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	<title>Arquivo de Mobilidade - Smart Cities</title>
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	<title>Arquivo de Mobilidade - Smart Cities</title>
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		<title>Sevilha acolhe congresso europeu sobre mobilidade limpa</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Smart Cities]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 19 May 2025 08:00:04 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Mobilidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[ceiia]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A 16ª. edição do Congresso Europeu ITS começa esta segunda-feira e decorre até dia 21 de maio, em Sevilha. Este ano será debatida a mobilidade limpa, resiliente e conectada.</p>
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				<div class="et_pb_text_inner"><span style="font-weight: 400;">A 16ª. edição do <a href="https://itsworldcongress.com/">Congresso Europeu ITS</a> começa esta segunda-feira e decorre até dia 21 de maio, em Sevilha. Este ano será debatida a mobilidade limpa, resiliente e conectada, num congresso técnico-científico que pretende ser uma plataforma para a partilha de conhecimento e definição de políticas no domínio dos Sistemas de Transporte Inteligentes (ITS). </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Com uma programação multidisciplinar, orientada para soluções concretas, o evento irá reunir peritos da indústria, centros de I&amp;D, instituições europeias e autoridades de transportes, focando-se em temas estruturantes como a descarbonização dos transportes, automação, interoperabilidade, gestão inteligente de tráfego e integração de dados em tempo real.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O Congresso ITS 2025 “assume particular relevância no atual contexto europeu, ao alinhar-se com os objetivos do Pacto Ecológico Europeu e da Estratégia de Mobilidade Sustentável e Inteligente da Comissão Europeia”, anuncia a ITS Portugal. A associação destaca ainda que “a componente regional do congresso irá permitir evidenciar o facto dos projetos locais contribuírem para os objetivos globais da UE em matéria de mobilidade sustentável e transformação digital”. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Portugal tem vindo a afirmar-se como um ator neste ecossistema europeu, com múltiplas iniciativas no âmbito da mobilidade inteligente. Projetos como o CEiiA – Centre of Engineering and Product Development, que desenvolve soluções de mobilidade urbana sustentáveis e plataformas de monitorização de emissões em tempo real, ou o Living Lab de Cascais, que integra veículos partilhados, sensores urbanos e gestão preditiva do tráfego, são exemplos do contributo nacional para a inovação ITS.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Destacam-se ainda iniciativas como o sistema de gestão integrada de mobilidade da cidade do Porto (DGT Porto), baseado em análise preditiva e coordenação semafórica inteligente, bem como a participação portuguesa em projetos europeus financiados pelo Horizonte Europa, como o SHOW (Shared automation Operating models for Worldwide adoption) ou o 5G-MOBIX, onde foram testadas comunicações veículo-infraestrutura (V2X) na fronteira luso-espanhola.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O Congresso é uma oportunidade valiosa para as entidades portuguesas apresentarem as suas soluções e fortalecer parcerias transnacionais. A presença de representantes da Comissão Europeia, autoridades nacionais e municipais, e stakeholders privados irá proporcionar um espaço de diálogo técnico e institucional fundamental para acelerar a implementação das políticas ITS em Portugal.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Com sessões plenárias, fóruns técnicos, demonstrações ao vivo e uma área de exposição dedicada às soluções mais recentes, o evento assume-se como uma montra de excelência para os avanços em mobilidade inteligente e colaborativa.</span></p>
<p><em>Fotografia de destaque: Shutterstock</em></div>
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		<title>Aldeias da Serra da Lousã vencem prémio europeu de paisagem</title>
		<link>https://smart-cities.pt/noticias/aldeias-da-serra-da-lousa-vencem-premio-europeu-de-paisagem-19-03/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=aldeias-da-serra-da-lousa-vencem-premio-europeu-de-paisagem-19-03</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Nelson Jerónimo Rodrigues]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 18 Mar 2025 07:30:33 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Mobilidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[aldeias da serra da lousã]]></category>
		<category><![CDATA[Lousã]]></category>
		<category><![CDATA[paisagem]]></category>
		<category><![CDATA[Prémio da Paisagem do Conselho da Europa]]></category>
		<category><![CDATA[serra da lousã]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O projeto “Aldeias da Serra da Lousã - Onde as aldeias soam a único” conquistou a 8.ª edição do Prémio da Paisagem do Conselho da Europa, uma vitória inédita para Portugal na mais importante distinção europeia no âmbito da paisagem. </p>
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				<div class="et_pb_text_inner"><p>O projeto “Aldeias da Serra da Lousã &#8211; Onde as aldeias soam a único” conquistou a <a href="https://www.coe.int/en/web/landscape/8th-award-candidates" target="_blank" rel="noopener">8.ª edição do Prémio da Paisagem do Conselho da Europa</a>, uma vitória inédita para Portugal na mais importante distinção europeia no âmbito da paisagem. O galardão surge depois desta iniciativa do município da Lousã ter ganho o Prémio Nacional da Paisagem, em 2022. Desta vez, bateu a concorrência de 12 candidaturas europeias, apresentadas por outros tantos países: Finlândia, Croácia, França, Geórgia, Grécia, Itália, Letónia, Noruega, Polónia, Eslováquia, Eslovénia e Suíça.</p>
<p>Lançado em 2002, com a aprovação dos Planos de Aldeia, o projeto da Lousã consiste na recuperação da paisagem serrana do concelho, que integra cinco pequenas aldeias tradicionais: Candal, Casal Novo, Cerdeira, Chiqueiro e Talasnal. Um trabalho de preservação ambiental, recuperação patrimonial e dinamização socioeconómica que envolveu não só as casas tradicionais destes povoados, mas também a fauna e flora endémicas da região, bem como a melhoria das acessibilidades e mobilidade.</p>
<p>“A sua concretização permitiu inverter uma trajetória de declínio e de abandono, assegurando, através da adoção de medidas de ordenamento, conservação e gestão da paisagem, a salvaguarda dos valores patrimoniais e a revitalização das aldeias, atribuindo-lhes novas funções”, diz autarquia em comunicado. </p>
<p>O desenvolvimento territorial sustentável, o valor exemplar, a participação pública e o aumento de consciencialização foram os parâmetros avaliados pelo júri para a atribuição do prémio, que valorizou também o modelo de prevenção de incêndios florestais e de reabilitação de áreas e edifícios abandonados. Outra mais-valia prende-se com o facto de os peritos terem considerado a possibilidade de replicação noutras aldeias e territórios, nomeadamente através do trabalho em rede.</p>
<p>Criado em 2008, o Prémio da Paisagem do Conselho da Europa visa reconhecer o impacto positivo dos diversos projetos na proteção, gestão e planeamento da paisagem, realçando a sua implementação por uma autoridade local e a articulação entre diversos setores da sociedade, incluindo habitantes, especialistas, entidades administrativas e académicas, a nível regional, nacional e europeu.</p>
<p>Recorde-se que o espaço natural que envolve as cinco aldeias do projeto integra a Rede Natura 2000, Sítio de Interesse Comunitário Serra da Lousã e abrange territórios classificados como Zonas Especiais de Conservação (ZEC) e Zonas de Proteção Especial (ZPE).</p>
<p>Fotografia de destaque: © Shutterstock</p></div>
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		<title>Braga é finalista do prémio da Semana Europeia da Mobilidade</title>
		<link>https://smart-cities.pt/noticias/braga-e-finalista-do-premio-da-semana-europeia-da-mobilidade-26-02/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=braga-e-finalista-do-premio-da-semana-europeia-da-mobilidade-26-02</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Nelson Jerónimo Rodrigues]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 25 Feb 2025 23:01:22 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Mobilidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A cidade de Braga está na corrida ao prémio da Semana Europeia da Mobilidade, um galardão atribuído às autoridades locais que melhor promoveram a mobilidade sustentável durante a edição de 2024 desta iniciativa, realizada entre 16 e 22 de setembro do ano passado.</p>
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				<div class="et_pb_text_inner"><p>A cidade de Braga está na corrida ao prémio da Semana Europeia da Mobilidade, um galardão atribuído às autoridades locais que melhor promoveram a mobilidade sustentável durante a edição de 2024 desta iniciativa, realizada entre 16 e 22 de setembro do ano passado.</p>
<p>O município português vai disputar o título com as cidades de Bolonha, em Itália, e de Leipzig, na Alemanha. As três finalistas foram selecionadas por um painel independente de peritos, entre 75 candidaturas de diversos países da Europa.</p>
<p>De acordo com a Comissão Europeia (CE), que organiza o prémio, Braga destacou-se por “um conjunto diversificado de atividades, muitas das quais cocriadas com os residentes locais”, bem como pela “forte ênfase ao aumento da capacidade dos políticos e dos técnicos de mobilidade urbana para implementar mudanças”. Além disto, “outras atividades notáveis incluíram a expansão das ciclovias urbanas, vários projetos de mobilidade escolar e a transformação da Rua Dom Pedro V num espaço público partilhado”, escreve a CE em comunicado.</p>
<p>Já a autarquia minhota lembrou que, “à semelhança dos anos anteriores, o programa integrou um conjunto diversificado de atividades orientadas para a promoção dos modos alternativos de deslocação, para a mudança de comportamentos e para o papel da rua enquanto espaço público multifuncional”. Um passeio noturno de bicicletas, um passeio intermodal e as “Campanhas de Transporte e Cidadania” foram algumas das atividades desenvolvidas pela cidade.</p>
<p>Quanto às concorrentes de Braga, a finalista italiana destacou-se pela iniciativa Bolonha 30, através da qual 70% das estradas da cidade foram permanentemente transformadas em zonas de 30 km/h. Já Leipzig organizou “um dia sem carros particularmente impressionante, fechando a circular rodoviária do centro da cidade, por 12 horas, para realizar atividades que contaram com a participação de cerca de 25 mil pessoas”.</p>
<p>A cidade vencedora será anunciada no dia 27 de março durante uma cerimónia realizada em Bruxelas, na Bélgica. Durante o evento será, igualmente, conhecido o vencedor do Prémio Mobility Action, que distingue ações promovidas ao longo do ano por ONGs, empresas, organizações da sociedade civil, grupos de cidadãos, escolas ou administrações locais. Neste caso, os finalistas são uma associação espanhola que promoveu a inclusão no espaço público, a Associação para o Desenvolvimento Intercomunitário dos Transportes Públicos de Bucareste-Ilfov, na Roménia, e uma campanha de promoção da mobilidade ativa na Chéquia.</p>
<p>Recorde-se que Braga já ganhou o Prémio Semana Europeia da Mobilidade em 2022, enquanto a Amadora esteve entre as finalistas da edição de 2023 e 2021.</p>
<p><em><br />Fotografia de destaque:</em> © CM Braga</p></div>
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		<item>
		<title>Terminal Intermodal de Campanhã é o primeiro edifício público do país com o ouro em certificação ambiental</title>
		<link>https://smart-cities.pt/mobilidade/terminal-intermodal-de-campanha-e-o-primeiro-edificio-publico-do-pais-com-o-ouro-em-certificacao-ambiental-10-02-25/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=terminal-intermodal-de-campanha-e-o-primeiro-edificio-publico-do-pais-com-o-ouro-em-certificacao-ambiental-10-02-25</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Ana Mota]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 10 Feb 2025 08:00:17 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Mobilidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[câmara municipal do porto]]></category>
		<category><![CDATA[certificação ambiental]]></category>
		<category><![CDATA[go porto]]></category>
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		<category><![CDATA[ouro]]></category>
		<category><![CDATA[terminal intermodal de campanhã]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O Terminal Intermodal de Campanhã foi reconhecido com “medalha” de ouro em certificação ambiental. O hub de ligações de transportes torna-se assim o primeiro edifício público a obter este nível de certificação no país. O sistema de avaliação internacional tem aplicação em mais de 150 países. </p>
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				<div class="et_pb_text_inner"><p><span style="font-weight: 400;">O Terminal Intermodal de Campanhã (TIC) foi reconhecido com “medalha” de ouro no nível de Certificação LEED (</span><i><span style="font-weight: 400;">Leadership in Energy and Environmental Design</span></i><span style="font-weight: 400;">). O </span><i><span style="font-weight: 400;">hub</span></i><span style="font-weight: 400;"> de ligações de transportes torna-se assim o primeiro edifício público a obter este nível de certificação no país. O sistema de avaliação internacional tem aplicação em mais de 150 países. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Num núcleo de quatro níveis possíveis </span><i><span style="font-weight: 400;">(certified, silver, gold e platina</span></i><span style="font-weight: 400;">), o TIC obteve o grau </span><i><span style="font-weight: 400;">gold</span></i><span style="font-weight: 400;">, ao ser classificado com 60 pontos. O reconhecimento foi atribuído pela organização não governamental Green Building Council, que tem como objetivo promover e estimular práticas de construções sustentáveis. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Em comunicado, a empresa municipal GO Porto, responsável pela obra de construção do TIC, destaca a capacidade do terminal reduzir os gases com efeito de estufa na cidade. No documento pode ler-se que “o hub está localizado por baixo da maior cobertura verde alguma vez implantada num edifício público da cidade, ajudando à absorção da poluição do ar”. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Segundo a GO Porto, estima-se que o TIC contribua para uma redução significativa dos gases com efeito de estufa no centro do Porto. Num período de cinco anos, a estimativa aponta para uma diminuição de cerca de 5,2 toneladas de dióxido de carbono (CO2). </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Para a autarquia do Porto, o equipamento “representa uma aposta no transporte público eficiente e sustentável, bem como um contributo de peso para o Pacto do Porto para o Clima”, que tem por objetivo atingir a neutralidade carbónica em 2030.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O Terminal Intermodal de Campanhã, que alberga um parque urbano com 4,6 hectares, permite que os utilizadores se possam ligar a qualquer lugar da cidade, através do metro, comboio ou autocarro urbano.  </span></p>
<p><em>Fotografia de destaque: Andreia Merca/CMPorto</em></p></div>
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		<item>
		<title>Carros passam a circular a 20 km/h e a partilhar via com peões no Passeio das Virtudes</title>
		<link>https://smart-cities.pt/mobilidade/carros-circulam-a-20-km-h-e-partilham-via-com-peoes-no-passeio-das-virtudes-30-01-2/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=carros-circulam-a-20-km-h-e-partilham-via-com-peoes-no-passeio-das-virtudes-30-01-2</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Ana Mota]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 30 Jan 2025 07:30:35 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Mobilidade]]></category>
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		<category><![CDATA[circulação rodoviária]]></category>
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		<category><![CDATA[pacto porto para o clima]]></category>
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		<category><![CDATA[Porto]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A intervenção no Passeio das Virtudes, no Porto, vai redesenhar a via pública, onde será dada prioridade aos peões e à mobilidade suave. A velocidade máxima de circulação dos veículos será reduzida para 20 km/h. A obra, com início a 3 de fevereiro, vai criar estacionamento exclusivo para moradores.</p>
<p>O conteúdo <a rel="nofollow" href="https://smart-cities.pt/mobilidade/carros-circulam-a-20-km-h-e-partilham-via-com-peoes-no-passeio-das-virtudes-30-01-2/">Carros passam a circular a 20 km/h e a partilhar via com peões no Passeio das Virtudes</a> aparece primeiro em <a rel="nofollow" href="https://smart-cities.pt">Smart Cities</a>.</p>
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				<div class="et_pb_text_inner"><p><span style="font-weight: 400;">A obra no Passeio das Virtudes, no Porto, que arranca na próxima segunda-feira, dia 3 de fevereiro, vai dar prioridade aos peões e à mobilidade suave, através da redefinição do espaço público. A velocidade máxima de circulação dos veículos será reduzida para 20 km/h. Com intervenção na Rua de S. Bento da Vitória e na Rua de S. Miguel, a empreitada vai criar vias partilhadas entre veículos e peões. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Em comunicado, a autarquia do Porto esclarece que “o projeto terá em consideração o alargamento das caldeiras de árvores, as necessidades de comércio local e o estacionamento para residentes”, ao mesmo tempo que vai redesenhar a via pública ao retirar as delimitações físicas “entre o espaço dedicado à circulação pedonal e à circulação rodoviária”.  </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Assim, a Câmara Municipal do Porto espera promover “a partilha do espaço por todos os diferentes modos de deslocação”, dando prioridade aos modos suaves sobre os modos motorizados.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O projeto, a cargo da empresa municipal GO Porto, faz parte da estratégia da Câmara Municipal do Porto, que prevê uma nova definição da utilização dos espaços públicos, destinando-os, de uma forma prioritária, à mobilidade suave e ao peão. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A empreitada, com um prazo de execução de 180 dias, irá desenvolver-se em duas fases. </span><span style="font-weight: 400;">A primeira, no Passeio das Virtudes, vai decorrer até maio. Já a segunda, nas ruas de S. Bento da Vitória e de S. Miguel, deverá terminar em agosto de 2025. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A intervenção, adjudicada por cerca de 388 mil euros, vai implicar alguns condicionamentos na circulação naquela zona, de 3 de fevereiro a 19 de abril. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O projeto integra-se na estratégia adotada pelos diversos programas implementados pelo Município do Porto, em conformidade com o Pacto do Porto para o Clima, cujo principal objetivo é alcançar a neutralidade carbónica até 2030.</span></p>
<p><em>Fotografia de destaque: Shutterstock</em></p></div>
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		<title>Lisboa no top 50 das cidades mais congestionadas do mundo</title>
		<link>https://smart-cities.pt/noticias/lisboa-no-top-50-das-cidades-mais-congestionadas-do-mundo-07-01/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=lisboa-no-top-50-das-cidades-mais-congestionadas-do-mundo-07-01</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Nelson Jerónimo Rodrigues]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 07 Jan 2025 07:49:57 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Mobilidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[INRIX]]></category>
		<category><![CDATA[Lisboa]]></category>
		<category><![CDATA[mobilidade]]></category>
		<category><![CDATA[Porto]]></category>
		<category><![CDATA[ranking]]></category>
		<category><![CDATA[transito]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Os condutores de Lisboa perderam, em média, 60 horas no trânsito durante o ano passado. A estimativa é avançada por um estudo que coloca a capital portuguesa como a 44.ª cidade mundial com mais engarrafamentos. Já o Porto teve o maior aumento a nível nacional.</p>
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				<div class="et_pb_text_inner"><p>Os condutores de Lisboa perderam, em média, 60 horas no trânsito durante o ano passado. A estimativa é avançada por um estudo internacional que coloca a capital portuguesa como a 44.ª cidade mundial e a 20.ª europeia com mais engarrafamentos, entre mais de 900 áreas urbanas de 37 países. De acordo com a INRIX, uma organização norte-americana que estuda as condições do trânsito rodoviário global, o tempo perdido com os congestionamentos aumentou 5% em Lisboa, comparativamente com o ano de 2023, e 28% em relação a 2022. Consequentemente, a cidade continua a subir no ranking, pelos piores motivos, uma vez que no ano passado ocupava a 51.ª posição, enquanto em 2022 estava no 53.º posto.</p>
<p>Este trabalho revela ainda que a velocidade média das deslocações na cidade e arredores continua a descer durante as horas de ponta, estando já abaixo dos 33.8 km/h (cerca de 21 milhas/hora). Fora destes períodos, ronda os 58 km/h. Por sua vez, a velocidade na “última milha” está próxima dos 16 km/hora, quando em 2023 era de 17.7 km/h.</p>
<p>Além da capital, outras cidades portuguesas tiveram um aumento significativo de engarrafamentos em 2024, com destaque para o Porto, que passou a ocupar a 226.ª posição mundial (era 269.ª em 2023), com 26 horas perdidas no trânsito. Uma subida de 16% face a 2023 &#8211; a maior a nível nacional &#8211; e de 32% em relação a 2022. Durante as horas de ponta, a velocidade média foi de 54,7 km/h, cerca de 20km/h a menos (74 km/h) que nos outros períodos.</p>
<p>O estudo, revelado esta segunda-feira, indica que Cascais continua a ser o terceiro município português com mais congestionamentos, ocupando agora o 358.º posto mundial, com 36 horas perdidas, em média. Ainda assim, baixou várias posições (era 334.º em 2023), enquanto o tempo no trânsito mantem-se igual ao do ano anterior.</p>
<p>Na lista de cidades portuguesas seguem-se Braga (480.º lugar), Coimbra (500.º) e Barcelos (505.º), as três com 22 horas perdidas e um aumento de 5%, o mesmo de Famalicão, com um total de 21 horas. Já Guimarães (545.º/20 horas) e Évora (689.º/17 horas) conseguiram reduzir o tempo despendido, cerca de 5% no caso da cidade minhota e 11% na alentejana. Este ranking contou com mais três localidades lusas: Montijo (741.º/15 horas), Viseu (746.º/14 horas) e Caldas da Rainha (906.º/8 horas).</p>
<p>Em todo o mundo, a cidade que obrigou a uma maior paciência por parte dos condutores foi a capital da Turquia, Istambul, com 105 horas perdidas, seguida das norte-americanas Nova Iorque e Chicago, ambas com 102 horas. Depois, surge a Cidade do México (97 horas) e as duas primeiras metrópoles europeias da tabela, Londres (Inglaterra) e Paris (França), com 101 e 97 horas, respetivamente. Dublin, na Irlanda, fecha o top 3 europeu, com 81 horas.</p>
<p>O <a href="https://inrix.com/scorecard/" target="_blank" rel="noopener">ranking da INRIX</a> é elaborado com base numa relação entre os níveis de congestionamento de trânsito e o número de população de cada cidade. A nível global, as conclusões do estudo destacam que “o congestionamento do trânsito em todo o mundo aumentou em 2024, à medida que os trabalhadores regressavam aos escritórios nos EUA e na Europa Ocidental e os preços dos combustíveis baixaram”. Das 100 primeiras cidades, 23 registaram um crescimento de trânsito de dois dígitos no último ano.</p>
<p><em>Fotografia de destaque:</em> © Shutterstock</p></div>
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		<title>TAP entre as piores companhias no ranking da transição energética</title>
		<link>https://smart-cities.pt/mobilidade/tap-entre-as-piores-companhias-no-ranking-da-transicao-energetica-03-12-2024-2/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=tap-entre-as-piores-companhias-no-ranking-da-transicao-energetica-03-12-2024-2</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Ana Mota]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 04 Dec 2024 07:30:36 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Mobilidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Combustíveis sustentáveis]]></category>
		<category><![CDATA[federação europeia de transportes e ambiente]]></category>
		<category><![CDATA[tap]]></category>
		<category><![CDATA[transição energética]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Apenas 10 das 77 companhias aéreas analisadas pela Federação Europeia de Transportes e Ambiente estão a cumprir com a transição energética, ao utilizar alternativas aos combustíveis convencionais. A empresa melhor classificada é a Air France-KLM.</p>
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				<div class="et_pb_text_inner"><p><span style="font-weight: 400;">Apenas 10 das 77 companhias aéreas analisadas pela Federação Europeia de Transportes e Ambiente estão a cumprir com a transição energética, ao utilizar alternativas aos combustíveis convencionais. A empresa melhor classificada é a Air France-KLM. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O ranking divulgado pela associação ambientalista ZERO conclui que quase todas as companhias aéreas &#8211; 87% &#8211; estão a falhar na transição para combustíveis sustentáveis, sendo que apenas 10 estão “a fazer um esforço” para adotar alternativas credíveis ao </span><i><span style="font-weight: 400;">jetfuel</span></i><span style="font-weight: 400;"> convencional. As restantes, ou estão a comprar combustíveis sustentáveis para a aviação em quantidade insuficiente ou o tipo errado de combustíveis sustentáveis para a aviação, sendo que algumas delas nem estão a considerar a utilização de combustíveis sustentáveis.  </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A companhia aérea portuguesa TAP aparece na lista das piores classificadas, uma vez que faz parte de uma lista de empresas com pontuação zero. O estudo conclui que a redução de emissões da transportadora aérea é “ínfima” e apenas se conhece um voo de teste com combustíveis sustentáveis para a aviação, realizado em 2022. Para além desse facto, não são conhecidos os objetivos para a utilização de combustíveis sustentáveis para a aviação ou e-SAF até 2030 ou investimentos ou acordos relacionados com combustíveis sustentáveis para a aviação.     </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">As três companhias aéreas mais bem classificadas no ranking são a Air France-KLM, a United Airlines e a Norwegian, que receberam pontuações mais elevadas devido aos seus compromissos de utilização ou investimento em e-SAF (combustível sintético produzido a partir de eletricidade renovável, hidrogénio verde e dióxido de carbono captado diretamente do ar (DAC, na sigla inglesa)) ou biocombustíveis avançados que usam resíduos como matéria-prima.</span><b> </b></p>
<p><span style="font-weight: 400;">No comunicado divulgado pela ZERO pode ler-se que “as companhias aéreas, incluindo a TAP, não estão apenas a fazer muito pouco no que respeita à adoção de combustíveis sustentáveis para a aviação, muitas delas não estão a fazer nada, levantando sérias dúvidas sobre os passos que é preciso dar para mitigar o seu impacto climático”. </span></p>
<h4><span style="font-weight: 400;">Nem todos os SAF são sustentáveis</span></h4>
<p><span style="font-weight: 400;">Os combustíveis sustentáveis para a aviação não são todos iguais do ponto de vista do seu impacto no clima. O e-SAF é o único tipo de combustível sustentável para a aviação que pode ser escalado de forma sustentável para responder ao desafio de descarbonização da aviação. Em contraste, os bioSAF, produzidos a partir de resíduos florestais, óleos alimentares usados ou gordura animal, ou seja, biocombustíveis avançados, variam muito em termos de sustentabilidade e são limitados em quantidade. O comunicado da ZERO alerta que os combustíveis sustentáveis para a aviação feitos a partir de culturas alimentares ou forrageiras (como milho) “não são sustentáveis de forma alguma”.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O documento divulgado indica ainda que atualmente, a maioria das companhias aéreas no </span><i><span style="font-weight: 400;">ranking </span></i><span style="font-weight: 400;">está a utilizar o tipo errado de combustíveis sustentáveis para a aviação. O e-SAF representa menos de 10% dos acordos de combustíveis sustentáveis para a aviação das companhias aéreas com fornecedores, enquanto os biocombustíveis insustentáveis – feitos a partir de culturas como milho e soja – correspondem a mais de 30%.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Segundo a associação ambientalista ZERO, em Portugal, a Galp, principal fornecedor, prevê iniciar a produção de SAF em 2026, essencialmente biocombustíveis, e acrescenta que as petrolíferas têm relutância em investir em SAF. A Zero defende no comunicado que as companhias aéreas têm de definir metas de uso de combustíveis sustentáveis, que as petrolíferas devem acelerar a transição e que os reguladores devem ser mais proactivos, e devem assegurar que a União Europeia toma o investimento em e-SAF como uma prioridade.</span></p>
<p><em>Foto de destaque: Shutterstock</em></p></div>
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		<item>
		<title>A tecnologia que nos move nas cidades</title>
		<link>https://smart-cities.pt/noticias/a-tecnologia-que-nos-move-nas-cidades-11-10/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=a-tecnologia-que-nos-move-nas-cidades-11-10</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Zulay Costa]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 11 Oct 2024 16:50:22 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Mobilidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[andante]]></category>
		<category><![CDATA[emel]]></category>
		<category><![CDATA[estacionamento]]></category>
		<category><![CDATA[mobilidade]]></category>
		<category><![CDATA[tecnologia]]></category>
		<category><![CDATA[Transportes Intermodais do Porto]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Das rodovias ao estacionamento, passando pela integração dos vários sistemas de transporte público e não esquecendo os modos suaves. É preciso tirar o melhor partido dos dados que se recolhem para continuar a inovar nas soluções e na gestão da mobilidade.</p>
<p>O conteúdo <a rel="nofollow" href="https://smart-cities.pt/noticias/a-tecnologia-que-nos-move-nas-cidades-11-10/">A tecnologia que nos move nas cidades</a> aparece primeiro em <a rel="nofollow" href="https://smart-cities.pt">Smart Cities</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="et_pb_section et_pb_section_7 et_section_regular" >
				
				
				
				
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				<div class="et_pb_module et_pb_text et_pb_text_7  et_pb_text_align_left et_pb_bg_layout_light">
				
				
				<div class="et_pb_text_inner"><p><span data-contrast="none">A tecnologia tem ajudado a melhorar a mobilidade nas cidades e a reduzir os problemas causados pelo excesso de tráfego, atuando tanto no fluxo dos carros particulares, como no transporte público, nos modos suaves e na bilhética. De Lisboa ao Porto há exemplos de inovações que promovem a intermodalidade e procuram tornar os sistemas mais eficientes.</span><span data-ccp-props="{&quot;201341983&quot;:0,&quot;335557856&quot;:16777215,&quot;335559739&quot;:0,&quot;335559740&quot;:240}"> </span></p>
<p><span data-contrast="none">A mobilidade pode gerar muitas &#8220;externalidades&#8221; e tem custos a nível de segurança, emissão de gases, perdas de tempo, entre outros. Mas a tecnologia pode eliminar muitos desses problemas. &#8220;Se combinarmos a máquina a funcionar melhor e as tenologias ao serviço da gestão do espaço, do habitat urbano, dos fluxos, então a mobilidade, que é uma necessidade absoluta, pode ser um aspeto positivo nas cidades&#8221;, considera José Mendes, professor catedrático de Sistemas Regionais e Urbanos na Universidade do Minho e antigo Secretário de Estado Adjunto e da Mobilidade.</span><span data-ccp-props="{&quot;201341983&quot;:0,&quot;335557856&quot;:16777215,&quot;335559739&quot;:0,&quot;335559740&quot;:240}"> </span></p>
<p><span data-contrast="none">Radares, sensores, carros georreferenciados, informação recolhida ou enviada para os telemóveis. A informação existe &#8220;abundantemente, o que ainda não há suficientemente é a capacidade para a processar&#8221;, de forma a se tirar dela o melhor partido para agilizar a mobilidade, acrescenta José Mendes, que atualmente assume funções como diretor-executivo da Fundação Mestre Casais, que tem como missão a promoção da sustentabilidade humana e ambiental. A &#8220;chegada da Inteligência Artificial&#8221;, acredita, poderá ajudar a mudar este cenário, pois vai permitir &#8220;dar um salto, ao aceder a toda a informação, e transformar o monte de dados em informação útil para a decisão quotidiana imediata&#8221;.</span><span data-ccp-props="{&quot;201341983&quot;:0,&quot;335557856&quot;:16777215,&quot;335559739&quot;:0,&quot;335559740&quot;:240}"> </span></p>
<p><span data-contrast="none">Ainda, assim, considera o especialista, será necessário reduzir o número de veículos automóveis que circulam nas cidades, pois há um problema físico, de espaço. “Qualquer dia não temos cidades, temos parques de estacionamento, e as cidades são para as pessoas&#8221;, diz.  O recurso ao transporte público e a modos suaves, que não devem competir mas sim complementar-se, pode dar um contributo importante nesta tarefa. &#8220;Temos de fazer uma metamorfose das cidades e dos modos de vida, compatibilizando diferentes formas de deslocação. É preciso encontrar um ponto de equilíbrio, no qual consigamos conviver, reduzindo a escala do meio motorizado, que é muito elevada e dificulta o funcionamento das cidades. É preciso compatibilizar – e a tecnologia é muito facilitadora disto. Qualquer estratégia que seja &#8216;ou utilizamos uma coisa ou utilizamos outra&#8217; é claramente perdedora&#8221;, explica José Mendes.</span><span data-ccp-props="{&quot;201341983&quot;:0,&quot;335557856&quot;:16777215,&quot;335559739&quot;:0,&quot;335559740&quot;:240}"> </span></p>
<h4><span data-ccp-props="{&quot;201341983&quot;:0,&quot;335557856&quot;:16777215,&quot;335559739&quot;:0,&quot;335559740&quot;:240}"> </span><b><span data-contrast="none">Intermodalidade é fundamental</span></b><span data-ccp-props="{&quot;201341983&quot;:0,&quot;335557856&quot;:16777215,&quot;335559739&quot;:0,&quot;335559740&quot;:240}"> </span></h4>
<p><span data-contrast="none">Em Lisboa, a</span><b><span data-contrast="none"> </span></b><span data-contrast="none">empresa de mobilidade e estacionamento EMEL implementou um novo sistema de gestão de mobilidade, o SIM.Lx, que &#8220;vem possibilitar num futuro próximo a gestão de tráfego da cidade de forma integrada e dinâmica&#8221;. Atualmente a empresa já consegue &#8220;centralizar a gestão de todos os cruzamentos semaforizados da cidade&#8221; e está a implementar um &#8220;sistema de monitorização constante dos dados enviados pelos equipamentos instalados nos semáforos”, promovendo o ajuste do funcionamento dos vários cruzamentos às solicitações de cada momento. Simultaneamente será possível antecipar cenários de tráfego decorrentes situações de congestionamento, possibilitando prioridades a transportes públicos e de emergência.</span><span data-ccp-props="{&quot;201341983&quot;:0,&quot;335557856&quot;:16777215,&quot;335559739&quot;:0,&quot;335559740&quot;:240}"> </span></p>
<p><span data-contrast="none">A EMEL tem, também, procurado facilitar a intermodalidade entre o transporte público e modos suaves, de que são exemplo as bicicletas partilhadas GIRA, o BiciPark para estacionamento de bicicletas particulares e os Parques Navegante, que permitem deixar a viatura particular num parque de estacionamento de forma segura e gratuita, para os clientes seguirem viagem de transporte público.</span><span data-ccp-props="{&quot;201341983&quot;:0,&quot;335557856&quot;:16777215,&quot;335559739&quot;:0,&quot;335559740&quot;:240}"> </span></p>
<p><span data-contrast="none">&#8220;A implementação de estações GIRA próximo de </span><i><span data-contrast="none">hubs</span></i><span data-contrast="none"> intermodais de transporte permite a utilização das bicicletas GIRA no </span><i><span data-contrast="none">first mile</span></i><span data-contrast="none"> e </span><i><span data-contrast="none">last mile</span></i><span data-contrast="none"> das deslocações. Esta proximidade facilita a transição entre diferentes modos de transporte, como o comboio, o metro ou o autocarro, tornando as viagens mais acessíveis e confortáveis, promovendo uma mobilidade mais sustentável e integrada em Lisboa&#8221;, explica a EMEL. A GIRA, especifica, tem colhido o interesse da população. Tem havido um aumento de utilização, tendo-se atingido, no ano passado, 2,77 milhões de viagens, que correspondem a 10,49 milhões de kms percorridos. Destas viagens, 94% foram realizadas por utilizadores que adquiriram passes anuais. “A elevada adesão demonstra que as bicicletas Gira desempenham um papel importante na mobilidade suave da cidade. Sendo este sistema um pilar fundamental na estratégia de descarbonização do ambiente em Lisboa&#8221;, escreve a empresa.</span><span data-ccp-props="{&quot;201341983&quot;:0,&quot;335557856&quot;:16777215,&quot;335559739&quot;:0,&quot;335559740&quot;:240}"> </span></p>
<p><span data-contrast="none">Atualmente a</span><b><span data-contrast="none"> </span></b><span data-contrast="none">EMEL está a avaliar soluções tecnológicas que permitam a gestão e fiscalização de locais de estacionamento, incluindo bolsas de cargas e descargas, através da instalação de sensores de estacionamento e desenvolvimento de um sistema de verificação da ocupação e controlo dos tempos de paragem.</span><span data-ccp-props="{&quot;201341983&quot;:0,&quot;335557856&quot;:16777215,&quot;335559739&quot;:0,&quot;335559740&quot;:240}"> </span></p>
<h4><b><span data-contrast="none">Descomplicar bilhética</span></b><span data-ccp-props="{&quot;201341983&quot;:0,&quot;335557856&quot;:16777215,&quot;335559739&quot;:0,&quot;335559740&quot;:240}"> </span></h4>
<p><span data-contrast="none">A bilhética é um fator importante para facilitar a utilização do transporte público. Na invicta, o TIP – Transportes Intermodais do Porto inova desde o início do século, altura em que criou o andante, um cartão reutilizável sem contacto. Em 2019, o sistema – que interliga diferentes meios de transporte na Área Metropolitana do Porto &#8211; conheceu um novo avanço significativo, com a criação da aplicação telefónica ANDA, disponível para Android e, em breve, também para iOS. Um dos aspetos &#8220;pioneiro a nível mundial&#8221; é o facto de as validações &#8220;recorrerem a um algoritmo e o tarifário ser sempre otimizado&#8221;, pelo que, no final do mês, o que o cliente paga é &#8220;a solução mais económica de utilização&#8221;, frisa o administrador-delegado, Manuel Paulo Teixeira. Em abril, foi lançada uma nova funcionalidade da aplicação, esta disponível também para iPhone, o TOP UP, que permite fazer a leitura e carregamento dos cartões diretamente no telemóvel. Em ambas as situações, houve uma procura enorme. &#8220;Havia uma sede deste tipo de soluções e uma grande apetência&#8221;, refere. </span><span data-ccp-props="{&quot;201341983&quot;:0,&quot;335557856&quot;:16777215,&quot;335559739&quot;:0,&quot;335559740&quot;:240}"> </span></p>
<p><div id="attachment_34412" style="width: 313px" class="wp-caption alignright"><img aria-describedby="caption-attachment-34412" loading="lazy" class="wp-image-34412 " src="https://smart-cities.pt/wp-content/uploads/2024/10/DSC_3034-200x300.jpg" alt="" width="303" height="455" srcset="https://smart-cities.pt/wp-content/uploads/2024/10/DSC_3034-200x300.jpg 200w, https://smart-cities.pt/wp-content/uploads/2024/10/DSC_3034-683x1024.jpg 683w, https://smart-cities.pt/wp-content/uploads/2024/10/DSC_3034-768x1152.jpg 768w, https://smart-cities.pt/wp-content/uploads/2024/10/DSC_3034-1024x1536.jpg 1024w, https://smart-cities.pt/wp-content/uploads/2024/10/DSC_3034-1366x2048.jpg 1366w, https://smart-cities.pt/wp-content/uploads/2024/10/DSC_3034-189x284.jpg 189w, https://smart-cities.pt/wp-content/uploads/2024/10/DSC_3034-610x915.jpg 610w, https://smart-cities.pt/wp-content/uploads/2024/10/DSC_3034-1080x1620.jpg 1080w, https://smart-cities.pt/wp-content/uploads/2024/10/DSC_3034.jpg 1575w" sizes="(max-width: 303px) 100vw, 303px" /><p id="caption-attachment-34412" class="wp-caption-text">Aplicação ANDA está disponível para Android e, em breve, também para iOs</p></div></p>
<p><span data-contrast="none">Com a digitalização, a bilhética, a porta de entrada nos transportes públicos, tornou-se mais simples e rápida. Segundo Manuel Paulo Teixeira, &#8220;toda a experiência de viagem tem de ser vista de forma integrada. A bilhética é um denominador comum a todos os operadores desde 2003 na Área Metropolitana do Porto&#8221;, nomeadamente na Metro do Porto, STCP (autocarros) e CP, que representam cerca de 90% das validações.</span><span data-ccp-props="{&quot;201341983&quot;:0,&quot;335557856&quot;:16777215,&quot;335559739&quot;:0,&quot;335559740&quot;:240}"> </span></p>
<p><span data-contrast="none">O TIP funciona como um &#8220;laboratório no campo da digitalização&#8221; e já tem em andamento novos projetos. Está a trabalhar para abrir o leque a revendedores digitais e quer acrescentar novos meios de transporte no sistema andante. A ideia é que, para além dos cinco modos de transporte já existentes (comboio, metro, autocarros, carro elétrico e funicular), possa vir a incorporar modos suaves e táxis. Queremos trazer &#8220;mais pessoas para o sistema e a possibilidade de cumprirem nele a última milha, usando o andante para desbloquear bicicletas, trotinetes ou outros veículos de aluguer&#8221;, conta Manuel Paulo Teixeira.</span><span data-ccp-props="{&quot;134233117&quot;:false,&quot;134233118&quot;:false,&quot;201341983&quot;:0,&quot;335551550&quot;:1,&quot;335551620&quot;:1,&quot;335557856&quot;:16777215,&quot;335559685&quot;:0,&quot;335559737&quot;:0,&quot;335559738&quot;:0,&quot;335559739&quot;:0,&quot;335559740&quot;:240}"> </span></p>
<p><span data-contrast="none">A nível nacional, a caminhada para um sistema de bilhética único já começou, com o projeto umbilhete.pt. Sob a chancela do Instituto da Mobilidade e dos Transportes, está a ser criada uma base tecnológica que seja facilmente disponibilizada para os operadores e autoridades de transportes.</span><span data-ccp-props="{&quot;201341983&quot;:0,&quot;335557856&quot;:16777215,&quot;335559739&quot;:0,&quot;335559740&quot;:240}"> </span></p>
<h4><b><span data-contrast="none">Antecipar riscos</span></b><span data-ccp-props="{&quot;201341983&quot;:0,&quot;335557856&quot;:16777215,&quot;335559739&quot;:0,&quot;335559740&quot;:240}"> </span></h4>
<p><span data-contrast="none">Às cidades continuam a chegar, diariamente, milhares de pessoas, muitas vezes através das autoestradas. De acordo com a Brisa Concessão Rodoviária, os dados de tráfego junto dos sublanços de autoestadas concessionadas mais próximos dos limites dos concelhos de Lisboa e Porto apontam nesse sentido.</span><span data-ccp-props="{&quot;201341983&quot;:0,&quot;335557856&quot;:16777215,&quot;335559739&quot;:0,&quot;335559740&quot;:240}"> </span></p>
<p><span data-contrast="none">No ano passado, pelos sublanços Lisboa A1 Sacavém &#8211; S. João da Talha e Lisboa A5 Miraflores (A5/IC17) &#8211; Linda-a-Velha passaram, em média, 100 679 e 150 291 veículos por dia (dois sentidos), respetivamente. No sublanço Porto A3 EN12 &#8211; Águas Santas (A3/A4) foram 137 005 veículos/dia.</span><span data-ccp-props="{&quot;201341983&quot;:0,&quot;335557856&quot;:16777215,&quot;335559739&quot;:0,&quot;335559740&quot;:240}"> </span></p>
<p><span data-contrast="none">Para facilitar as deslocações, a Brisa tem investido em tecnologia, o que permite ganhos a nível de tempo, segurança e até de produtividade para o grupo. Na prática, isto traduz-se em &#8220;aplicações que nos permitem gerir a infraestrutura de uma forma inteligente, desde a monitorização das autoestradas, com deteção automática de incidentes e das condições do piso utilizando IA e laser (LIDAR), bem como soluções que nos permitem antecipar situações de risco, efetuar intervenções de uma forma preditiva, entre outras ações mais especificas”, descreve Frederico Vaz, responsável da empresa A-to-Be. “Existem ainda aplicações utilizadas pelas nossas equipas e parceiros para operar ou intervir nas nossas infraestruturas de uma forma mais segura e eficiente, por exemplo, em atuação remota, digitalização dos processos de obra, etc.&#8221;, acrescenta.</span><span data-ccp-props="{&quot;201341983&quot;:0,&quot;335557856&quot;:16777215,&quot;335559739&quot;:0,&quot;335559740&quot;:240}"> </span></p>
<p><span data-contrast="none">Entre as várias soluções desenvolvidas, está a App Via Verde Estacionar. &#8220;O estacionamento em parques já era um serviço-chave da Via Verde e a extensão para o estacionamento de rua foi um passo natural, que aproxima a Via Verde dos municípios e melhora, de uma forma universal, a mobilidade dos cidadãos dentro das cidades em Portugal”, afirma Pedro Mourisca, administrador-delegado da Via Verde.</span><span data-ccp-props="{&quot;201341983&quot;:0,&quot;335557856&quot;:16777215,&quot;335559739&quot;:0,&quot;335559740&quot;:240}"> </span></p>
<p><span data-contrast="none">A App Via Verde está disponível em 58 municípios, de norte a sul do país. No ano passado, 570 mil pessoas utilizaram o serviço e este ano, até 30 de junho, 540 mil utilizadores usaram a app.</span><span data-ccp-props="{&quot;201341983&quot;:0,&quot;335557856&quot;:16777215,&quot;335559739&quot;:0,&quot;335559740&quot;:240}"> </span></p>
<h4><b><span data-contrast="none">Otimizar estacionamento para evitar emissões de CO2</span></b><span data-ccp-props="{&quot;201341983&quot;:0,&quot;335557856&quot;:16777215,&quot;335559739&quot;:0,&quot;335559740&quot;:240}"> </span></h4>
<p><span data-contrast="none">O estacionamento inteligente pode &#8220;proteger as cidades de emissões de CO2&#8221;, acredita a empresa sueca de tecnologia EasyPark, que ajuda os condutores de 25 países a gerir os seus estacionamentos e carregamentos de veículos elétricos. No caso de Lisboa, calcula, se os condutores não dessem tantas voltas para encontrar um sítio onde deixar o carro, seria possível reduzir &#8220;a emissão de 8,19 toneladas de CO2 anualmente&#8221;.</span><span data-ccp-props="{&quot;201341983&quot;:0,&quot;335557856&quot;:16777215,&quot;335559739&quot;:0,&quot;335559740&quot;:240}"> </span></p>
<p><span data-contrast="none">Para mudar cenários como este, os &#8220;dados&#8221; são essenciais, pois só através da avaliação correta das situações e do seu impacto é que as cidades poderão avançar para as soluções adequadas, diz Jennifer de Sousa, diretora para Portugal do EasyPark Group, explicando que ainda há muitas decisões a serem tomadas baseadas em &#8220;opiniões&#8221; em vez de dados rigorosos e objetivos.</span><span data-ccp-props="{&quot;201341983&quot;:0,&quot;335557856&quot;:16777215,&quot;335559739&quot;:0,&quot;335559740&quot;:240}"> </span></p>
<p><span data-contrast="none">Há muitas cidades, continua, que &#8220;falam em ampliar o estacionamento, mas primeiro é preciso otimizar o que temos. E, a nível europeu, isto ainda não está otimizado, ainda temos de trabalhar sobre isto&#8221;, refere. É aqui que a tecnologia pode ajudar, pois permite uma &#8220;visão global&#8221; sobre o problema.</span><span data-ccp-props="{&quot;201341983&quot;:0,&quot;335557856&quot;:16777215,&quot;335559739&quot;:0,&quot;335559740&quot;:240}"> </span></p>
<p><span data-contrast="none">Segundo a diretora para Portugal do EasyPark Group, existem várias ferramentas que ajudam as cidades a gerir o estacionamento. As informações que recolhem vão desde as receitas ao mapeamento dos lugares existentes, a sua ocupação e rotatividade. Outra tecnologia, que está a ser usada noutros países, mas ainda não em Portugal, está instalada em viaturas que percorrem as ruas a &#8220;scanear” as matrículas, para saber quais os veículos que não têm o estacionamento pago. &#8220;É importante, porque sabemos que existe uma forte ligação entre a fiscalização do estacionamento e a rotatividade&#8221;, nota Jennifer de Sousa.</span><span data-ccp-props="{&quot;201341983&quot;:0,&quot;335557856&quot;:16777215,&quot;335559739&quot;:0,&quot;335559740&quot;:240}"> </span></p>
<p><span data-contrast="none">Em Portugal, a EasyPark tem projetos nas cidades de Lisboa, Tavira, Chaves, Macedo de Cavaleiros, Loures, Lagos, Sintra, Portimão, Faro, Mafra, Albufeira, Porto Oeste, Almada e Pombal. Seguem-se Olhão e Mangualde. Perspetiva-se que até ao final do ano esteja presente em 30 cidades portuguesas.</span><span data-ccp-props="{&quot;201341983&quot;:0,&quot;335557856&quot;:16777215,&quot;335559739&quot;:0,&quot;335559740&quot;:240}"> </span></p>
<p><span data-ccp-props="{}"> </span></p></div>
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				<div class="et_pb_text_inner"><p style="text-align: center;"><em><br />Este artigo foi originalmente publicado na edição nº 44 da Smart Cities &#8211; julho/agosto/setembro 2024.</em></p></div>
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		<title>Governo lança Passe Ferroviário Verde para promover mobilidade sustentável</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Ana Mota]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 08 Oct 2024 11:30:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Ambiente]]></category>
		<category><![CDATA[Mobilidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[comboio]]></category>
		<category><![CDATA[conselho de ministros]]></category>
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		<category><![CDATA[mobilidade]]></category>
		<category><![CDATA[passe ferroviário verde]]></category>
		<category><![CDATA[transportes públicos]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O Passe Ferroviário Verde, lançado pelo Governo na passada sexta-feira, vai entrar em vigor a 21 de outubro. A medida deve abranger 30 milhões de passageiros e tem como objetivo incentivar a utilização de transportes mais sustentáveis. O passe terá o custo de 20 euros, mas apresenta algumas restrições. </p>
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				<div class="et_pb_text_inner"><p><span style="font-weight: 400;">O Passe Ferroviário Verde, lançado pelo Governo na passada sexta-feira, vai entrar em vigor a 21 de outubro. A medida deve abranger 30 milhões de passageiros e tem como objetivo incentivar a utilização de transportes mais sustentáveis. O passe terá o custo de 20 euros, mas apresenta algumas restrições. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O Passe Ferroviário Verde é válido na Comboios de Portugal (CP), para residentes em Portugal, e permite viajar nos comboios Regionais, Inter-regionais, Urbanos e Intercidades.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">No caso dos Intercidades, será obrigatória a reserva com antecedência máxima de 24 horas e o desconto só será válido em segunda classe. A reserva dos bilhetes terá que ser feita nas bilheteiras da CP e nas novas máquinas de venda automática instaladas nas estações da área Metropolitana de Lisboa. Segundo a Comboios de Portugal, &#8220;em breve, estará disponível a reserva de viagem para o Intercidades na bilheteira online e na App CP&#8221;.</span></p>
<h4>Urbanos apenas em Coimbra </h4>
<p><span style="font-weight: 400;">O novo Passe Ferroviário Verde vai permitir andar em todos os comboios urbanos de Coimbra, mas nos de Lisboa e Porto só fora das respetivas áreas metropolitanas. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">De acordo com um documento da CP, a que a agência Lusa teve acesso, com o novo passe mensal será possível viajar &#8220;nos comboios urbanos de Lisboa, no percurso fora da área metropolitana (percurso Carregado &#8211; Azambuja)”, ao passo que nos do Porto o critério é o mesmo, sendo os percursos fora da área metropolitana &#8220;Vila das Aves &#8211; Guimarães, Paredes &#8211; Marco de Canaveses, Paramos &#8211; Aveiro e Lousado &#8211; Braga&#8221;. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O passe terá um custo de 20 euros para 30 dias, &#8220;podendo ser adquirido também para 60 e 90 dias, pelo valor de 40 euros e 60 euros, respetivamente&#8221;, e carregado &#8220;em qualquer dia do mês&#8221;.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">&#8220;O Passe Ferroviário Verde vem substituir o PFN [Passe Ferroviário Nacional], alargando a sua utilização a outros serviços&#8221;, não sendo acumulável com outros descontos, refere o mesmo documento.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A CP vai ser compensada em 18,9 milhões de euros anuais pela perda de receita que vai ter com a entrada em vigor do Passe Ferroviário Verde de 20 euros mensais, que foi aprovado em Conselho de Ministros. </span></p>
<p><em>Fotografia de destaque: Shutterstock</em></p></div>
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		<title>Gaia recolhe biorresíduos sem pegada e com recurso a sensores</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Ana Mota]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 04 Oct 2024 08:00:15 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Mobilidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[afurada]]></category>
		<category><![CDATA[aguas de gaia]]></category>
		<category><![CDATA[ambiente]]></category>
		<category><![CDATA[centro histórico]]></category>
		<category><![CDATA[recolha de biorresíduos]]></category>
		<category><![CDATA[recolha seletiva]]></category>
		<category><![CDATA[vila nova de gaia]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O município de Vila Nova de Gaia implementou a recolha de biorresíduos, na Afurada e Centro Histórico, a 19 de agosto, mais de meio ano depois da entrada em vigor da lei que obriga os municípios a fazerem a recolha deste tipo de resíduos. Veja o vídeo</p>
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				<div class="et_pb_text_inner"><p><span style="font-weight: 400;">O município de Vila Nova de Gaia implementou a recolha de biorresíduos, na Afurada e Centro Histórico, a 19 de agosto, mais de meio ano depois da entrada em vigor da lei que obriga os municípios a fazerem a recolha deste tipo de resíduos. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O objetivo da empresa municipal Águas de Gaia será cumprir a meta de 43 mil toneladas de recolha de biorresíduos anuais, com a cobertura de todo o território em 2030.  </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Para a recolha dos biorresíduos, que acontece diariamente em estabelecimentos e três vezes por semana nos domicílios, o município utiliza viaturas 100% elétricas, com zero emissões de dióxido de carbono. Os contentores e veículos estão equipados com sensores que ajudam a monitorizar a eficácia da recolha. </span>Veja a reportagem vídeo.</p>
<p><iframe title="Gaia recolhe biorresíduos sem pegada e com recurso a sensores" width="1080" height="608" src="https://www.youtube.com/embed/GW9HaquPCA8?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></p></div>
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