<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
	>

<channel>
	<title>Arquivo de Saúde - Smart Cities</title>
	<atom:link href="https://smart-cities.pt/./saude/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>https://smart-cities.pt</link>
	<description>Cidades Sustentáveis</description>
	<lastBuildDate>Thu, 29 May 2025 09:02:15 +0000</lastBuildDate>
	<language>pt-PT</language>
	<sy:updatePeriod>
	hourly	</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>
	1	</sy:updateFrequency>
	<generator>https://wordpress.org/?v=5.6.14</generator>

<image>
	<url>https://smart-cities.pt/wp-content/uploads/2020/11/cropped-10492228_701321296600589_5448516178694072304_n-32x32.png</url>
	<title>Arquivo de Saúde - Smart Cities</title>
	<link>https://smart-cities.pt</link>
	<width>32</width>
	<height>32</height>
</image> 
	<item>
		<title>Cidades mais verdes ajudam a evitar problemas respiratórios, diz estudo</title>
		<link>https://smart-cities.pt/noticias/cidades-mais-verdes-ajudam-a-evitar-problemas-respiratorios-diz-estudo-29-05/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=cidades-mais-verdes-ajudam-a-evitar-problemas-respiratorios-diz-estudo-29-05</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Nelson Jerónimo Rodrigues]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 29 May 2025 07:48:41 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[asma]]></category>
		<category><![CDATA[cidades verdes]]></category>
		<category><![CDATA[doenças respiratórias]]></category>
		<category><![CDATA[saude]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://smart-cities.pt/?p=38032</guid>

					<description><![CDATA[<p>Um em cada 10 casos de asma poderia ser evitado com melhorias no ambiente urbano, revela um estudo que envolveu 350 mil pessoas de sete países da Europa. O trabalho concluiu que a combinação de fatores como a poluição atmosférica, os espaços urbanos densos e a falta de áreas verdes aumentam o risco de asma.</p>
<p>O conteúdo <a rel="nofollow" href="https://smart-cities.pt/noticias/cidades-mais-verdes-ajudam-a-evitar-problemas-respiratorios-diz-estudo-29-05/">Cidades mais verdes ajudam a evitar problemas respiratórios, diz estudo</a> aparece primeiro em <a rel="nofollow" href="https://smart-cities.pt">Smart Cities</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="et_pb_section et_pb_section_0 et_section_regular" >
				
				
				
				
					<div class="et_pb_row et_pb_row_0">
				<div class="et_pb_column et_pb_column_4_4 et_pb_column_0  et_pb_css_mix_blend_mode_passthrough et-last-child">
				
				
				<div class="et_pb_module et_pb_text et_pb_text_0 et_animated  et_pb_text_align_left et_pb_bg_layout_light">
				
				
				<div class="et_pb_text_inner"><p>Um em cada 10 casos de asma poderia ser evitado com melhorias no ambiente urbano, revela um estudo que envolveu 350 mil pessoas de sete países da Europa. O trabalho, realizado pelo Instituto Karolinska<em>, n</em>a Suécia, concluiu que a combinação de fatores como a poluição atmosférica nas cidades, os espaços urbanos densos e a falta de áreas verdes aumentam o risco de asma na população, tanto em crianças como em adultos.</p>
<p>“Sabemos que a asma tem causas multifatoriais, incluindo genética e estilo de vida, mas o nosso estudo mostra que uma parcela significativa dos casos está ligada a fatores ambientais modificáveis”, explicou Zhebin Yu, um dos autores do documento, publicado na revista <em>The Lancet Regional Health – Europe.</em></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>“Estudos anteriores calcularam o risco de um fator ambiental de cada vez, mas nós combinámos vários fatores ambientais e descrevemos a forma como estes, em conjunto, afetam o risco de desenvolver asma. Isto proporciona uma melhor explicação dos riscos ambientais, uma vez que a vida na cidade costuma envolver a exposição a vários fatores de risco ambiental ao mesmo tempo&#8221;, acrescentou o investigador e professor universitário.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>De facto, durante o período do estudo, quase 7.500 participantes desenvolveram asma e, de um modo geral, observou-se que os maiores riscos estão associados a uma elevada exposição a partículas e dióxido de azoto, bem como aos “agrupamentos caracterizados por uma elevada área construída e baixos níveis de vegetação”.</p>
<p>Utilizando uma pontuação de risco ambiental que combina os três domínios, a exposição conjunta destes fatores foi consistentemente associada a riscos mais elevados de asma, levando os investigadores a admitir que 11,6% dos casos identificados poderiam ser explicados por uma combinação multifatorial.</p>
<p>Para minimizar os impactos das doenças respiratórias – só a asma afeta cerca de 340 milhões de pessoas em todo o mundo -, os cientistas apresentaram um conjunto de recomendações às cidades e ao poder local. Entre elas estão a redução do tráfego de veículos poluentes em áreas densamente povoadas, a expansão de áreas verdes e corredores de ar puro e uma maior fiscalização dos limites de emissões poluentes.</p>
<p>O mesmo significa dizer que um planeamento urbano que tenha em conta os riscos identificados pelo estudo poderá evitar e atenuar o desenvolvimento de problemas do foro respiratório. “Se as cidades priorizarem um ambiente mais saudável, podemos prevenir milhares de casos de asma e outras doenças respiratórias”, concluiu o coautor do estudo Erik Melén.</p>
<p>Fotografia de destaque: Unsplash</p></div>
			</div> <!-- .et_pb_text -->
			</div> <!-- .et_pb_column -->
				
				
			</div> <!-- .et_pb_row -->
				
				
			</div> <!-- .et_pb_section -->
<span class="et_bloom_bottom_trigger"></span><p>O conteúdo <a rel="nofollow" href="https://smart-cities.pt/noticias/cidades-mais-verdes-ajudam-a-evitar-problemas-respiratorios-diz-estudo-29-05/">Cidades mais verdes ajudam a evitar problemas respiratórios, diz estudo</a> aparece primeiro em <a rel="nofollow" href="https://smart-cities.pt">Smart Cities</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Quem sucede a Guimarães? Procura-se Capital Verde Europeia 2027</title>
		<link>https://smart-cities.pt/noticias/quem-sucede-a-guimaraes-procura-se-capital-verde-europeia-2027-22-01/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=quem-sucede-a-guimaraes-procura-se-capital-verde-europeia-2027-22-01</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Nelson Jerónimo Rodrigues]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 21 Jan 2025 06:29:07 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Águeda]]></category>
		<category><![CDATA[ambiente]]></category>
		<category><![CDATA[Capital Verde Europeia]]></category>
		<category><![CDATA[folha verde europeia]]></category>
		<category><![CDATA[guimarães]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://smart-cities.pt/?p=36487</guid>

					<description><![CDATA[<p>Estão abertas as candidaturas ao prémio Capital Verde Europeia, uma distinção da Comissão Europeia que reconhece os esforços locais para melhorar o meio ambiente e, simultaneamente, a economia e a qualidade de vida nas cidades. Prémio Folha Verde Europeia também procura municípios interessados.</p>
<p>O conteúdo <a rel="nofollow" href="https://smart-cities.pt/noticias/quem-sucede-a-guimaraes-procura-se-capital-verde-europeia-2027-22-01/">Quem sucede a Guimarães? Procura-se Capital Verde Europeia 2027</a> aparece primeiro em <a rel="nofollow" href="https://smart-cities.pt">Smart Cities</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="et_pb_section et_pb_section_1 et_section_regular" >
				
				
				
				
					<div class="et_pb_row et_pb_row_1">
				<div class="et_pb_column et_pb_column_4_4 et_pb_column_1  et_pb_css_mix_blend_mode_passthrough et-last-child">
				
				
				<div class="et_pb_module et_pb_text et_pb_text_1  et_pb_text_align_left et_pb_bg_layout_light">
				
				
				<div class="et_pb_text_inner"><p>Estão abertas as candidaturas ao prémio Capital Verde Europeia (<em>European Green Capital</em>), uma distinção da Comissão Europeia que reconhece os esforços locais para melhorar o meio ambiente e, simultaneamente, a economia e a qualidade de vida nas cidades.</p>
<p>Até 15 de abril, os municípios com mais de 100 mil habitantes podem concorrer à edição de 2027, que volta a entregar à vencedora um prémio monetário de 600 mil euros, além do prestígio associado à iniciativa. A cidade eleita irá suceder a Vilnius, na Lituânia, a atual Capital Verde Europeia, e a Guimarães, que venceu a edição de 2026. O município minhoto ganhou a corrida a Heilbron, na Alemanha, e a Klagenfurt, na Áustria, estando já a preparar diversas iniciativas para o próximo ano, além de ter reforçado os esforços na revitalização urbana, proteção da biodiversidade, gestão de resíduos e descarbonização.</p>
<p>Como nas anteriores edições, um júri de peritos irá avaliar o desempenho das cidades concorrentes em sete indicadores ambientais: Qualidade do ar, Água, Biodiversidade, Zonas verdes e utilização sustentável dos solos, Resíduos e ruído da economia circular, Mitigação das alterações climáticas e Adaptação às alterações climáticas.</p>
<p>O anúncio das finalistas está previsto para o mês de junho ou julho, enquanto a vencedora será conhecida no outono durante uma cerimónia realizada em Vilnius.</p>
<p>Jessika Roswall, comissária responsável pelo Ambiente, Resiliência Hídrica e Economia Circular Competitiva, já desafiou as cidades a concorrerem, lembrando que esta é “uma oportunidade para mostrar o quão sustentáveis são e para partilharem histórias inspiradoras e boas práticas com outras cidades”.</p>
<h4><strong>Folha Verde Europeia</strong></h4>
<p>Paralelamente ao prémio Capital Verde Europeia, a Comissão Europeia também organiza a distinção Folha Verde Europeia (<em>European Green Leaf Award</em>), destinada a cidades e áreas urbanas com menor dimensão, entre 20 mil a 100 mil habitantes.</p>
<p>Este prémio poderá ser entregue a um ou dois municípios, tal como ficou decidido na edição de 2026, com a cidade de Águeda e de Vaasa, na Finlândia, a partilharem o estatuto de vencedoras. As duas eleitas ultrapassaram a concorrência de Boi de Llobregat, em Espanha, e de Saint-Quentin, em França, tendo direito cada uma a um prémio monetário de 200 mil euros, valor também atribuído em 2027.</p>
<p>Os membros do júri, os critérios de escolha e o prazo de candidatura são os mesmos do prémio principal. Até agora, 17 cidades conquistaram o Prémio Capital Verde Europeia, entre elas Guimarães e Lisboa, enquanto 19 municípios ganharam o Prémio Folha Verde Europeia. Neste caso, além de Águeda, também Valongo (juntamente com a neerlandesa Winterswijk), em 2022, e Torres Vedras (a par de Mollet del Vallès, Espanha), em 2015, figuram na lista de vencedores.</p>
<p><em>Fotografia de destaque:</em> © Shutterstock</p></div>
			</div> <!-- .et_pb_text --><div class="et_pb_module et_pb_cta_0 et_pb_promo  et_pb_text_align_left et_pb_bg_layout_dark et_pb_no_bg">
				
				
				<div class="et_pb_promo_description"><h2 class="et_pb_module_header">Leia também</h2></div>
				<div class="et_pb_button_wrapper"><a class="et_pb_button et_pb_promo_button" href="https://smart-cities.pt/noticias/guimaraes-eleita-capital-verde-europeia-27-11/" target="_blank">Guimarães eleita Capital Verde Europeia</a></div>
			</div>
			</div> <!-- .et_pb_column -->
				
				
			</div> <!-- .et_pb_row -->
				
				
			</div> <!-- .et_pb_section -->
<span class="et_bloom_bottom_trigger"></span><p>O conteúdo <a rel="nofollow" href="https://smart-cities.pt/noticias/quem-sucede-a-guimaraes-procura-se-capital-verde-europeia-2027-22-01/">Quem sucede a Guimarães? Procura-se Capital Verde Europeia 2027</a> aparece primeiro em <a rel="nofollow" href="https://smart-cities.pt">Smart Cities</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Mortes devido ao calor podem disparar no Alentejo até 2100</title>
		<link>https://smart-cities.pt/noticias/mortes-devido-ao-calor-podem-disparar-no-alentejo-ate-2100-17-01/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=mortes-devido-ao-calor-podem-disparar-no-alentejo-ate-2100-17-01</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Nelson Jerónimo Rodrigues]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 17 Jan 2025 06:33:23 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[alentejo]]></category>
		<category><![CDATA[calor]]></category>
		<category><![CDATA[dora neto]]></category>
		<category><![CDATA[estudo]]></category>
		<category><![CDATA[mortes por calor]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://smart-cities.pt/?p=36388</guid>

					<description><![CDATA[<p>As mortes prematuras atribuíveis ao calor têm vindo a aumentar gradualmente no Alentejo e, se nada for feito, a mortalidade associada às altas temperaturas poderá mais do que quadruplicar até ao final do século. A projeção faz parte de um estudo realizado por investigadores portugueses.</p>
<p>O conteúdo <a rel="nofollow" href="https://smart-cities.pt/noticias/mortes-devido-ao-calor-podem-disparar-no-alentejo-ate-2100-17-01/">Mortes devido ao calor podem disparar no Alentejo até 2100</a> aparece primeiro em <a rel="nofollow" href="https://smart-cities.pt">Smart Cities</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="et_pb_section et_pb_section_2 et_section_regular" >
				
				
				
				
					<div class="et_pb_row et_pb_row_2">
				<div class="et_pb_column et_pb_column_4_4 et_pb_column_2  et_pb_css_mix_blend_mode_passthrough et-last-child">
				
				
				<div class="et_pb_module et_pb_text et_pb_text_2  et_pb_text_align_left et_pb_bg_layout_light">
				
				
				<div class="et_pb_text_inner"><p>As mortes prematuras atribuíveis ao calor têm vindo a aumentar gradualmente no Alentejo e, se nada for feito, a mortalidade associada às altas temperaturas poderá mais do que quadruplicar até ao final do século. A projeção faz parte de um estudo de dois investigadores portugueses, realizado no âmbito da estratégia regional da adaptação às alterações climáticas no Alentejo e publicado na revista <a href="https://link.springer.com/article/10.1186/s12889-024-21058-8" target="_blank" rel="noopener">BMC Public Health</a>, que traça dois cenários climáticos distintos.</p>
<p>O primeiro, mais moderado, tem em consideração um aumento na temperatura do Planeta de 1,8 graus Celsius até 2100, resultante de um maior controlo das emissões de gases com efeito de estufa. Como resultado, prevê que o número de mortes quase que duplique em relação às primeiras duas décadas do século, passando de 3,64% para 6,61%. Já o cenário mais extremo, baseado num aumento médio de 3,7 graus, prevê uma subida bastante mais drástica, para 15,88%, ou seja, mais de quatro vezes superior.</p>
<p>“As projeções são preocupantes em ambos os cenários e colocam em evidência a importância das medidas de mitigação, bem como a necessidade de não se subestimar os efeitos do calor na saúde. Mesmo o cenário mais gravoso, em que pouco ou nada seria feito, é tido por muitos como inverosímil, mas não nos esqueçamos que o Planeta já atingiu a marca dos 1,5 graus e ainda estamos longe de 2100”, lembra Dora Neto, que realizou o trabalho em conjunto com o cientista Miguel Bastos Araújo.</p>
<p>Em entrevista à Smart Cities, a investigadora da Universidade de Évora admite que a região não está a conseguir adaptar-se de forma eficaz ao crescente aumento do calor. “Na verdade, não encontrámos evidências, pelo menos a longo prazo, de uma redução de mortes associadas ao calor e, portanto, isso sugere que ao longo do tempo as medidas implementadas até agora não têm sido suficientemente eficazes para mitigar os impactos associados”, concretiza.</p>
<p>Face a esta realidade, os autores do estudo defendem um reforço de medidas conjuntas e integradas, a começar pelo planeamento urbano e pela construção sustentável, como, por exemplo, a priorização de espaços que favoreçam a ventilação natural, a eficiência energética e o isolamento térmico, numa ótica de redução da dependência do ar condicionado. Simultaneamente é necessário sensibilizar as populações, até porque, acrescentam, “em comparação com o frio, os efeitos do calor parecem continuar a ser subestimados e não totalmente compreendidos pelas pessoas”.</p>
<h4><strong>Ondas de calor agravam riscos</strong></h4>
<p>De acordo com o estudo, em duas décadas e meia, entre 1980 e 2015, houve 5296 mortes prematuras no Alentejo atribuíveis ao calor. O mesmo significa dizer que, em média, acontecerem cerca de 151 óbitos por ano devido às altas temperaturas, mas, lembra Dora Neto, convém ter em consideração que “as mortes foram evoluindo em termos quantitativos, ou seja, aumentando gradualmente ao longo do tempo”.</p>
<p>Além disso, uma parte considerável destes óbitos prematuros podem ser atribuídos a uma onda de calor que aconteceu em 2003, mais precisamente entre 27 de julho e 15 de agosto. Só nesse período, poderão ter morrido no Alentejo 289 pessoas devido ao calor extremo, o que, diz a investigadora, “traduz de forma muito direta o impacto de uma onda de calor, tanto mais que ela foi prolongada no tempo e muito intensa”.</p>
<p>Outra das conclusões do estudo revela que, de forma algo surpreendente, não há evidências de uma aclimatação fisiológica ao calor. Ou seja, ao contrário do que é mencionado nos planos de contingência da região do Alentejo, não se constata uma maior tolerância do corpo à medida que o verão vai avançando.</p>
<p>Os investigadores analisaram também as mortes associadas ao calor em quatro sub-regiões alentejanas &#8211; Alentejo Central, Alentejo Litoral, Alto Alentejo e Baixo Alentejo – e, no final, concluíram que “o padrão da curva que revela o risco de mortalidade é semelhante para todas, ou seja, surge em forma de J e é exponencial”. No entanto, também se observou que, para as mesmas intensidades de temperatura, os riscos são maiores no Alentejo Litoral. “Isto mostra que as populações de regiões mais frescas, pelo seu histórico de exposição, apresentam uma menor tolerância ao calor”, explica Dora Neto. Ao mesmo tempo, o maior número de mortes verifica-se no Alto Alentejo, provavelmente “devido a uma maior frequência de dias com temperaturas mais elevadas e com intensidades também superiores”, acrescenta a investigadora da Universidade de Évora.</p>
<p><em><br />
Fotografia de destaque:</em> © Shutterstock</p>
<p>&nbsp;</p></div>
			</div> <!-- .et_pb_text --><div class="et_pb_module et_pb_cta_1 et_pb_promo  et_pb_text_align_left et_pb_bg_layout_dark et_pb_no_bg">
				
				
				<div class="et_pb_promo_description"><h2 class="et_pb_module_header">Leia também</h2></div>
				<div class="et_pb_button_wrapper"><a class="et_pb_button et_pb_promo_button" href="https://smart-cities.pt/noticias/calor-extremo-e-cada-vez-mais-perigoso-nas-cidades-ue-mostra-como-arrefecer-areas-urbanas-24-07/" target="_blank">“Calor extremo é cada vez mais perigoso nas cidades”. UE mostra como arrefecer áreas urbanas</a></div>
			</div>
			</div> <!-- .et_pb_column -->
				
				
			</div> <!-- .et_pb_row -->
				
				
			</div> <!-- .et_pb_section -->
<span class="et_bloom_bottom_trigger"></span><p>O conteúdo <a rel="nofollow" href="https://smart-cities.pt/noticias/mortes-devido-ao-calor-podem-disparar-no-alentejo-ate-2100-17-01/">Mortes devido ao calor podem disparar no Alentejo até 2100</a> aparece primeiro em <a rel="nofollow" href="https://smart-cities.pt">Smart Cities</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Healthcare Support Center: inovação criada por jovens de Tondela continua a arrecadar prémios</title>
		<link>https://smart-cities.pt/noticias/healthcare-support-center-inovacao-criada-por-jovens-de-tondela-continua-a-arrecadar-premios-29-10/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=healthcare-support-center-inovacao-criada-por-jovens-de-tondela-continua-a-arrecadar-premios-29-10</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Nelson Jerónimo Rodrigues]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 29 Oct 2024 13:00:47 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[app start up]]></category>
		<category><![CDATA[apps for good]]></category>
		<category><![CDATA[Healthcare Support Center]]></category>
		<category><![CDATA[inovação]]></category>
		<category><![CDATA[secundária de tondela]]></category>
		<category><![CDATA[tondela]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://smart-cities.pt/?p=34797</guid>

					<description><![CDATA[<p>Depois de ter conquistado dois prémios na 10.ª edição do concurso Apps For Good, a Healthcare Support Center venceu agora os Prémios App Start Up, entregues na passada quinta-feira durante o Portugal Digital Summit.</p>
<p>O conteúdo <a rel="nofollow" href="https://smart-cities.pt/noticias/healthcare-support-center-inovacao-criada-por-jovens-de-tondela-continua-a-arrecadar-premios-29-10/">Healthcare Support Center: inovação criada por jovens de Tondela continua a arrecadar prémios</a> aparece primeiro em <a rel="nofollow" href="https://smart-cities.pt">Smart Cities</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="et_pb_section et_pb_section_3 et_section_regular" >
				
				
				
				
					<div class="et_pb_row et_pb_row_3">
				<div class="et_pb_column et_pb_column_4_4 et_pb_column_3  et_pb_css_mix_blend_mode_passthrough et-last-child">
				
				
				<div class="et_pb_module et_pb_text et_pb_text_3  et_pb_text_align_left et_pb_bg_layout_light">
				
				
				<div class="et_pb_text_inner"><p>Depois de ter conquistado dois prémios na 10.ª edição do concurso <a href="https://www.appsforgood.org.pt/AppsForGood/Home" target="_blank" rel="noopener">Apps For Good</a>, a Healthcare Support Center venceu agora os Prémios App Start Up, entregues na passada quinta-feira durante o <a href="https://portugaldigitalsummit.pt/" target="_blank" rel="noopener">Portugal Digital Summit</a>. Mas afinal, que solução é esta que tem suscitado tanto interesse e reconhecimento? Trata-se se um sistema de monitorização e suporte remoto médico em tempo real, que funciona 24 horas por dia, através da implementação de sensores de humidade colocados na cama ou nos lençóis de uma pessoa hospitalizada ou acamada.</p>
<p>Este sistema foi criado por três alunos do curso profissional de informática da Escola Secundária de Tondela &#8211; Matilde Machado, Carlos Soares e Joel Dias &#8211; e a ideia surgiu depois de uma visita que este último fez à avó no hospital. “Ao encontrá-la urinada na cama, fiquei a pensar nisso e, mais tarde, em conversa com o nosso professor, tentámos encontrar uma solução para esse problema”, contou à Smart Cities Joel Dias, de 17 anos.</p>
<p>Juntos, criaram sensores capazes de enviar notificações para uma aplicação, também desenvolvida pelos jovens, que avisa as equipas de enfermagem sempre que uma determinada cama ou roupa está molhada. Ao mesmo tempo, é acionado um aviso luminoso junto à cama que serve de alternativa ou ajuda a reforçar a informação.</p>
<p>“Este projeto passou por uma validação no hospital Tondela-Viseu e a enfermeira chefe explicou-nos que o atendimento mais rápido pode ajudar a evitar úlceras de pressão. Além disso, alertou-nos para os elevados níveis de mortalidade em idosos por causa das ondas de calor, por isso decidimos juntar também um sensor de temperatura que liga o ar condicionado sempre que o quarto atinge uma determinada temperatura”, explicou o professor Paulo Nogueira, diretor do curso profissional de instalação e gestão de redes.</p>
<p>O docente revelou à Smart Cities que a Secundária de Tondela já conquistou outros prémios de inovação, “o que explica bem o envolvimento e o entusiasmo dos alunios”. No ano passado também venceu a 12.ª edição do <a href="https://www.cimvdl.pt/projeto-smart-feed-pets-e-o-grande-vencedor-da-12-a-edicao-do-projeto-wanted-escolas-empreeendedoras-da-cim-viseu-dao-lafoes/" target="_blank" rel="noopener">programa Wanted</a> com o projeto Smart Feed Pets, um alimentador automático para animais de companhia, desenvolvido com recurso a tecnologia IoT. E porque as ideias parecem fervilhar naquela escola, os alunos já estão a pensar desenvolver uma nova solução, desta vez “destinada ao aproveitamento da água pluvial para fins menos nobres, como lavar o carro ou regar o jardim”.</p>
<p>Quanto ao futuro do Healthcare Support Center, Joel Dias afirmou que talvez venha a ter alguns aperfeiçoamentos, enquanto Matilde Castro, também com 17 anos, admitiu que gostaria de ver este equipamento noutros hospitais do país. “Seria um orgulho, porque este é um projeto com capacidade para ajudar muita gente e hoje em dia não há nenhum equipamento igual”, afirmou a aluna. “Além disso, já tivemos uma universidade de Lisboa que se mostrou interessada no projeto e disse que estaria disponível para nos ajudar a fazer os sensores”, concluiu.</p></div>
			</div> <!-- .et_pb_text --><div class="et_pb_module et_pb_cta_2 et_pb_promo  et_pb_text_align_left et_pb_bg_layout_dark et_pb_no_bg">
				
				
				<div class="et_pb_promo_description"><h2 class="et_pb_module_header">Leia também</h2></div>
				<div class="et_pb_button_wrapper"><a class="et_pb_button et_pb_promo_button" href="https://smart-cities.pt/ambiente/criancas-e-jovens-do-porto-chamadas-a-construir-uma-cidade-mais-sustentavel-06-09-2024-2/" target="_blank">Crianças e jovens do Porto chamadas a construir uma cidade mais sustentável</a></div>
			</div>
			</div> <!-- .et_pb_column -->
				
				
			</div> <!-- .et_pb_row -->
				
				
			</div> <!-- .et_pb_section -->
<span class="et_bloom_bottom_trigger"></span><p>O conteúdo <a rel="nofollow" href="https://smart-cities.pt/noticias/healthcare-support-center-inovacao-criada-por-jovens-de-tondela-continua-a-arrecadar-premios-29-10/">Healthcare Support Center: inovação criada por jovens de Tondela continua a arrecadar prémios</a> aparece primeiro em <a rel="nofollow" href="https://smart-cities.pt">Smart Cities</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Mortes provocadas pelo calor podem duplicar em Portugal até 2100</title>
		<link>https://smart-cities.pt/noticias/mortes-provocadas-pelo-calor-podem-duplicar-em-portugal-ate-2100/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=mortes-provocadas-pelo-calor-podem-duplicar-em-portugal-ate-2100</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Nelson Jerónimo Rodrigues]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 26 Aug 2024 07:02:47 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[calor]]></category>
		<category><![CDATA[mortes por calor]]></category>
		<category><![CDATA[portugal]]></category>
		<category><![CDATA[temperaturas extremas]]></category>
		<category><![CDATA[The Lancet]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://smart-cities.pt/?p=32782</guid>

					<description><![CDATA[<p>Portugal poderá ser um dos países da Europa mais atingidos pelo aumento de mortalidade associada ao calor, diz um estudo científico publicado recentemente na revista The Lancet Public Health.</p>
<p>O conteúdo <a rel="nofollow" href="https://smart-cities.pt/noticias/mortes-provocadas-pelo-calor-podem-duplicar-em-portugal-ate-2100/">Mortes provocadas pelo calor podem duplicar em Portugal até 2100</a> aparece primeiro em <a rel="nofollow" href="https://smart-cities.pt">Smart Cities</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="et_pb_section et_pb_section_4 et_section_regular" >
				
				
				
				
					<div class="et_pb_row et_pb_row_4">
				<div class="et_pb_column et_pb_column_4_4 et_pb_column_4  et_pb_css_mix_blend_mode_passthrough et-last-child">
				
				
				<div class="et_pb_module et_pb_text et_pb_text_4  et_pb_text_align_left et_pb_bg_layout_light">
				
				
				<div class="et_pb_text_inner"><p>Portugal poderá ser um dos países da Europa mais atingidos pelo aumento de mortalidade associada ao calor, diz um estudo científico publicado na revista <a href="https://www.thelancet.com/journals/lanpub/home" target="_blank" rel="noopener">The Lancet Public Health</a>. O trabalho, que recolheu e comparou dados de 854 cidades europeias projeta que, a manterem-se as atuais políticas climáticas globais, as mortes por calor no nosso país poderão subir de 1.008 para 2.284 por cada 100 mil pessoas até ao ano de 2100. Isto, tendo em consideração o cenário de um aquecimento global de 3°C<strong>.<br /></strong><br />Partindo da mesma previsão, em toda a Europa o número de mortes até ao final do século poderá triplicar, passando das atuais 43.729 para 128.809 e atingindo sobretudo os países do Sul, como Portugal, Espanha, Itália, Grécia e algumas partes de França. Tal como já acontece atualmente, os idosos e doentes vão continuar a ser os mais afetados, o que leva ao alerta dos especialistas. &#8220;Há uma necessidade crítica de desenvolver políticas mais específicas para proteger estas áreas e os membros da sociedade mais vulneráveis às temperaturas extremas&#8221;, afirmou o investigador do Centro Comum de Investigação (CCI) da Comissão Europeia, David García-León.</p>
<p>Os autores do estudo lembram ainda que “as cidades são particularmente afetadas pelos fatores de stress ambiental e pelas alterações climáticas”, e preveem que as diferenças socioambientais, económicas e climáticas entre elas “conduzam a maiores variações da vulnerabilidade aos riscos associados às temperaturas”.</p>
<p>Atualmente, morrem oito vezes mais pessoas de frio do que de calor na Europa, mas a proporção de mortes causadas pelo frio e pelo calor &#8220;vai mudar drasticamente durante este século, com um aumento das mortes atribuídas às altas temperaturas em todas as partes da Europa&#8221;, alertou Juan Carlos Ciscar, também investigador do CCI.</p>
<p>Já no que diz respeito às baixas temperaturas, e partindo do mesmo cenário, as mortes atribuídas ao frio na Europa poderão baixar ligeiramente, passando de 363.809 para 333.703 em 2100. No caso específico de Portugal, o decréscimo é mais acentuado, diminuindo de 7.345 (nas condições atuais) para 4.682 (subida de 3°C).</p>
<p>Em sentido contrário, países nórdicos como a Noruega ou a Suécia, mas também a Irlanda, poderão ver aumentar o número de mortes devido às baixas temperaturas. Também neste caso, os investigadores acreditam que este aumento estará diretamente relacionado com o envelhecimento da população nestas regiões.</p>
<p><em>Fotografia de destaque:</em> © Shutterstock</p></div>
			</div> <!-- .et_pb_text --><div class="et_pb_module et_pb_cta_3 et_pb_promo  et_pb_text_align_left et_pb_bg_layout_dark et_pb_no_bg">
				
				
				<div class="et_pb_promo_description"><h2 class="et_pb_module_header">Leia também</h2></div>
				<div class="et_pb_button_wrapper"><a class="et_pb_button et_pb_promo_button" href="https://smart-cities.pt/noticias/calor-extremo-e-cada-vez-mais-perigoso-nas-cidades-ue-mostra-como-arrefecer-areas-urbanas-24-07/" target="_blank">“Calor extremo é cada vez mais perigoso nas cidades”. UE mostra como arrefecer áreas urbanas</a></div>
			</div>
			</div> <!-- .et_pb_column -->
				
				
			</div> <!-- .et_pb_row -->
				
				
			</div> <!-- .et_pb_section -->
<span class="et_bloom_bottom_trigger"></span><p>O conteúdo <a rel="nofollow" href="https://smart-cities.pt/noticias/mortes-provocadas-pelo-calor-podem-duplicar-em-portugal-ate-2100/">Mortes provocadas pelo calor podem duplicar em Portugal até 2100</a> aparece primeiro em <a rel="nofollow" href="https://smart-cities.pt">Smart Cities</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Portugal entre os países da UE que mais reduziu gases com efeito de estufa</title>
		<link>https://smart-cities.pt/saude/portugal-entre-os-paises-da-ue-que-mais-reduziu-gases-com-efeito-de-estufa-16-08/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=portugal-entre-os-paises-da-ue-que-mais-reduziu-gases-com-efeito-de-estufa-16-08</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Nelson Jerónimo Rodrigues]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 16 Aug 2024 14:55:31 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Ambiente]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[eurostat]]></category>
		<category><![CDATA[gases com efeito de estufa]]></category>
		<category><![CDATA[pib]]></category>
		<category><![CDATA[portugal]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://smart-cities.pt/?p=32509</guid>

					<description><![CDATA[<p>No primeiro trimestre do ano, Portugal reduziu as emissões de gases com efeito de estufa (GEE) em 5,8%, o que faz do nosso país o 5.º da União Europeia (UE) com uma maior diminuição neste período. </p>
<p>O conteúdo <a rel="nofollow" href="https://smart-cities.pt/saude/portugal-entre-os-paises-da-ue-que-mais-reduziu-gases-com-efeito-de-estufa-16-08/">Portugal entre os países da UE que mais reduziu gases com efeito de estufa</a> aparece primeiro em <a rel="nofollow" href="https://smart-cities.pt">Smart Cities</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="et_pb_section et_pb_section_5 et_section_regular" >
				
				
				
				
					<div class="et_pb_row et_pb_row_5">
				<div class="et_pb_column et_pb_column_4_4 et_pb_column_5  et_pb_css_mix_blend_mode_passthrough et-last-child">
				
				
				<div class="et_pb_module et_pb_text et_pb_text_5  et_pb_text_align_left et_pb_bg_layout_light">
				
				
				<div class="et_pb_text_inner"><p>No primeiro trimestre do ano, Portugal reduziu as emissões de gases com efeito de estufa (GEE) em 5,8%, o que faz do nosso país o 5.º da União Europeia (UE) com uma maior diminuição neste período. De acordo com o <a href="https://ec.europa.eu/eurostat/en/web/products-eurostat-news/w/ddn-20240816-1" target="_blank" rel="noopener">Eurostat</a>, apenas a Bulgária (- 15,1%), a Alemanha (- 6,7%), a Bélgica (- 6%) e a Finlândia (- 5,8%) obtiveram uma redução mais expressiva entre janeiro e março, em comparação com os mesmos meses de 2023. No ano anterior as reduções tinham sido de 0,2% (1.º trimestre), 3% (2.º), 4,3% (3.º) e 2,2% (4.º).</p>
<p>Portugal está também entre os 12 países que, mesmo reduzindo emissões, conseguiu aumentar a riqueza nacional, ou seja, o Produto Interno Bruto (PIB). Neste caso, a subida foi de 1,4% do PIB em termos homólogos. Malta, o país que mais aumentou emissões de gases com efeito de estufa, 8.7%, foi também o que verificou a maior subida no PIB. Lituânia, Letónia, Grécia, Roménia e Eslovénia são as outras nações onde se verificou uma subida das emissões nos primeiros três meses de 2024.</p>
<p><div id="attachment_32512" style="width: 531px" class="wp-caption alignright"><img aria-describedby="caption-attachment-32512" loading="lazy" class="wp-image-32512 " src="https://smart-cities.pt/wp-content/uploads/2024/08/greenhouse-gas-emissions-by-the-economy-aug-2024-300x169.jpg" alt="" width="521" height="294" srcset="https://smart-cities.pt/wp-content/uploads/2024/08/greenhouse-gas-emissions-by-the-economy-aug-2024-300x169.jpg 300w, https://smart-cities.pt/wp-content/uploads/2024/08/greenhouse-gas-emissions-by-the-economy-aug-2024-1024x576.jpg 1024w, https://smart-cities.pt/wp-content/uploads/2024/08/greenhouse-gas-emissions-by-the-economy-aug-2024-768x432.jpg 768w, https://smart-cities.pt/wp-content/uploads/2024/08/greenhouse-gas-emissions-by-the-economy-aug-2024-1536x864.jpg 1536w, https://smart-cities.pt/wp-content/uploads/2024/08/greenhouse-gas-emissions-by-the-economy-aug-2024-2048x1152.jpg 2048w, https://smart-cities.pt/wp-content/uploads/2024/08/greenhouse-gas-emissions-by-the-economy-aug-2024-400x225.jpg 400w, https://smart-cities.pt/wp-content/uploads/2024/08/greenhouse-gas-emissions-by-the-economy-aug-2024-610x343.jpg 610w, https://smart-cities.pt/wp-content/uploads/2024/08/greenhouse-gas-emissions-by-the-economy-aug-2024-1080x608.jpg 1080w" sizes="(max-width: 521px) 100vw, 521px" /><p id="caption-attachment-32512" class="wp-caption-text">Fonte: Eurostat</p></div></p>
<p>A nível global, a União Europeia reduziu os GEE em 4%, depois dos 27 terem produzido um total de 894 milhões de toneladas de dióxido de carbono. Dos 20 países que melhoraram em termos de emissões, oito registaram ao mesmo tempo uma quebra na economia, informa o mais recente relatório do gabinete de estatística da União Europeia.</p>
<p>Recorde-se que Portugal tem como ambição alcançar a neutralidade carbónica até 2050, e se possível, antecipar esta meta para 2045. Segundo o <em>Climate Change Performance Index (CCPI) 2023</em>, integra o grupo de países com “alto” desempenho (a segunda melhor classificação) tendo em conta a média das quatro categorias em análise: Emissões de Gases com Efeito de Estufa, Energias renováveis, Uso da energia e Política climática. </p>
<p><em>Fotografia de destaque:</em> © Unsplash</p></div>
			</div> <!-- .et_pb_text --><div class="et_pb_module et_pb_cta_4 et_pb_promo  et_pb_text_align_left et_pb_bg_layout_dark et_pb_no_bg">
				
				
				<div class="et_pb_promo_description"><h2 class="et_pb_module_header">Leia também</h2></div>
				<div class="et_pb_button_wrapper"><a class="et_pb_button et_pb_promo_button" href="https://smart-cities.pt/noticias/calor-extremo-e-cada-vez-mais-perigoso-nas-cidades-ue-mostra-como-arrefecer-areas-urbanas-24-07/" target="_blank">“Calor extremo é cada vez mais perigoso nas cidades”. UE mostra como arrefecer áreas urbanas</a></div>
			</div>
			</div> <!-- .et_pb_column -->
				
				
			</div> <!-- .et_pb_row -->
				
				
			</div> <!-- .et_pb_section -->
<span class="et_bloom_bottom_trigger"></span><p>O conteúdo <a rel="nofollow" href="https://smart-cities.pt/saude/portugal-entre-os-paises-da-ue-que-mais-reduziu-gases-com-efeito-de-estufa-16-08/">Portugal entre os países da UE que mais reduziu gases com efeito de estufa</a> aparece primeiro em <a rel="nofollow" href="https://smart-cities.pt">Smart Cities</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Mortes por calor: Portugal entre os países europeus mais afetados</title>
		<link>https://smart-cities.pt/noticias/mortes-por-calor-portugal-entre-os-paises-europeus-mais-afetados-13-08/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=mortes-por-calor-portugal-entre-os-paises-europeus-mais-afetados-13-08</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Nelson Jerónimo Rodrigues]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 13 Aug 2024 16:07:19 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[calor]]></category>
		<category><![CDATA[Instituto de Saúde Global de Barcelona]]></category>
		<category><![CDATA[mortalidade calor]]></category>
		<category><![CDATA[poertugal]]></category>
		<category><![CDATA[revista nature]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://smart-cities.pt/?p=32435</guid>

					<description><![CDATA[<p>Mais de 47 mil pessoas poderão ter morrido na Europa em 2023 devido às altas temperaturas. A estimativa é avançada num estudo do Instituto de Saúde Global de Barcelona (ISGlobal), recentemente publicado na revista Nature Medicine. </p>
<p>O conteúdo <a rel="nofollow" href="https://smart-cities.pt/noticias/mortes-por-calor-portugal-entre-os-paises-europeus-mais-afetados-13-08/">Mortes por calor: Portugal entre os países europeus mais afetados</a> aparece primeiro em <a rel="nofollow" href="https://smart-cities.pt">Smart Cities</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="et_pb_section et_pb_section_6 et_section_regular" >
				
				
				
				
					<div class="et_pb_row et_pb_row_6">
				<div class="et_pb_column et_pb_column_4_4 et_pb_column_6  et_pb_css_mix_blend_mode_passthrough et-last-child">
				
				
				<div class="et_pb_module et_pb_text et_pb_text_6  et_pb_text_align_left et_pb_bg_layout_light">
				
				
				<div class="et_pb_text_inner"><p>Mais de 47 mil pessoas poderão ter morrido na Europa em 2023 devido às altas temperaturas. A estimativa é avançada num estudo do Instituto de Saúde Global de Barcelona (ISGlobal), recentemente publicado na revista <a href="https://www.nature.com/articles/s41591-024-03186-1" target="_blank" rel="noopener">Nature Medicine</a>. De acordo com os investigadores, os países mais afetados são todos do sul da Europa e entre eles encontra-se Portugal, com a sexta maior taxa de mortalidade devido ao calor: 136 mortes por cada milhão de habitantes. Pior só a Grécia (393 mortes por milhão), Bulgária (229 mortes por milhão), Itália (209 mortes por milhão), Espanha (175 mortes por milhão) e Chipre (167 mortes por milhão).</p>
<p>O trabalho sugere que das 47.690 mortes por calor extremo no conjunto dos 35 países, a grande maioria (47.312) aconteceu no período mais quente do ano passado, entre 29 de maio e 1 de outubro. Ainda assim, estes números são inferiores aos de 2022, ano em que as altas temperaturas causaram mais de 60 mil mortes durante o verão. Em ambos os casos, os resultados mostram uma maior vulnerabilidade das mulheres e dos idosos.</p>
<p>Depois de compararem os dados mais recentes com os de anos anteriores, os autores do estudo concluíram que o número de mortes poderia ter sido bem mais elevado se não tivesse havido medidas de adaptação ao calor. Por exemplo, caso as temperaturas registadas no ano passado ocorressem no período entre 2000 e 2004, a mortalidade por calor teria ultrapassado as 85 mil vítimas. Trata-se de uma vulnerabilidade ao calor 80% superior ao período de 2015-2019 que, no caso dos idosos poderia chegar aos 100%.<br /><strong><br /></strong>“Os nossos resultados mostram como houve processos de adaptação da sociedade às altas temperaturas durante o século atual, que reduziram drasticamente a vulnerabilidade ao calor e a carga de mortalidade dos últimos verões, especialmente entre os idosos”, afirma Elisa Gallo, uma das autoras do estudo.</p>
<p>Os progressos na assistência médica, a utilização de aparelhos de ar condicionado, os planos de prevenção e as políticas públicas de informação ajudam a justificar o atenuar das consequências, mas os investigadores alertaram para a necessidade de existirem mais estratégias de adaptação. Entre elas poderão estar, por exemplo, a melhoria do planeamento urbano e a criação de mais espaços verdes, bem como uma aposta nas energias limpas e nos transportes públicos, como forma de reduzir as emissões de gases de efeito de estufa.</p>
<p>Medidas urgentes precisam-se, dizem os especialistas, até porque como apontam todos os estudos, as temperaturas não vão parar de aumentar e as ondas de calor estão a tornar-se cada vez mais severas e frequentes.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><em>Fotografia de destaque:</em> © Shutterstock</p></div>
			</div> <!-- .et_pb_text --><div class="et_pb_module et_pb_cta_5 et_pb_promo  et_pb_text_align_left et_pb_bg_layout_dark et_pb_no_bg">
				
				
				<div class="et_pb_promo_description"><h2 class="et_pb_module_header">Leia também</h2></div>
				<div class="et_pb_button_wrapper"><a class="et_pb_button et_pb_promo_button" href="https://smart-cities.pt/noticias/calor-extremo-e-cada-vez-mais-perigoso-nas-cidades-ue-mostra-como-arrefecer-areas-urbanas-24-07/" target="_blank">“Calor extremo é cada vez mais perigoso nas cidades”. UE mostra como arrefecer áreas urbanas</a></div>
			</div>
			</div> <!-- .et_pb_column -->
				
				
			</div> <!-- .et_pb_row -->
				
				
			</div> <!-- .et_pb_section -->
<span class="et_bloom_bottom_trigger"></span><p>O conteúdo <a rel="nofollow" href="https://smart-cities.pt/noticias/mortes-por-calor-portugal-entre-os-paises-europeus-mais-afetados-13-08/">Mortes por calor: Portugal entre os países europeus mais afetados</a> aparece primeiro em <a rel="nofollow" href="https://smart-cities.pt">Smart Cities</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Cities Changing Diabetes Lisboa lança toolkit que avalia impacto do ambiente urbano na saúde</title>
		<link>https://smart-cities.pt/noticias/1511-cities-changing-diabetes-lisboa-obesidade-foodscapes-toolkit-prevencao-ambiente-urbano/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=1511-cities-changing-diabetes-lisboa-obesidade-foodscapes-toolkit-prevencao-ambiente-urbano</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Sónia Sul]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 15 Nov 2022 12:24:09 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Cities Changing Diabetes]]></category>
		<category><![CDATA[Foodscapes Toolkit]]></category>
		<category><![CDATA[Lisboa]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://smart-cities.pt/?p=18453</guid>

					<description><![CDATA[<p>O programa Cities Changing Diabetes Lisboa (CCD Lisboa), de prevenção da diabetes e obesidade na cidade, lançou, ontem, o Foodscapes Toolkit. Trata-se de uma ferramenta, já aplicada num projecto-piloto no bairro da Ajuda, que pretende avaliar o impacto do ambiente urbano na saúde ...</p>
<p>O conteúdo <a rel="nofollow" href="https://smart-cities.pt/noticias/1511-cities-changing-diabetes-lisboa-obesidade-foodscapes-toolkit-prevencao-ambiente-urbano/">Cities Changing Diabetes Lisboa lança toolkit que avalia impacto do ambiente urbano na saúde</a> aparece primeiro em <a rel="nofollow" href="https://smart-cities.pt">Smart Cities</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="et_pb_section et_pb_section_7 et_section_regular" >
				
				
				
				
					<div class="et_pb_row et_pb_row_7">
				<div class="et_pb_column et_pb_column_4_4 et_pb_column_7  et_pb_css_mix_blend_mode_passthrough et-last-child">
				
				
				<div class="et_pb_module et_pb_text et_pb_text_7  et_pb_text_align_left et_pb_bg_layout_light">
				
				
				<div class="et_pb_text_inner"><p><span style="font-weight: 400;">O programa </span><a href="https://www.citieschangingdiabetes.com/network/lisbon.html"><span style="font-weight: 400;">Cities Changing Diabetes Lisboa</span></a><span style="font-weight: 400;"> (CCD Lisboa), de prevenção da diabetes e obesidade na cidade, lançou, ontem, o </span><em><span style="font-weight: 400;">Foodscapes Toolkit</span></em><span style="font-weight: 400;">. Trata-se de uma ferramenta, já aplicada num projecto-piloto no bairro da Ajuda, que pretende avaliar o impacto do ambiente urbano na saúde da população e contribuir para a definição de medidas preventivas.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">No âmbito do Dia Mundial da Diabetes, assinalado no dia 14 de Novembro, o CCD Lisboa partilhou uma “metodologia de informação que ajuda os municípios a trazer um maior foco, nas suas comunidades, para a importância dos ambientes alimentares, da actividade física e dos <a href="https://smart-cities.pt/noticias/envelhecimento-activo-2302-braganca/">estilos de vida saudáveis</a>”, refere o programa, em comunicado.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Segundo o CCD Lisboa, o </span><em><span style="font-weight: 400;">Foodscapes Toolkit</span></em><span style="font-weight: 400;"> já foi testado num projecto-piloto <a href="https://smart-cities.pt/saude/inovacao126criacao-cduarte/">participativo</a> no bairro 2 de Maio na Ajuda, na capital lisboeta, que contou com o apoio da Gehl e da LOCALS APPROACH. Durante um ano, foram analisados os comportamentos alimentares dos residentes, as opções alimentares existentes e a qualidade dos espaços públicos na freguesia da Ajuda, com o objectivo de perceber o impacto do ambiente urbano na <a href="https://smart-cities.pt/saude/iartificial-sector-publico-0910/">saúde</a> desta população.</span></p>
<h4><b>Conhecer a realidade para gerar recomendações</b></h4>
<p><span style="font-weight: 400;">Oferta [e visibilidade] reduzida de alimentos e de opções de alimentação saudável (como frutas e verduras frescas) nos locais de compra e aquisição de comida, o facto de a localização destes locais estar afastada das <a href="https://smart-cities.pt/noticias/saude-casas-2901/">zonas de residência</a> <a href="https://smart-cities.pt/noticias/projecto-impacto-qualidade-ar-criancas/">e estudo</a> são alguns dos desafios identificados no projecto-piloto. A topografia mais inclinada, as condições microclimáticas adversas e “uma <a href="https://smart-cities.pt/inovacao-social/tu-senior5-acores4/">disposição pouco cómoda</a> e segura do espaço público [apenas 20% está alocado aos peões]” são outras dificuldades diagnosticadas.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A par destes elementos, o tempo, o dinheiro e a literacia alimentar são variáveis que influenciam os comportamentos da população e das organizações locais em relação à alimentação. A inflação que se vive actualmente é um dos dados que o CCD Lisboa destaca, referindo na sua análise que “o preço dos alimentos não processados aumentou 15% em comparação com o mesmo período do ano passado”.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">De acordo com o CCD Lisboa, a análise realizada permitiu “gerar um conjunto de recomendações e iniciativas que objectivam a <a href="https://smart-cities.pt/noticias/alimentacao-sustentavel-0311/">criação de condições mais propícias a uma melhor saúde</a> e um maior bem-estar físico e social da população, sobretudo junto daqueles que têm menos oportunidades de fazer escolhas saudáveis”.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;"><a href="https://smart-cities.pt/noticias/lx-verde-saudavel-0911/">Reconhecendo a influência dos ambientes na saúde das pessoas</a> e a previsão de uma incidência crescente de desafios de saúde pública, como a diabetes e a obesidade, Sofia Athayde, vereadora da câmara municipal de Lisboa, sublinha que “serão certamente ferramentas como o </span><em><span style="font-weight: 400;">Foodscape Toolkit </span></em><span style="font-weight: 400;">que irão permitir definir medidas efectivas de promoção de uma melhor saúde”. </span></p>
<h4><b>Lisboa reforça combate à diabetes</b></h4>
<p><span style="font-weight: 400;">Além do lançamento do </span><em><span style="font-weight: 400;">toolkit</span></em><span style="font-weight: 400;">, Lisboa reforçou, ontem, o compromisso neste desígnio através da assinatura da </span><a href="https://www.citieschangingdiabetes.com/about-ccd/urban-diabetes-declaration.html"><em><span style="font-weight: 400;">Urban Diabetes Declaration</span></em></a><span style="font-weight: 400;">. Este documento contempla cinco eixos de actuação, apostando na integração do factor saúde nas políticas públicas, nas acções promotoras da saúde, na intervenção sociocultural garantindo a equidade, no envolvimento das comunidades e na coesão entre sectores para o desenvolvimento de soluções.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Constituído em 2014, o <a href="https://www.citieschangingdiabetes.com/">Cities Changing Diabetes</a> inclui já mais de 40 cidades e 150 organizações parceiras. Lisboa aderiu à iniciativa em 2019, contando com vários parceiros unidos na resposta ao desafio da diabetes e da obesidade – que afecta, actualmente, cerca de 537 milhões de pessoas a nível global.</span></p></div>
			</div> <!-- .et_pb_text --><div class="et_pb_module et_pb_cta_6 et_pb_promo  et_pb_text_align_left et_pb_bg_layout_dark et_pb_no_bg">
				
				
				<div class="et_pb_promo_description"><h2 class="et_pb_module_header">Leia também</h2></div>
				<div class="et_pb_button_wrapper"><a class="et_pb_button et_pb_promo_button" href="https://smart-cities.pt/noticias/emotional-cities-1401/" target="_blank">EMOTIONAL CITIES: QUANDO AS CIDADES NOS TRAZEM EMOÇÕES À FLOR DA PELE, O QUE DIZ O NOSSO CÉREBRO?</a></div>
			</div>
			</div> <!-- .et_pb_column -->
				
				
			</div> <!-- .et_pb_row -->
				
				
			</div> <!-- .et_pb_section -->
<span class="et_bloom_bottom_trigger"></span><p>O conteúdo <a rel="nofollow" href="https://smart-cities.pt/noticias/1511-cities-changing-diabetes-lisboa-obesidade-foodscapes-toolkit-prevencao-ambiente-urbano/">Cities Changing Diabetes Lisboa lança toolkit que avalia impacto do ambiente urbano na saúde</a> aparece primeiro em <a rel="nofollow" href="https://smart-cities.pt">Smart Cities</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Sistema de monitorização inteligente ajuda municípios a gerir ruído ambiental</title>
		<link>https://smart-cities.pt/noticias/inteligencia-artificial-ruido-ambiental-monitorizacao-inteligente-gestao-municipio/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=inteligencia-artificial-ruido-ambiental-monitorizacao-inteligente-gestao-municipio</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Sónia Sul]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 01 Sep 2022 10:04:19 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Inovação]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[TIC]]></category>
		<category><![CDATA[DBWAVE]]></category>
		<category><![CDATA[ISQ]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://smart-cities.pt/?p=17467</guid>

					<description><![CDATA[<p>A DBWAVE, empresa do Grupo ISQ, está a desenvolver um sistema que utiliza sensores, uma plataforma e algoritmos de inteligência artificial de modo a identificar e gerir ruído ambiental. Trata-se do projecto MIRA e, segundo o ISQ, poderá ser uma ferramenta útil para ...</p>
<p>O conteúdo <a rel="nofollow" href="https://smart-cities.pt/noticias/inteligencia-artificial-ruido-ambiental-monitorizacao-inteligente-gestao-municipio/">Sistema de monitorização inteligente ajuda municípios a gerir ruído ambiental</a> aparece primeiro em <a rel="nofollow" href="https://smart-cities.pt">Smart Cities</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="et_pb_section et_pb_section_8 et_section_regular" >
				
				
				
				
					<div class="et_pb_row et_pb_row_8">
				<div class="et_pb_column et_pb_column_4_4 et_pb_column_8  et_pb_css_mix_blend_mode_passthrough et-last-child">
				
				
				<div class="et_pb_module et_pb_text et_pb_text_8  et_pb_text_align_left et_pb_bg_layout_light">
				
				
				<div class="et_pb_text_inner"><p><span style="font-weight: 400;">A </span><a href="https://dbwave.pt/"><span style="font-weight: 400;">DBWAVE</span></a><span style="font-weight: 400;">, empresa do </span><a href="https://www.isq.pt/"><span style="font-weight: 400;">Grupo ISQ</span></a><span style="font-weight: 400;">, está a desenvolver um sistema que utiliza sensores, uma plataforma e algoritmos de inteligência artificial de modo a identificar e gerir </span><a href="https://smart-cities.pt/?s=ru%C3%ADdo"><span style="font-weight: 400;">ruído</span></a><span style="font-weight: 400;"> ambiental. Trata-se do projecto MIRA (Monitorização Inteligente de Ruído Ambiental) e, segundo o ISQ, poderá ser uma ferramenta útil para vários agentes, incluindo municípios.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Identificando uma “crescente pressão” sobre vários agentes que lidam com o </span><a href="https://smart-cities.pt/ambiente/ruido-cidade-2009/"><span style="font-weight: 400;">ruído</span></a><span style="font-weight: 400;"> ambiental, entre os quais “as entidades públicas responsáveis pela gestão do território”, a DBWAVE desenvolveu o sistema MIRA para ajudar a dar resposta ao problema.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Com múltiplas configurações, o sistema MIRA incorpora sonómetros e </span><a href="https://smart-cities.pt/?s=sensores"><span style="font-weight: 400;">sensores</span></a><span style="font-weight: 400;"> em rede que, além de medirem e processarem o sinal de som em ambientes exteriores, comunicam com uma plataforma de gestão, processamento e análise de dados. Esta plataforma, digital integrada, vai, por sua vez, não só armazenar e </span><a href="https://smart-cities.pt/smn/nec-plataforma-lisboa-2601/"><span style="font-weight: 400;">tratar os dados</span></a><span style="font-weight: 400;">, como monitorizar os indicadores de ruído e sinais de som em tempo real, ou histórico de informação, incorporando ainda algoritmos de </span><a href="https://smart-cities.pt/opiniao-entrevista/regulamentacao-inteligencia-artificial-0807/"><span style="font-weight: 400;">inteligência artificial</span></a><span style="font-weight: 400;">.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Através destes algoritmos inteligentes, será, assim, possível analisar os dados do som e “detectar padrões e identificar sons específicos e conhecidos, detectar anomalias em assinaturas de som e detectar ruídos externos ou contaminantes de amostras de som”, explica a DBWAVE. Manuela Marcelino, administradora da empresa, refere ainda que há uma funcionalidade de notificação de alertas e de informação, de forma a auxiliar a tomada de decisão.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Segundo a DBWAVE, este sistema MIRA assenta ainda num sistema de aquisição de dados recolhidos pelos sensores, permitindo uma monitorização contínua de indicadores de ruído e acesso ao sinal sonoro para uma análise mais detalhada.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Recorde-se que a </span><a href="https://www.who.int/europe/news/item/30-03-2011-new-evidence-from-who-on-health-effects-of-traffic-related-noise-in-europe"><span style="font-weight: 400;">Organização Mundial de Saúde</span></a><span style="font-weight: 400;"> identifica o ruído como a segunda causa ambiental mais significativa de doenças na Europa Ocidental. Nesta região, só o ruído de tráfego rodoviário leva à perda anual de um valor estimado de 1,6 milhões de anos de vida saudável, podendo causar stress e afectar o sono, a </span><a href="https://smart-cities.pt/noticias/iartificial-sector-publico-0910/"><span style="font-weight: 400;">saúde</span></a><span style="font-weight: 400;"> mental, o bem estar, a capacidade cognitiva e os sistemas cardiovascular e metabólico.</span></p></div>
			</div> <!-- .et_pb_text --><div class="et_pb_module et_pb_cta_7 et_pb_promo  et_pb_text_align_left et_pb_bg_layout_dark et_pb_no_bg">
				
				
				<div class="et_pb_promo_description"><h2 class="et_pb_module_header">Leia também</h2></div>
				<div class="et_pb_button_wrapper"><a class="et_pb_button et_pb_promo_button" href="https://smart-cities.pt/noticias/2308atlas-observatorio-urbano-inteligencia-artificial/" target="_blank">ONDE ESTÁ A INTELIGÊNCIA ARTIFICIAL? ATLAS COMPILA PROJECTOS URBANOS DE TODO O MUNDO</a></div>
			</div>
			</div> <!-- .et_pb_column -->
				
				
			</div> <!-- .et_pb_row -->
				
				
			</div> <!-- .et_pb_section -->
<span class="et_bloom_bottom_trigger"></span><p>O conteúdo <a rel="nofollow" href="https://smart-cities.pt/noticias/inteligencia-artificial-ruido-ambiental-monitorizacao-inteligente-gestao-municipio/">Sistema de monitorização inteligente ajuda municípios a gerir ruído ambiental</a> aparece primeiro em <a rel="nofollow" href="https://smart-cities.pt">Smart Cities</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Como é que a qualidade do ar nas escolas pode impactar a saúde infantil?</title>
		<link>https://smart-cities.pt/noticias/projecto-impacto-qualidade-ar-criancas/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=projecto-impacto-qualidade-ar-criancas</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Sónia Sul]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 24 Feb 2022 11:30:07 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[siemens]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://smart-cities.pt/?p=14891</guid>

					<description><![CDATA[<p>Um projecto europeu com coordenação portuguesa vai estudar a qualidade do ar nas escolas e o respectivo impacto na cognição de crianças. O anúncio vem da FI Group, responsável pela divulgação do projecto, financiado em 18,3 milhões de euros.</p>
<p>O conteúdo <a rel="nofollow" href="https://smart-cities.pt/noticias/projecto-impacto-qualidade-ar-criancas/">Como é que a qualidade do ar nas escolas pode impactar a saúde infantil?</a> aparece primeiro em <a rel="nofollow" href="https://smart-cities.pt">Smart Cities</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="et_pb_section et_pb_section_9 et_section_regular" >
				
				
				
				
					<div class="et_pb_row et_pb_row_9">
				<div class="et_pb_column et_pb_column_4_4 et_pb_column_9  et_pb_css_mix_blend_mode_passthrough et-last-child">
				
				
				<div class="et_pb_module et_pb_text et_pb_text_9  et_pb_text_align_left et_pb_bg_layout_light">
				
				
				<div class="et_pb_text_inner"><p><span style="font-weight: 400;">Um projecto europeu com coordenação portuguesa vai estudar a qualidade do ar nas escolas e o respectivo impacto na cognição de crianças. O </span><a href="https://pt.fi-group.com/projeto-investigacao-qualidade-do-ar/"><span style="font-weight: 400;">anúncio vem da FI Group</span></a><span style="font-weight: 400;">, responsável pela divulgação do projecto, financiado em 18,3 milhões de euros.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A presença de substâncias químicas e partículas nocivas no corpo humano pode ter impacto negativo nas crianças, seja na função cognitiva, seja na morbidade e mortalidade cardiovascular. Partindo desta premissa, que tem vindo a ser demonstrada pela comunidade científica, o projecto europeu vai estudar a qualidade do ar de diferentes </span><a href="https://smart-cities.pt/?s=escolas"><span style="font-weight: 400;">escolas</span></a><span style="font-weight: 400;"> dos sete países envolvidos, entre os quais Portugal. Depois da </span><span style="font-weight: 400;">medição e avaliação de poluentes</span><span style="font-weight: 400;">, será analisado o potencial impacto no desenvolvimento dos alunos.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Para isso, o projecto vai juntar epidemiologistas ambientais, toxicólogos, especialistas em qualidade do ar, biólogos de sistemas, engenheiros e especialistas em áreas sociais e de cidadania das 11 entidades envolvidas, provenientes de Portugal, Espanha, Suíça, Bélgica, Holanda, Dinamarca e Grécia. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Além deste objectivo, o projecto tem também como propósito &#8220;explorar novas estratégias para ajudar a melhorar a </span><a href="https://smart-cities.pt/?s=qualidade+do+ar"><span style="font-weight: 400;">qualidade do ar</span></a><span style="font-weight: 400;">, promover a qualidade de vida e melhorar a esperança média de vida das futuras gerações&#8221;. Quem o diz é a  FI Group, empresa especialista na gestão de inovação e I&amp;D e que será responsável pela comunicação da iniciativa.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O projecto, designado “Development of innovative analyses for monitoring indoor air quality and its impact on children&#8217;s health”, é uma das três propostas com coordenação portuguesa que conseguiu conquistar verbas europeias. No âmbito do </span><a href="https://ec.europa.eu/info/funding-tenders/find-funding/eu-funding-programmes/horizon-europe_pt"><i><span style="font-weight: 400;">Horizonte Europa</span></i></a><span style="font-weight: 400;">, no Cluster Saúde, arrecadou um financiamento de 18,3 milhões de euros. </span></p></div>
			</div> <!-- .et_pb_text --><div class="et_pb_module et_pb_cta_8 et_pb_promo  et_pb_text_align_left et_pb_bg_layout_dark et_pb_no_bg">
				
				
				<div class="et_pb_promo_description"><h2 class="et_pb_module_header">Leia também</h2></div>
				<div class="et_pb_button_wrapper"><a class="et_pb_button et_pb_promo_button" href="https://smart-cities.pt/noticias/ubiwhere-neanias-0501/" target="_blank">SOLUÇÃO MADE IN PORTUGAL VAI PODER SER USADA PARA PREVER QUALIDADE DO AR NAS CIDADES EUROPEIAS, MAS TAMBÉM PARA CRIAR NOVOS PRODUTOS</a></div>
			</div>
			</div> <!-- .et_pb_column -->
				
				
			</div> <!-- .et_pb_row -->
				
				
			</div> <!-- .et_pb_section -->
<span class="et_bloom_bottom_trigger"></span><p>O conteúdo <a rel="nofollow" href="https://smart-cities.pt/noticias/projecto-impacto-qualidade-ar-criancas/">Como é que a qualidade do ar nas escolas pode impactar a saúde infantil?</a> aparece primeiro em <a rel="nofollow" href="https://smart-cities.pt">Smart Cities</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
	</channel>
</rss>
