sentido de preparar a participação da cidade algarvia na edição do próximo ano e, para isso, a câmara municipal realizou um encontro com várias empresas tecnológicas presentes fisicamente no município. Também neste âmbito e com vista a tornar o <em>coding</em>  atractivo à comunidade mais jovem, a escola EB1/JI do Carmo recebeu uma aula especial sobre linguagem de programação <em>scratch</em> desenvolvida pelo MIT Media Lab. A ideia é que esta actividade seja alargada a outras escolas do concelho no próximo ano, contando, para o efeito, com o apoio das empresas tecnológicas farenses.</p>
<p>“Ao integrar esta iniciativa, o município assinala de forma peremptória que se está a preparar para uma transformação digital pró-activa e está atento às oportunidades e desafios que este processo representa também para os munícipes e demais agentes locais”, afirmou Rogério Bacalhau, presidente da câmara municipal de Faro. “Dada a importância das políticas de educação e juventude em Faro, não poderíamos de deixar de aproveitar a #EUCodeWeek para que aprendamos mais acerca de tecnologia”, conclui o autarca.</p>
<p>&nbsp;</p></div>
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