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	<title>Arquivo de Inovação - Smart Cities</title>
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	<title>Arquivo de Inovação - Smart Cities</title>
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		<title>Capital Europeia da Inovação: prémios procuram candidatas</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Nelson Jerónimo Rodrigues]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 08 Apr 2025 23:08:02 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Inovação]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[braga]]></category>
		<category><![CDATA[Capital Europeia da Inovação]]></category>
		<category><![CDATA[Cidade Inovadora em Ascensão]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Já começou a corrida aos Prémios Capital Europeia da Inovação 2026, também conhecidos como iCapital Awards. Até 18 de junho, as cidades podem concorrer a esta distinção promovida pelo Conselho Europeu da Inovação, que reconhece os municípios com “ecossistemas de inovação inclusivos e soluções disruptivas para o bem-estar dos cidadãos”.</p>
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				<div class="et_pb_text_inner"><p>Já começou a corrida aos <a href="https://ec.europa.eu/info/funding-tenders/opportunities/portal/screen/opportunities/topic-details/HORIZON-EIC-2025-PRIZE-2-01?keywords=icapital&amp;isExactMatch=true&amp;status=31094502&amp;frameworkProgramme=43108390&amp;order=DESC&amp;pageNumber=1&amp;pageSize=50&amp;sortBy=relevance" target="_blank" rel="noopener">Prémios Capital Europeia da Inovação 2026</a>, também conhecidos como <em>iCapital Awards</em>. Até 18 de junho, as cidades podem concorrer a esta distinção promovida pelo Conselho Europeu da Inovação, que reconhece os municípios com “ecossistemas de inovação inclusivos e soluções disruptivas para o bem-estar dos cidadãos”. O lançamento da 10.ª edição aconteceu numa cerimónia realizada em Braga, atual Cidade Inovadora em Ascensão.</p>
<p>Estes galardões dividem-se em duas categorias principais, com destaque para o prémio Capital Europeia da Inovação (<em>European Capital of Innovation)</em>, destinado a cidades com mais de 250 mil habitantes. A vencedora recebe um milhão de euros, enquanto as outras duas finalistas têm direito a 100 mil euros cada. Simultaneamente, é atribuído o prémio Cidade Inovadora em Ascensão (<em>Rising Innovative City)</em>, para municípios com população entre 50 mil e 250 mil habitantes. Também neste caso é atribuído um valor monetário à cidade eleita – 500 mil euros –, e as duas segundas classificadas recebem 50 mil euros.</p>
<p>Além do reconhecimento internacional e do prémio financeiro para melhorar as estratégias locais de inovação, todas as finalistas passam a estabelecer contactos privilegiados com outras cidades e a partilhar boas práticas através da rede europeia iCapital Alumni.</p>
<p>Entre os critérios de seleção deste prémio estão seis fatores essenciais: Experimentação; Possibilidade de escalar o conceito; Construção de ecossistemas; Expansão (servir de exemplo para outras cidades, apoiando a disseminação e replicação de soluções testadas); Visão inovadora da cidade; e Direitos dos cidadãos.</p>
<p><div id="attachment_37503" style="width: 498px" class="wp-caption alignright"><img aria-describedby="caption-attachment-37503" loading="lazy" class="wp-image-37503 " src="https://smart-cities.pt/wp-content/uploads/2025/04/1742914352239.jpg" alt="" width="442" height="249" srcset="https://smart-cities.pt/wp-content/uploads/2025/04/1742914352239.jpg 1600w, https://smart-cities.pt/wp-content/uploads/2025/04/1742914352239-300x169.jpg 300w, https://smart-cities.pt/wp-content/uploads/2025/04/1742914352239-1024x576.jpg 1024w, https://smart-cities.pt/wp-content/uploads/2025/04/1742914352239-768x432.jpg 768w, https://smart-cities.pt/wp-content/uploads/2025/04/1742914352239-1536x864.jpg 1536w, https://smart-cities.pt/wp-content/uploads/2025/04/1742914352239-400x225.jpg 400w, https://smart-cities.pt/wp-content/uploads/2025/04/1742914352239-610x343.jpg 610w, https://smart-cities.pt/wp-content/uploads/2025/04/1742914352239-1080x608.jpg 1080w" sizes="(max-width: 442px) 100vw, 442px" /><p id="caption-attachment-37503" class="wp-caption-text">Sessão informativa acontece a 24 de abril</p></div></p>
<p>As cidades interessadas em concorrer à iniciativa podem inscrever-se numa sessão informativa online, agendada para o dia 24 de abril, através deste <a href="https://eic.ec.europa.eu/events/2026-european-capital-innovation-awards-icapital-online-info-session-2025-04-24_en" target="_blank" rel="noopener">link</a>.</p>
<p>Recorde-se que <a href="https://smart-cities.pt/noticias/lisboa-eleita-capital-europeia-da-inovacao-28-11/" target="_blank" rel="noopener">Lisboa foi eleita Capital Europeia da Inovação 2023</a>, tornando-se a primeira cidade portuguesa a receber este prémio, depois de superar as outras duas finalistas: Lviv, na Polónia, e Kiev, na Ucrânia.</p>
<p>Por sua vez, <a href="https://smart-cities.pt/noticias/braga-eleita-cidade-inovadora-em-ascensao-13-11/" target="_blank" rel="noopener">Braga venceu o prémio Cidade Inovadora em Ascensão 2024-2025</a>, batendo a concorrência de Linz, na Áustria, e Oulu, na Finlândia. Nessa mesma categoria, <a href="https://smart-cities.pt/noticias/cascais-finalista-capital-inovacao-1111/" target="_blank" rel="noopener">Cascais</a> ficou em 2.º lugar em 2021, enquanto <a href="https://smart-cities.pt/noticias/0212-premios-icapital-2022-conselho-europeu-inovacao-aveiro-finalista/" target="_blank" rel="noopener">Aveiro</a> terminou na 3.ª posição em 2022.</p>
<p><em><br />Fotografia de destaque:</em> © Shutterstock</p></div>
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				<div class="et_pb_promo_description"><h2 class="et_pb_module_header">Leia também</h2></div>
				<div class="et_pb_button_wrapper"><a class="et_pb_button et_pb_promo_button" href="https://smart-cities.pt/noticias/braga-eleita-cidade-inovadora-em-ascensao-13-11/" target="_blank">Braga eleita Cidade Inovadora em Ascensão</a></div>
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		<title>Inovação jovem quer mudar as cidades e o mundo</title>
		<link>https://smart-cities.pt/noticias/inovacao-jovem-quer-mudar-as-cidades-e-o-mundo-28-03/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=inovacao-jovem-quer-mudar-as-cidades-e-o-mundo-28-03</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Nelson Jerónimo Rodrigues]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 28 Mar 2025 07:30:38 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Inovação]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Healthcare Support Center]]></category>
		<category><![CDATA[herbi]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Cada vez mais jovens portugueses assumem protagonismo no setor da inovação, apostados em lançar ideias disruptivas, mas também em fazê-las vingar no mercado. Desta nova geração nasceram vários projetos criativos e revolucionários, que antecipam o futuro enquanto fazem do Planeta um lugar melhor.</p>
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				<div class="et_pb_text_inner">Cada vez mais jovens portugueses assumem protagonismo no setor da inovação, apostados em lançar ideias disruptivas, mas também em fazê-las vingar no mercado. Desta nova geração nasceram vários projetos criativos e revolucionários, que antecipam o futuro enquanto fazem do Planeta um lugar melhor.</p>
<p><span data-contrast="auto">Aproveitar as cascas do camarão para criar um bioplástico impermeabilizante parece tarefa quase impossível, só à medida de investigadores experimentados, mas dois jovens portugueses decidiram meter mãos à obra quanto tinham apenas 17 anos. Frederico Maurity e Madalena de Castro Filipe lançaram o projeto HidroQapa ainda no liceu e começaram por procurar o apoio de universidades e centros de investigação, mas, nessa altura, quase todas as portas se fecharam. “Mais de 95% das respostas foram negativas, dizendo-nos que a nossa ideia não era possível, porque nem estava cientificamente consensual. Mas tivemos a sorte do Instituto Superior Técnico aceitar o nosso desafio e, a partir daí, foi sempre a melhorar”, recorda Frederico. </span></p>
<p><span data-contrast="auto">Nos últimos dois anos, a solução passou das aulas de biologia no Colégio Valsassina, em Lisboa, para os principais eventos de inovação e empreendedorismo, recebendo inúmeros prémios nacionais e internacionais. Começou por estar entre os vencedores da Mostra Nacional de Ciência, que lhe valeu o acesso para a maior feira de ciência e engenharia do mundo, a Regeneron</span><i><span data-contrast="auto">, </span></i><span data-contrast="auto">realizada nos Estados Unidos,</span> <span data-contrast="auto">onde ficou em segundo lugar no Prémio </span><i><span data-contrast="auto">Mary Kay</span></i><span data-contrast="auto"> para a Inovação, destinado a cientistas do ensino secundário. Depois, ganhou a </span><i><span data-contrast="auto">Youth Start-Up</span></i><span data-contrast="auto"> Competition</span><i><span data-contrast="auto">, </span></i><span data-contrast="auto">promovida pela Comissão Europeia</span><i><span data-contrast="auto">, </span></i><span data-contrast="auto">o</span> <span data-contrast="auto">Prémio Inovação e Saúde</span> <span data-contrast="auto">e a Mostra Nacional de Jovens Empreendedores na categoria de Sustentabilidade Ambiental.</span></p>
<p><span data-contrast="auto">Os benefícios para o Planeta são, de resto, um dos pilares desta inovação, por ser “capaz de substituir de uma forma mais ecológica os atuais impermeabilizantes da indústria têxtil, ainda bastante poluentes, tanto para os ecossistemas, como para a saúde humana”, explica o agora estudante universitário do curso de enfermagem. Isto porque é uma solução sustentável e biodegradável, que ajuda a reduzir a poluição ambiental e o desperdício de recursos, ao mesmo tempo que favorece a economia circular.</span></p>
<p><span data-contrast="auto">Na prática, Frederico e Madalena aproveitam uma substância presente nas cascas de camarão, o quisotano, para desenvolver um bioplástico impermeável que pode ser utilizado, por exemplo, em toalhas de mesas, onde já foi testado com sucesso. Mas a sua aplicação tem potencial para chegar a outros artigos têxteis, como t-shirts ou colchões, por exemplo.</span></p>
<p><span data-contrast="auto">Encontrar financiamento é o próximo passo do HidroQapa, que integra o programa BlueBio Value Ideation, dedicado ao desenvolvimento de projetos inovadores e sustentáveis na área da economia azul. Algumas marcas nacionais e investidores internacionais já demonstraram curiosidade com esta inovação, por isso o futuro poderá passar por parcerias com outras empresas. “Queremos fazer a diferença e, quem sabe, ajudar a revolucionar o mundo da indústria têxtil. Para nós, o futuro já começou!”, afirmam os dois jovens inovadores. </span></p>
<h4><b><span data-contrast="auto">Inovação descarboniza cidades</span></b></h4>
<p><span data-contrast="auto">E se for possível desenvolver uma solução capaz de capturar e quantificar o dióxido de carbono (CO₂), transformando-o depois em valor económico? Durante um mês, a pergunta não saiu da cabeça de quatro jovens que participaram na 3.ª edição do Sustainable Living Innovators (SLI), um programa criado pelo CEiiA com o objetivo de estimular futuros líderes tecnológicos. Dito e feito. A partir daí, começaram a trabalhar a ideia e criaram o Herbi, um biodispositivo que utiliza a natureza para sequestrar o CO</span><span data-contrast="auto">2</span><span data-contrast="auto"> em ambientes urbanos, contribuindo para acelerar a neutralidade carbónica das cidades. </span></p>
<p><div id="attachment_37206" style="width: 310px" class="wp-caption alignright"><img aria-describedby="caption-attachment-37206" loading="lazy" class="wp-image-37206 size-medium" src="https://smart-cities.pt/wp-content/uploads/2025/03/herbi-1-300x285.jpg" alt="" width="300" height="285" srcset="https://smart-cities.pt/wp-content/uploads/2025/03/herbi-1-300x285.jpg 300w, https://smart-cities.pt/wp-content/uploads/2025/03/herbi-1-1024x973.jpg 1024w, https://smart-cities.pt/wp-content/uploads/2025/03/herbi-1-768x730.jpg 768w, https://smart-cities.pt/wp-content/uploads/2025/03/herbi-1-1536x1460.jpg 1536w, https://smart-cities.pt/wp-content/uploads/2025/03/herbi-1-299x284.jpg 299w, https://smart-cities.pt/wp-content/uploads/2025/03/herbi-1-610x580.jpg 610w, https://smart-cities.pt/wp-content/uploads/2025/03/herbi-1-1080x1026.jpg 1080w, https://smart-cities.pt/wp-content/uploads/2025/03/herbi-1.jpg 2048w" sizes="(max-width: 300px) 100vw, 300px" /><p id="caption-attachment-37206" class="wp-caption-text">Primeira apresentação pública do Herbi aconteceu na Web Summit 2024</p></div></p>
<p><span data-contrast="auto">Este utiliza um arbusto que pode ser integrado, por exemplo, em paragens de autocarro ou fachadas e coberturas de edifícios, otimizando e medindo, com a ajuda de sensores, o dióxido de carbono resgatado. “Através da sua aplicação em infraestruturas urbanas, o Herbi captura, quantifica e comunica o CO</span><span data-contrast="auto">2</span><span data-contrast="auto"> em tempo real, permitindo converter o CO</span><span data-contrast="auto">2</span><span data-contrast="auto"> sequestrado em créditos ambientais transacionáveis e proporcionando uma oportunidade económica alinhada com metas ambientais”, explica Nuno Figueiredo, que tem desenvolvido o dipositivo em conjunto com Marco Cunha, Mafalda Mendes e Matheus Costa.</span></p>
<p><span data-contrast="auto">Quando começaram o projeto, os quatro jovens ainda eram estudantes universitários, mas, entretanto, passaram a integrar o CEiiA com a missão de fazer evoluir o produto. Em breve vão iniciar testes e demonstrações em hubs de mobilidade de várias cidades pertencentes à rede BE.Neutral, um consórcio que junta oito municípios e dezenas de empresas e entidades com a missão de reduzir 600 mil toneladas de CO</span><span data-contrast="auto">2 </span><span data-contrast="auto">na região norte do país. Também para este ano está prevista a implementação de protótipos do Herbi, juntamente com o refinar do modelo de negócio e a criação de parcerias.</span></p>
<p><span data-contrast="auto">“Esta plataforma permite que os nossos futuros clientes, como as cidades, as empresas de construção ou os escritórios de arquitetura, obtenham uma vantagem competitiva em matéria de sustentabilidade. Isto porque conseguirão demonstrar de uma forma mais transparente o seu processo de compensação das emissões de carbono, incluindo os resultados nos relatórios de sustentabilidade”, sublinha Mafalda Mendes. Ambições para o futuro? Industrializar o produto, escalar e contribuir de forma efetiva para a descarbonização das cidades.</span><span data-ccp-props="{}"> </span></p>
<h4><b><span data-contrast="auto">Salvar vidas na estrada</span></b></h4>
<p><span data-contrast="auto">A partir de um susto também podem surgir boas oportunidades. André Azevedo conduzia às 4 horas da manhã numa autoestrada quando adormeceu ao volante e, por instantes, o carro desviou para outra faixa. Pior ficou o sócio, Filipe Monteiro, envolvido num acidente pela mesma razão que resultou em dois carros totalmente destruídos, depois de embater contra um veículo estacionado. Ambos os episódios viriam a estar na origem da startup WindDriver, que desenvolveu uma tecnologia baseada em inteligência artificial, capaz de detetar sinais de fadiga e de falta de concentração e emitindo alertas que podem evitar acidentes.</span></p>
<p><span data-contrast="auto">Utilizamos a câmara dos smartphones para analisar a face do condutor em tempo real, recorrendo a visão computacional para detetar se os olhos estão abertos e para onde estão a olhar. No caso de surgir uma distração durante mais de dois segundos, ou se o condutor adormecer, é emitido um alerta sonoro e visual que vai ajudá-lo a focar-se na estrada”, explica o CEO da empresa. Para isso, o utilizador só tem de instalar uma aplicação que, em breve, também passará a analisar os níveis de stresse ao volante.</span></p>
<p><span data-contrast="auto">Desde que foi lançada, em 2021, a empresa já recolheu mais de 200 mil quilómetros de dados e constatou que os alertas de distração surgem, em média, a cada seis quilómetros, enquanto os de adormecimento rondam os 25 quilómetros. “Estimamos já ter salvo, pelo menos 52 vidas, só durante o ano de 2024. Além disso, temos recebido muito bom feedback, como aconteceu com uma condutora de TVDE que nos ligou às 9 horas, agradecendo muito, depois da app a ter acordado e evitado um acidente”, diz André Azevedo. A estes números junta outros oficiais, do Conselho Europeu da Segurança dos Transportes, segundo o qual Portugal foi o sexto país (entre 32) com mais acidentes rodoviários em 2023, cerca de 35 mil, que resultaram em 468 vítimas mortais. </span></p>
<p><span data-contrast="auto">Empreendedor desde cedo, André Azevedo lembra-se bem dos tempos em que ele e o sócio deixaram de trabalhar numa empresa de projetos de inovação para se aventurarem por conta própria no setor tecnológico. Em boa hora o fizeram, acrescenta, lembrando o crescimento da WingDriver, que em Portugal já trabalha com a Bolt, a Galp ou a Brisa, por exemplo, e no estrangeiro está a negociar com “o segundo maior ride-hailing [transporte a pedido através de uma aplicação] do mundo, que é basicamente três vezes maior que a UBER”, ao mesmo tempo que se prepara para chegar ao mercado da Austrália e da Nova Zelândia. Um percurso sempre a crescer, sem se desviar da rota prevista, que quer conquistar o mundo salvando vidas e tornando as estradas mais seguras.</span><span data-ccp-props="{}"> </span></p>
<h4><b><span data-contrast="auto">Tecnologia sub-18 que faz bem</span></b></h4>
<p><span data-contrast="auto">Inspirado num caso real foi também o Healthcare Support Center, uma das soluções vencedoras da 10.ª edição do programa Apps for Good, que desafia estudantes do 5.º ao 12.º ano a desenvolverem aplicações para smartphone capazes de transformar o mundo e as comunidades. Criado por três alunos da Escola Secundária de Tondela, é um sistema de monitorização e apoio remoto médico em tempo real, que recorre a sensores de humidade colocados na cama ou nos lençóis de uma pessoa hospitalizada ou acamada.</span> <span data-contrast="auto">“Uma vez fui visitar a minha avó ao hospital e ela estava urinada na cama. Fiquei </span> <span data-contrast="auto">a pensar nisso e, mais tarde, em conversa com o nosso professor, tentámos encontrar uma solução para esse problema”, conta Joel Dias, de 17 anos, um dos criadores desta inovação, juntamente com os colegas Matilde Machado e Carlos Soares e o docente Paulo Nogueira. </span></p>
<p><span data-contrast="auto">Através da app que os jovens desenvolveram, tanto enfermeiros como cuidadores podem receber alertas sempre que a roupa está molhada, melhorando a saúde e o bem-estar dos doentes, ao mesmo tempo que se otimiza o tempo das equipas de enfermagem. Complementarmente, o Healthcare Support Center pode estar associado a um sinal luminoso junto à cama que serve de alternativa ou reforça a informação. O sistema, ainda em protótipo, foi testado e validado no Hospital Tondela/Viseu, o que ajudou a acrescentar alguns melhoramentos. Por exemplo, ao serem informados sobre a elevada mortalidade nos idosos associada a ondas de calor, os criadores decidiram juntar um sensor de temperatura que aciona o ar condicionado sempre que o quarto fica muito quente. </span></p>
<p><span data-contrast="auto">Também com 17 anos, Matilde Castro sonha ver este equipamento noutros hospitais do país, até porque é “um projeto com capacidade para ajudar muita gente e hoje em dia não há nenhu<span class="NormalTextRun SCXW22998041 BCX0">m equipamento igual”. Até lá, </span><span class="NormalTextRun SCXW22998041 BCX0">o </span><span class="NormalTextRun SpellingErrorV2Themed SCXW22998041 BCX0">Healthcare</span> <span class="NormalTextRun SpellingErrorV2Themed SCXW22998041 BCX0">Support</span> <span class="NormalTextRun SpellingErrorV2Themed SCXW22998041 BCX0">Center</span> <span class="NormalTextRun SCXW22998041 BCX0">“vai mostrando que </span><span class="NormalTextRun SCXW22998041 BCX0">tem capacidade para </span><span class="NormalTextRun SCXW22998041 BCX0">ser útil</span><span class="NormalTextRun SCXW22998041 BCX0">, mas também </span><span class="NormalTextRun SCXW22998041 BCX0">que os jovens são capazes de ter ideias inovador</span><span class="NormalTextRun SCXW22998041 BCX0">a</span><span class="NormalTextRun SCXW22998041 BCX0">s</span><span class="NormalTextRun SCXW22998041 BCX0"> e</span><span class="NormalTextRun SCXW22998041 BCX0"> importantes para a sociedade”, conclui.</span></span></p>
<p>&nbsp;</div>
			</div> <!-- .et_pb_text --><div class="et_pb_module et_pb_text et_pb_text_2 et_animated  et_pb_text_align_left et_pb_bg_layout_light">
				
				
				<div class="et_pb_text_inner"><p style="text-align: center;"><em><br />
Este artigo foi originalmente publicado na edição n.º 46 da Smart Cities &#8211; janeiro/fevereiro/março 2025</em></p></div>
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			</item>
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		<title>Especialistas da Universidade do Porto descarbonizam setor das pescas</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Ana Mota]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 24 Jan 2025 07:30:19 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Inovação]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[fundação calouste gulbenkian]]></category>
		<category><![CDATA[greenship]]></category>
		<category><![CDATA[investigação]]></category>
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		<category><![CDATA[Poluição]]></category>
		<category><![CDATA[setor marítimo]]></category>
		<category><![CDATA[Universidade do Porto]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Uma equipa multidisciplinar de investigadores da Universidade do Porto está a trabalhar numa solução de produção e armazenamento de hidrogénio a bordo, um importante recurso para a descarbonização do setor marítimo. O projeto, que recebeu financiamento de 1,5 milhões de euros, está já numa fase avançada de desenvolvimento e até já existem empresas interessadas na solução. </p>
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				<div class="et_pb_text_inner"><p><span style="font-weight: 400;">Uma equipa multidisciplinar de investigadores da Universidade do Porto está a trabalhar numa solução de produção e armazenamento de hidrogénio a bordo, um importante recurso para a descarbonização do setor marítimo. O projeto, que recebeu financiamento de 1,5 milhões de euros, está já numa fase avançada de desenvolvimento e até já existem empresas interessadas na solução. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O projeto é o concretizar de um sonho da professora e investigadora que dá voz ao conceito do GREENSHIP_E. Alexandra Rodrigues Pinto, que ironicamente escolheu os combustíveis fósseis como tema para o doutoramento, olha para as energias renováveis como a solução para a descarbonização do setor marítimo. Os combustíveis alternativos entraram a bordo do projeto de investigação, que pode vir a solucionar vários problemas de sustentabilidade do setor. “Comecei a pensar nisto há muito tempo. O primeiro projeto surgiu em 2005, sempre com o foco na sustentabilidade. A descarbonização do setor marítimo é uma das preocupações nacionais e nem tudo se resolve com o 100% elétrico. Há uma fatia muito grande de emissões na mobilidade que vêm do setor marítimo”, afirma a professora da Faculdade de Engenharia da Universidade do Porto. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A pegada das frotas pesqueiras nacionais, que utilizam combustíveis fósseis, com motores “bastante poluentes” para a atmosfera e para os oceanos, é uma das preocupações que dá força ao projeto desenvolvido por várias equipas da Universidade do Porto e do INESC TEC. Através de duas soluções desenvolvidas para a utilização de hidrogénio &#8211; uma de hidrogénio produzido de forma limpa e outra de produção a partir de uma molécula do amoníaco &#8211; é possível utilizar este recurso energético no abastecimento de pilhas de combustível, que asseguram a propulsão elétrica da embarcação. A inovação está na capacidade de produção e de armazenamento de hidrogénio a bordo da embarcação, em reservatórios mais pequenos. “O problema é que no barco não estamos ligados à rede elétrica, daí os setores como o marítimo e a aviação, por exemplo, terem essa dificuldade na eletrificação. Estas soluções são inovadoras porque a produção não recorre à energia elétrica”, refere Alexandra Rodrigues Pinto. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Outra das novidades está no facto da produção de hidrogénio a bordo permitir uma menor necessidade de armazenamento. “Nos barcos temos a dificuldade do hidrogénio necessitar de reservatórios pesados, que afetam a eficiência do movimento do navio, daí que a indústria esteja a tentar descobrir soluções como estas que preconizamos. Não precisamos de ter muito hidrogénio a bordo porque produzimos à medida que o barco anda.”, acrescenta a professora e investigadora.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">É na fase de eletrificação da embarcação &#8211; para o abastecimento elétrico do motor e de todas as funções dentro do barco &#8211; que uma das equipas está a desenvolver um novo sistema inteligente de distribuição de energia, baseado em Inteligência Artificial. “Com o envolvimento de diferentes áreas complementares o nível de prontidão tecnológica sobe cada vez mais. Fico muito entusiasmada por termos tudo aquilo que é necessário para de facto por as embarcações a andar com estas soluções.”, refere a investigadora Alexandra Rodrigues Pinto. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O projeto, financiado pela Fundação Calouste Gulbenkian em 1,5 milhões de euros, será assegurado até final de 2027, altura em que se espera ter já um protótipo desenvolvido e apresentado às empresas. Pouco depois do arranque do  GREENSHIP_E há já várias empresas ligadas ao setor marítimo interessadas na inovação, como a empresa inglesa de transporte turístico Auriga ou as nacionais Transtejo Soflusa e Lisboat.</span></p>
<p><em>Fotografia de destaque: Shutterstock</em></p></div>
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		<title>Cientistas portugueses desenvolvem método que garante qualidade de alimentos à base de insetos</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Ana Mota]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 22 Jan 2025 08:00:19 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Inovação]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[alimentação]]></category>
		<category><![CDATA[bioeconomia]]></category>
		<category><![CDATA[ciimar]]></category>
		<category><![CDATA[insetos]]></category>
		<category><![CDATA[pep4fish]]></category>
		<category><![CDATA[segurança alimentar]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Um grupo de investigadores desenvolveu um novo método que garante a qualidade de alimentos à base de insetos. Um teste de PCR em tempo real permite identificar a presença de insetos nos alimentos. O estudo foi publicado na publicação internacional Journal of Food Composition and Analysis.</p>
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				<div class="et_pb_text_inner"><p><span style="font-weight: 400;">Uma equipa de investigadores do Centro Interdisciplinar de Investigação Marinha e Ambiental (CIIMAR) desenvolveu um método inovador para garantir a autenticidade de rações e alimentos à base de insetos, ao assegurar a qualidade e segurança na cadeia alimentar. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O estudo foi publicado no Journal of Food Composition and Analysis e foi desenvolvido no âmbito do projeto Pep4Fish, que explora soluções nutricionais inovadoras para dietas de robalo e dourada de aquacultura, baseadas em subprodutos alimentares.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Com a crescente procura por fontes alternativas de proteína, como os insetos, “o risco de fraude e rotulagem incorreta tem aumentado, levantando preocupações sobre a segurança alimentar”, refere a equipa de investigadores em comunicado. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Para enfrentar este desafio, os investigadores criaram um teste de PCR em tempo real que identifica com precisão duas espécies de insetos amplamente utilizadas na produção de alimentos: a larva de farinha e mosca-soldado-negra.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O novo método destaca-se pela sensibilidade, “uma vez que é capaz de detetar níveis muito baixos de DNA dessas espécies, mesmo em produtos processados e complexos como rações para aquacultura ou hidrolisados proteicos (proteínas parcialmente digeridas em pequenos fragmentos, tornando-as mais fáceis de absorver pelos organismos).” O teste tem capacidade para identificar inclusões de apenas 0,24% destas espécies nos produtos analisados, o que garante a autenticidade mesmo em formulações processadas.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Este avanço é especialmente relevante para a indústria de rações e alimentos, uma vez que a União Europeia tem promovido o uso de insetos como fonte sustentável de proteína, tanto para consumo humano como para alimentação animal. Por outro lado, a falta de ferramentas confiáveis para verificar a composição desses produtos tem sido uma barreira para a adoção mais ampla.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">De acordo com os investigadores, este protocolo de autenticação não só protege os consumidores e produtores, mas também fortalece a confiança na cadeia de valor de alimentos inovadores à base de insetos, o que contribui para uma aquacultura mais sustentável e segura.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O trabalho integra-se no projeto Pep4Fish, desenvolvido no âmbito do Pacto da Bioeconomia Azul e financiado pelo Plano de Recuperação e Resiliência (PRR). O projeto foca-se na exploração de soluções nutricionais inovadoras, utilizando subprodutos de origem animal, como peixes, aves e suínos, bem como recursos alternativos, como insetos. O objetivo é desenvolver dietas inovadoras para robalos e douradas que promovam simultaneamente a saúde dos peixes e a qualidade nutricional para o consumo humano, contribuindo para a redução do desperdício alimentar.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O estudo, publicado no Journal of Food Composition and Analysis, uma revista científica de elevado impacto na área da ciência alimentar, é assinado por Andreia Filipa-Silva, Thaise Martins, Maria J. Mota, André Almeida, Daniel Murta, Luísa M.P. Valente e Sónia Gomes.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Liderado pelo Grupo ETSA, o projeto Pep4Fish conta com a participação de nove parceiros, incluindo centros de pesquisa e empresas: AgroGrIN Tech, B2E – CoLAB para a Bioeconomia Azul (B2E CoLAB), CIIMAR, ITS – Indústria Transformadora de Subprodutos (ETSA); Seaculture (Jerónimo Martins), Savinor e Sorgal (Soja Portugal), Sebol (ETSA) e Escola Superior de Biotecnologia da Universidade Católica Portuguesa.</span></p></div>
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		<title>Plataforma deteta zonas de risco durante desastres naturais</title>
		<link>https://smart-cities.pt/inovacao/plataforma-deteta-zonas-de-risco-durante-desastres-naturais-2024-12/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=plataforma-deteta-zonas-de-risco-durante-desastres-naturais-2024-12</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Ana Mota]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 09 Jan 2025 23:10:47 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Inovação]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[desastres naturais]]></category>
		<category><![CDATA[inovação]]></category>
		<category><![CDATA[mapeamento]]></category>
		<category><![CDATA[VERA]]></category>
		<category><![CDATA[zonas de risco]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Uma plataforma criada no âmbito do projeto VERA, desenvolvida em parceria com entidades portuguesas, deteta zonas de risco e valores de vulnerabilidade, durante a ocorrência de eventos meteorológicos extremos. Através do mapeamento do território e da recolha de dados de localização, a ferramenta permite prevenir perdas humanas e materiais.</p>
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				<div class="et_pb_text_inner"><p>Uma plataforma criada no âmbito do projeto VERA, desenvolvida em parceria com entidades portuguesas, deteta zonas de risco e valores de vulnerabilidade, durante a ocorrência de eventos meteorológicos extremos. Através do mapeamento do território e da recolha de dados de localização, a ferramenta permite prevenir perdas humanas e materiais.</p>
<p>A ferramenta foi criada para facilitar a atuação dos meios de proteção civil em caso de desastres naturais como incêndios, terramotos, cheias ou até acidentes industriais ou desastres nucleares. Através do mapeamento do território, desenvolvido com imagens de satélite e com dados geográficos disponibilizados pelas autarquias locais, a plataforma identifica elementos como casas ou indústrias em risco. Por outro lado, com recurso a informações do sistema global de navegação por satélite, a plataforma também permite identificar aglomerados de pessoas que, em caso de desastre natural, podem estar em perigo.</p>
<p>O projeto está a ser desenvolvido por entidades portuguesas, espanholas e uma instituição francesa, que começaram o trabalho de gestão de risco com o projeto VESPRA, que mereceu o reconhecimento e investimento da União Europeia. Desde fevereiro de 2024 que o projeto evoluiu para o VERA &#8211; Vulnerable Elements and Risk Assessment &#8211; financiado pelo mecanismo europeu de proteção civil da União Europeia, que acredita nas potencialidades da plataforma.</p>
<p>Miguel Almeida, investigador sénior da ADAI &#8211; Associação para o Desenvolvimento da Aerodinâmica Industrial &#8211; é um dos elementos portugueses envolvidos no projeto europeu. “Com esta ferramenta podemos antecipar os problemas, no caso do incêndio, por exemplo. Se for necessária uma intervenção dos meios da proteção civil, trata-se de perceber para onde se deve enviar mais meios, perceber onde é que o fogo vai ser mais intenso. No fundo, perceber quais são as áreas que merecem uma intervenção preventiva prioritária”, explica o professor e investigador.</p>
<p>A plataforma poderá vir a revolucionar a atuação dos meios de socorro, nomeadamente no âmbito do DG-ECHO, o mecanismo europeu de proteção civil, que acredita nas potencialidades dos valores da vulnerabilidade, que permitem quantificar o grau de perda, em função da severidade da ocorrência. “É com grande satisfação que me apercebo que a União Europeia mudou um bocadinho a sua perspetiva. Penso que se está a dar passos para que efetivamente este investimento seja aproveitado e que o projeto venha a ter continuidade”, afirma Miguel Almeida.</p>
<p>Como exemplo, o investigador refere as inundações em Valência, que poderiam ter tido uma melhor resposta por parte das entidades espanholas. “Imagine que tínhamos uma ferramenta onde se dizia claramente onde é que os meios de proteção civil se deveriam dirigir. Poderíamos ter salvado muitas vidas, muitos bens. Só a nível europeu, estamos a falar de 900 milhões de euros de prejuízo”, diz o investigador.</p>
<p>O projeto VERA tem a duração de dois anos, com prazo previsto de conclusão em fevereiro de 2026, e tem 85% de financiamento europeu. O projeto centra-se em duas zonas fronteiriças, a primeira localizada entre Espanha e Portugal e a segunda, entre Espanha e França. Destina-se a três grupos de utilizadores finais: as autoridades locais, a população em geral e instituições relevantes de proteção civil.</p></div>
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				<div class="et_pb_text_inner"><p style="text-align: center;"><em><br />Este artigo foi originalmente publicado na edição n.º 45 da Smart Cities &#8211; outubro/novembro/dezembro 2024</em></p></div>
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		<item>
		<title>Portugal em projeto europeu que impulsiona smart cities com inteligência artificial</title>
		<link>https://smart-cities.pt/noticias/portugal-em-projeto-europeu-que-impulsiona-smart-cities-com-inteligencia-artificial-19-12/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=portugal-em-projeto-europeu-que-impulsiona-smart-cities-com-inteligencia-artificial-19-12</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Nelson Jerónimo Rodrigues]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 19 Dec 2024 00:01:39 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Inovação]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[cidades]]></category>
		<category><![CDATA[CitiVerse]]></category>
		<category><![CDATA[digital twins]]></category>
		<category><![CDATA[gémeos digitais]]></category>
		<category><![CDATA[IA]]></category>
		<category><![CDATA[inteligência artificial]]></category>
		<category><![CDATA[portugal]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Está oficialmente criado o Consórcio Europeu de Infraestruturas Digitais (EDIC) do CitiVerse, um projeto que a Comissão Europeia diz ser “uma nova era no desenvolvimento cooperativo de cidades inteligentes, estabelecendo uma nova referência global nesta área”.</p>
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				<div class="et_pb_text_inner"><p>Está oficialmente criado o Consórcio Europeu de Infraestruturas Digitais (EDIC, na sigla em inglês) do <a href="https://digital-strategy.ec.europa.eu/en/policies/edic" target="_blank" rel="noopener">CitiVerse</a>, um projeto que a Comissão Europeia diz ser “uma nova era no desenvolvimento cooperativo de cidades inteligentes, estabelecendo uma nova referência global nesta área”.</p>
<p>Este consócio integra 14 países europeus, entre eles Portugal, com o objetivo de fornecer soluções baseadas em inteligência artificial (IA) que ajudem a melhorar o planeamento urbano nas cidades, nomeadamente em matéria de gestão de tráfego, de energia e de água. Para isso, explica a União Europeia, o EDIC “desenvolverá tecnologias imersivas baseadas em mundos virtuais para transformar a forma como os cidadãos moldam as suas cidades e dialogam com as autoridades locais”.</p>
<p>Na prática, o grupo europeu vai desenvolver e aperfeiçoar gémeos digitais (<em>digital twins</em>) para cidades inteligentes, ou seja, modelos virtuais de cidade que utilizam dados e IA para criar simulações em tempo real. Estes dados podem incluir diversos fatores, como os níveis de poluição e de ruído, o trânsito ou as condições meteorológicas nos centros urbanos.</p>
<p>“Por exemplo, os habitantes terão acesso a visitas virtuais de melhorias planeadas na cidade”, bem como “ferramentas avançadas que permitirão às cidades modelar acontecimentos extremos e imprevisíveis, caso das recentes inundações na região de Valência. Estas ferramentas também ajudarão a identificar as condições para evitar tais acontecimentos”, diz um comunicado da Comissão Europeia. Foi, de resto, nesta cidade espanhola que aconteceu a sessão de lançamento deste consórcio europeu, realizada na semana passada.</p>
<p>“Uma rede de cidades inteligentes, formada por associações de cidades, está a estabelecer ligações com cidades de toda a Europa para dar a conhecer as oportunidades do CIED, que pretende integrar cerca de 100 cidades no prazo de dois anos e desenvolver uma plataforma comum para as tecnologias locais de gémeos digitais”, acrescenta a nota de impressa, lembrando que o objetivo é impulsionar as parcerias industriais e proporcionar soluções para os desafios comuns das cidades.</p>
<p>Esta iniciativa envolve um investimento superior a 80 milhões de euros, através do programa Europa Digital. As próximas fases do consórcio incluem a ligação de cidades com gémeos digitais existentes, a incorporação dos resultados de projetos de colaboração e o desenvolvimento de programas de formação em inteligência artificial.</p>
<p>Recorde-se que a União Europeia também já tinha anunciado a escolha de sete consócios para as primeiras fábricas de IA no território. Portugal participa numa delas, associada ao supercomputador MareNostrum 5, localizado em Barcelona, e adquirido numa parceria entre Portugal, Espanha e Turquia.</p>
<p><em>Fotografia de destaque:</em> © Shutterstock</p></div>
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			</div> <!-- .et_pb_section -->
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			</item>
		<item>
		<title>Escolas testam realidade virtual nas aulas de educação física</title>
		<link>https://smart-cities.pt/noticias/escolas-testam-realidade-virtual-nas-aulas-de-educacao-fisica-09-12/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=escolas-testam-realidade-virtual-nas-aulas-de-educacao-fisica-09-12</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Nelson Jerónimo Rodrigues]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 09 Dec 2024 07:40:38 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Inovação]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[batalha]]></category>
		<category><![CDATA[educação física]]></category>
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		<category><![CDATA[leiria]]></category>
		<category><![CDATA[politécnico de leiria]]></category>
		<category><![CDATA[realidade virtual]]></category>
		<category><![CDATA[vibes]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O Politécnico de Leiria está a experimentar a utilização da realidade virtual em três escolas do distrito de Leiria no âmbito de um projeto internacional, o VIBES, que quer dar a conhecer o potencial desta tecnologia para a atividade física e para o desporto.</p>
<p>O conteúdo <a rel="nofollow" href="https://smart-cities.pt/noticias/escolas-testam-realidade-virtual-nas-aulas-de-educacao-fisica-09-12/">Escolas testam realidade virtual nas aulas de educação física</a> aparece primeiro em <a rel="nofollow" href="https://smart-cities.pt">Smart Cities</a>.</p>
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				<div class="et_pb_text_inner"><p>O Politécnico de Leiria está a experimentar a utilização da realidade virtual em três escolas do distrito de Leiria no âmbito de um projeto internacional, o <a href="https://vibes-sports.eu/pt/home-3/" target="_blank" rel="noopener">VIBES</a>, que quer dar a conhecer o potencial desta tecnologia para a atividade física e para o desporto.</p>
<p>A iniciativa junta a instituição portuguesa a vários parceiros europeus, como uma universidade belga e outra cipriota, um centro de investigação no Chipre, um centro desportivo em Itália e uma associação europeia. Ao Politécnico de Leiria cabe a tarefa de mostrar aos outros elementos do consórcio a melhor forma de ensinar esta abordagem aos professores de educação física das respetivas escolas.</p>
<p><div id="attachment_35821" style="width: 310px" class="wp-caption alignright"><img aria-describedby="caption-attachment-35821" loading="lazy" class="wp-image-35821 size-medium" src="https://smart-cities.pt/wp-content/uploads/2024/12/Imagem-WhatsApp-2024-12-05-as-16.39.37_ba54b04c-fotor-20241206143641-300x288.jpg" alt="" width="300" height="288" srcset="https://smart-cities.pt/wp-content/uploads/2024/12/Imagem-WhatsApp-2024-12-05-as-16.39.37_ba54b04c-fotor-20241206143641-300x288.jpg 300w, https://smart-cities.pt/wp-content/uploads/2024/12/Imagem-WhatsApp-2024-12-05-as-16.39.37_ba54b04c-fotor-20241206143641-768x737.jpg 768w, https://smart-cities.pt/wp-content/uploads/2024/12/Imagem-WhatsApp-2024-12-05-as-16.39.37_ba54b04c-fotor-20241206143641-296x284.jpg 296w, https://smart-cities.pt/wp-content/uploads/2024/12/Imagem-WhatsApp-2024-12-05-as-16.39.37_ba54b04c-fotor-20241206143641-610x586.jpg 610w, https://smart-cities.pt/wp-content/uploads/2024/12/Imagem-WhatsApp-2024-12-05-as-16.39.37_ba54b04c-fotor-20241206143641.jpg 851w" sizes="(max-width: 300px) 100vw, 300px" /><p id="caption-attachment-35821" class="wp-caption-text">Projeto VIBES está a ser implementado em Portugal por três investigadores portugueses</p></div></p>
<p>Para isso, começou a aplicar um projeto piloto na Escola Secundária Rodrigues Lobo, em Leiria, que complementa as habituais aulas de badminton com outros desportos de raquetes, mas praticados de forma imersiva, ou seja, com <em>joysticks</em> e óculos de realidade virtual. “A ideia não é trocar a atividade física tradicional, que consideramos insubstituível, pelas novas tecnologias, mas conciliar as duas vertentes. Temos perfeita noção das <em>guidelines </em>internacionais, mas não podemos fugir à atual realidade, até porque, como sabemos, há uma geração que cresceu com o<em> tablet</em> em frente ao nariz e em que o <em>scroll</em> faz parte do seu dia a dia”, diz José Amoroso, um dos coordenadores do projeto.</p>
<p>Em entrevista à Smart Cities, o investigador do Politécnico de Leiria revela que, para já, a reação dos alunos está a ser muito boa, como mostra uma avaliação diária “em que a grande maioria tem dado um 5 [o valor máximo da escala] a estas aulas, já para não falarmos das caras de alegria que eles fazem”. Além disso, lembra ainda as vantagens que esta tecnologia poderá trazer às crianças e jovens com mobilidade reduzida ou com dificuldades motoras, “ao aumentar a inclusão e oferecer um contacto mais positivo com o desporto”.</p>
<p>Depois da primeira escola, os equipamentos de realidade virtual vão seguir para a Secundária da Batalha e, mais tarde, para a Escola Secundária Afonso Lopes Vieira, em Leiria. Nas três, todos os professores que participam no projeto tiveram uma formação inicial para se familiarizarem com o sistema.</p>
<p>Ainda este ano letivo, os alunos das escolas portuguesas vão jogar entre si num torneio nacional e também está prevista a realização de uma prova internacional à distância com os outros países que participam no VIBES.</p>
<p>No final dos 30 meses de projeto, os três investigadores nacionais que integram a iniciativa &#8211; José Amoroso, David Silva e Luís Coelho -, querem elaborar um <em>e-book</em> que sirva de apoio formativo a todos os professores a nível nacional. Isto porque, caso haja interesse de mais instituições, os equipamentos de realidade virtual poderão vir a ser utilizados por outras escolas e municípios do país.</p></div>
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		<title>Projeto português que transforma cascas de camarão em bioplástico vence prémio europeu</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Nelson Jerónimo Rodrigues]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 26 Nov 2024 07:27:46 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Inovação]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[bioplástico]]></category>
		<category><![CDATA[HidroQapa]]></category>
		<category><![CDATA[inovação]]></category>
		<category><![CDATA[Youth Start-Up Competition]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Dois jovens portugueses desenvolveram uma solução capaz de criar bioplástico impermeabilizante para a indústria têxtil a partir de cascas de camarão. O projeto HidroQapa já ganhou vários prémios internacionais e o mais recente foi conquistado na Youth Start-Up Competition.</p>
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				<div class="et_pb_text_inner"><p>Dois jovens portugueses desenvolveram uma solução capaz de criar bioplástico impermeabilizante para a indústria têxtil a partir de cascas de camarão. O projeto HidroQapa já ganhou vários prémios internacionais e o mais recente foi conquistado na <em><a href="https://single-market-economy.ec.europa.eu/news/2024-youth-start-competition-ysc-encouraging-young-entrepreneurs-shape-future-2024-06-18_en">Youth Start-Up Competition</a></em>, uma iniciativa promovida pela Comissão Europeia que decorreu na semana passada em Budapeste, na Hungria.</p>
<p>Frederico Mauritty e Madalena de Castro Filipe são os dois empreendedores que idealizaram o produto, iniciado há cerca de dois anos quando ainda eram estudantes do ensino secundário. Na altura tiveram o apoio do Instituto Superior Técnico, que ainda se mantém, e atualmente integram o BlueBio Value Ideation, um programa dedicado ao desenvolvimento de projetos inovadores e sustentáveis na área da economia azul.</p>
<p><div id="attachment_35400" style="width: 199px" class="wp-caption alignright"><img aria-describedby="caption-attachment-35400" loading="lazy" class="wp-image-35400" src="https://smart-cities.pt/wp-content/uploads/2024/11/Imagem-WhatsApp-2024-11-21-as-11.22.18_6c9c1c40-225x300.jpg" alt="" width="189" height="252" srcset="https://smart-cities.pt/wp-content/uploads/2024/11/Imagem-WhatsApp-2024-11-21-as-11.22.18_6c9c1c40-225x300.jpg 225w, https://smart-cities.pt/wp-content/uploads/2024/11/Imagem-WhatsApp-2024-11-21-as-11.22.18_6c9c1c40-768x1024.jpg 768w, https://smart-cities.pt/wp-content/uploads/2024/11/Imagem-WhatsApp-2024-11-21-as-11.22.18_6c9c1c40-1152x1536.jpg 1152w, https://smart-cities.pt/wp-content/uploads/2024/11/Imagem-WhatsApp-2024-11-21-as-11.22.18_6c9c1c40-213x284.jpg 213w, https://smart-cities.pt/wp-content/uploads/2024/11/Imagem-WhatsApp-2024-11-21-as-11.22.18_6c9c1c40-610x813.jpg 610w, https://smart-cities.pt/wp-content/uploads/2024/11/Imagem-WhatsApp-2024-11-21-as-11.22.18_6c9c1c40-1080x1440.jpg 1080w, https://smart-cities.pt/wp-content/uploads/2024/11/Imagem-WhatsApp-2024-11-21-as-11.22.18_6c9c1c40.jpg 1200w" sizes="(max-width: 189px) 100vw, 189px" /><p id="caption-attachment-35400" class="wp-caption-text">O HidroQapa já foi testado com sucesso em toalhas de mesa</p></div></p>
<p>Mas, afinal, como é possível usar cascas de camarão em produtos têxteis? “A partir de um polímero que está presente nessas cascas, o quitosano, conseguimos criar um bioplástico impermeabilizante, que utilizamos em toalhas de mesa ou t-shirts, por exemplo. Mas também já estamos a fazer testes para outros tipos de tecidos, nomeadamente colchões”, explica Frederico Maurity em entrevista à Smart Cities.</p>
<p>O agora estudante universitário lembra que entre as vantagens deste projeto está “o valor económico que traz à indústria do pescado, mas também a sustentabilidade da solução, capaz de substituir de uma forma mais ecológica os atuais impermeabilizantes da indústria têxtil, que são bastante poluentes para o ecossistema e para a saúde humana.”</p>
<p>Ao vencer a edição de 2024 da <em>Youth Start-Up Competition</em>, o projeto conquistou o  direito de ser apresentado na Cimeira do Conselho Europeu de Inovação, marcada para o próximo ano. Mais uma oportunidade para ganhar visibilidade, tal como sucedeu no <em>Regeneron International Science and Engineering Fest</em> (<a href="https://www.societyforscience.org/isef/" target="_blank" rel="noopener">ISEF</a>), uma feira mundial que aconteceu em maio na cidade de Los Angeles (EUA), onde marcaram presença 1600 projetos científicos. Na altura, o HidroQapa ficou em quarto lugar na categoria de Química, entre 70 projetos em competição, e foi um dos vencedores do <a href="https://newsroom.marykay.com/media/mary-kay-awards-grants-to-five-aspiring-young-scientists-at-regeneron-international-science-and-engineering-fair/?amp=1" target="_blank" rel="noopener">Prémio Mary Kay </a>para a inovação, destinado a cientistas do ensino secundário. A este galardão junta-se a ainda o segundo lugar na Mostra Nacional de Ciência, em 2023, que valeu aos dois jovens o passaporte para o evento nos Estados Unidos.</p>
<p><div id="attachment_35401" style="width: 325px" class="wp-caption alignright"><img aria-describedby="caption-attachment-35401" loading="lazy" class="wp-image-35401 " src="https://smart-cities.pt/wp-content/uploads/2024/11/Imagem-WhatsApp-2024-11-21-as-11.21.41_0db6e336-300x200.jpg" alt="" width="315" height="210" srcset="https://smart-cities.pt/wp-content/uploads/2024/11/Imagem-WhatsApp-2024-11-21-as-11.21.41_0db6e336-300x200.jpg 300w, https://smart-cities.pt/wp-content/uploads/2024/11/Imagem-WhatsApp-2024-11-21-as-11.21.41_0db6e336-768x512.jpg 768w, https://smart-cities.pt/wp-content/uploads/2024/11/Imagem-WhatsApp-2024-11-21-as-11.21.41_0db6e336-400x267.jpg 400w, https://smart-cities.pt/wp-content/uploads/2024/11/Imagem-WhatsApp-2024-11-21-as-11.21.41_0db6e336-610x407.jpg 610w, https://smart-cities.pt/wp-content/uploads/2024/11/Imagem-WhatsApp-2024-11-21-as-11.21.41_0db6e336.jpg 900w" sizes="(max-width: 315px) 100vw, 315px" /><p id="caption-attachment-35401" class="wp-caption-text">Frederico Mauritty e Madalena de Castro Filipe têm arrecadado prémios em vários eventos</p></div></p>
<p>“Estes reconhecimentos e visibilidade acabam por ser muito importantes, até porque atualmente estamos numa fase de entrada no mercado, em que procuramos dar a conhecer o produto e fazer com que as empresas o coloquem em testes, para perceberem se cumpre os seus parâmetros de qualidade”, contou Frederico Maurity, acrescentando que já receberam vários contactos de marcas têxteis nacionais, bem como de investidores internacionais.</p>
<p>Conseguir financiadores é um dos próximos objetivos da dupla de empreendedores, tal como encontrar parcerias com empresas, até porque, para já, não está prevista a criação de uma marca têxtil própria. Mas ambos acreditam que dentro de alguns anos o nome HidroQapa já esteja nas etiquetas de roupa. “A nossa ambição é que o este projeto possa vir a fazer a diferença no mundo da indústria têxtil”, conclui Frederico Mauritty.</p></div>
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		<title>Jovens criam dispositivo capaz de quantificar captura de carbono</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Nelson Jerónimo Rodrigues]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 15 Nov 2024 07:52:14 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Inovação]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[captura carbono]]></category>
		<category><![CDATA[ceiia]]></category>
		<category><![CDATA[cidades]]></category>
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		<category><![CDATA[web summit]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A Web Summit foi o palco escolhido para a apresentação de um novo biodispositivo que captura e quantifica o CO₂, transformando-o depois em valor económico. Chama-se Herbi e foi desenvolvido por quatro jovens do Porto e de Braga com a missão de ajudar a resolver problemas de poluição nas cidades.</p>
<p>O conteúdo <a rel="nofollow" href="https://smart-cities.pt/noticias/jovens-criam-dispositivo-capaz-de-quantificar-captura-de-carbono-15-11/">Jovens criam dispositivo capaz de quantificar captura de carbono</a> aparece primeiro em <a rel="nofollow" href="https://smart-cities.pt">Smart Cities</a>.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div class="et_pb_section et_pb_section_8 et_section_regular" >
				
				
				
				
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				<div class="et_pb_text_inner"><p>A Web Summit foi o palco escolhido para a apresentação de um novo biodispositivo que captura e quantifica o CO₂, transformando-o depois em valor económico. Chama-se Herbi e foi desenvolvido por quatro jovens do Porto e de Braga com a missão de ajudar a resolver problemas de poluição nas cidades, levando a natureza para o coração dos meios urbanos.</p>
<p>Para isso, utiliza um arbusto que pode ser integrado, por exemplo, em paragens de autocarro ou fachadas e coberturas de edifícios, a partir do qual se otimiza e mede, com a ajuda de sensores, o dióxido de carbono resgatado num determinado local.</p>
<p>Para esse fim, a equipa também criou um modelo matemático inovador que consegue contabilizar em tempo real o carbono absorvido pelo arbusto. “Os dados são comunicados para uma parte <em>ciber </em>do biodispositivo modular, ou seja, passam por uma plataforma onde é possível fazer a tal quantificação e dar um valor ao sequestro”, explica Nuno Figueiredo, um dos criadores do projeto. Isto porque, além de comunicado, o CO₂ também poderá ser convertido em créditos para trocar em mercados locais de carbono.</p>
<p>O Herbi foi idealizado durante o Verão de 2022 no âmbito da 3.ª edição do <a href="https://smart-cities.pt/noticias/espaco-deu-novo-rumo-a-problemas-da-terra-internacionalizacao-e-a-nova-fronteira-do-sli-14-08/" target="_blank" rel="noopener"><em>Sustainable</em><em> Living Innovators</em></a> (SLI), um programa criado pelo <a href="https://www.ceiia.com/" target="_blank" rel="noopener">CEiiA</a> com o objetivo de estimular e desenvolver futuros líderes tecnológicos. Entre eles estava Mafalda Mendes, uma das quatro responsáveis da futura startup, que contou à Smart Cities os muitos passos que o projeto deu até ser apresentado na Web Summit, em Lisboa. “Depois de um ano em fase de conceito, começámos por escolher os sensores e selecionar a planta ideal, de acordo com a sua genética e enquadramento na cidade. A partir daí, foi trabalhar a parte científica, caso dos testes laboratoriais e no exterior que permitiram perceber o modo como o arbusto se comporta consoante o ambiente em que está enquadrado”, revela a engenheira do ambiente, agora a trabalhar no CEiiA.</p>
<p><div id="attachment_35202" style="width: 435px" class="wp-caption alignright"><img aria-describedby="caption-attachment-35202" loading="lazy" class="wp-image-35202 " src="https://smart-cities.pt/wp-content/uploads/2024/11/Imagem-WhatsApp-2024-11-13-as-11.22.03_9fa57a26-1024x1024.jpg" alt="" width="425" height="425" srcset="https://smart-cities.pt/wp-content/uploads/2024/11/Imagem-WhatsApp-2024-11-13-as-11.22.03_9fa57a26-1024x1024.jpg 1024w, https://smart-cities.pt/wp-content/uploads/2024/11/Imagem-WhatsApp-2024-11-13-as-11.22.03_9fa57a26-300x300.jpg 300w, https://smart-cities.pt/wp-content/uploads/2024/11/Imagem-WhatsApp-2024-11-13-as-11.22.03_9fa57a26-150x150.jpg 150w, https://smart-cities.pt/wp-content/uploads/2024/11/Imagem-WhatsApp-2024-11-13-as-11.22.03_9fa57a26-768x768.jpg 768w, https://smart-cities.pt/wp-content/uploads/2024/11/Imagem-WhatsApp-2024-11-13-as-11.22.03_9fa57a26-1536x1536.jpg 1536w, https://smart-cities.pt/wp-content/uploads/2024/11/Imagem-WhatsApp-2024-11-13-as-11.22.03_9fa57a26-284x284.jpg 284w, https://smart-cities.pt/wp-content/uploads/2024/11/Imagem-WhatsApp-2024-11-13-as-11.22.03_9fa57a26-610x610.jpg 610w, https://smart-cities.pt/wp-content/uploads/2024/11/Imagem-WhatsApp-2024-11-13-as-11.22.03_9fa57a26-1080x1080.jpg 1080w, https://smart-cities.pt/wp-content/uploads/2024/11/Imagem-WhatsApp-2024-11-13-as-11.22.03_9fa57a26-440x440.jpg 440w, https://smart-cities.pt/wp-content/uploads/2024/11/Imagem-WhatsApp-2024-11-13-as-11.22.03_9fa57a26.jpg 2048w" sizes="(max-width: 425px) 100vw, 425px" /><p id="caption-attachment-35202" class="wp-caption-text">Marco Cunha, Nuno Figueiredo, Mafalda Mendes e Matheus Costa (da esquerda para a direita) são os criadores do Herbi</p></div></p>
<p>O Centro de Engenharia e Desenvolvimento de Produto, sediado em Matosinhos, acabou por funcionar como incubadora do projeto. “É muito interessante trabalhar com um grupo de jovens tão dinâmico e sonhador, ainda para mais num projeto com o mérito de poder prestar serviços de bio-remediação às cidades, oferecendo mecanismos particularmente eficientes e compactos que ajudam a resolver problemas de poluição localizados”, afirma o engenheiro João Carvalho, parte da equipa que acompanha o projeto no CEiiA.</p>
<p>O trabalho dos quatro empreendedores, com idades a rondar os 25 anos, também permitiu identificar as melhores condições ambientais para a captura do CO₂, como a temperatura e a humidade do solo ou do ar, tornando possível aumentar a eficiência do sequestro até quatro vezes, em comparação com outras plantas isoladas. “Aliás, essa eficiência também varia de planta para planta, daí termos escolhido um arbusto autóctone, ou seja, indígena ao clima mediterrâneo. O nosso objetivo é que ele consiga sobreviver por si mesmo, mas, com um pouco de manutenção, possa atingir o seu potencial máximo”, acrescenta Nuno Figueiredo.</p>
<h4><strong>Projeto pisca o olho às cidades, mas não só…</strong></h4>
<p>Para já, o Herbi ainda funciona numa espécie de versão <em>demo</em>, mas os potenciais interessados e benefícios já estão devidamente identificados. “Esta plataforma permite que os nossos futuros clientes, como as cidades, as empresas de construção ou os escritórios de arquitetura, obtenham uma vantagem competitiva em matéria de sustentabilidade. Isto porque conseguirão demonstrar de uma forma mais transparente o seu processo de <em>offseting</em> das emissões de carbono, incluindo os resultados nos relatórios de sustentabilidade”, diz Mafalda Mendes.</p>
<p>De imediato, a ambição da startup é passar do protótipo para uma escala real, capaz de aplicar os diversos módulos do biodispositivo nas cidades. Noutra fase posterior, o projeto poderá ganhar uma escala industrial, ao ser aplicado, por exemplo, junto a fábricas, o que permitirá captar maiores quantidades de carbono. Em mente está também um futuro eventual uso doméstico, possibilitando que as pessoas possam ter o Herbi em casa.</p>
<p>Para já, existem alguns municípios interessados em testarem e aplicarem o dispositivo, nomeadamente em <em>hubs</em> de mobilidade que deverão ser criados no âmbito do Programa NORTE 2030.</p></div>
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		<title>Braga eleita Cidade Inovadora em Ascensão</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Nelson Jerónimo Rodrigues]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 13 Nov 2024 16:53:12 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Inovação]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[braga]]></category>
		<category><![CDATA[Capital Europeia da Inovação]]></category>
		<category><![CDATA[Cidade Inovadora em Ascensão]]></category>
		<category><![CDATA[turim]]></category>
		<category><![CDATA[web summit]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Braga é a vencedora do prémio Cidade Inovadora em Ascensão na Europa 2024, uma distinção atribuída no âmbito dos Prémios Capital Europeia da Inovação, mas neste caso destinada a cidades entre os 50 mil e os 250 mil habitantes. Já Turim é a nova Capital Europeia da Inovação.</p>
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				<div class="et_pb_text_inner"><p>Braga é a vencedora do prémio Cidade Inovadora em Ascensão na Europa 2024 (<em>European Rising Innovative City)</em>, uma distinção atribuída no âmbito dos Prémios Capital Europeia da Inovação, mas neste caso destinada a cidades entre os 50 mil e os 250 mil habitantes. A entrega do galardão aconteceu esta quarta-feira durante uma cerimónia realizada na Web Summit, em Lisboa.</p>
<p>O município minhoto superou as outras duas finalistas – Linz, na Áustria, que ficou em 2.º lugar, e Oulu, na Finlândia, terceira classificada –, sucedendo a Linkoping, na Suécia, a vencedora da anterior edição. Como prémio, recebe 500 mil euros para desenvolver projetos na área da inovação. Já as outras duas finalistas têm direito a 50 mil euros.</p>
<p>O cheque do vencedor foi entregue ao presidente da Câmara Municipal de Braga, Ricardo Rio, que disse tratar-se de “um grande momento para a cidade”. “Para quem ainda não conhece a Braga, é uma das mais antigas cidades da Europa, com mais de 2 mil anos, mas ao mesmo tempo é também uma das cidades mais jovens na Europa, por isso para nos mantermos atrativos e sexy temos de nos reinventar continuamente e ser inovadores”, afirmou o autarca depois de receber o prémio, anunciado pela comissária europeia Iliana Ivanova, responsável pela pasta da Inovação, Investigação, Cultura, Educação e Juventude. Ricardo Rio destacou ainda o trabalho “em conjunto com uma grande comunidade de parceiros, com o setor empresarial, com a academia e com os cidadãos, para podermos oferecer, a todos eles, as melhores condições para concretizarem os seus sonhos”.</p>
<p>Durante o processo de seleção das finalistas, o júri destacou os projetos e iniciativas de Braga no setor da inovação, como clusters baseados em tecnologia ou indústrias culturais e criativas, que deram origem a um “forte ecossistema de inovação com foco na colaboração e na inclusão”.</p>
<h4><strong>Turim sucede a Lisboa</strong></h4>
<p>Durante a cerimónia desta quarta-feira também foi anunciada a vencedora da 10.ª edição do prémio Capital Europeia da Inovação, entregue a Turim (Itália). A sucessora de Lisboa, atual capital Europeia da Inovação, bateu a concorrência de Espoo, na Finlândia, e das Midlands Ocidentais, região de Inglaterra, tendo direito a 1 milhão de euros.</p>
<p>Antes do anúncio da eleita, o presidente da Câmara Municipal de Lisboa lembrou que este galardão “é como o Prémio Nobel da Inovação”, por isso aconselhou os vencedores a usarem “este dinheiro para cuidar verdadeiramente das pessoas”. “Nós criámos três prémios dedicados à inovação social, uma na área da educação, outro da saúde e o terceiro sobre migração porque a inovação só acontece com diversidade”, afirmou o autarca lisboeta, dirigindo-se aos finalistas deste ano.</p>
<p>Já a Comissária Iliana Ivanova, natural da Bulgária, destacou o trabalho das cidades finalistas, revelando que “a Comissão Europeia vai procurar aumentar o financiamento para fortalecer a iniciativa”.</p>
<p>Promovidos pela Comissão Europeia e apoiados pelo <a href="https://eic.ec.europa.eu/index_en" target="_blank" rel="noopener">Conselho Europeu de Inovação</a> no âmbito do <a href="https://ec.europa.eu/info/research-and-innovation/funding/funding-opportunities/funding-programmes-and-open-calls/horizon-europe_en" target="_blank" rel="noopener">Programa Horizonte Europa</a>, os <a href="https://eic.ec.europa.eu/eic-prizes/european-capital-innovation-awards_en" target="_blank" rel="noopener">Prémios Capital Europeia da Inovação</a> (também conhecidos como <em>iCapital</em>) têm como objetivo reconhecer e distinguir as cidades europeias pelas suas práticas urbanas mais inovadoras.</p>
<p><em>Fotografia de destaque:</em> © Município de Braga</p></div>
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