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	<title>Arquivo de Acção Climática - Smart Cities</title>
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	<title>Arquivo de Acção Climática - Smart Cities</title>
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		<title>Ambientalistas e população contestam parque eólico no Gerês</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Nelson Jerónimo Rodrigues]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 13 May 2025 07:30:43 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Acção Climática]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[ambientalistas]]></category>
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		<category><![CDATA[Associação Portuguesa para a Conservação da Biodiversidade]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>“Não ao parque eólico de Arcos de Valdevez” é o título da petição lançada por um grupo de cidadãos contra a instalação de um parque eólico junto à aldeia de Sistelo, no Gerês. O projeto está em consulta pública até esta sexta-feira e prevê a instalação de 32 aerogeradores nos concelhos de Arcos de Valdevez e de Monção.</p>
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				<div class="et_pb_text_inner"><p>“Não ao parque eólico de Arcos de Valdevez” é o título da petição lançada por um grupo de cidadãos contra a instalação de um parque eólico junto à aldeia de Sistelo, no Gerês. O projeto está em consulta pública até esta sexta-feira, 16 de maio, e tem merecido as críticas da população local e de diversas associações ambientalistas, unidas contra a instalação de 32 aerogeradores ao longo de quase oito mil hectares nos concelhos de Arcos de Valdevez e de Monção.</p>
<p>A esta área juntam-se ainda os mais de 76 mil hectares relativos aos corredores da linha elétrica de muito alta tensão, com possível atravessamento em outros 11 concelhos da região: Melgaço, Ponte da Barca, Vila Verde, Terras do Bouro, Amares, Póvoa de Lanhoso, Vieira do Minho, Montalegre, Braga, Guimarães e Vila Nova de Famalicão.</p>
<p>A petição, que já conta com mais de 750 assinaturas, defende que a “operação destes equipamentos implicará a emissão de níveis sonoros significativamente elevados, com impactos potenciais na saúde pública e no bem-estar das populações, bem como na fauna local”. Os signatários apelam, assim, ao indeferimento do licenciamento, nomeadamente através da não emissão das declarações de interesse público, essenciais para a viabilização  da construção.</p>
<p>A FAPAS – Associação Portuguesa para a Conservação da Biodiversidade tem sido uma das maiores críticas do projeto, lembrando que “numa região com uma elevada qualidade cénica, a instalação de torres eólicas, da linha elétrica de interligação e da rede de estradões terão um impacto negativo, muito forte, permanente (durante, pelo menos, 30 anos) e não passível de minimização”, pode ler-se em comunicado.</p>
<p>De acordo com os ambientalistas, a “área pretendida para implantação do parque eólico conflitua com a Reserva da Biosfera Transfronteiriça Gerês/Xures, designada pela UNESCO em 2009, o Parque Nacional da Peneda-Gerês (PNPG), a Zona Especial de Conservação (ZEC) Peneda-Gerês (PTCON0001), a Área Importante para as Aves(IBA) Serras da Peneda e Gerês e a Paisagem Cultural de Sistelo (Monumento Nacional), e com muito mais pré-existências naturais e culturais”.</p>
<p>O pedido de licenciamento para este parque foi apresentado pela empresa Madoqua IPP, criada há três anos e ligada a um grupo (Madoqua Renewables Holding BV), com sede na Holanda. Caso seja aprovado, deverá fornecer energia elétrica para alimentar um projeto de hidrogénio verde desenvolvido em Sines.</p>
<p>“Por muito boas que sejam as intenções anunciadas pela Madoqua IPP, não esquecemos que o principal objetivo de uma empresa é distribuir lucros aos seus investidores e, ao que parece, o eólico e o fotovoltaico são, neste momento, um bom investimento em Portugal. Veja-se no portal Participa.pt a quantidade de parques eólicos e fotovoltaicos cujos processos estão, ou estiveram, em discussão pública”, reitera a FAPAS.</p>
<p>A petição pede o indeferimento do projeto a um conjunto de oito entidades, com a Agência Portuguesa do Ambiente (APA) à cabeça, e que inclui também as autarquias de Arcos de Valdevez e Monção. À Agência Lusa, o presidente em exercício da Câmara de Arcos de Valdevez, Olegário Gonçalves, disse que a decisão do município será tomada em breve.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><em>Fotografia de destaque:</em> © Shutterstock</p></div>
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		<title>Mais de metade dos municípios sem Plano Municipal de Ação Climática</title>
		<link>https://smart-cities.pt/noticias/mais-de-metade-dos-municipios-sem-plano-municipal-de-acao-climatica-10-04/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=mais-de-metade-dos-municipios-sem-plano-municipal-de-acao-climatica-10-04</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Nelson Jerónimo Rodrigues]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 09 Apr 2025 23:01:19 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Acção Climática]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Ação climática]]></category>
		<category><![CDATA[ambiente]]></category>
		<category><![CDATA[energia]]></category>
		<category><![CDATA[get2c]]></category>
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		<category><![CDATA[Plano Municipal de Ação Climática]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Apenas 150 dos 308 municípios portugueses têm um Plano Municipal de Ação Climática em vigor ou em consulta pública, revela a 3.ª edição do Mapa de Ação Climática Municipal. O trabalho revela que, um ano após a data-limite imposta pela Lei de Bases do Clima, ainda há 158 municípios incumpridores. </p>
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				<div class="et_pb_text_inner"><p>Apenas 150 dos 308 municípios portugueses têm um Plano Municipal de Ação Climática (PMAC) em vigor ou em consulta pública, revela a 3.ª edição do Mapa de Ação Climática Municipal. De acordo com o trabalho, elaborado pela empresa Get2C, um ano após a data-limite imposta pela Lei de Bases do Clima, ainda há 158 municípios (mais de metade do total nacional) que não cumprem esta obrigatoriedade. Na anterior edição, com dados de 2023, <a href="https://smart-cities.pt/noticias/so-11-municipios-criaram-roteiro-para-a-neutralidade-carbonica-e-mais-de-metade-nao-tem-plano-climatico-19-01/" target="_blank" rel="noopener">eram 154 os municípios sem PMAC</a>.</p>
<p>Estes planos, além de obrigatórios, assumem um papel importante porque é através deles que cada município deve explicar como pretende responder às alterações climáticas, tanto ao nível da adaptação como da mitigação de gases com efeito de estufa. Para isso, necessitam ter em consideração, por exemplo, as características, as vulnerabilidades e os cenários climáticos específicos de cada concelho.</p>
<p>“O incumprimento é a norma, não a exceção”, considera a Get2C, para quem “a resposta municipal continua muito aquém do exigido pela legislação e pela urgência climática”. Apesar disso, nenhum dos incumpridores teve qualquer tipo de sanção.</p>
<p>Ainda assim, quando comparados os atuais resultados com os da primeira edição (2022) verifica-se algum progresso em vários indicadores, sobretudo o que diz respeito ao compromisso dos municípios com a neutralidade carbónica. “Nessa altura, apenas 11% tinham assumido esse objetivo. Nesta edição, de 2024, o número subiu para 97 municípios, representando 31,5%, comprometidos com a neutralidade carbónica, dos quais 47 com estratégias ou roteiros específicos para a alcançar – um crescimento impulsionado pela aprovação recente de vários PMACs”, revela um comunicado da Get2C.</p>
<p>Outro dado relativamente positivo está associado à Estratégia de Energia, já que 177 municípios contam agora com um plano neste setor, ou seja, mais 118 do que no ano anterior. Já no que diz respeito à adaptação às alterações climáticas, “o cenário é mais robusto”: todos os municípios portugueses estão cobertos por uma estratégia municipal ou intermunicipal, ainda que muitos sejam de 1.ª geração, com quase 10 anos de existência.</p>
<p>“Apesar disso, os avanços na mitigação de emissões são ainda muito desiguais. A nova edição do Mapa de Ação Climática inclui também um mapa de intensidade carbónica, que revela fortes discrepâncias territoriais, com os municípios do litoral – especialmente nas Áreas Metropolitanas de Lisboa e Porto – a registarem os níveis mais elevados de emissões por km², em energia e transportes”, acrescenta a Get2C.</p>
<p>Por fim, a empresa especializada em ambiente, alterações climáticas e energia alerta para o facto de o país ainda não ter qualquer Plano Regional de Ação Climática (PRAC), também ele determinado pela Lei de Bases do Clima, de 2021. Embora o prazo tenha sido o mesmo dos municípios, ou seja, também ele já expirou, “a verdade é que, até ao momento, nenhuma região cumpriu esta obrigação legal”, concluem os autores do Mapa de Ação Climática Municipal.</p>
<p><em>Fotografia de destaque:</em> © Shutterstock</p></div>
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		<title>Tomar e Valongo integram programa de neutralidade climática do NetZeroCities</title>
		<link>https://smart-cities.pt/noticias/tomar-e-valongo-integram-programa-de-neutralidade-climatica-do-netzerocities-28-01/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=tomar-e-valongo-integram-programa-de-neutralidade-climatica-do-netzerocities-28-01</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Nelson Jerónimo Rodrigues]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 28 Jan 2025 06:34:30 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Acção Climática]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>As cidades de Tomar e Valongo foram selecionadas para fazer parte do programa Twining Learning do NetZeroCities, o consócio europeu que apoia os municípios na transição para a neutralidade carbónica. As duas localidades portuguesas fazem parte de um grupo de 24 novas Cidades-Gémeas.</p>
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				<div class="et_pb_text_inner"><p>As cidades de Tomar e Valongo foram selecionadas para fazer parte do programa <em>Twining Learning</em> do <a href="https://netzerocities.eu/">NetZeroCities</a>, o consócio europeu que apoia os municípios na transição para a neutralidade carbónica. As duas localidades portuguesas fazem parte de um grupo de 24 novas Cidades-Gémeas que vão trocar conhecimentos e experiências com as Cidades-Piloto do projeto.</p>
<p>Depois de emparelhadas, passam a participar num programa de intercâmbio com reuniões online, workshops e visitas ao terreno, de modo a conhecerem e replicarem abordagens de descarbonização em áreas que vão da energia à mobilidade, passando pelos edifícios e resíduos. Além disso, a partir deste ano recebem apoio direto de peritos em neutralidade climática e terão acesso a um conjunto de ferramentas e recursos disponibilizados pela plataforma.</p>
<p>Tomar prepara-se agora para trabalhar em conjunto com o Trondheim, na Noruega, tendo especial interesse num projeto de captura e armazenamento de carbono desenvolvido pela cidade nórdica, que aproveita os resíduos urbanos para a produção de energia. Já Valongo faz parceria com o município grego de Salónica, onde está a decorrer um projeto piloto inovador, o ReGenWesΤ, destinado a melhorar a mobilidade de uma zona da cidade, e que inclui também intervenções de regeneração urbana e ações de coesão social.</p>
<p>Para o presidente da câmara municipal de Valongo, José Manuel Ribeiro, “a participação neste programa, que junta territórios para construir soluções colaborativas para os desafios do desenvolvimento sustentável, é também uma oportunidade para cumprir os valores e objetivos da União Europeia, nomeadamente a promoção da inclusão e da coesão territorial”. Numa mensagem deixada no portal do NetZeroCities, o autarca acrescentou ainda que “os desafios climáticos são uma questão global e uma responsabilidade comum partilhada, pelo que se exige uma reflexão conjunta e uma ação concertada se quisermos preservar os nossos ecossistemas e a biodiversidade, tal como os conhecemos hoje”.</p>
<p>O programa tem início no final de janeiro e prolonga-se durante 17 meses, até maio de 2026, mas as cidades e territórios participantes são incentivadas a manter os laços de cooperação e aprendizagem depois deste período. Além de Tomar e Valongo, a lista de eleitas no concurso mais recente integra municípios de outros 13 países europeus: Esplugues de Llobregat, Dos Hermanas e Girona (Espanha), La Rochelle (França), Gante (Bélgica), Pescara, Reggio Emilia e Treviso (Itália), Medijana (Sérvia), Heraklion, Fyli e Larissa (Grécia), Gaziantepe, Bandirma e Menteşe (Turquia), Balvi (Letónia), Jakobstad (Finlândia), Holbaek (Dinamarca), Limerick (Irlanda) e Newcastle upon Tyne (Reino Unido).</p>
<p>Recorde-se que este é o terceiro grupo de municípios criado pelo programa <em>Twining Learning</em>. No primeiro foram eleitas quatro cidades portugueses &#8211; Braga, Matosinhos, Fundão e Torres Vedras -, enquanto Cascais juntou-se numa segunda fase. Simultaneamente, Guimarães, Lisboa e Porto tinham sido escolhidas como Cidades Piloto.</p>
<p><em>Fotografia de destaque:</em> © Shutterstock</p></div>
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		<item>
		<title>2024 foi o ano mais quente de sempre. Limite de 1,5°C ultrapassado pela primeira vez</title>
		<link>https://smart-cities.pt/noticias/2024-foi-o-ano-mais-quente-de-sempre-limite-de-15c-ultrapassado-pela-primeira-vez-13-01/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=2024-foi-o-ano-mais-quente-de-sempre-limite-de-15c-ultrapassado-pela-primeira-vez-13-01</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Nelson Jerónimo Rodrigues]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 12 Jan 2025 23:01:07 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Acção Climática]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[1]]></category>
		<category><![CDATA[5 graus]]></category>
		<category><![CDATA[Acordo de Paris]]></category>
		<category><![CDATA[aquecimento global]]></category>
		<category><![CDATA[copernicus]]></category>
		<category><![CDATA[temperaturas]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Está confirmado. O ano de 2024 foi mesmo o mais quente desde que há registos e o primeiro em que a temperatura global ultrapassou a barreira de 1,5°C estabelecida pelo Acordo de Paris, revela o serviço Copernicus.</p>
<p>O conteúdo <a rel="nofollow" href="https://smart-cities.pt/noticias/2024-foi-o-ano-mais-quente-de-sempre-limite-de-15c-ultrapassado-pela-primeira-vez-13-01/">2024 foi o ano mais quente de sempre. Limite de 1,5°C ultrapassado pela primeira vez</a> aparece primeiro em <a rel="nofollow" href="https://smart-cities.pt">Smart Cities</a>.</p>
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				<div class="et_pb_text_inner"><p>Está confirmado. O ano de 2024 foi mesmo o mais quente desde que há registos e o primeiro em que a temperatura global ultrapassou a barreira de 1,5°C (graus celsius) estabelecida pelo Acordo de Paris. De acordo com o Serviço de Monitorização das Alterações Climáticas do observatório europeu Copernicus (C3S), a Terra ficou 1,6 graus acima da estimativa de 1850-1900, designada como nível pré-industrial. Ao mesmo tempo, as temperaturas foram 0,72 graus superiores à média entre 1991 e 2020 e 0,12 graus mais elevadas que em 2023, que tinha o recorde até agora.</p>
<p>&#8220;Estas temperaturas globais elevadas, juntamente com os níveis recorde de vapor de água atmosférico global em 2024, significaram ondas de calor e eventos de precipitação intensa sem precedentes, causando sofrimento a milhões de pessoas&#8221;, lembrou Samantha Burgess, responsável estratégica pelo clima no Centro Europeu de Previsões Meteorológicas a Médio Prazo.</p>
<p>Embora o limite estabelecido pelo Acordo de Paris tenha como base as anomalias de temperatura calculadas em média ao longo de, pelo menos, 20 anos, os dados agora anunciados confirmam que as temperaturas no planeta estão a aumentar “além do que os humanos modernos alguma vez experimentaram”, sublinha o serviço Copernicus.</p>
<p>Também o diretor da instituição, Carlo Buontempo, reiterou em comunicado os alertas da comunidade científica, lembrando que “a humanidade é responsável pelo seu próprio destino, mas a forma como respondemos ao desafio climático deve basear-se em provas”. Para o responsável, “o futuro está nas nossas mãos e uma ação rápida e decisiva pode ainda alterar a trajetória do nosso clima futuro”.</p>
<p>E que razões estão na origem deste recorde? Para os investigadores, as alterações climáticas provocadas pelo homem continuam a ser o principal dínamo das temperaturas extremas, tanto à superfície do ar como do mar, mas outros fatores, como o El Niño, também contribuíram para as temperaturas invulgares de 2024. Ao longo do ano, foram ainda observados diversos fenómenos meteorológicos extremos por todo o mundo, como as inundações de Valência, ou inúmeras secas que favorecem o surgimento de incêndios.</p>
<p>Além disso, a quantidade total de vapor de água na atmosfera também atingiu um valor recorde, o que constitui mais um motivo para preocupação. &#8220;A maior parte do excesso de calor que temos vindo a reter em resultado do efeito de estufa e das atividades humanas tem sido absorvida pelos oceanos e o conteúdo de calor dos oceanos tem vindo a aumentar de forma alarmante&#8221;, concretizou a vice-presidente do Painel Intergovernamental sobre Alterações Climáticas (IPCC), Diana Urge-Vorsatz. Ora, se a uma atmosfera invulgarmente húmida, que amplifica o potencial de precipitação extrema, juntarmos ainda a elevada temperatura da superfície do mar, ficam reunidas as condições para o desenvolvimento de grandes tempestades, incluindo ciclones tropicais, explicam os especialistas.</p>
<p>Recorde-se que durante a cimeira mundial do clima de Paris, realizada em 2015, os países mundiais comprometeram-se, através de um acordo, a impedir o aumento das temperaturas acima de 2°C em relação à época pré-industrial, e a continuar os esforços para o limitar a 1,5°C. 2024 foi o ano em que essa barreira simbólica foi ultrapassada pela primeira vez.</p>
<p><em>Fotografia de destaque:</em> © Shutterstock</p></div>
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		<title>Objetos que iam para o lixo ganham nova vida no Eco Porto</title>
		<link>https://smart-cities.pt/alteracoes-climaticas/objetos-que-iam-para-o-lixo-ganham-nova-vida-no-eco-porto-2025-01/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=objetos-que-iam-para-o-lixo-ganham-nova-vida-no-eco-porto-2025-01</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Ana Mota]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 07 Jan 2025 23:01:35 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Acção Climática]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Economia circular]]></category>
		<category><![CDATA[ecoporto]]></category>
		<category><![CDATA[Porto]]></category>
		<category><![CDATA[reutilização]]></category>
		<category><![CDATA[reutilizar]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>É quase como uma respiração boca a boca a objetos e materiais que tinham como único destino o caixote do lixo. A Porto Ambiente implementou um projeto de reutilização de materiais, que são reparados para serem doados a quem mais precisa.</p>
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				<div class="et_pb_text_inner"><p>É quase como uma respiração boca a boca a objetos e materiais que tinham como único destino o caixote do lixo. A Porto Ambiente implementou um projeto de reutilização de materiais, que são reparados para serem doados a quem mais precisa. </p>
<p>Crianças acompanhadas pelos pais juntam-se à volta de uma grande mesa que mais parece uma mesa de operações. Tal como autênticos cirurgiões, preparam os utensílios que vão precisar para reanimar os objetos sem vida, a precisar de manobras de reanimação. Peluches sem enchimento, bonecas com autênticos trapos ao dependuro e até um boneco de neve sem olhos. São vários os objetos inanimados que, com o passar das horas do workshop “Consertos de Halloween”, promovido pela Porto Ambiente, vão ganhando uma nova identidade.</p>
<p>Acompanhado pelo irmão e pela mãe, Santiago Jesus tenta usar a imaginação para transformar uma espécie de joaninha vermelha que tem nas mãos. Com linha e botões, coseu o grande rasgão que lhe tirava a vida e que o colocava em risco de ir parar ao lixo. “O meu brinquedo estava sem vida, estava todo desinchado. Usei a minha criatividade e fiz um arranjo dedicado ao Halloween, com olhos por todos os lados”, explica o pequeno reparador de brinquedos. Depois de finalizada a operação, o brinquedo seguirá o caminho da circularidade até parar nas mãos de outra criança.</p>
<p>Noutra ponta do “bloco operatório” está Kopi Mokgoto, outra das cirurgiãs de palmo e meio que, para além de reparar uma boneca, acrescentou-lhe elementos que a tornam única e mais apetecível para brincadeiras. “Estamos a arranjar bonecos que estavam estragados, para as pessoas pobres que não têm brinquedos. Nós temos e os outros meninos também querem ter. Para eles não ficarem tristes, fazemos isto”, explica entusiasmada a pequena participante.</p>
<p>A sala está repleta de crianças e pais que esgotaram a lotação da oficina promovida pela Porto Ambiente, no âmbito do projeto Eco Porto. Em funcionamento desde 24 de setembro, a iniciativa tem como principal objetivo incentivar os portuenses a evitar o desperdício de materiais e a apostar, em alternativa, na reutilização. “Este projeto é uma grande aposta da Porto Ambiente porque pretende, tal como o nome indica, ser o centro para a circularidade. Queremos combater o modelo tradicional de economia linear e ajudar as pessoas a mudar mentalidades, para terem comportamentos mais responsáveis do ponto de vista ambiental”, explica Helena Tavares, administradora executiva da Porto Ambiente. Através de um programa variado de atividades, a iniciativa chega aos vários públicos, dos oito aos 80 anos.</p>
<p>Em pouco mais de um mês, foram doados cerca de 100 objetos reparados, o que equivale a 580 quilos de resíduos. Para além dos workshops de capacitação, que ensinam os participantes a reparar, foi desenvolvido um site que agrega toda a informação para os utilizadores. “A plataforma pretende não só dar a conhecer que objetos temos disponíveis para doar, mas também colocar em contacto as pessoas que precisam e as que querem doar. Não pretendemos só reparar, a parte da doação é uma parte essencial do projeto. O objetivo aqui é maximizar os recursos e minimizar os resíduos, através da doação e reintegração na economia para quem mais precisa”, afirma Helena Tavares.</p>
<p>Embora a iniciativa possa vir a ser alargada a outros públicos, para já, destina-se apenas aos utilizadores do cartão Ponto., ou seja, aos residentes ou trabalhadores na cidade do Porto.</p>
<p><iframe title="Objetos que iam para o lixo ganham nova vida no Eco Porto" width="1080" height="608" src="https://www.youtube.com/embed/dWvcq3qdq40?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></p></div>
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				<div class="et_pb_text_inner"><p style="text-align: center;"><em><br />Este artigo foi originalmente publicado na edição n.º 45 da Smart Cities &#8211; outubro/novembro/dezembro 2024</em></p></div>
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		<title>Da consciência à ação climática: tudo começa com um teste</title>
		<link>https://smart-cities.pt/noticias/da-consciencia-a-acao-climatica-tudo-comeca-com-um-teste-26-12/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=da-consciencia-a-acao-climatica-tudo-comeca-com-um-teste-26-12</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Nelson Jerónimo Rodrigues]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 30 Dec 2024 06:00:10 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Acção Climática]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[app]]></category>
		<category><![CDATA[pegada carbono]]></category>
		<category><![CDATA[PSLifestyle]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A app PSLifestyle calcula a pegada ambiental dos utilizadores para depois os incentivar a adotar um estilo de vida mais sustentável e positivo. Plano personalizado dá uma ajuda.</p>
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				<div class="et_pb_text_inner"><p>Diz-me onde vives, como te deslocas, o que comes e as compras que fazes e eu dir-te-ei quem és. Porque o nosso estilo de vida tem impacto no planeta, o projeto europeu PSLifestyle criou uma ferramenta destinada a mudar os comportamentos do dia a dia, ajudando a poupar tempo e dinheiro enquanto se contribuiu para a preservação do ambiente.</p>
<p>Para isso, a primeira funcionalidade da app é uma calculadora da pegada carbónica individual, já disponível e gratuita, que desafia os utilizadores a fazer o teste. Cada um fica a conhecer o impacte que provoca em quatro categorias &#8211; casa, transportes e viagens, alimentação e compras -, comparando a sua pegada com a média em Portugal (8400 kg CO2e) e com a meta desejável para 2030 (2500 kg CO2e). A partir dos resultados, é proposto um plano personalizado com vários conselhos e ações quotidianas, que poderá ser atualizado regularmente.</p>
<p>O PSLifestyle, que significa <em>Positive and Sustainable Lifestyle, </em>começou por ser implementado em oito países da União Europeia, incluindo Portugal, onde surgiu pela mão da DECO. Nessa altura, deu origem a um conjunto de laboratórios vivos por cidades de toda a Europa e Lisboa foi a primeira anfitriã. Depois de realizados mais de 200 mil testes, os dados anónimos revelaram que, das quatro categorias de estilo de vida monitorizadas, os transportes são responsáveis pela maior parte das emissões (46%), seguindo-se a alimentação (24%), depois a habitação (21%) e, por último, as compras (10%). Os resultados também mostraram que os utilizadores destacam a “falta de conhecimento” como obstáculo à mudança, mas que se sentem motivados para adotar um estilo de vida mais sustentável. Aliás, cerca de 8% a 10% criaram um plano logo depois de realizarem o teste.</p>
<p>“Os dados podem ajudar a informar tanto os indivíduos como as autarquias locais sobre os hábitos de vida, o que pode capacitá-los para uma mudança sustentável”, dizem os responsáveis pelo PSLifestyle. Para Markus Terho, líder do projeto, “o teste ajuda as pessoas a saberem o que fazer de diferente. Todos nós podemos encontrar o nosso próprio caminho e apoiar os outros a encontrar o seu. As nossas escolhas moldam o mundo!&#8221;. Mais informações em <a href="https://pslifestyle.eu" target="_blank" rel="noopener">https://pslifestyle.eu</a></p>
<p>&nbsp;</p>
<h4><b>Outras apps para reduzir a pegada carbónica</b></h4>
<p><b><br /></b><strong>AYR</strong><br />Desenvolvida pelo CEiiA, quantifica as emissões de CO2 evitadas pela adoção de modos de mobilidade sustentável e converte-as em créditos verdes digitais (token AYR). Estes podem, depois, ser trocados por produtos ou serviços de uma rede de parceiros.</p>
<p><strong>EARTH HERO</strong><br />Além de calcular a pegada ambiental a partir de critérios como a energia, a alimentação ou as viagens, também sugere centenas de ações personalizadas, com base nas recomendações do Painel Intergovernamental sobre Alterações Climáticas.</p>
<p><b><strong>JOULEBUG</strong><br /></b>Usa a gamificação para ajudar a criar hábitos mais sustentáveis e reduzir a pegada carbónica. Por cada desafio ultrapassado, os utilizadores recebem pontos para transformar em pins e crachás. Dicas, vídeos e tutoriais completam a oferta da app.<b></b></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><b><strong>GET</strong><br /></b>A Green Events Tool, ou Ferramenta de Eventos Verdes, quer tornar as conferências, exposições, provas desportivas, reuniões e outros eventos mais amigos do ambiente. Oferece uma calculadora da pegada carbónica, <em>checklists</em> e exemplos de boas práticas.<b></b></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p></div>
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<div class="et_pb_text_inner">
<p style="text-align: center;"><em>Este artigo foi originalmente publicado na edição nº 44 da Smart Cities – julho/agosto/setembro 2024, aqui com as devidas adaptações.</em></p>
</div>
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		<title>Quase cem municípios ainda não fazem recolha obrigatória de biorresíduos</title>
		<link>https://smart-cities.pt/alteracoes-climaticas/quase-cem-municipios-ainda-nao-fazem-recolha-obrigatoria-de-biorresiduos-2024-12/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=quase-cem-municipios-ainda-nao-fazem-recolha-obrigatoria-de-biorresiduos-2024-12</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Ana Mota]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 26 Dec 2024 07:03:08 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Acção Climática]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Associação Nacional de Municípios]]></category>
		<category><![CDATA[municípios]]></category>
		<category><![CDATA[recolha de biorresíduos]]></category>
		<category><![CDATA[vila nova de gaia]]></category>
		<category><![CDATA[zero]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Obrigatória desde 1 de janeiro de 2024, a recolha seletiva de biorresíduos ainda não é realidade para 96 municípios portugueses. Nos primeiros seis meses do ano, 14 cidades juntaram-se ao leque de 168 municípios que anteciparam a entrada em vigor da norma europeia. A Associação Nacional de Municípios Portugueses diz haver necessidade “emergente de financiamento e de recursos humanos” para acelerar a implementação.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div class="et_pb_section et_pb_section_6 et_section_regular" >
				
				
				
				
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				<div class="et_pb_text_inner"><p>Obrigatória desde 1 de janeiro de 2024, a recolha seletiva de biorresíduos ainda não é realidade para 96 municípios portugueses. Nos primeiros seis meses do ano, 14 cidades juntaram-se ao leque de 168 municípios que anteciparam a entrada em vigor da norma europeia. A Associação Nacional de Municípios Portugueses diz haver necessidade “emergente de financiamento e de recursos humanos” para acelerar a implementação.</p>
<p><span data-contrast="auto">Os alarmes soaram meio ano depois da entrada em vigor da norma europeia, que obriga os estados-membros a implementar a recolha seletiva de biorresíduos. Em Portugal continental,110 municípios não cumpriam com a recolha a 1 de janeiro de 2024 e, nos primeiros seis meses do ano, apenas 14 cidades juntaram-se ao leque de cumpridoras. </span><span data-contrast="auto">Os dados são da Agência Portuguesa do Ambiente (APA) que se revelaram mais otimistas do que o inquérito realizado em agosto pela Entidade Reguladora dos Serviços de Águas e Resíduos (ERSAR). </span><span data-ccp-props="{}"> </span></p>
<p><span data-contrast="auto">Os dados da ERSAR, que realizou um inquérito junto das entidades gestoras de resíduos a nível nacional, revelaram “uma fraca implementação” no país. Das 185 entidades que responderam ao inquérito, apenas 79 (cerca de 43%) avançaram para a implementação da medida, sendo que a maioria indicou que a recolha seletiva “não abrange toda a sua área de intervenção”. A cobertura total da recolha seletiva de biorresíduos abrange apenas 15% do território nacional, indica o estudo.  </span><span data-ccp-props="{}"> </span></p>
<p><span data-contrast="auto">Face às conclusões do relatório, a Associação Nacional de Municípios Portugueses (ANMP) reforça a necessidade de mais apoio financeiro e de recursos humanos, carências que “são apontadas pelos municípios como um dos principais impedimentos para a implementação da recolha seletiva de biorresíduos”. </span><span data-ccp-props="{}"> </span></p>
<p><span data-contrast="auto"> A ANMP tem sublinhado junto do Governo a necessidade emergente de financiamento, mas aponta que também é “fundamental sensibilizar as pessoas para a recolha seletiva de resíduos e monitorizar e avaliar continuamente esta matéria, dada a sua relevância para o cumprimento das metas ambientais”.</span><span data-ccp-props="{}"> </span></p>
<p><span data-contrast="auto">Sobre as possíveis consequências para os municípios da não implementação da medida, a ANMP afirma, em resposta às questões colocadas pela Smart Cities,</span><span data-ccp-props="{}"> </span><span data-contrast="auto">que é “fundamental ganhar escala e investir mais nesses projetos”, pois só assim se conseguirá ter o impacto desejado na valorização do resíduo como um recurso e no cumprimento das metas do Plano Estratégico de Gestão de Resíduos para 2030. </span><span data-ccp-props="{}"> </span></p>
<h4><b><span data-contrast="auto">Zero alerta para a falta de resultados</span></b><span data-ccp-props="{}"> </span></h4>
<p><span data-contrast="auto">Se por um lado a Associação Nacional de Municípios Portugueses diz ser necessário mais investimento, a Associação Ambientalista Zero, alerta que os municípios estão a utilizar verbas disponíveis pelo Fundo Ambiental sem mostrar resultados. “51 entidades gestoras não responderam ao inquérito. Isto demonstra que existe falta de interesse e que as autarquias não estão a cumprir o que deviam. Para além disto, estão a investir verbas disponíveis sem mostrar resultados, o que é bastante crítico”, alerta Ismael Casotti, ambientalista da Zero. </span><span data-ccp-props="{}"> </span></p>
<p><span data-contrast="auto">Quanto à falta de apoio financeiro e de recursos humanos, apontados como os principais impedimentos para a implementação da medida, a associação ambientalista diz que “muitas vezes as autarquias justificam-se com a falta de recursos humanos, mas é uma questão de organização de recursos, de alocar viaturas e operacionais para a recolha de lixo orgânico, por exemplo, duas vezes por semana”, refere Ismael Casotti. </span><span data-ccp-props="{}"> </span></p>
<p><span data-contrast="auto">Ainda assim, como exemplos positivos o ambientalista refere os concelhos de Guimarães e da Maia, “que apostam na recolha muito frequente, no formato porta a porta”. No caso da Cidade Berço, a recolha é feita em viaturas elétricas, já no caso da Maia, o especialista em ambiente refere o sistema de incentivos fiscais que atrai os cidadãos a cumprir a recolha seletiva de biorresíduos. </span><span data-ccp-props="{}"> </span></p>
<h4><b><span data-contrast="auto">Taxa agravada para incumpridores</span></b><span data-ccp-props="{}"> </span></h4>
<p><span data-contrast="auto">Os municípios incumpridores, que não implementarem a recolha seletiva de biorresíduos, irão pagar mais de Taxa de Gestão de Resíduos (TGR), que incide sobre as quantidades de resíduos indiferenciados, ou seja, resíduos como embalagens ou biorresíduos que são encaminhados para incineração ou aterro.</span><span data-ccp-props="{}"> </span></p>
<p><span data-contrast="auto">Sendo o TGR um instrumento económico modelador de comportamentos, que potencia a melhoria de gestão de resíduos, terá uma clara influência no cumprimento das metas às quais Portugal está vinculado, nomeadamente na preparação para reutilização e reciclagem (55% em 2025; 60% em 2030; e 65% em 2035) e deposição de resíduos em aterro (10% em 2035), explica o Ministério do Ambiente à Smart Cities.</span><span data-ccp-props="{}"> </span></p>
<p><span data-contrast="auto">Assim, o Estado prevê aumentar gradualmente a Taxa de Gestão de Resíduos até ao valor de 35 euros por tonelada em 2025, tal como é descrito na tabela abaixo.   </span></p>
<p><span data-contrast="auto">No âmbito do Plano Estratégico de Gestão de Resíduos para 2030 e do Regime Geral de Gestão de Resíduos (RGGR) está prevista a devolução da TGR ao setor, “alto que tem sido pedido desde há muito”, revela o Ministério do Ambiente em comunicado. Assim, a TGR será um instrumento financeiro que, acompanhado pelas verbas previstas no Portugal 2030, financiará investimentos para dotar os municípios de uma rede para recolha seletiva e tratamento na origem de biorresíduos, e assim impulsionar de forma significativa o cumprimento da meta.</span><span data-ccp-props="{}"> </span></p>
<p><span data-contrast="auto">Para acelerar o arranque destes esquemas, o Ministério do Ambiente e Energia revela ainda que o RGGR prevê um conjunto de incentivos via TGR que “deverão ser aplicados, de forma a motivar os municípios que apresentem os melhores resultados” e assim, criar uma “uma pressão positiva para que esta transição se opere rapidamente”. </span><span data-ccp-props="{}"> </span></p>
<p><span data-contrast="auto">Paralelamente a estes mecanismos de apoio, o Governo irá lançar avisos para a atribuição de verbas, através do Fundo Ambiental, aos quais os municípios poderão aceder, para aplicarem em projetos que promovam o aumento da recolha seletiva e tratamento na origem de biorresíduos. </span><span data-ccp-props="{}"> </span></p>
<p><span data-contrast="auto">O Governo anunciou, no final de outubro, o investimento de 27 milhões de euros do Fundo Ambiental, para apoiar 23 comunidades intermunicipais e áreas metropolitanas na implementação de projetos de recolha de biorresíduos.</span><span data-ccp-props="{}"> </span></p>
<p><span data-contrast="auto">O valor atribuído, mais do dobro em relação ao ano passado, irá apoiar várias ações, desde a aquisição de equipamentos para a recolha seletiva até à criação de compostagens comunitárias ou à implementação de sistemas de monitorização.  </span><span data-ccp-props="{}"> </span></p>
<p><span data-contrast="auto">O investimento, inserido no Programa RecolhaBio, tem como objetivo financiar projetos e iniciativas que aumentem a capacidade dos municípios, no sentido de promover a recolha seletiva e a reciclagem de biorresíduos na origem, incluindo a sensibilização da comunidade para práticas mais conscientes.</span><span data-ccp-props="{}"> </span></p>
<h4><b><span data-contrast="auto">Sem pegada e com sensores</span></b><span data-ccp-props="{}"> </span></h4>
<p><span data-contrast="auto">O município de Vila Nova de Gaia foi um dos que implementou a recolha de biorresíduos este ano, mais de meio ano depois da entrada em vigor da lei que obriga à recolha deste tipo de resíduos. Depois de um período de sensibilização e formação, a Águas de Gaia arrancou com a iniciativa, a 19 de agosto, com a recolha em duas zonas da cidade, o Centro Histórico e a Afurada. “Queremos que Vila Nova de Gaia possa ser um contribuinte líquido para as metas nacionais que estamos obrigados a atingir, até perante a União Europeia. Com a implementação do nosso projeto de biorresíduos, queremos atingir uma redução de 40% de volume do lixo produzido. Estamos a falar, a médio, longo prazo, de uma produção de 40 mil toneladas de biorresíduos”, começa por dizer Miguel Lemos, presidente do conselho de administração das Águas de Gaia. </span><span data-ccp-props="{}"> </span></p>
<p><span data-contrast="auto">Sobre o atraso na implementação da medida, Miguel Lemos explica que foi necessário cumprir com um período de estudo e análise do concelho, o terceiro maior município do país. “Sabíamos bem do que a legislação nos obriga, mas tivemos que fazer uma radiografia ao concelho e perceber a capacidade de recolha, prever as quantidades e o custo do investimento que é necessário realizar para o concelho. Vila Nova de Gaia é de facto um grande concelho e quando se faz este tipo de projetos a componente financeira é muito grande”, explica. </span><span data-ccp-props="{}"> </span></p>
<p><span data-contrast="auto">Através de um programa de financiamento da Área Metropolitana do Porto, a Águas de Gaia adquiriu duas carrinhas totalmente elétricas que permitem efetuar a recolha dos biorresíduos durante a noite, sem qualquer tipo de ruído. Os veículos e os contentores utilizados estão equipados com sensores que ajudam a monitorizar a eficácia da recolha. “A tecnologia é um auxiliar fundamental para a otimização da recolha de biorresíduos, nesta operação, que envolve milhares de clientes. Nesta fase inicial, estamos a atingir um universo de cerca de 1500, mas no futuro poderemos ir até aos 140 mil clientes. A tecnologia auxilia-nos a otimizar as rotas e a saber o nível de enchimento dos contentores. Assim, não desperdiçamos recursos na recolha que fazemos diariamente”, afirma Fernando Ferreira, diretor da Águas de Gaia. </span><span data-ccp-props="{}"> </span></p>
<p><span data-contrast="auto">Paralelamente à tecnologia, o município aposta na sensibilização e monitorização da recolha de biorresíduos, com o apoio de uma equipa de técnicos da Biorumo. Através da sensibilização, a empresa municipal Águas de Gaia pretende cumprir a meta de 43 mil toneladas de recolha de biorresíduos anuais, com a cobertura de todo o território em 2030. “A sensibilização das pessoas é uma questão que entendemos que é fundamental, porque este projeto só faz sentido se as pessoas também o adotarem e o acarinharem. Oferecemos um contentor a todas as pessoas e explicamos-lhes qual é o benefício da separação de resíduos”, acrescenta o diretor do departamento de Águas Pluviais e Ambiente.</span><span data-ccp-props="{}"> </span></p>
<p><span data-contrast="auto">Para a implementação da medida, o município de Vila Nova de Gaia conta com o apoio do Fundo Ambiental e de fundos comunitários para a cobertura total do concelho e para o cumprimento das metas anuais que estão estabelecidas para a recolha de biorresíduos. </span><span data-ccp-props="{}"> </span></p>
<p><iframe title="Gaia recolhe biorresíduos sem pegada e com recurso a sensores" width="1080" height="608" src="https://www.youtube.com/embed/GW9HaquPCA8?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></p></div>
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				<div class="et_pb_text_inner"><p style="text-align: center;"><em><br />Este artigo foi originalmente publicado na edição n.º 45 da Smart Cities &#8211; outubro/novembro/dezembro 2024</em></p></div>
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		<title>Três cidades portuguesas selecionadas para projeto europeu de transformação sustentável</title>
		<link>https://smart-cities.pt/alteracoes-climaticas/tres-cidades-portuguesas-selecionadas-para-projeto-europeu-de-transformacao-sustentavel-2024-13-12/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=tres-cidades-portuguesas-selecionadas-para-projeto-europeu-de-transformacao-sustentavel-2024-13-12</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Ana Mota]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 16 Dec 2024 08:00:20 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Acção Climática]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[alterações climáticas]]></category>
		<category><![CDATA[aquecimento global]]></category>
		<category><![CDATA[netzerocities]]></category>
		<category><![CDATA[neutralidade carbónica]]></category>
		<category><![CDATA[união europeia]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Três cidades portuguesas foram selecionadas pelo programa “Enabling City Transformation Programme” e vão iniciar uma nova ação climática, com o objetivo de criar soluções práticas e inovadoras. O objetivo será contornar e enfrentar os principais desafios da implementação da Missão da UE para as cidades.</p>
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				<div class="et_pb_text_inner"><p><span style="font-weight: 400;">Porto, Lisboa e Guimarães foram selecionadas pelo programa “Enabling City Transformation Programme” e vão iniciar uma nova ação climática, com o objetivo de criar soluções práticas e inovadoras. O objetivo será contornar e enfrentar os principais desafios da implementação da Missão da UE para as cidades. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">As 48 cidades participantes terão 18 meses, a partir de março de 2025, para implementar 26 projetos que abordem os desafios enfrentados pelas cidades e ajudem a ampliar a implementação dos seus planos climáticos, conforme definido pela Missão Cidades da UE, através dos Contratos Climáticos para Cidades.  </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">As cidades da missão foram convidadas pela plataforma da Missão Cidades da UE, atualmente gerida pela </span><i><span style="font-weight: 400;">NetZeroCities, </span></i><span style="font-weight: 400;">a propor ações inovadoras para superar desafios sistémicos. O convite atraiu mais de 40 candidaturas de 24 países da União Europeia. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">As aprendizagens decorrentes do programa têm como objetivo apoiar muitas outras cidades da Europa, ao permitir transformações de larga escala, através da criação de um portfólio de intervenções que ajudem mais de 100 cidades a tornarem-se neutras em carbono até 2030.   </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">As 48 cidades europeias, que vão integrar o “Enabling City Transformation Programme” , vão beneficiar de 22,6 milhões de euros financiados pela União Europeia. </span></p>
<h4><span style="font-weight: 400;">Guimarães lidera consórcio nacional </span></h4>
<p><span style="font-weight: 400;">Porto e Lisboa fazem parte do consórcio nacional liderado pela cidade de Guimarães, onde estão também envolvidos o Laboratório da Paisagem, a Porto Ambiente, a Porto Digital e o Instituto Superior Técnico para a Investigação e o Desenvolvimento. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Em conjunto, vão pensar em soluções que deem resposta a dois grandes desafios de implementação das suas estratégias de neutralidade climática: a implementação de sistemas de monitorização dos Contratos Climáticos de Cidades (CCC) e da evolução dos Planos de Ação e Investimento e a promoção de ações coletivas coordenadas, desbloqueando o capital privado, que permitam acelerar o percurso rumo à neutralidade climática. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O projeto irá permitir ainda consolidar ainda mais a colaboração entre Guimarães, Porto e Lisboa, promovendo a partilha de estratégias, ações políticas e boas práticas. Em comunicado, Sofia Ferreira, Vereadora do Ambiente e Ação Climática da cidade de Guimarães afirma que o município está confiante “de que o projeto irá desempenhar um papel fundamental no apoio aos esforços das cidades para monitorizar os contratos climáticos, fomentando o envolvimento ativo dos cidadãos e do setor privado, além de acelerar o progresso rumo à neutralidade climática até 2030”. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">As 48 cidades participantes nos 26 projetos darão início ao programa de 18 meses em março de 2025, após um processo final de formalização.</span></p>
<p><em>Foto de destaque: Shutterstock</em></p></div>
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		<title>Várias regiões do planeta vão ultrapassar limite de 1,5ºC de aquecimento até 2040</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Ana Mota]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 12 Dec 2024 07:30:05 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Acção Climática]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[alterações climáticas]]></category>
		<category><![CDATA[aquecimento global]]></category>
		<category><![CDATA[estudo]]></category>
		<category><![CDATA[graus celsius]]></category>
		<category><![CDATA[investigação]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Várias regiões do planeta vão ultrapassar o limite de 1,5ºC de aquecimento global até 2040. O estudo da Environmental Research Letters vai mais longe e indica que muitas dessas regiões vão ultrapassar os três graus celsius de aquecimento daqui a 36 anos.</p>
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				<div class="et_pb_text_inner"><p><span style="font-weight: 400;">Várias regiões do planeta vão ultrapassar o limite de 1,5ºC de aquecimento global até 2040. O estudo da Environmental Research Letters vai mais longe e indica que muitas dessas regiões vão ultrapassar os três graus celsius de aquecimento daqui a 36 anos. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O estudo publicado pela revista científica Environmental Research Letters alerta para a probabilidade de os limiares regionais de aquecimento global serem atingidos mais rapidamente do que se estava à espera. Várias regiões terrestres não só vão ultrapassar o limiar crítico de 1,5ºC de aquecimento, como vão chegar aos 3ºC até 2060. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Segundo o estudo, disponível <a href="https://iopscience.iop.org/article/10.1088/1748-9326/ad91ca">on-line</a> na plataforma da publicação, regiões como a Europa Central, sul da Ásia, Mediterrâneo e partes da África Subsariana deverão atingir esses limiares mais rapidamente, “agravando os riscos para os ecossistemas e comunidades vulneráveis&#8221;.    </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Segundo o Acordo de Paris sobre a redução de gases com efeito de estufa, o limite de 1,5ºC de aquecimento global foi entendido como o ponto a partir do qual as alterações climáticas se tornam generalizadas, irreversíveis e com consequências graves. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Os investigadores do estudo agora divulgado analisaram 10 modelos climáticos diferentes para prever aumentos de temperatura e descobriram que 34 regiões deverão exceder 1,5ºC de aquecimento até 2040. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Noah Diffenbaugh, coautor do estudo e professor na Universidade de Stanford, nos Estados Unidos, afirmou que ao chegar a estes resultados é possível “prever mais claramente quando irão ocorrer impactos específicos na sociedade e nos ecossistemas” que ocorrem em zonas locais e regionais. </span></p>
<p><em>Foto de destaque: Shutterstock</em></p></div>
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		<title>COP29: acordo controverso sabe a pouco para quase todos</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Nelson Jerónimo Rodrigues]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 25 Nov 2024 10:40:44 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Acção Climática]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[cimeira do clima]]></category>
		<category><![CDATA[cop29]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Após 13 dias de negociações em Baku, no Azerbaijão, a Cimeira do Clima chegou ao fim com um acordo alcançado, embora longe de ser consensual e alvo de muitas críticas por parte de diversos países e organizações.</p>
<p>O conteúdo <a rel="nofollow" href="https://smart-cities.pt/noticias/cop29-acordo-controverso-sabe-a-pouco-para-quase-todos-25-11/">COP29: acordo controverso sabe a pouco para quase todos</a> aparece primeiro em <a rel="nofollow" href="https://smart-cities.pt">Smart Cities</a>.</p>
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				<div class="et_pb_text_inner"><p>Após 13 dias de negociações em Baku, no Azerbaijão, a Cimeira do Clima chegou ao fim com um acordo alcançado, embora longe de ser consensual e alvo de muitas críticas por parte de diversos países e organizações. Mas o que sobrou, então, da COP29? No ponto essencial, o financiamento, ficou o compromisso de os países mais ricos pagarem 300 mil milhões de dólares por ano para apoiarem a redução das emissões e a adaptação às alterações climáticas no mundo em desenvolvimento, a partir de 2035. Um valor que triplica o apoio financiamento atual, ainda assim longe do reclamado por várias partes.</p>
<p>Para Simon Stiell, secretário-executivo da Convenção-Quadro das Nações Unidas sobre as Alterações Climáticas, esta nova meta financeira é “uma apólice de seguro para a humanidade”, mas “como qualquer apólice de seguro, só funciona se os montantes dos prémios forem pagos na íntegra e a tempo”. “Nenhum país conseguiu tudo o que queria e saímos de Baku com uma montanha de trabalho ainda por fazer. Por isso, não é altura de dar voltas de vitória”, acrescentou o diretor da ONU.</p>
<p>Também o secretário-geral das Nações Unidas, António Guterres, considerou o acordo essencial para manter vivo o limite de 1,5°C para o aquecimento global, apesar de admitir que soube a pouco. &#8220;Esperava um resultado mais ambicioso &#8211; tanto em termos de financiamento como de mitigação &#8211; para responder à escala do grande desafio que enfrentamos, mas o acordo alcançado fornece uma base sobre a qual construir&#8221;, escreveu em comunicado.</p>
<p>“Mais ambição” em matéria de mitigação pediu também a ministra do Ambiente portuguesa, Maria da Graça Carvalho, para quem “tal não foi possível face ao bloqueio dos países produtores de combustíveis fósseis&#8221;. Ainda assim, congratulou-se com o acordo, sublinhando o papel de liderança assumido pela União Europeia. &#8220;Portugal e a UE tinham como grande objetivo aumentar o valor de financiamento global, assim como ampliar a base de doadores para o financiamento climático, para que mais países possam contribuir para este esforço global. Conseguimos atingir estas metas e diversificar as fontes de financiamento&#8221;, concretizou.</p>
<p>Bastante mais críticos estiveram os países em desenvolvimento, a começar pela índia. “Lamento dizer que este documento não é mais do que uma ilusão de ótica”, afirmou a representante da delegação indiana, Chandni Raina, durante a sessão de encerramento da cimeira, enquanto o grupo dos países menos desenvolvidos (LDC, na sigla em inglês) foi mais longe, afirmando que “isto não é apenas um fracasso, é uma traição”.</p>
<p>O descontentamento dominou também as reações dos ambientalistas à cimeira de Baku. A associação Zero, por exemplo, considerou o financiamento coletivo climático “pouco ambicioso e insuficiente”, por ficar “muito abaixo das responsabilidades históricas” associadas às emissões dos países mais desenvolvidos. Além disso, esta foi “uma COP dos interesses do petróleo que falha em apoiar os países em desenvolvimento”, acrescentaram os ambientalistas.</p>
<p>Sobre o caso específico de Portugal, a associação apelou a um “aumento exponencial do financiamento climático internacional” por parte do país, uma vez que o compromisso de “9 milhões de euros por ano é insignificante”, “tendo em conta que a ordem de grandeza do financiamento por parte dos países desenvolvidos está nas centenas de milhares de milhões”.</p>
<p>Depois do Azerbaijão, a próxima Cimeira do Clima das Nações realiza-se entre 10 e 21 de novembro de 2025, na cidade de Belém, no Brasil, com expetativas e exigências reforçadas. Como já afirmou Lula da Silva, “a COP30 será a nossa última chance de evitar uma rutura irreversível no sistema climático”.</p>
<p><em>Fotografia de destaque:</em> © Shutterstock</p></div>
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			</div> <!-- .et_pb_section -->
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