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	<title>Arquivo de Participação cívica e comunidades - Smart Cities</title>
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	<title>Arquivo de Participação cívica e comunidades - Smart Cities</title>
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		<title>A Cidade que Queremos: festival na Amadora imagina cidades mais justas e sustentáveis</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Nelson Jerónimo Rodrigues]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 05 May 2025 07:27:15 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Participação cívica e comunidades]]></category>
		<category><![CDATA[a cidade que quremos]]></category>
		<category><![CDATA[amadora]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Durante três dias, de 15 a 18 de maio, a Amadora recebe o festival “A Cidade que Queremos”, um evento gratuito que junta concertos, espetáculos, debates e workshops, tudo à volta das temáticas da justiça climática e social.</p>
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				<div class="et_pb_text_inner"><p>Durante três dias, de 15 a 18 de maio, a Amadora recebe o festival “A Cidade que Queremos”, um evento gratuito que junta concertos, espetáculos, debates e workshops, tudo à volta das temáticas da justiça climática e social.</p>
<p>O encontro acontece em dois locais do concelho, a Associação Cultural Moinho da Juventude, na Cova da Moura, e o Auditório de Alfornelos – Teatro Passagem de Nível, desafiando a comunidade a debater e idealizar cidades mais sustentáveis, inclusivas e para todos. “Podemos imaginar uma cidade de futuro que sirva ao planeta sem deixar ninguém para trás? Como é a cidade que temos? E como seria a cidade que queremos?”, são algumas das perguntas que servem de mote ao festival, promovido pela Associação Alecrim – Arte e Ativismo Climático.</p>
<p>“Nós acreditamos que a transformação cultural desempenha um papel central no tipo de mobilizações sociais e políticas que são necessárias no presente e que precisam de ser fortalecidas no futuro”, diz a associação. Além disso, “sabemos que existe um poder artístico que vai para além de museus e galerias que está nas nossas comunidades, nas ruas e nas nossas interações sociais quotidianas”, acrescenta.</p>
<p>O programa do festival começa no dia 16 de maio (sexta-feira), às 19h00, na Cova da Moura, com um espetáculo de <em>stand up comedy</em>, a cargo de Mauro Hermínio, seguido de uma atuação do grupo de batuque Finka Pé.</p>
<p>No dia 17 (sábado), o auditório de Alfornelos junta-se à festa ao receber o workshop de escrita criativa “Imaginar outra cidade”, orientado pela escritora Gisela Casimiro e pela cientista Vera Ferreira, a partir das 15h00. O mesmo local serve de palco ao espetáculo de teatro “Hotel Chronos”, apresentado pela estrutura de criação “Rafeira”, às 19h00. Os bilhetes para a peça podem ser reservados através do email <a href="mailto:festivalalecrim1.0@gmail.com" target="_blank" rel="noopener">festivalalecrim1.0@gmail.com</a>, enquanto os <em>workshops </em>necessitam de inscrição prévia através <a href="https://docs.google.com/forms/d/e/1FAIpQLSeZ-6okZlsDIRdwSCcYcvklqbObIaCYOxc-ic-lfTnaQkFZ3w/viewform" target="_blank" rel="noopener">deste link</a>. Ainda no sábado, acontece um concerto de Catarina Branco, às 21h00, no pátio do Moinho da Juventude.</p>
<p>O último dia do festival, domingo (18), coincide com as eleições europeias, o que é mais um pretexto para discutir e imaginar o futuro das cidades. A começar pelos mais novos, como mostra o workshop de teatro para crianças “Hoje sou o Presidente da Câmara”, orientado pela atriz Letícia Sá Pinheiro e pela ativista Mourana Monteiro, a partir das 10h00, na Cova da Moura. À tarde (16h00), este bairro da Amadora também debate “A Cidade que Queremos: práticas sustentáveis e novas possibilidades urbanas”, com Jakilson Ramos Pereira (presidente da associação Moinho da Juventude) e a investigadora e comentadora Ana Drago.</p>
<p><strong><br /></strong><em>Imagem de destaque:</em> © Associação Alecrim</p></div>
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		<title>Susana Fonseca, socióloga ambiental quase por acaso</title>
		<link>https://smart-cities.pt/noticias/susana-fonseca-sociologa-ambiental-quase-por-acaso-31-12/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=susana-fonseca-sociologa-ambiental-quase-por-acaso-31-12</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Andreia Costa]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 31 Dec 2024 05:35:35 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Participação cívica e comunidades]]></category>
		<category><![CDATA[protagonista]]></category>
		<category><![CDATA[socióloga ambiental]]></category>
		<category><![CDATA[susana fonseca]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Percebeu que não podia virar as costas às questões ambientais quando, na escola, o fim de um projeto ditou que o papel teria de voltar ao lixo indiferenciado. Estudou Sociologia, colaborou com o ISCTE e a Quercus. É vice-presidente da ZERO, mas as pessoas continuam a reconhecer-lhe a voz do “Minuto Verde”.</p>
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				<div class="et_pb_text_inner"><p>Percebeu que não podia virar as costas às questões ambientais quando, na escola, o fim de um projeto ditou que o papel teria de voltar ao lixo indiferenciado. Estudou Sociologia, colaborou com o ISCTE e a Quercus. É vice-presidente da ZERO, mas as pessoas continuam a reconhecer-lhe a voz do “Minuto Verde”. </p>
<p>Era nas férias do verão que Susana Fonseca se embrenhava na natureza, tanto na terra dos avós paternos, em São Pedro do Sul, como na dos avós maternos, em Arouca. “Lembro-me de não haver recolha de lixo em Arouca porque não se justificava, não havia embalagens descartáveis. As únicas embalagens que não eram usadas de forma regular eram a da lixívia e a do café. Os meus avós tinham um fumeiro com uma lareira enorme e também não queimavam lá plástico por causa do cheiro, já sabiam que iria afetar o sabor dos produtos”, recorda.</p>
<p>Certo dia, na escola, houve um projeto de recolha de papel e cartão. Na zona onde morava, no Seixal, Susana empenhou-se em reunir o que tinha à mão. Quando a ação terminou, o papel ficou sem lugar próprio e teria de voltar a ser colocado no lixo indiferenciado. “Tinha um problema entre mãos, não conseguia fazer isso, e foi nesse momento que me interessei mais pelas questões ambientais.”</p>
<p>No entanto, ainda estava muito longe da carreira que tem hoje e que aconteceu um pouco por acaso. “Quando chegou a altura de ir para a faculdade, a minha primeira opção era Psicologia, mas as específicas não me correram muito bem. E foi o meu irmão que me falou do curso de Sociologia.”</p>
<p>Entrou no ISCTE (Instituto Universitário de Lisboa), onde se doutorou, tendo depois feito um pós-doutoramento no Instituto de Ciências Sociais da Universidade de Lisboa. A Sociologia do Ambiente é a sua área. “É um braço da Sociologia que procura perceber a relação que os seres humanos e as sociedades têm com a questão ambiental”, explica.</p>
<p>Colaborou vários anos com o ISCTE como investigadora e com o Observa (Observatório de Ambiente, Território e Sociedade). Fez parte do grupo de fundadores da Coopérnico (Cooperativa de Desenvolvimento Sustentável) e foi voluntária da Quercus (Associação Nacional de Conservação da Natureza). Por lá, entre os inúmeros projetos que desenvolveu, tornou-se cara conhecida na televisão com o formato “Minuto Verde”, na RTP. “As pessoas reconheciam-me pela voz e às vezes abordavam-me no supermercado, onde eu ficava sempre em pânico de ter algo no carrinho que não fosse de encontro ao que defendia.”</p>
<p>Foi membro do Conselho Nacional de Ambiente e Desenvolvimento Sustentável, e é atualmente vice-presidente da ZERO (Associação Sistema Terrestre Sustentável), onde coordena igualmente a área das sociedades sustentáveis e novas formas de economia. Participou em inúmeros projetos europeus e nacionais e ao longo do tempo aprendeu a lidar com a realidade do terreno. “Na área do ambiente temos de ser resilientes porque os projetos demoram muito tempo a chegar a algum lado, quando chegam podem não ser aquilo que gostaríamos e há sempre o risco de voltar atrás. É uma luta no bom sentido, mas é uma luta constante.”</p></div>
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				<div class="et_pb_text_inner"><p style="text-align: center;"><em><br />Este artigo foi originalmente publicado na edição nº 44 da Smart Cities &#8211; Abril/Maio/Junho 2024.</em></p></div>
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		<title>O investigador ativista que luta pelo direito à cidade</title>
		<link>https://smart-cities.pt/noticias/o-investigador-ativista-que-luta-pelo-direito-a-cidade-05-09/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=o-investigador-ativista-que-luta-pelo-direito-a-cidade-05-09</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Nelson Jerónimo Rodrigues]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 05 Sep 2024 14:31:24 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Participação cívica e comunidades]]></category>
		<category><![CDATA[aveiro]]></category>
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		<category><![CDATA[investigador]]></category>
		<category><![CDATA[josé carlos mota]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Inquieto por natureza, José Carlos Mota faz do ensino, do ativismo e da participação cívica os principais cavalos de batalha de uma vida dedicada ao planeamento do território. Habituado a “lutar contra moinhos de vento”, o investigador universitário sonha com cidades mais amigas das pessoas.</p>
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				<div class="et_pb_text_inner"><p><strong>Inquieto por natureza, José Carlos Mota faz do ensino, do ativismo e da participação cívica os principais cavalos de batalha de uma vida dedicada ao planeamento do território. Habituado a “lutar contra moinhos de vento”, o investigador universitário sonha com cidades mais amigas das pessoas e acredita que o caminho até lá passa pela cidadania.</strong></p>
<p><span data-contrast="none">“Vão sem mim, que eu vou lá ter” canta o refrão de o “Movimento Perpétuo Associativo”, a música dos Deolinda que José Carlos Mota tanto gosta. O professor do Departamento de Ciências Sociais, Políticas e do Território da Universidade de Aveiro diz que este tema o faz querer tomar a iniciativa, puxar pelos outros e lutar contra a ideia de que os portugueses não participam em atividades cívicas e associativas. Para ele, agora sim, é tempo de perceber que os cidadãos querem mesmo ter um papel ativo na construção das cidades.</span></p>
<p>“Quando se criam processos transparentes e consequentes, cujos temas interessam às pessoas, elas envolvem-se e empenham-se de uma forma absolutamente notável. É por isso que assumi a missão pessoal e profissional de desfazer um mito urbano antigo”, diz o professor, que tem centrado muito do trabalho de investigação nas estratégias de envolvimento dos cidadãos ou, como também gosta de dizer, em como tornar a cidade num espaço mais amigo das pessoas. Neste processo, ele é muitas vezes o primeiro a arregaçar as mangas e a dar o exemplo, mesmo que a faceta de “investigador ativista” não corresponda a alguns cânones habituais da academia. “Na realidade, preocupam-me muito mais os académicos pacifistas, que arriscam pouco e não se envolvem diretamente com a realidade”, responde José Carlos Mota.</p>
<p>Esta atitude ativista revelou-se em Aveiro, para onde foi estudar planeamento do território, faz agora 40 anos. Por lá se tornou protagonista do movimento “Amigos da Avenida”, que teve uma participação intensa na discussão da cidade e “mostrou ao poder político que há sempre um plano alternativo de construção do território”. Mas já nessa altura, garante, preferia um “ativismo proativo e de soluções” a uma atitude meramente critica.</p>
<p>Há décadas que faz parte de inúmeras iniciativas de planeamento colaborativo e promoção da mobilidade sustentável, mas houve dois projetos que o marcaram de forma indelével. Um deles foi o processo participativo do PDM da Maia, cujo envolvimento dos cidadãos deu origem a um mapeamento de memórias coletivas com ideias para o concelho, “de modo a que o futuro possa vir a ser uma reinterpretação dos referenciais que tivemos no passado, caso do brincar na rua ou do reencontro com os espaços naturais”. Destaca ainda o trabalho com a comunidade cigana do bairro da Anta, na Maia, no âmbito do Laboratório de Cidadania pela Inclusão, que “contribuiu para que uma população extremamente pobre deixasse de ser a destinatária da ajuda pública, como quase sempre acontece, para ser protagonista em ações de transformação que geraram mudanças profundas”.</p>
<p>Atualmente, o investigador também se dedica de corpo e alma à Casa da Participação, uma associação de Aveiro que tem por objetivo criar espaços onde os cidadãos possam estabelecer laços comunitários e participar na construção da comunidade. O sonho de José Carlos Mota é ajudar a abrir casas como esta por todo o país, fazendo delas “um ponto de encontro privilegiado que alimente colaborativamente os desejos de um futuro melhor”.</p></div>
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				<div class="et_pb_text_inner"><p style="text-align: center;"><em><br />Este artigo foi originalmente publicado na <a href="https://smart-cities.pt/noticias/nova-edicao-smartcities41-2-2/" target="_blank" rel="noopener">edição nº 43 da Smart Cities &#8211; Abril/Maio/Junho</a> 2024.</em></p></div>
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		<title>Novo Bauhaus Europeu desafia cidades e regiões a reimaginar espaços comuns</title>
		<link>https://smart-cities.pt/noticias/novo-bauhaus-europeu-desafia-cidades-e-regioes-a-reimaginar-espacos-comuns-13-08/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=novo-bauhaus-europeu-desafia-cidades-e-regioes-a-reimaginar-espacos-comuns-13-08</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Nelson Jerónimo Rodrigues]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 13 Aug 2024 06:48:14 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Participação cívica e comunidades]]></category>
		<category><![CDATA[associação rio neiva]]></category>
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		<category><![CDATA[financiamento]]></category>
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		<category><![CDATA[novo bauhaus europeus]]></category>
		<category><![CDATA[rio neiva]]></category>
		<category><![CDATA[Viana do Castelo]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O Instituto Europeu de Inovação e Tecnologia (EIT), através do Novo Bauhaus Europeu (NEB) procura soluções e ideias para desafios locais, apresentadas por cidadãos e comunidades. Para isso lançou duas novas oportunidades de financiamento que irão apoiar projetos desenvolvidos em áreas urbanas, periféricas ou rurais.</p>
<p>O conteúdo <a rel="nofollow" href="https://smart-cities.pt/noticias/novo-bauhaus-europeu-desafia-cidades-e-regioes-a-reimaginar-espacos-comuns-13-08/">Novo Bauhaus Europeu desafia cidades e regiões a reimaginar espaços comuns</a> aparece primeiro em <a rel="nofollow" href="https://smart-cities.pt">Smart Cities</a>.</p>
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				<div class="et_pb_text_inner"><p>O <a href="https://eit.europa.eu/community-activities/new-european-bauhaus" target="_blank" rel="noopener">Instituto Europeu de Inovação e Tecnologia (EIT)</a>, através do <a href="https://eit.europa.eu/community-activities/new-european-bauhaus" target="_blank" rel="noopener">Novo Bauhaus Europeu</a> (NEB) procura soluções e ideias para desafios locais, apresentadas por cidadãos e comunidades. Para isso lançou duas novas oportunidades de financiamento que irão apoiar projetos desenvolvidos em áreas urbanas, periféricas ou rurais.</p>
<p>Uma delas é o concurso <em><a href="https://www.eiturbanmobility.eu/co-create-new-european-bauhaus-open-call-2025/" target="_blank" rel="noopener">Co-create Open Call 2025</a>,</em> destinado a financiar iniciativas que permitam “reimaginar os espaços comuns, contribuindo para um sentimento de pertença partilhado e endereçando necessidades locais”, como explica o EIT. O instituto europeu acrescenta que serão “particularmente bem-vindas” propostas que ajudem a responder a desafios relacionados com o clima, mobilidade urbana, alimentação e manufatura.</p>
<p>No total, este aviso irá apoiar oito projetos, até um máximo de 45 mil euros (cada um), com uma taxa de cofinanciamento de 25%. As inscrições estão abertas até ao dia 10 de outubro, mas um mês antes (a 10 de setembro) há uma sessão de <em>matchmaking</em> para potenciais interessados. As propostas podem ser apresentadas por diversos tipos de entidades, como associações, ONGs ou empresas, mas devem pertencer a consórcios com um mínimo de dois e um máximo de quatro parceiros, sendo que um deles terá de ser uma cidade, uma região ou uma entidade associada.</p>
<p>Entre os eleitos na <em>call</em> de 2024 esteve um projeto português, o <a href="https://rioneiva.com/lab/" target="_blank" rel="noopener">Laboratório Comunitário do Neiva</a>, dinamizado pela associação <a href="https://rioneiva.com/" target="_blank" rel="noopener">Rio Neiva</a> e pelos municípios de Esposende e Viana do Castelo. Trata-se de um <a href="https://smart-cities.pt/noticias/projeto-portugues-entre-os-eleitos-para-receber-apoio-do-novo-bauhaus-europeu-18-12/" target="_blank" rel="noopener">espaço de experimentação e de cocriação</a> dedicado ao desenvolvimento sustentável da foz do Neiva que tem por missão impactar positivamente a comunidade local.</p>
<p>Já antes disso, o Novo Bauhaus Europeu tinha apoiado o projeto <a href="https://rioneiva.com/minante/" target="_blank" rel="noopener">Minante</a>, da mesma associação, que realizou diversas intervenções no espaço público junto a duas azenhas do Neiva (imagem de destaque). Entre elas estiveram, por exemplo, um workshop de recolha de memórias e outro de construção em madeira, um percurso musical sonoro e uma bandeira comum deste território.</p>
<p>Para Rui Monteiro, da Rio Neiva, as participações em diversos concursos do Novo Bauhaus Europeu têm sido frutíferas e bem-sucedidas. “Diz-nos a experiência que elas funcionam. Trazem pessoas, trazem mais participação e permitiram eventos com muita gente interessada em debater assuntos da Natureza ou assuntos sociais, onde até se abordam assuntos mais delicados, como a gestão das águas ou a limpeza dos terrenos”, disse o responsável em conversa com a Smart Cities.</p>
<p>Na mesma linha, a associação lançou recentemente uma nova iniciativa, o Neiva Flow, que visa “redescobrir a foz do rio Neiva, promovendo a contemplação, interação, proteção e usufruto do património natural, cultural e social”. A primeira intervenção aconteceu na passada sexta-feira, em Antas, concelho de Esposende, com a apresentação de um mapa ilustrado sobre a foz do Neiva e a recolha de memórias e histórias relacionadas com este local.</p>
<h4><strong>Soluções que ligam pessoas</strong></h4>
<p>Além do <em>Co-create Open Call 2025</em>, o EIT também tem aberto outro concurso, o <em><a href="https://www.eiturbanmobility.eu/connect-new-european-bauhaus-open-call-2025/" target="_blank" rel="noopener">Connect Open Call 2025</a></em>, destinado a financiar “projetos que proponham soluções e iniciativas para responder aos desafios identificados pela comunidade local e que facilitem a troca de conhecimento entre pessoas”.</p>
<p>Serão financiados oito projetos até um máximo de 15 mil euros, atribuídos com uma taxa de cofinanciamento de 20%. Neste caso, as inscrições terminam no dia 26 de setembro. Também aqui as temáticas do clima, da mobilidade urbana, da alimentação e da manufatura assumem protagonismo, tendo como foco os quatro eixos temáticos do NEB: Restabelecer a ligação com a natureza; Reconquistar o sentimento de pertença; Priorizar os lugares e as pessoas que mais precisam; e Promover no ecossistema industrial um pensamento de longo prazo, integrado e que considere o ciclo de vida.</p>
<p>Mais uma vez, o concurso está aberto a todo o tipo de entidades, mas agora devem concorrer de forma individual.</p>
<p><em>Fotografia de destaque:</em> © Shutterstock (Azenhas no Rio Neiva, Antas, Esposende)</p></div>
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		<title>Barómetro das Cidades Inclusivas: abertura social é trunfo de Lisboa e economia o ponto fraco</title>
		<link>https://smart-cities.pt/noticias/barometro-das-cidades-inclusivas-abertura-social-e-trunfo-de-lisboa-e-economia-o-ponto-fraco-19-06/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=barometro-das-cidades-inclusivas-abertura-social-e-trunfo-de-lisboa-e-economia-o-ponto-fraco-19-06</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Nelson Jerónimo Rodrigues]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 19 Jun 2024 07:26:30 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Participação cívica e comunidades]]></category>
		<category><![CDATA[barómetros]]></category>
		<category><![CDATA[cidades]]></category>
		<category><![CDATA[cidades inclusivas]]></category>
		<category><![CDATA[Cushman&Wakefield]]></category>
		<category><![CDATA[Lisboa]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Depois de analisar 44 cidades da Europa, África e Médio Oriente, o Barómetro das Cidades Inclusivas colocou Lisboa no segundo de quatro escalões de desempenho, o que a deixa entre os 28 centros urbanos mais inclusivos. </p>
<p>O conteúdo <a rel="nofollow" href="https://smart-cities.pt/noticias/barometro-das-cidades-inclusivas-abertura-social-e-trunfo-de-lisboa-e-economia-o-ponto-fraco-19-06/">Barómetro das Cidades Inclusivas: abertura social é trunfo de Lisboa e economia o ponto fraco</a> aparece primeiro em <a rel="nofollow" href="https://smart-cities.pt">Smart Cities</a>.</p>
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				<div class="et_pb_text_inner"><p>Depois de analisar 44 cidades da Europa, África e Médio Oriente, o Barómetro das Cidades Inclusivas colocou Lisboa no segundo de quatro escalões de desempenho, o que a deixa entre os 28 centros urbanos mais inclusivos. O <a href="https://cushwake.cld.bz/Inclusive-Cities-Barometer-EMEA/8/" target="_blank" rel="noopener">relatório</a>, elaborado pela consultora imobiliária Cushman&amp;Wakefield, teve em consideração 110 variáveis de quatro áreas &#8211; inclusão económica, social, espacial e ambiental &#8211; e, no final, inseriu a capital portuguesa no grupo dos municípios “motores sociais”. Um nível atribuído às “cidades reconhecidas pela força e maturidade na promoção social e inclusividade urbana, mas que continuam a apresentar oportunidades de melhoria”.</p>
<p>Entre os pontos fortes atribuídos a Lisboa destaca-se a “forte inclusão social e económica, impulsionada por uma cultura muito amigável e aberta, e por uma elevada aceitação das comunidades LGBTQ+ [pessoas lésbicas, gays, bissexuais, transgénero, queer e outras] e (i)migrantes”. O trabalho sublinha ainda a grande atratividade urbana e turística, associada à recuperação de edifícios históricos e à revitalização da frente ribeirinha, bem como os elevados níveis de segurança e a baixa taxa de criminalidade.</p>
<p>Já como pontos a melhorar, o barómetro começa por identificar a economia de baixa escala (comparativamente com outras), o que “dá origem a poucas oportunidades e a uma baixa inclusividade económica”. Considera ainda que o envelhecimento da população também pode causar impacto negativo, tal como os baixos níveis de rendimento. Noutra análise, mais quantitativa, Lisboa surge entre as cidades melhores classificadas nos parâmetros do ambiente e da segurança, estando mais distante ao nível da habitação e do emprego.</p>
<p>Lisboa, a única cidade portuguesa considerada no estudo, partilha o segundo nível de desempenho com outros 19 centros urbanos, todos europeus, com uma performance semelhante à de Paris, em França, e de Bruxelas, na Bélgica. Neste lote estão ainda cidades como Londres, Barcelona, Madrid ou Viena.</p>
<p>No melhor escalão, onde aparecem as “cidades maduras”, figuram nove municípios, numa lista liderada por Roterdão (Holanda), Copenhaga (Dinamarca) e Amesterdão (Holanda). Por sua vez, no terceiro nível (ou seja, abaixo de Lisboa) estão centros urbanos como Milão, Roma e Atenas, enquanto o grupo de cidades menos inclusivas inclui, por exemplo, Abu Dhabi, Dubai, Istambul e Lagos (Nigéria), com a capital africana a sobressair no fundo da tabela.</p>
<p>Os autores do barómetro (que não se trata de um ranking) sublinham que cerca de 57% da população vive em áreas urbanas e que esta gera cerca de 80% do PIB global, “o que faz da inclusão um tema importante para quase 5 mil milhões de pessoas e afeta 71 biliões de dólares da economia global”. “As cidades inclusivas aumentam o potencial de desenvolvimento social e económico das pessoas, atraem mais talento e inovação e estimulam o investimento e o crescimento, o que proporciona muitas oportunidades para as organizações e os indivíduos melhorarem o seu estatuto social e económico”, conclui o relatório.</p>
<p><em>Fotografia de destaque:</em> © Shutterstock</p></div>
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		<title>Ação de limpeza ambiental recolhe 3 toneladas de lixo do estuário do Sado</title>
		<link>https://smart-cities.pt/noticias/acao-de-limpeza-ambiental-recolhe-3-toneladas-de-lixo-do-estuario-do-sado-22-04/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=acao-de-limpeza-ambiental-recolhe-3-toneladas-de-lixo-do-estuario-do-sado-22-04</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Nelson Jerónimo Rodrigues]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 22 Apr 2024 06:59:29 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Participação cívica e comunidades]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Mais de 150 voluntários participaram este domingo na campanha Mariscar SEM Lixo, uma iniciativa da ONG Ocean Alive que mobilizou a comunidade local para a limpeza das margens do estuário do Sado, entre os portos palafíticos da Carrasqueira e do Possanco.</p>
<p>O conteúdo <a rel="nofollow" href="https://smart-cities.pt/noticias/acao-de-limpeza-ambiental-recolhe-3-toneladas-de-lixo-do-estuario-do-sado-22-04/">Ação de limpeza ambiental recolhe 3 toneladas de lixo do estuário do Sado</a> aparece primeiro em <a rel="nofollow" href="https://smart-cities.pt">Smart Cities</a>.</p>
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				<div class="et_pb_text_inner"><p>Mais de 150 voluntários participaram este domingo na campanha Mariscar SEM Lixo, uma iniciativa da ONG <a href="https://www.ocean-alive.org/" target="_blank" rel="noopener">Ocean Alive</a> que mobilizou a comunidade local para a limpeza das margens do estuário do Sado, entre os portos palafíticos da Carrasqueira e do Possanco. No final do dia, foram recolhidas e separadas cerca de três toneladas de lixo, a maioria garrafas de plástico, mas também outros objetos, como pneus, materiais ligados à pesca e até um velho frigorífico.</p>
<p>A ação começou ao início da manhã, com os participantes distribuídos por grupos, cada um a limpar uma determinada zona do estuário. Entre os voluntários estava João Santana, de 53 anos, que rapidamente encheu um saco de lixo. “Para já apanhei muito esferovite e plásticos, mas também retirámos pneus e até uma seringa. A esta zona chega muito lixo leve, que flutua, porque o vento e as marés vivas acabam por empurrá-lo para os cantos do estuário. Mas a verdade é que apanhamos de tudo um pouco”, conta à Smart Cities este trabalhador de manutenção hoteleira e pescador lúdico nas horas livres.</p>
<p>Morador em Setúbal e com casa na Comporta, diz-nos que participa pela primeira vez na iniciativa por dois grandes motivos: “primeiro porque fui desafiado pela minha filha, que é estudante universitária da área do mar e do ambiente, mas também porque tenho noções que durante muitos anos fiz o que não devia, como jogar beatas de cigarros para o mar”. Agora, João é o primeiro dar o (bom) exemplo e a puxar pelos outros, embora também faça questão de lembrar que “apesar de muitos dizerem que os pescadores é que poluem tudo, também há muito boa gente que nada tem a ver com a pesca a jogar lixo para o mar, isto já sem falar das fábricas”.</p>
<p>Depois de apanharem o lixo durante a manhã, os participantes juntaram-se na aldeia da Carrasqueira, concelho de Alcácer do Sal, para um almoço convívio e uma breve ação de sensibilização, onde se fez uma retrospetiva desta campanha, lançada em 2016. Na altura surgiu como resposta ao problema das embalagens de sal que eram deixadas no mar, depois de utilizadas na captura do lingueirão, mas agora é recolhido todo o tipo de lixo e envolve muito mais que os investigadores da Ocean Alive ou as <a href="https://www.ocean-alive.org/guardias-do-mar" target="_blank" rel="noopener">Guardiãs do Mar</a>, um grupo de mulheres pescadoras e mariscadoras que se juntou à causa da ONG.</p>
<p>Para Raquel Gaspar, cofundadora e diretora executiva da Ocen Alive, esta edição da Mariscar SEM Lixo teve “um balanço muito positivo” e com o mérito acrescido de envolver toda a comunidade, ao atrair participantes de muitas origens e de todas as idades. “O mais interessante é que, ao longo dos anos, o envolvimento da comunidade tem mudado bastante. Nas primeiras edições eram mais as pessoas relacionadas com a pesca que apareciam, mas hoje em dia são os mais novos que chamam os pais e acabam todos por participar”, diz a bióloga. Para ela, enquanto houver lixo no mar, lá estará a Ocean Alive para intervir e sensibilizar, mas “a ambição desta iniciativa na Carrasqueira é que as pessoas se envolvam e, elas próprias, se encarreguem de levar avante esta limpeza anual e outras, se possível”, acrescenta.</p>
<p>Durante a tarde, os participantes fizeram a separação dos materiais e o ensacamento para transporte, bem como a contagem do lixo recolhido, que nesta edição rondou as três toneladas.</p>
<h4><strong>Prémio à vista?</strong></h4>
<p>Vencedora de várias distinções nacionais e internacionais, como o Prémio Ciência Viva Educação ou os <em>Green Project Awards</em>, a Ocean Alive foi voltou a ser nomeada para mais um galardão, desta vez os Prémios Natura 2000. Trata-se de uma iniciativa da Comissão Europeia destinada a reconhecer projetos e ações que contribuem para a proteção de espécies e habitats ameaçados na Europa, em concreto na Rede Natura 2000.</p>
<p>A ONG portuguesa é uma das 27 finalistas nomeadas, entre 96 candidaturas de mais de uma dúzia de países, concorrendo na categoria “Conservação Marinha”. No dossiê que será avaliado por um júri de peritos internacionais estão algumas das atividades e ações desenvolvidas pela Ocean Alive, como a conservação e recuperação das pradarias de ervas marinhas de Soltróia Base-ferry ou a melhoria do estado de conservação dos habitats nas zonas da Carrasqueira e Caldeira, ameaçados pelo lixo marinho. Deverá ainda ser valorizado o trabalho de mapeamento das pradarias de ervas marinhas no Estuário do Sado, em especial a inovadora abordagem que envolve as pescadoras locais através do projeto Guardiãs do Mar.</p>
<p>Além dos prémios principais, há também o “Prémio dos Cidadãos”, atribuído pelo público a um dos finalistas. A votação está aberta até ao dia 25 de abril e pode ser feita através deste <a href="https://environment.ec.europa.eu/news/reforesting-sea-conservation-and-restoration-blue-forests-sado-estuary-portugal-2024-01-31_en" target="_blank" rel="noopener">link</a>.</p></div>
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		<title>Como construir uma Lisboa que cuida? Conselho dos Cidadãos lança propostas para a cidade</title>
		<link>https://smart-cities.pt/noticias/como-construir-uma-lisboa-que-cuida-conselho-dos-cidadaos-lanca-propostas-para-a-cidade-05-04/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=como-construir-uma-lisboa-que-cuida-conselho-dos-cidadaos-lanca-propostas-para-a-cidade-05-04</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Nelson Jerónimo Rodrigues]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 05 Apr 2024 07:33:49 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Participação cívica e comunidades]]></category>
		<category><![CDATA[ação social local]]></category>
		<category><![CDATA[cml]]></category>
		<category><![CDATA[conselho dos cidadãos]]></category>
		<category><![CDATA[Lisboa]]></category>
		<category><![CDATA[participação cívica]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O “Estado Social Local” é o tema central da 3.ª edição do Conselho dos Cidadãos de Lisboa (CCL), que nos próximos dois sábados (6 e 13 de abril) vai colocar 50 moradores da cidade a trocar ideias e a formular propostas que serão depois apresentadas ao executivo municipal. </p>
<p>O conteúdo <a rel="nofollow" href="https://smart-cities.pt/noticias/como-construir-uma-lisboa-que-cuida-conselho-dos-cidadaos-lanca-propostas-para-a-cidade-05-04/">Como construir uma Lisboa que cuida? Conselho dos Cidadãos lança propostas para a cidade</a> aparece primeiro em <a rel="nofollow" href="https://smart-cities.pt">Smart Cities</a>.</p>
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				<div class="et_pb_text_inner"><p>O “Estado Social Local” é o tema central da 3.ª edição do <a href="https://lisboaparticipa.pt/pt/conselho-cidadaos" target="_blank" rel="noopener">Conselho dos Cidadãos de Lisboa (CCL)</a>, que nos próximos dois sábados (6 e 13 de abril) vai colocar 50 moradores da cidade a trocar ideias e a formular propostas que serão depois apresentadas ao executivo municipal.</p>
<p>Em ambas as sessões o grupo reúne-se no edifício dos Paços do Concelho com uma pergunta em cima da mesa: “Como construir uma Lisboa que cuida?”. Para isso, os participantes (escolhidos por sorteio, após inscrição) irão debater cinco tópicos principais: habitação, acesso à saúde, imigração, solidariedade intergeracional e pessoas em situação de sem abrigo.</p>
<p>Com base nesta reflexão, “o CCL irá desenvolver soluções que têm impacto na vida dos cidadãos, e que vão por vezes além daquelas que são as missões tradicionalmente atribuídas a uma câmara municipal”, diz a autarquia sobre este fórum de democracia participativa, cujo modelo, garante Carlos Moedas, “é único no mundo”. “Não se trata apenas de ouvir as pessoas, mas sim de trabalhar com elas para resolver os problemas da cidade”, acrescenta o presidente da Câmara Municipal de Lisboa (CML).<br /><strong><br /></strong>Os trabalhos serão acompanhados por equipas independentes, cuja missão é apoiar a formulação das propostas e assegurar que todos os participantes têm as mesmas oportunidades de apresentar argumentos. Além disso, esta edição também será acompanhada por equipas de investigadores da London School of Economics, do Instituto de Políticas y Bienes Públicos (Espanha) e do Instituto de Ciências Sociais da Universidade de Lisboa, convidadas a estudar o modelo desta iniciativa e avaliar o contributo do projeto para a democracia local e para participação cívica.</p>
<p>As soluções que saírem do Conselho dos Cidadãos serão apresentadas a Carlos Moedas e o seu desenvolvimento terá o acompanhamento de 10 “embaixadores”, escolhidos entre os 50 cidadãos. O grupo irá participar em reuniões de trabalho periódicas com responsáveis camarários e ajudar a avaliar o impacto e a exequibilidade de cada proposta. “Esta é uma forma de assegurar que existe um verdadeiro impacto na cidade, algo que não acontece noutros modelos de assembleias de cidadãos”, sublinha a autarquia.</p>
<h4><strong>O que saiu das outras edições?</strong></h4>
<p>A estreia do Conselho dos Cidadãos de Lisboa aconteceu em 2022 com uma edição dedicada às alterações climáticas. No final do encontro, que juntou meia centena de cidadãos entre os 17 e os 81 anos, surgiram dezenas de propostas e algumas tiveram seguimento por parte da câmara municipal.</p>
<p>Foi o caso das campanhas de sensibilização relacionadas com o clima e a higiene urbana, que apelaram para a necessidade de melhor separar, reciclar e colocar o lixo. Esta ideia voltou a ser apresentada na edição de 2023, resultando numa nova campanha, intitulada &#8220;Lisboa Limpa com Todos&#8221;, desta vez sobre o impacto ambiental das atividades turísticas.</p>
<p>No primeiro ano da iniciativa também foi apresentada a ideia dos superquarteirões, cuja proposta colheu (embora em formato de projetos piloto) em duas freguesias: Santo António e Campo de Ourique. Na primeira, encerrou-se a Praça da Alegria durante um domingo por mês, e na outra fez-se o mesmo durante nove dias (em setembro de 2023) na zona do Jardim da Parada.</p>
<p>Dessa edição nasceu, igualmente, a ideia “Um Jardim em cada esquina”, ainda em fase inicial de execução. Na prática, foram identificadas 15 áreas onde será viável implementar a proposta, que tem como objetivo criar locais de sombra e ajudar a combater as ondas de calor. De acordo com a CML, as primeiras intervenções deverão acontecer no Bairro das Colónias durante o primeiro semestre deste ano.</p>
<p><div id="attachment_29329" style="width: 660px" class="wp-caption aligncenter"><img aria-describedby="caption-attachment-29329" loading="lazy" class="wp-image-29329 size-full" src="https://smart-cities.pt/wp-content/uploads/2024/04/AS-2628-fotor-20240404193038.jpg" alt="" width="650" height="340" srcset="https://smart-cities.pt/wp-content/uploads/2024/04/AS-2628-fotor-20240404193038.jpg 650w, https://smart-cities.pt/wp-content/uploads/2024/04/AS-2628-fotor-20240404193038-300x157.jpg 300w, https://smart-cities.pt/wp-content/uploads/2024/04/AS-2628-fotor-20240404193038-400x209.jpg 400w, https://smart-cities.pt/wp-content/uploads/2024/04/AS-2628-fotor-20240404193038-610x319.jpg 610w" sizes="(max-width: 650px) 100vw, 650px" /><p id="caption-attachment-29329" class="wp-caption-text">As duas primeiras edições receberam 4370 inscrições e para cada uma foram selecionados 50 cidadãos. Das dezenas de propostas que surgiram, quatro já foram executadas.</p></div></p>
<p>Já a <a href="https://smart-cities.pt/noticias/conselho-de-cidadaos-discute-lisboa-e-a-cidade-dos-15-minutos-2023/" target="_blank" rel="noopener">edição de 2023</a> teve como tema principal “A Cidade dos 15 Minutos” e dela também resultaram alguns projetos concretos, sendo que apenas dois já estão executados. É o caso do alargamento dos transportes noturnos, nomeadamente com a carreira 203 da Carris (entre o Restelo e Xabregas) e da criação de um conselho local de saúde mental, cuja atuação centra-se no Centro Hospitalar Lisboa Norte e no Centro Hospitalar Lisboa Ocidental. Paralelamente, a autarquia também está a desenvolver um Plano de Ação para a Saúde Mental.</p>
<p>Por sua vez, há mais três projetos em execução, diz a autarquia. Ainda em fase inicial está um dedicado à mobilidade suave, com foco na segurança dos utilizadores jovens. Mais avançados estão dois projetos ligados ao Programa Lisboa Empreender, com destaque para o mapeamento do comércio local da cidade, a cargo da Direção Municipal de Economia &amp; Inovação. Simultaneamente, o executivo também iniciou a elaboração de uma nova estratégia para o comércio local.</p>
<p>Em síntese, de acordo com a CML, de um total de oito propostas que o município se comprometeu a implementar, quatro foram dadas como concluídas e duas estão em fase de execução avançada, enquanto outras duas dão ainda os primeiros passos “devido à complexidade técnica que implicam”.</p>
<p><em><br />Fotografia de destaque:</em> © CML</p></div>
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		<title>Valongo junta municípios em projeto de democracia participativa dos cidadãos</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Nelson Jerónimo Rodrigues]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 17 Jan 2024 06:15:55 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Participação cívica e comunidades]]></category>
		<category><![CDATA[cidadania]]></category>
		<category><![CDATA[democracia participativa]]></category>
		<category><![CDATA[Local4Action Valongo]]></category>
		<category><![CDATA[uclg]]></category>
		<category><![CDATA[valongo]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Melhorar a qualidade da democracia local, dando voz a grupos de pessoas habitualmente sub-representadas, é o principal objetivo do projeto Local4Action Valongo, lançado pelo município no âmbito da iniciativa internacional United Cities and Local Government.</p>
<p>O conteúdo <a rel="nofollow" href="https://smart-cities.pt/noticias/valongo-junta-municipios-em-projeto-de-democracia-participativa-dos-cidadaos-17-01/">Valongo junta municípios em projeto de democracia participativa dos cidadãos</a> aparece primeiro em <a rel="nofollow" href="https://smart-cities.pt">Smart Cities</a>.</p>
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				<div class="et_pb_text_inner"><p>Melhorar a qualidade da democracia local, dando voz a grupos de pessoas habitualmente sub-representadas, é o principal objetivo do projeto <em><a href="https://local4actionhub.cm-valongo.pt/" target="_blank" rel="noopener">Local4Action Valongo</a></em>, lançado pelo <a href="https://www.cm-valongo.pt/" target="_blank" rel="noopener">município</a> no âmbito da iniciativa internacional <em><a href="https://uclg.org/" target="_blank" rel="noopener">United Cities and Local Government – UCLG</a></em>. Com ele, procura-se implementar processos de participação cidadã envolvendo, por exemplo, crianças, jovens e idosos, mas também pessoas com deficiência, migrantes, minorias étnicas ou cidadãos com condições económicas e sociais desfavoráveis.</p>
<p>Depois de dar início ao projeto, no final do ano passado, a autarquia de Valongo convida agora outros municípios a juntarem-se ao projeto, de forma a criarem uma rede de 12 cidades dedicada a esta temática. Para isso, conta com o apoio científico do <a href="https://laboratorio3p.web.ua.pt/" target="_blank" rel="noopener">L3P &#8211; Laboratório de Planeamento e Políticas Públicas da Universidade de Aveiro</a>, que irá oferecer assessoria a 12 municípios interessados em aprofundar práticas participativas com estes grupos sub-representados. Durante um ano e meio, os participantes selecionados recebem suporte técnico e científico gratuitos.</p>
<p>De acordo com José Carlos Mota, professor e investigador da Universidade de Aveiro, e um dos coordenadores da iniciativa, a escolha será feita com base em dois critérios essenciais: “por um lado, o método e a exequibilidade do processo participativo e, por outro, o caráter inovador da metodologia que propõem desenvolver, sendo aceites municípios portugueses ou de qualquer outro país”.</p>
<p>A fase de <a href="https://local4actionhub.cm-valongo.pt/" target="_blank" rel="noopener">candidaturas</a> está aberta até ao dia 19 de janeiro e a seleção dos participantes acontece na semana seguinte, com o anúncio de resultados a estar previsto para dia 31 deste mês. Depois, os municípios vão participar em ações de formação e de implementação de processos, enquanto a última fase do projeto arranca em outubro, com a avaliação do impacto local de cada caso. Entre janeiro e abril de 2025 terá lugar a elaboração do relatório final, bem como a sua apresentação e divulgação.</p>
<p>“Queremos desconstruir uma ideia comum, de que os cidadãos não se interessam e são cada vez mais individualistas. A experiência da Universidade de Aveiro e de Valongo dizem-nos que tudo depende do método e que é possível fazer com que as pessoas sintam que o seu contributo é útil, valorizado e consequente”, diz José Carlos Mota. Como tal, “pretende-se promover esta prática e criar mais troca de experiências sobre métodos e resultados que possam ser replicados noutros contextos”, explica o especialista.</p>
<p>Já o presidente da câmara municipal de Valongo, José Manuel Ribeiro, sublinha que apesar da forte tradição do município na promoção da cidadania e da democracia participativa, a cidade quer “ir anda mais além na governação democrática no espaço local”. “Não podemos permitir que a fraca participação, o desconhecimento dos processos ou dos mecanismos democráticos e a dificuldade estrutural de integração de grupos sub-representados minem o potencial de uma comunidade e o seu desenvolvimento”, acrescenta.</p>
<p><em>Foto de destaque:</em> © CM Valongo</p></div>
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		<title>Projeto português entre os eleitos para receber apoio do Novo Bauhaus Europeu</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Nelson Jerónimo Rodrigues]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 18 Dec 2023 07:36:09 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Participação cívica e comunidades]]></category>
		<category><![CDATA[associação rio neiva]]></category>
		<category><![CDATA[esposende]]></category>
		<category><![CDATA[laboratorio comunitário do neiva]]></category>
		<category><![CDATA[Novo Bauhaus Europeu]]></category>
		<category><![CDATA[rio neiva]]></category>
		<category><![CDATA[Viana do Castelo]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O Laboratório Comunitário do Neiva é um dos seis projetos europeus apoiados pela Comunidade Novo Bauhaus Europeu, do EIT (Instituto Europeu de Inovação e Tecnologia), no âmbito de uma iniciativa destinada a financiar “ideias que ajudem a moldar um futuro alternativo para a Europa”.</p>
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				<div class="et_pb_text_inner"><p>O <a href="https://rioneiva.com/lab/" target="_blank" rel="noopener">Laboratório Comunitário do Neiva</a> é um dos <a href="https://www.climate-kic.org/news/6-new-european-bauhaus-projects-secure-funding-to-enhance-local-communities/?fbclid=IwAR21xaLUMoC14HK2lyCfF4xCbpjrLgm9RSH7Kh6tR1Hw3DEb2OObvQXpSME" target="_blank" rel="noopener">seis projetos</a> europeus apoiados pela Comunidade <a href="https://smart-cities.pt/noticias/novo-bauhaus-europeu-dgt-2104/" target="_blank" rel="noopener">Novo Bauhaus Europeu</a> (NEB), do <a href="https://www.climate-kic.org/">EIT</a> (Instituto Europeu de Inovação e Tecnologia), no âmbito de uma iniciativa destinada a financiar “ideias que ajudem a moldar um futuro alternativo para a Europa”. O concurso tinha por objetivo escalar os melhores projetos <a href="https://eit.europa.eu/our-activities/opportunities/connect-neb-call-proposals-advance-sustainable-beautiful-and-inclusive" target="_blank" rel="noopener">Connect NEB</a> e Co-create NEB, baseados nos eixos da sustentabilidade, inclusão e estética, e atribuiu 50 mil euros a cada eleito, além de mentoria e acesso a uma das maiores comunidades de inovação da Europa.</p>
<p>Dinamizado pela associação <a href="https://rioneiva.com/estorias/" target="_blank" rel="noopener">Rio Neiva</a> e pelos municípios de Esposende e Viana do Castelo, este laboratório é um espaço de experimentação e de co-criação dedicado ao desenvolvimento sustentável da zona da foz do Rio Neiva, que abraça os dois concelhos minhotos.</p>
<p>Com este apoio financeiro, o projeto vai começar por reunir agentes de várias áreas de atuação para que, juntos, experimentem novas ideias que ajudem a dinamizar este território e, ao mesmo tempo, contribuam para o combate à perda populacional e de atividade económica que atingem as comunidades semi-rurais da região.</p>
<p>“No fundo, em vez de pré-definirmos um caminho a percorrer, vamos implementar coisas novas e trabalhar em conjunto com diversos atores, de forma a percebermos como é que se se podem criar estas novas dinâmicas”, diz Rui Monteiro, da Neiva – Associação de Defesa do Ambiente. Depois da escolha dos <em>stakeholders</em> e de uma fase de co-criação (como reuniões e <em>workshops</em>), a ideia “é chegar ao mês de maio com uma ficha de novos projetos” e começar a implementá-los gradualmente, sendo que o limite temporal do projeto é o ano de 2030.</p>
<p>Sobre as ações a desenvolver, Rui Monteiro adianta que algumas ideias e possibilidades já estão a surgir, relacionadas, por exemplo, com “a relação entre a Natureza e a saúde mental e o bem-estar, ou entre as comunidades e a água, mas também com modelos de negócio baseados na sustentabilidade ambiental, além de projetos que envolvam as escolas da região”. Certo é que “estas possibilidades vêm sempre bater à logica de um laboratório experimental em que, no fundo, o raciocínio parte do seguinte: já que estamos num território à escala local, devemos aproveitar essa mesma escala, não como um aspeto negativo, mas enquanto oportunidade de testar novas áreas de futuro”, acrescenta.</p>
<h4><strong>Do imaginário local para projetos no terreno</strong></h4>
<p>O Laboratório Comunitário do Neiva é o terceiro projeto da associação Neiva apoiado no âmbito do Novo Bauhaus Europeu. Primeiro, em 2021, foi a iniciativa “<a href="https://rioneiva.com/estorias/" target="_blank" rel="noopener">Estórias de ambos os lados</a>”, destinada à criação de uma visão e narrativa coletiva sobre a foz do Rio Neiva, que resultou num documentário fotográfico e num livro. Estes tiveram como protagonistas várias pessoas da comunidade local, de diferentes idades, ligadas à agricultura, à pesca e às azenhas, entre outras atividades. “O mais interessante e curioso é que essas histórias que dali saíram têm vindo a alimentar praticamente, e desde então, todos os programas e projetos que temos feito na associação”.</p>
<p>Um deles, também apoiado pelo NEB, teve como objetivo experimentar e testar novas formas de contemplar a zona do <a href="https://rioneiva.com/minante/" target="_blank" rel="noopener">Minante</a>, junto ao rio, nomeadamente através dos trilhos e caminhos de ambas as margens. “Aqui existe uma azenha que surgiu, recorrentemente, como um local pelo qual a comunidade tinha muita estima, porque iam para lá nadar, namorar e fazer festas, além de também ter sido um espaço de trabalho. Por isso decidimos criar este projeto que celebra um espaço público que tantas memórias criou”, comenta Rui Monteiro. Daqui nasceram diversas ações e iniciativas, como <em>workshops</em> que criaram, por exemplo, uma bandeira comum do território ou construções em madeira que estão agora expostas no local.</p>
<p><em>Fotografia de destaque:</em> © Ana Clara Roberti</p></div>
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		<title>Projeto intermunicipal promove participação dos jovens nas comunidades</title>
		<link>https://smart-cities.pt/noticias/premios-novo-bauhaus-europeu-procuram-projetos-inovadores-de-sustentabilidade-estetica-e-inclusao-30-10/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=premios-novo-bauhaus-europeu-procuram-projetos-inovadores-de-sustentabilidade-estetica-e-inclusao-30-10</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Nelson Jerónimo Rodrigues]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 30 Oct 2023 06:08:18 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Participação cívica e comunidades]]></category>
		<category><![CDATA[gois]]></category>
		<category><![CDATA[intermunicipal]]></category>
		<category><![CDATA[jovens]]></category>
		<category><![CDATA[Lousã]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Os municípios de Góis, Lousã, Miranda do Corvo e Vila Nova de Poiares juntaram-se numa nova iniciativa que desafia os jovens da região a refletir sobre o território e a contribuir para a tomada de decisão. O projeto “Entre Jovens - Participação em Comunidades Locais” ...</p>
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				<div class="et_pb_text_inner"><p>Os municípios de Góis, Lousã, Miranda do Corvo e Vila Nova de Poiares juntaram-se numa nova iniciativa que desafia os jovens da região a refletir sobre o território e a contribuir para a tomada de decisão. O projeto “Entre Jovens-Participação em Comunidades Locais” resulta de uma parceria que reúne as quatro autarquias e a Activar – Associação de Cooperação da Lousã, com o objetivo de envolver e mobilizar esta faixa da população.</p>
<p>“Queremos promover o desenvolvimento de competências para a participação juvenil nas comunidade destes municípios e suscitar o interesse dos jovens, não só daqueles que participam diretamente no projeto, mas também dos outros, de forma a dar-lhes uma voz mais ativa”, disse à <em>Smart Cities</em> Daniela Venâncio, técnica da Activar, uma associação de desenvolvimento local sediada na Lousã.</p>
<p>Numa primeira fase foram selecionados 20 jovens, a que chamaram “mobilizadores”, que irão participar em encontros e visitar uma cidade inspiradora, com trabalho desenvolvido na área da participação juvenil. Depois, este grupo irá organizar vários eventos (juntamente com a Activar) destinados a todos os jovens dos quatro concelhos, como ações de diálogo com os decisores políticos, um <em>Hackaton</em> (maratona de ideias) e um evento final. “Queremos que este seja um momento de conclusão, mas também de manifesto, que servirá para apresentar as ideias finais que saíram dos diálogos e do <em>Hackaton</em>, bem como um espaço de encontros onde estarão representadas várias organizações juvenis e haverá workshops e concertos”, explica Pedro Martins, também da Activar.</p>
<p>Com a duração de dois anos (entre 2023 e 2025), este projeto cofinanciado pela União Europeia, através do programa Erasmus+, conta também com a participação ativa das autarquias, nomeadamente através de quatro decisores políticos (regra geral, o vereador com o pelouro da juventude) e outros tantos técnicos, que farão a ligação entre as autarquias, os jovens e a associação.</p>
<p><div id="attachment_26265" style="width: 828px" class="wp-caption aligncenter"><img aria-describedby="caption-attachment-26265" loading="lazy" class="wp-image-26265" src="https://smart-cities.pt/wp-content/uploads/2023/10/394202287_726580016182296_7649661713105228266_n-fotor-2023102715617-1024x384.jpg" alt="" width="818" height="307" srcset="https://smart-cities.pt/wp-content/uploads/2023/10/394202287_726580016182296_7649661713105228266_n-fotor-2023102715617-1024x384.jpg 1024w, https://smart-cities.pt/wp-content/uploads/2023/10/394202287_726580016182296_7649661713105228266_n-fotor-2023102715617-300x113.jpg 300w, https://smart-cities.pt/wp-content/uploads/2023/10/394202287_726580016182296_7649661713105228266_n-fotor-2023102715617-768x288.jpg 768w, https://smart-cities.pt/wp-content/uploads/2023/10/394202287_726580016182296_7649661713105228266_n-fotor-2023102715617-400x150.jpg 400w, https://smart-cities.pt/wp-content/uploads/2023/10/394202287_726580016182296_7649661713105228266_n-fotor-2023102715617-610x229.jpg 610w, https://smart-cities.pt/wp-content/uploads/2023/10/394202287_726580016182296_7649661713105228266_n-fotor-2023102715617.jpg 1026w" sizes="(max-width: 818px) 100vw, 818px" /><p id="caption-attachment-26265" class="wp-caption-text">Sessão de apresentação do projeto “Entre Jovens &#8211; Participação em Comunidades Locais”, realizada na Lousã. Foto: © CM Lousã</p></div></p>
<p>A iniciativa “tem todas as condições de ser um sucesso e poder ser uma porta aberta para que no futuro possa haver uma melhor interação entre os jovens de cada território e os decisores políticos”, afirmou o presidente da Câmara Municipal de Góis, Rui Sampaio, durante a sessão de apresentação. Já o vereador da câmara Municipal de Miranda do Corvo, Rui Godinho, realçou a importância da partilha de ideias, “até porque não podemos descurar que a mente dos jovens é poderosa, conseguindo criar também ideias poderosas para a nossa região”.</p>
<p>O caráter intermunicipal da iniciativa foi destacado pelo presidente da Câmara Municipal de Vila Nova de Poiares, João Miguel Henriques, lembrando que “não faz sentido que este tipo de projetos fiquem encerrados naquilo que são as nossa fronteiras administrativas, num território que tem muito mais semelhanças que diferenças”. A mesma ideia foi sublinhada pelo vereador da Lousã, João Santos, ao dizer que se “vai unir quatro municípios parceiros e que têm sabido trabalhar em conjunto”, neste caso com um denominador comum e inovador: “é um projeto que mobiliza jovens para falarem com jovens”.</p>
<p>Foto de destaque: © Shutterstock</p></div>
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