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	<title>Arquivo de Educação - Smart Cities</title>
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	<description>Cidades Sustentáveis</description>
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	<title>Arquivo de Educação - Smart Cities</title>
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		<title>Cidades das Crianças: Crescer a brincar na rua</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Nelson Jerónimo Rodrigues]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 08 Nov 2024 06:15:33 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Educação]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[brincar na rua]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Até 2030, quase 60% das crianças mundiais estará a viver em meio urbano, o que obriga as cidades a repensar o uso do espaço público, mas também a forma de encarar o direito dos mais novos a brincar na rua. Como criar cidades mais amigas das crianças? Especialistas, autarcas, pais e miúdos lançam pistas.</p>
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				<div class="et_pb_text_inner"><p><span data-contrast="auto">Até 2030, quase 60% das crianças mundiais estará a viver em meio urbano, o que obriga as cidades a repensar o uso do espaço público, mas também a forma de encarar o direito dos mais novos a brincar na rua. Como criar cidades mais amigas das crianças? Especialistas, autarcas, pais e miúdos lançam pistas.</p>
<p>De um momento para o outro, a rua enche-se de crianças. O Xavier e os amigos remexem o jardim à procura de formigas e bichos-de-conta, o Pedro ensina os mais novos a andar de bicicleta e a Clara voa num baloiço de árvore enquanto jura que está “quase a tocar no céu”. Como eles, há mais umas três dezenas de meninos e meninas de todas as idades que costumam animar as traseiras da rua António Nobre, em Almada. Por lá chamam-lhe “Estuário”, o nome de um coletivo informal de pais e vizinhos que sonhou transformar aquele recanto de Cacilhas, outrora esquecido e degradado, num refúgio onde os mais novos pudessem brincar ao ar livre, em total liberdade e segurança. Tal como eles também tinham feito quando eram crianças. </span></p>
<p><span data-contrast="auto">Juntos, foram criando um espaço de todos e para todos. Primeiro, surgiu o ringue e o parque infantil, depois pintaram um mural de cores alegres e plantaram um jardim comunitário onde não falta uma pequena biblioteca, jogos musicais infantis e o tal baloiço que a Clara tanto gosta. E assim nasceu uma espécie de cidade das crianças, que convida as famílias a sair à rua para se encontrarem com os vizinhos e reencontrarem com um passado cheio de boas memórias. </span></p>
<p><span data-contrast="auto">“Todos estes pais brincaram na rua quando eram crianças e lembravam-se bem do que era ficar por lá até que alguém os chamasse. Por sentirmos saudades disso procurámos criar um espaço à imagem desses tempos, com crianças autónomas e sem pais helicóptero sempre em cima dos filhos. Aqui, acabam por ser os miúdos a balizar comportamentos entre eles”, diz Diogo Salvador, um dos membros do Estuário Coletivo. “O nosso bairro é mais fixe que os outros! Fazemos muitas atividades na rua e isso é bem melhor do que ficar em casa a ver televisão”, acrescenta o filho, Xavier, de sete anos.</span><span data-contrast="auto">​</span></p>
<p><div id="attachment_35024" style="width: 406px" class="wp-caption alignright"><img aria-describedby="caption-attachment-35024" loading="lazy" class="wp-image-35024 " src="https://smart-cities.pt/wp-content/uploads/2024/11/Ringue-300x169.jpg" alt="" width="396" height="223" srcset="https://smart-cities.pt/wp-content/uploads/2024/11/Ringue-300x169.jpg 300w, https://smart-cities.pt/wp-content/uploads/2024/11/Ringue-1024x576.jpg 1024w, https://smart-cities.pt/wp-content/uploads/2024/11/Ringue-768x432.jpg 768w, https://smart-cities.pt/wp-content/uploads/2024/11/Ringue-1536x864.jpg 1536w, https://smart-cities.pt/wp-content/uploads/2024/11/Ringue-2048x1152.jpg 2048w, https://smart-cities.pt/wp-content/uploads/2024/11/Ringue-400x225.jpg 400w, https://smart-cities.pt/wp-content/uploads/2024/11/Ringue-610x343.jpg 610w, https://smart-cities.pt/wp-content/uploads/2024/11/Ringue-1080x608.jpg 1080w" sizes="(max-width: 396px) 100vw, 396px" /><p id="caption-attachment-35024" class="wp-caption-text">Ringue é ponto de encontro das crianças em Cacilhas</p></div></p>
<p><span data-contrast="auto">Naquele sítio de prédios altos e moradores inconformados, as ideias estão sempre a fervilhar, tanto nas cabeças dos adultos, como dos mais novos, que também colaboram nos eventos organizados pelo Estuário. Mas há um que todos preferem, chamado precisamente a “Cidade das Crianças”, em que recebem visitantes de todo o lado, incluindo bairros próximos que já começam a seguir-lhes o exemplo. “Nesse dia, os miúdos gostam de mostrar aos outros meninos que é uma sorte brincar na rua com dezenas de amigos. E nós também ficamos orgulhosos por demonstrar que o espaço público pode ser mesmo de todos, crianças incluídas”, comenta Diogo. </span></p>
<p><span data-contrast="auto">Os números revelam uma realidade em conflito. Embora haja cada vez mais crianças nas cidades &#8211; a ONU e a UNICEF estimam que, até 2030, quase 60% das crianças mundiais viva em áreas urbanas &#8211; a verdade é que também se brinca cada vez menos na rua. De acordo com um inquérito da agência internacional de estudos de mercado One Poll, apenas 27% das crianças brinca regularmente na rua, enquanto no tempo dos seus pais e avós eram 71%. O mesmo estudo, realizado na Grã-Bretanha, revela que uma em cada quatro afirmou que os pais ou os vizinhos já as mandaram parar de brincar na rua, enquanto 30% lhes disse para não fazerem barulho no exterior. Em Portugal, a realidade não será muito diferente.<br /></span><br /><span data-contrast="auto">De facto, o espaço público deixou de ser recreio comum e local privilegiado de encontros e aventuras, afirma José Carlos Mota, professor do Departamento de Ciências Sociais, Políticas e do Território da Universidade de Aveiro. Para o especialista, o relacionamento entre a cidade e as crianças mudou nos últimos 40 anos e entre as principais razões está a “perceção de que a rua, hoje, é menos amigável, sobretudo porque tem mais trânsito e mais velocidade, além de haver uma ideia de insegurança relacionada com a criminalidade que, aliás, os dados não provam”.</span></p>
<p><span data-contrast="auto">O investigador defende que </span><span data-contrast="auto">o carro é “um dos principais responsáveis pelo fim desta bela relação e um dos efeitos colaterais foi o estilo de vida cada vez mais sedentário”, a que não está alheio o facto de “a percentagem de deslocação em automóvel para o trabalho e escola ter passado de cerca de 20% para os atuais 66%”. Planear e ordenar melhor o território, oferecendo mais espaços para brincar, reduzindo a velocidade dos automóveis e criando mobiliário urbano que apele à criatividade são algumas das soluções sugeridas por José Carlos Mota.  </span></p>
<p><span data-contrast="auto">Também Francesco Tonucci, psicopedagogo italiano que escreveu o livro “A Cidade das Crianças” tem vindo a alertar para a necessidade de recuperar a rua enquanto ponto de encontro e espaço de brincadeira dos mais novos. Mas com uma condição: a autonomia das crianças em relação aos adultos. Numa conversa com a Smart Cities (ver entrevista nas páginas 28 a 31), lembra que “</span><span data-contrast="auto">nos tempos que correm, as crianças não podem sair de casa” e critica os pais que “foram autónomos, mas agora não permitem que os filhos sejam”. Também por isso, tem corrido mundo e lançado várias iniciativas, como a recente campanha internacional “Eu vou sair para brincar”, que diz ser “um desafio para que as cidades garantam o direito à autonomia e à escuta das crianças através do brincar”. </span><span data-ccp-props="{}"> </span></p>
<h4><b><span data-contrast="auto">Quando as crianças têm voto na matéria</span></b></h4>
<p><span data-contrast="auto">Se o artigo 31 sobre a Convenção dos Direitos das Crianças reconhece o direito ao brincar, também o artigo 12 contempla “o direito de exprimir livremente a sua opinião sobre as questões que lhe dizem respeito, sendo devidamente tomadas em consideração as opiniões da criança, de acordo com a sua idade e maturidade”. No entanto, do papel à prática vai uma grande distância, como mostra um inquérito nacional realizado pela UNICEF junto de 12 mil crianças e jovens. Os resultados revelam que 70% das crianças sentem que os adultos nunca ou raramente lhes perguntam a sua opinião e 28% diz que nunca teve a oportunidade de o fazer.<br /></span><br /><span data-contrast="auto">Também os especialistas defendem que é preciso dar voz aos mais novos, apontando o dedo a governos nacionais e locais. “Se as crianças votassem, algo que, de resto, eu sempre defendi, as coisas talvez fossem diferentes”, comenta Francesco Tonucci, enquanto José Carlos Mota lembra a necessidade de “os municípios envolverem mais as crianças e os jovens em processos de participação cívica”.  </span></p>
<p><span data-contrast="auto">Ainda assim, há quem já o faça, garantem ambos e, curiosamente, até dão o mesmo exemplo em Portugal: Valongo. A cidade do distrito do Porto criou o primeiro Conselho das Crianças do país, uma iniciativa em parceria com o psicopedagogo italiano no âmbito da rede “A Cidade das Crianças”. O objetivo é receber e discutir as sugestões dos mais novos, sem interferência de pais ou professores, valorizando a sua opinião e tornando-os agentes da mudança. E eles não se fazem rogados.</span></p>
<p><span data-contrast="auto">No primeiro mandato desta iniciativa, os pequenos conselheiros apresentaram quase três dezenas de propostas para a cidade e algumas já viram a luz do dia, como disse à Smart Cities o presidente da Câmara Municipal de Valongo, José Manuel Ribeiro. “Identificaram, por exemplo, a necessidade de os condutores terem mais atenção às pessoas que circulam a pé e propuseram mais sinalização luminosa junto das passadeiras, sinais verticais e reguladores de velocidade e mais ações de sensibilização. Ouvimo-las e pusemos mãos à obra”, garantiu o autarca. Já no segundo mandato, surgiram mais seis propostas, como a criação de “ruas do brincar”, de um percurso de bicicletas no caminho para a escola ou de um piquenique noturno (ver reportagem na página 20). </span></p>
<p><div id="attachment_35025" style="width: 358px" class="wp-caption alignright"><img aria-describedby="caption-attachment-35025" loading="lazy" class="wp-image-35025 " src="https://smart-cities.pt/wp-content/uploads/2024/11/Valongo-300x200.jpg" alt="" width="348" height="232" srcset="https://smart-cities.pt/wp-content/uploads/2024/11/Valongo-300x200.jpg 300w, https://smart-cities.pt/wp-content/uploads/2024/11/Valongo-1024x683.jpg 1024w, https://smart-cities.pt/wp-content/uploads/2024/11/Valongo-768x512.jpg 768w, https://smart-cities.pt/wp-content/uploads/2024/11/Valongo-1536x1024.jpg 1536w, https://smart-cities.pt/wp-content/uploads/2024/11/Valongo-2048x1365.jpg 2048w, https://smart-cities.pt/wp-content/uploads/2024/11/Valongo-400x267.jpg 400w, https://smart-cities.pt/wp-content/uploads/2024/11/Valongo-610x407.jpg 610w, https://smart-cities.pt/wp-content/uploads/2024/11/Valongo-1080x720.jpg 1080w" sizes="(max-width: 348px) 100vw, 348px" /><p id="caption-attachment-35025" class="wp-caption-text">Festa do Brinquedo é uma das muitas iniciativas que Valongo dedica às criança</p></div></p>
<p><span data-contrast="auto">Henrique Vilar, agora com 12 anos, entrou em ambos e considera que se trata de “uma ideia muito importante, porque faz com que as crianças também participem e ajudem no processo de criação das cidades, que costumam ser muito focadas nas necessidades dos adultos”. Já para José Manuel Ribeiro, iniciativas como o Conselho das Crianças fazem sobressair “o dever que os políticos têm de incluir a perspetiva das crianças no governo da cidade. Os jovens dão, para os mesmos projetos, contributos diferentes das outras gerações. A sua participação nas decisões melhora a aplicação dos dinheiros públicos e acrescenta-lhe dimensões essenciais que, de outra forma, não existiriam”. Este foi, de resto, o compromisso que o autarca deixou a Tonucci quando o italiano esteve em Valongo. “Os olhos e o entendimento das crianças e dos jovens podem produzir efeitos disruptivos de enorme alcance nas políticas públicas. Esta é, para mim, a maior lição de Francesco Tonucci”, revelou.</span></p>
<p><span data-contrast="auto">José Manuel Ribeiro lembra ainda que a adesão à rede Cidade das Crianças é apenas uma de muitas iniciativas que Valongo tem desenvolvido em prol dos mais novos. Outros exemplos são a Festa do Brinquedo, o “BUS Pedestre”, um projeto que pretende retomar o hábito de caminhar até à escola; as “Eleições dos Pequenos Grandes”, dedicadas à sensibilização para os processos eleitorais; e “À procura do meu lugar”, um processo participativo que envolve as crianças e os jovens na revisão do PDM. </span></p>
<h4><b><span data-contrast="auto">Ação local para um compromisso global</span></b></h4>
<p><span data-contrast="auto">Valongo integra também o Programa “Cidades Amigas das Crianças”, uma iniciativa da UNICEF que tem como missão contribuir para a realização dos direitos da criança através da adoção de políticas de âmbito local. Atualmente, esta rede mundial é composta por três mil cidades e comunidades de 40 países, entre eles Portugal, que conta já com 33 municípios aderentes, 20 deles ainda em processo de avaliação.</span><span data-ccp-props="{}"> </span></p>
<p><span data-contrast="auto">Trata-se de um sinal claro do compromisso dos nossos municípios com as temáticas da infância e da juventude, considera a coordenadora do programa em Portugal, Teresa Capitão, para quem não faltam bons exemplos no nosso país. É o caso de Cascais, onde “tem havido um grande investimento na formação e capacitação de técnicos em matéria de direitos da criança, na integração das crianças em processos de decisão local, nomeadamente, através da criação do Conselho Local de Crianças, e no desenvolvimento de um sistema de monitorização e avaliação”. O município faz parte, igualmente, da Associação Internacional das Cidades Educadoras (AICE), um movimento criado em 1990 com o propósito de estreitar as relações entre os governos locais para a promoção do valor educativo do espaço urbano. Das cerca de 500 cidades de todo o mundo que a compõem, 88 são portuguesas. </span></p>
<p><span data-contrast="auto">Outro bom exemplo é Vila Nova de Famalicão, que no âmbito das Cidades Amigas das Crianças “realizou três processos de participação no primeiro ano de implementação do programa, enquanto o Conselho da Criança e do Adolescente está a impulsionar os esforços municipais para a melhoria da qualidade de vida das crianças a nível local”, destaca a UNICEF. Mas há mais casos de sucesso, diz à Smart Cities a responsável do programa nacional, como Ovar, “considerado uma boa prática no que concerne ao reforço da ação concertada” ou Guimarães, que ao criar um Conselho Municipal da Juventude tornou-se “um exemplo no que refere ao estabelecimento de interações regulares entre os cidadãos e cidadãs mais jovens e os agentes locais”. A cidade minhota, uma das primeiras em Portugal a aderir à rede também organiza várias atividades de participação cívica dos mais novos, como o projeto educativo My Polis, em que um grupo de estudantes partilha problemas e soluções do concelho.</span></p>
<p><span data-contrast="auto">Para Teresa Capitão, os municípios assumem “um papel cada vez mais relevante no desenvolvimento das comunidades”, em particular no que diz respeito à infância e juventude. Como faz questão de concluir, “uma Cidade Amiga das Crianças está a contribuir para a coesão e sustentabilidade do seu território, no presente e no futuro”. </span></p>
<h4><b><span data-contrast="auto">Brincar, pedalar, proteger: um mundo de ideias</span></b></h4>
<p><span data-contrast="auto">Como criar cidades mais amigas das crianças? A pergunta ecoa por todo o mundo e as estratégias têm sido diversas, mas, curiosamente, muitas das ideias mais conhecidas nasceram em pequenas cidades e pela mão dos cidadãos. Assim aconteceu em Fano, Itália, a terra natal de Francesco Tonucci onde surgiu o conceito “A Cidade das Crianças”. E também em Eugene, cidade dos Estados Unidos que deu origem ao Kidical Mass, um movimento global que procura incentivar miúdos e graúdos a usarem modos ativos, como bicicletas, nas deslocações diárias. De lá, passou para Colónia, na Alemanha, e agora está presente em centenas de cidades mundiais, incluindo portuguesas. </span></p>
<p><span data-contrast="auto">Mas também há vários casos de políticas municipais de sucesso. Roterdão, que em 2006 tinha sido eleita a cidade dos Países Baixos menos atrativa para crescer, conseguiu inverter esta realidade. Para isso, gastou várias dezenas de milhões de euros em melhorias do espaço público, transformou alguns parques infantis de escolas em praças comunitárias e aproveitou uma zona de floresta na cidade para criar um parque natural onde as crianças podem brincar em liberdade, sem barreiras.</span></p>
<p><span data-contrast="auto">Já na América do Sul, Bogotá, na Colômbia, tornou-se um caso de estudo depois de lançar um ambicioso programa com zonas de proteção para crianças, parques pop-up e melhores passadeiras e passeios, muitas vezes através de intervenções de urbanismo tático que tornaram a cidade mais segura, inclusiva e colorida.</span></p></div>
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				<div class="et_pb_text_inner"><p style="text-align: center;"><em>Este artigo foi originalmente publicado na edição nº 44 da Smart Cities &#8211; julho/agosto/setembro 2024, aqui com as devidas adaptações.<br /></em></p></div>
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		<title>Projetos sustentáveis de alunos do interior vão ser financiados pelo Fundo Ambiental</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Ana Mota]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 09 Sep 2024 13:30:49 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Educação]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Associação Ambientalista]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A associação ambientalista Zero vai apoiar os alunos de escolas secundárias e profissionais do interior do país a desenvolverem projetos sustentáveis através do AtiveLAB, com bolsas até 1500 euros.</p>
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				<div class="et_pb_text_inner"><p><span style="font-weight: 400;">A associação ambientalista Zero vai apoiar os alunos de escolas secundárias e profissionais do interior do país a desenvolverem projetos sustentáveis através do AtiveLAB, com bolsas até 1500 euros.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">As escolas secundárias e profissionais dos distritos de Bragança, Guarda, Castelo Branco, Portalegre, Évora e Beja estão convidadas a aderir e demonstrar o interesse em participar na iniciativa até 20 de setembro, refere a Zero em comunicado.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Os estabelecimentos aderentes ao projeto AtiveLAB &#8211; Laboratórios de Ativismo Ambiental (financiado pelo Fundo Ambiental) vão participar em “laboratórios de cidadania” formando grupos informais de alunos que serão desafiados “a exercer a sua cidadania ativa e a ativar o seu sentido comunitário como se estivessem no papel de uma associação ambiental”.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Tal como acontece numa associação ambiental, os jovens vão aprender a detetar oportunidades de gerar impacto positivo nas suas comunidades, dando um foco local e prático a problemas globais e sistémicos.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Vão aprender também a desenvolver atividades essenciais na defesa de causas, como, por exemplo, “influenciar decisores, sensibilizar a população, comunicar e divulgar iniciativas, mobilizar apoiantes e angariar fundos”.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Os laboratórios AtiveLAB pretendem ser “espaços de experiência e tentativa-erro”, com o apoio de facilitadores da Zero que vão guiar os participantes no seu percurso, desde o início do desenvolvimento de ideias até à sua execução em iniciativas com objetivos ambientais claros e realistas nas escolas, bairros ou comunidades.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O projeto desenvolve-se em três fases. A primeira, de 25 de setembro a 10 de outubro, incide no primeiro impulso de ideias através da participação no denominado “dia de aceleração” &#8211; os alunos das várias escolas vão juntar-se com o objetivo de “inspirar, capacitar e encher as cabeças de imaginação para que novos e impactantes projetos se concretizarem”.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Depois, será a fase de candidaturas, de 12 de outubro a 8 de novembro, na qual os grupos informais de jovens ativistas de cada estabelecimento, acompanhados de um ou mais professores orientadores, vão definir uma ideia e projetar a sua execução, com um planeamento e orçamento estruturados, entregando a sua candidatura para ser avaliada por parte de um júri independente.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Na última fase, após o período de candidaturas e análise dos projetos, o júri escolherá os seis planos vencedores, que irão ser aplicados de 16 de novembro a 30 de abril de 2025, com o apoio da bolsa obtida.</span></p>
<p>Foto de destaque: ©Unsplash</p></div>
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		<title>Alimentação sustentável e biológica está a chegar às escolas do Porto</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Ana Mota]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 09 Sep 2024 07:30:54 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Educação]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[agricultura biológica]]></category>
		<category><![CDATA[câmara municipal do porto]]></category>
		<category><![CDATA[crianças]]></category>
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		<category><![CDATA[Good Food Hubs]]></category>
		<category><![CDATA[Porto]]></category>
		<category><![CDATA[sustentabilidade]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O projeto municipal Good Food HUBs deu os primeiros passos na implementação de uma alimentação biológica, de proximidade e a um preço justo nas escolas. Através de um estudo, foi possível perceber os desafios e necessidades da implementação de uma alimentação sustentável na restauração coletiva. O objetivo será alargar o projeto a empresas e instituições da cidade.  </p>
<p>O conteúdo <a rel="nofollow" href="https://smart-cities.pt/educacao/alimentacao-sustentavel-e-biologica-esta-a-chegar-as-escolas-do-porto-08-09-2024/">Alimentação sustentável e biológica está a chegar às escolas do Porto</a> aparece primeiro em <a rel="nofollow" href="https://smart-cities.pt">Smart Cities</a>.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div class="et_pb_section et_pb_section_2 et_section_regular" >
				
				
				
				
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				<div class="et_pb_text_inner"><p><span style="font-weight: 400;">O estudo foi posto em prática pelo município do Porto e já foi apresentado aos diversos atores e promotores da circularidade do sistema alimentar. Através do projeto Good Food HUBs, lançado em outubro de 2022, foi possível começar a pensar a implementação de uma alimentação mais sustentável junto das escolas e outras entidades com restauração coletiva.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Através da auscultação individual de várias entidades com responsabilidade na restauração coletiva da cidade, incluindo os produtores agrícolas em modo biológico, foi possível perceber não só os desafios, mas as vantagens da aposta numa alimentação sustentável a nível coletivo.   </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Hoje em dia, no Porto, existe capacidade de fornecimento de, pelo menos, 10% de frutas e legumes biológicos para os contratos analisados no estudo. Em entrevista à revista Smart Cities, Filipe Araújo, vice-presidente da Câmara Municipal do Porto, enumera as principais vantagens na implementação de uma alimentação sustentável nas escolas e universidades. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">“Esta transformação é necessária para todos, não só em termos ambientais e sociais, mas em termos económicos. Se tivermos um sistema alimentar regenerativo, reduzimos a possibilidade de falhas de fornecimento e aumentamos a resiliência do mesmo a choques externos (crises económicas e sociais, alterações climáticas ou guerras, crises energéticas), garantindo a saúde dos cidadãos e das empresas”, explica.        </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">No município do Porto, por ano, são fornecidas cerca de 4,5 milhões de refeições, num trabalho que envolve “uma multitude de atores”. O estudo agora desenvolvido vai permitir iniciar um trabalho que irá “melhorar significativamente a alimentação nas escolas e nos refeitórios dos colaboradores” municipais, tal como explica Filipe Araújo. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">“Esta transformação do sistema alimentar é um esforço de todos, dos Municípios, das organizações e dos cidadãos. Se cada um de nós tem de reconhecer que, ao comprar e aderir a este tipo de produtos e a estes circuitos de proximidade, estamos a ajudar diretamente as pessoas e a salvaguardar a alimentação no presente e futuro. É muito difícil transformar o sistema alimentar com esforço apenas do Município e das empresas”, realça o vice-presidente da Câmara do Porto. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O projeto Good Food HUBs, sob o lema “Muda a tua alimentação. Transforma o mundo”, foi criado com o intuito de tornar mais sustentável, saudável, justo e próximo o sistema de alimentação da cidade.  </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Através da iniciativa, o município conseguiu reduzir em mais de 90% as distâncias percorridas pelos alimentos e conseguiu colocar à disposição dos cidadãos produtos frescos (menos de 24 horas entre a colheita e a venda, a preços justos e produzidos de forma sustentável. “Demonstrámos que existem soluções, à nossa volta, para transformarmos o sistema alimentar e transformarmos o mundo. Necessitamos de  embarcar todos nessa viagem. Também conseguimos demonstrar que é possível trazer o local, o sazonal e o biológico para as refeições escolares. Isto não é só uma vontade do Município como é sua responsabilidade, o uso dos dinheiros públicos em produtos e serviços de qualidade”, afirma Filipe Araújo. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A equipa responsável pelo projeto e pela promoção da circularidade do sistema alimentar vai agora focar-se em aprofundar os resultados do estudo e começar a implementar as mudanças através de projetos piloto e sua respetiva monitorização.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Por outro lado, a equipa do Município está disponível para replicar este projeto nas empresas, nos condomínios, nos bairros e nas instituições da cidade, onde exista uma um grupo de 15 pessoas ou mais que queira replicar este projeto, o Município está disponível para estabelecer os primeiros contactos através da Divisão Municipal de Gestão Ambiental ou através do email dm.gestaoambiental@cm-porto.pt.</span></p></div>
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				<div class="et_pb_promo_description"><h2 class="et_pb_module_header">Leia também</h2></div>
				<div class="et_pb_button_wrapper"><a class="et_pb_button et_pb_promo_button" href="https://smart-cities.pt/ambiente/aposta-na-sensibilizacao-diminui-contraordenacoes-da-porto-ambiente-04-09-2024/" target="_blank">Aposta na sensibilização diminui contraordenações da Porto Ambiente</a></div>
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		<title>Crianças dão conselhos para cidades amigas de crescer a brincar</title>
		<link>https://smart-cities.pt/noticias/criancas-dao-conselhos-para-cidades-amigas-de-crescer-a-brincar-30_09_2024-2/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=criancas-dao-conselhos-para-cidades-amigas-de-crescer-a-brincar-30_09_2024-2</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Maria Cláudia Monteiro]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 06 Sep 2024 07:30:55 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Desenvolvimento Sustentável]]></category>
		<category><![CDATA[Educação]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[ambiente]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Conselho das Crianças terminou o segundo mandato com apresentação de propostas ao executivo municipal de Valongo. Um percurso de brincadeira até à escola, um piquenique noturno e um parque para animais foram algumas das sugestões dos "políticos de palmo e meio". Veja o vídeo.</p>
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				<div class="et_pb_text_inner"><p>Conselho das Crianças terminou o segundo mandato com apresentação de propostas ao executivo municipal de Valongo. Um percurso de brincadeira até à escola, um piquenique noturno e um parque para animais foram algumas das sugestões dos &#8220;políticos de palmo e meio&#8221;.  Veja o vídeo.</p>
<p><iframe title="Crianças dão conselhos para cidades amigas de crescer a brincar" width="1080" height="608" src="https://www.youtube.com/embed/xaFmyO4Tcv0?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></p>
<p>Os conselheiros Rodrigo e Bruna dão os últimos retoques na maquete que fizeram para explicar o “Percurso de brincadeira a caminho da escola”. Ao longo do caminho, idealizado para as crianças fazerem sozinhas, num trajeto livre de carros, há sempre uma brincadeira para fazer. As joaninhas de madeira obrigam a ziguezaguear para chegar ao fim do passeio, as passadeiras são coloridas, salta-se à macaca e, no final, aterram na escola impulsionados por um salto de trampolim. “As crianças têm direito a brincar. E com um percurso assim aproveitam o tempo em vez de estarem fechadas dentro do carro”, explicam os conselheiros, a ensaiar o discurso que farão dali a momentos.</p></div>
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		<item>
		<title>Tecnologia e novos hábitos evitaram 700 quilos de dióxido de carbono</title>
		<link>https://smart-cities.pt/noticias/ralunos-de-27-escolas-criam-arte-e-evitam-700-quilos-de-emissoes-17_06_2024/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=ralunos-de-27-escolas-criam-arte-e-evitam-700-quilos-de-emissoes-17_06_2024</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Smart Cities]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 18 Jun 2024 07:24:11 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Desenvolvimento Sustentável]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Os alunos do programa “Be the Change” evitaram a libertação de 700 quilos de dióxido de carbono para a atmosfera ao trocar o transporte individual por opções mais sustentáveis, como bicicleta,  andar a pé ou de como transportes públicos.  Veja o vídeo.</p>
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				<div class="et_pb_text_inner"><p>Os alunos do programa <em>Be the Change</em> evitaram a libertação de 700 quilos de dióxido de carbono para a atmosfera ao trocar o transporte individual por opções mais sustentáveis, como bicicleta, andar a pé ou de transportes públicos. Um projeto do CEiiA que mobilizou 700 jovens de 27 escolas para a adoção de comportamentos sustentáveis e que trabalhou a dimensão tecnológica, através da aplicação AYR Student. Os alunos do nono ano criaram manifestos artísticos, alguns dos quais serão expostos em mupis nas quatro cidades participantes &#8211; Porto, Matosinhos, Braga e Guimarães. Na próxima edição do “Be the Change” será criado um conselho de alunos para pensar questões da sustentabilidade. Veja o vídeo.</p>
<p><iframe title="Tecnologia e novos hábitos evitaram 700 quilos de dióxido de carbono" width="1080" height="608" src="https://www.youtube.com/embed/1WMxcASqJC8?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></p>
<p>&nbsp;</p></div>
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		<title>AYR.ID, do CEiiA, vence maior prémio de inovação em Portugal</title>
		<link>https://smart-cities.pt/noticias/ayr-id-do-ceiia-vence-maior-premio-de-inovacao-em-portugal-26-02/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=ayr-id-do-ceiia-vence-maior-premio-de-inovacao-em-portugal-26-02</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Nelson Jerónimo Rodrigues]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 26 Feb 2024 07:53:15 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Educação]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[AYR.ID]]></category>
		<category><![CDATA[casa da moeda]]></category>
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		<category><![CDATA[IN3+]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A ideia AYR.ID – Identidade climática digital, apresentada por uma equipa do CEiiA – Centro de Engenharia e Desenvolvimento, é a vencedora da 4.ª edição do Prémio IN3+, atribuído pela Imprensa Nacional-Casa da Moeda (INCM).</p>
<p>O conteúdo <a rel="nofollow" href="https://smart-cities.pt/noticias/ayr-id-do-ceiia-vence-maior-premio-de-inovacao-em-portugal-26-02/">AYR.ID, do CEiiA, vence maior prémio de inovação em Portugal</a> aparece primeiro em <a rel="nofollow" href="https://smart-cities.pt">Smart Cities</a>.</p>
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				<div class="et_pb_text_inner"><p>A ideia AYR.ID – Identidade climática digital<strong>,</strong> apresentada por uma equipa do <a href="https://www.ceiia.com/" target="_blank" rel="noopener">CEiiA – Centro de Engenharia e Desenvolvimento</a>, é a vencedora da 4.ª edição do Prémio IN3+, atribuído pela Imprensa Nacional-Casa da Moeda (INCM). Com o objetivo de apoiar projetos nas áreas da nanotecnologia, sistemas avançados de informação, robótica, automação, tecnologia de produção e materiais avançados, este galardão tem um valor global de um milhão de euros, o que faz dele o maior prémio de inovação do país. O primeiro classificado recebe até 600 mil euros, o segundo até 250 mil euros e o terceiro até 150 mil euros, verbas que serão depois utilizadas para financiar o desenvolvimento dos respetivos projetos de investigação e inovação (I&amp;I).</p>
<p>Os premiados foram revelados na passada sexta-feira durante uma cerimónia realizada na Casa da Moeda, em Lisboa, que anunciou a AYR.ID como grande vencedora. Trata-se de uma ideia que pretende reforçar a importância e o contributo dos cidadãos para o combate às alterações climáticas, atribuindo-lhes um Número de Identificação Climático (NIC). Na prática, isso faz-se “indexando a dimensão da ‘sustentabilidade’ no dia-a-dia das pessoas à sua identidade digital”, dizem os investigadores do CEiiA que desenvolveram a ideia. São eles Pedro Gaspar, diretor de Novas Tecnologias de Negócio; Catarina Selada, coordenadora de Políticas e Estratégia; José Silva, diretor da Unidade de Mobilidade e Cidades do CEiiA; e Helena Silva, CTO (<em>Chief Technology Officer)</em>.</p>
<p>O 2.º lugar foi atribuído à PeT – Plataforma Privacidade e Transparência, uma ferramenta dedicada ao tratamento de dados em serviços de base digital, que visa resolver o conflito entre a transparência e a privacidade. Para isso, torna possível validar indicadores-chave de desempenho publicados, mas sem revelar os respetivos dados subjacentes. A ideia foi desenvolvida por uma equipa de investigadores do INESC TEC, composta por Ana Nunes Afonso, José Orlando Pereira e Rui Carlos Oliveira. </p>
<p>Já o 3.º lugar foi entregue à ideia QuantSecure – Autenticação com identificadores fotónicos quânticos não clonáveis –, também ela com a missão de solucionar um problema: como responder à limitada segurança existente nos procedimentos utilizados na autenticação de dispositivos, objetos ou utilizadores, combinando elementos de segurança de elevado desempenho. À frente da candidatura estiveram Paulo André, Professor Catedrático no Departamento de Engenharia Eletrotécnica e de Computadores do Instituto Superior Técnico; Rute Ferreira, Professora Associada com Agregação no Departamento de Física da Universidade de Aveiro; Emmanuel Zambrini Cruzeiro, investigador no Instituto de Telecomunicações (IT); e Paulo Mateus, Professor Catedrático no Departamento de Matemática do Instituto Superior Técnico.</p>
<p>A cerimónia de entrega dos prémios contou com a presença da Ministra da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior, Elvira Fortunato, e do Secretário de Estado da Digitalização e da Modernização Administrativa, Mário Campolargo. Durante o evento realizou-se ainda uma mesa-redonda sobre “Inteligências e Inovação”, com Dora Moita, Presidente da INCM, João Gama, Coordenador da Estratégia Nacional de Inteligência Artificial, e Gustavo Miller, Diretor de Marketing da empresa Defined.ai.</p>
<h4><strong>A premiar inovação desde 2016</strong></h4>
<p>Juntando as quatro edições, o Prémio IN3+ já recebeu mais de 215 candidaturas e apoiou 11 projetos, que resultaram num valor superior a 9 milhões de euros de investimento em I&amp;I, segundo informa a INCM.</p>
<p>O primeiro vencedor deste galardão (então chamado Prémio Inovador INCM), em 2016, foi o projeto Papel Secreto, dedicado ao desenvolvimento de sistemas eletrónicos, utilizando a tecnologia embebida no papel. Embalagens e rótulos em papel, selos inteligentes para proteção de marca e superfícies para revestimento interior de edifícios são alguns exemplos de aplicação deste papel inteligente. Uma ideia liderada por Elvira Fortunato, na altura investigadora, que resultou na criação de um laboratório colaborativo e se tornou uma referência na eletrónica impressa e flexível em substrato de celulose.</p>
<p>A segunda edição, em 2017, teve como vencedor o projeto ATLAS, cujo principal objetivo é melhorar o processo logístico de documentos de identificação, como o Cartão de Cidadão ou o Passaporte Eletrónico Português. Para isso, utiliza a robótica colaborativa para auxiliar o transporte de cartões entre as respetivas áreas de produção.</p>
<p>Na terceira edição, o prémio passou a chamar-se IN3+ e teve como primeiro classificado o projeto IDINA. Este ajuda a modernizar e simplificar os processos de identificação de cidadãos, permitindo que um conjunto de entidades de autoridade informal colaborem com os sistemas centrais de identificação do Estado na gestão e partilha de informação.</p>
<p><strong> </strong><em>Fotografia de destaque:</em> © Nuno Silva / INCM</p></div>
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				<div class="et_pb_promo_description"><h2 class="et_pb_module_header">Leia também</h2></div>
				<div class="et_pb_button_wrapper"><a class="et_pb_button et_pb_promo_button" href="https://smart-cities.pt/noticias/plataforma-de-sustentabilidade-ayr-do-ceiia-e-projecto-vencedor-do-novo-bauhaus-europeu-2/" target="_blank">PLATAFORMA DE SUSTENTABILIDADE AYR DO CEIIA É PROJECTO VENCEDOR DO NOVO BAUHAUS EUROPEU</a></div>
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			</item>
		<item>
		<title>UNESCO escolhe Fundão como Cidade de Aprendizagem</title>
		<link>https://smart-cities.pt/noticias/unesco-escolhe-fundao-como-cidade-de-aprendizagem-19-02/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=unesco-escolhe-fundao-como-cidade-de-aprendizagem-19-02</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Nelson Jerónimo Rodrigues]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 19 Feb 2024 00:00:54 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Educação]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Cidade de Aprendizagem]]></category>
		<category><![CDATA[cidades]]></category>
		<category><![CDATA[Fundão]]></category>
		<category><![CDATA[unesco]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O Fundão é uma das 64 novas Cidades de Aprendizagem da UNESCO e o único município português eleito este ano pela Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (UNESCO, na sigla em inglês) para se juntar à Rede Global de Cidades de Aprendizagem.</p>
<p>O conteúdo <a rel="nofollow" href="https://smart-cities.pt/noticias/unesco-escolhe-fundao-como-cidade-de-aprendizagem-19-02/">UNESCO escolhe Fundão como Cidade de Aprendizagem</a> aparece primeiro em <a rel="nofollow" href="https://smart-cities.pt">Smart Cities</a>.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div class="et_pb_section et_pb_section_6 et_section_regular" >
				
				
				
				
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				<div class="et_pb_text_inner"><p>O Fundão é uma das 64 novas Cidades de Aprendizagem da UNESCO e o único município português eleito este ano pela Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (UNESCO, na sigla em inglês) para se juntar à <a href="https://www.uil.unesco.org/en/learning-cities" target="_blank" rel="noopener">Rede Global de Cidades de Aprendizagem</a>.</p>
<p>Além da localidade da Beira Baixa, foram escolhidas mais quatro cidades de países lusófonos &#8211; São Filipe, em Cabo Verde, e Curitiba, Leme e Recife, no Brasil -, que se juntam agora a uma lista com 356 membros de 79 países e da qual já da faziam parte 15 municípios portugueses: Câmara de Lobos, Mação, Cascais, Anadia, Lagoa (Açores), Praia da Vitória, Gondomar, Pampilhosa da Serra, Alcobaça, Setúbal, Cantanhede, Batalha, Loures, Ourém e Braga.</p>
<p>Este novo estatuto foi atribuído por um grupo de especialistas da UNESCO, que justificou a escolha com os “esforços excecionais para tornar a aprendizagem ao longo da vida uma realidade para todos a nível local”. Sobre o Fundão, a organização destacou o facto, desde 2012, se focar “em inovação territorial para atração de empresas tecnológicas, fomentando o empreendedorismo e promovendo a regeneração urbana” e, desde 2016, “ter ajudado mais de 253 requerentes de asilo e refugiados com programas de inclusão”.</p>
<p>Para o presidente da Câmara Municipal do Fundão, Paulo Fernandes, este selo atribuído ao município é “um claro reconhecimento do trabalho que tem sido desenvolvido e do forte compromisso que com a educação e com a aprendizagem ao longo da vida”. O autarca sublinhou a aposta “num projeto dinâmico e diversificado, que alia a tradição e a inovação, naquilo que se pode dizer que é um diálogo entre gerações, algo que também está na génese da Rede de Casas e Lugares do Sentir, um conjunto de espaços espalhados pelas freguesias e que honram os saberes e as tradições locais, mas conferindo-lhe novas roupagens”.</p>
<p>Paulo Fernandes lembrou ainda que, enquanto uma das Capitais Europeias da Inclusão e da Diversidade, o Fundão tem desenvolvido um projeto educativo que envolve “todos aqueles que agora chegam à nossa comunidade, oriundos das mais diversas regiões do mundo”. “Temos consciência de que aprendemos mais e melhor se nos abrirmos ao mundo e ao outro, se conseguirmos colocar-nos no lugar do outro”, acrescentou.</p>
<p>Já a Diretora-geral da UNESCO, Audrey Azoulay, lembrou que “as cidades são fundamentais para transformar o direito à educação numa realidade tangível para indivíduos de todas as idades”. “Com as novas admissões, a rede inclui agora 356 cidades de todo o mundo que partilham conhecimentos e abrem caminho a oportunidades de aprendizagem ao longo da vida para 390 milhões de cidadãos”, disse a responsável após a escolha dos novos membros da rede, no final da semana passada.</p>
<p>A criação da Rede das Cidades de Aprendizagem (<em>Global Network of Learning Cities – GNLC</em>) foi aprovada em 2013. Integra cidades capazes de responderem às necessidades de aprendizagem dos seus cidadãos, de utilizar os recursos de forma mais eficaz e assim promover a igualdade, a justiça social, manter a coesão social, e de criar uma prosperidade sustentável.</p></div>
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		<title>Universo de experiências foi tubo de ensaio de estudantes para a vida de trabalho</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Maria Cláudia Monteiro]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 10 Aug 2023 07:48:36 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Educação]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[ceiia]]></category>
		<category><![CDATA[Espaço]]></category>
		<category><![CDATA[SLI]]></category>
		<category><![CDATA[Sustainable Living Innovators]]></category>
		<category><![CDATA[Terra]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>“A vida é um universo de possibilidades”. A frase colada na parede da sala de trabalho dos 10 jovens innovators traça a dimensão sem barreiras do desafio que abraçaram há um mês: encontrar no Espaço respostas para os problemas da Terra. </p>
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				<div class="et_pb_text_inner"><p>“A vida é um universo de possibilidades”. A frase colada na parede da sala de trabalho dos 10 jovens <em>innovators </em>traça a dimensão sem barreiras do desafio que abraçaram há um mês: encontrar no Espaço respostas para os problemas da Terra. Os resultados dessa busca são apresentados esta sexta-feira no <a href="https://www.ceiia.com/" target="_blank" rel="noopener">CEiiA</a> no encerramento da quarta edição do <a href="https://www.ceiia.com/sli" target="_blank" rel="noopener"><em>Sustainable Living Innovators</em></a>.</p>
<p>“Está a ser uma experiência enriquecedora, muito diferente do que estamos habituados na faculdade”, conta Adriano Cardoso, aluno do terceiro ano de Engenharia Aeroespacial, no Instituto Superior Técnico da Universidade de Lisboa. “Aqui fomos incentivados a usar a criatividade e a resolver problemas que não nos foram dados <em>a priori</em>”, explica. “Temos de encontrar o que resolver. É muito desafiante porque não é óbvio”.</p>
<p><div id="attachment_24706" style="width: 660px" class="wp-caption aligncenter"><img aria-describedby="caption-attachment-24706" loading="lazy" class="wp-image-24706 size-full" src="https://smart-cities.pt/wp-content/uploads/2023/08/AdrianoCardoso-fotor-20230809181149.png" alt="" width="650" height="340" srcset="https://smart-cities.pt/wp-content/uploads/2023/08/AdrianoCardoso-fotor-20230809181149.png 650w, https://smart-cities.pt/wp-content/uploads/2023/08/AdrianoCardoso-fotor-20230809181149-300x157.png 300w, https://smart-cities.pt/wp-content/uploads/2023/08/AdrianoCardoso-fotor-20230809181149-400x209.png 400w, https://smart-cities.pt/wp-content/uploads/2023/08/AdrianoCardoso-fotor-20230809181149-610x319.png 610w" sizes="(max-width: 650px) 100vw, 650px" /><p id="caption-attachment-24706" class="wp-caption-text">Adriano Cardoso gostou do desafio de procurar problemas para resolver</p></div></p>
<p>Adriano e os companheiros da tribo <em>Moonwiser</em>, formada no início do programa do CEiiA para pensar os conceitos a apresentar, desenvolveram dois serviços a partir de satélites de observação da terra: um que localiza as reservas dos minérios e que pode ser utilizada numa perspetiva de ordenamento de território; outro auxilia na logística e gestão das minas.</p>
<p>Inês Palhares, estudante de Engenharia Aeroespacial na Universidade do Minho, do grupo <em>Seaflow</em>, processa ainda tudo que viveu nas últimas semanas. “Vi tanto futuro a acontecer”, desabafou, que descobriu até interesses que não sabia ter. O tópico de partida do <em>Sustainable Living Innovators</em> (SLI), de usar o Espaço para ajudar a resolver os problemas da Terra, era muito vasto, mas foi suficientemente sedutor para levar Inês a candidatar-se. “Inscrevi-me à última da hora e sem dizer a ninguém”, recorda à “Smart Cities”, <em>media partner</em> do SLI.</p>
<p>“A partir do momento que o programa se focou na observação da terra a partir dos satélites ficou muito interessante, mas se o ponto de partida tivesse sido esse, não teria concorrido e seria uma perda gigante”, partilha a jovem de Braga. “Tivemos acesso a pessoas muito interessantes que estavam interessadas no que eu tinha para lhes dizer… Foi uma honra e uma responsabilidade”, diz Inês Palhares.</p>
<p><div id="attachment_24755" style="width: 660px" class="wp-caption aligncenter"><img aria-describedby="caption-attachment-24755" loading="lazy" class="wp-image-24755 size-full" src="https://smart-cities.pt/wp-content/uploads/2023/08/MicrosoftTeams-image-13-fotor-20230810181135.jpg" alt="" width="650" height="340" srcset="https://smart-cities.pt/wp-content/uploads/2023/08/MicrosoftTeams-image-13-fotor-20230810181135.jpg 650w, https://smart-cities.pt/wp-content/uploads/2023/08/MicrosoftTeams-image-13-fotor-20230810181135-300x157.jpg 300w, https://smart-cities.pt/wp-content/uploads/2023/08/MicrosoftTeams-image-13-fotor-20230810181135-400x209.jpg 400w, https://smart-cities.pt/wp-content/uploads/2023/08/MicrosoftTeams-image-13-fotor-20230810181135-610x319.jpg 610w" sizes="(max-width: 650px) 100vw, 650px" /><p id="caption-attachment-24755" class="wp-caption-text">Inês Palhares fechou no SLI um puzzle que tinha deixado em suspenso</p></div></p>
<p>Participar na formação permitiu a Inês completar um puzzle que tinha deixado em suspenso. Estudou Medicina, em Coimbra, até ao terceiro ano, altura em que decidiu mudar para uma área de estudos que refletia outra das suas paixões. “Sinto que no último mês abri o leque que achava que tinha fechado ao escolher Medicina”, conta, entusiasmada pela possibilidade de cruzar o espaço, que estuda atualmente, com a medicina, que a seduziu à entrada da faculdade, com a “intenção de ser útil e de prestar um serviço” à sociedade. “Tenho pesquisado sobre sensores de radiação utilizados pelos satélites, que podem ser benéficos na deteção, de cancro e sobre cirurgias remotas”, partilha.</p>
<p>A tribo <em>Seaflow</em> desenvolveu um protótipo para, através de dados recolhidos através de satélites e<em> in situ</em>, determinar a melhor localização de parques eólicos <em>offshore</em>, em termos de eficiência e sustentabilidade.</p>
<p><div id="attachment_24705" style="width: 660px" class="wp-caption aligncenter"><img aria-describedby="caption-attachment-24705" loading="lazy" class="wp-image-24705 size-full" src="https://smart-cities.pt/wp-content/uploads/2023/08/FranciscaAndrade-fotor-2023080918314.jpg" alt="" width="650" height="340" srcset="https://smart-cities.pt/wp-content/uploads/2023/08/FranciscaAndrade-fotor-2023080918314.jpg 650w, https://smart-cities.pt/wp-content/uploads/2023/08/FranciscaAndrade-fotor-2023080918314-300x157.jpg 300w, https://smart-cities.pt/wp-content/uploads/2023/08/FranciscaAndrade-fotor-2023080918314-400x209.jpg 400w, https://smart-cities.pt/wp-content/uploads/2023/08/FranciscaAndrade-fotor-2023080918314-610x319.jpg 610w" sizes="(max-width: 650px) 100vw, 650px" /><p id="caption-attachment-24705" class="wp-caption-text">Francisca Andrade vai aplicar lições do SLI no núcleo de Robótica da FEUP</p></div></p>
<p>Aluna do segundo ano de Engenharia Mecânica na Faculdade de Engenharia da Universidade do Porto, Francisca Andrade viveu uma “experiência única” que lhe atirou as férias com os amigos para os finais de tarde e para os fins de semana. “Foi um ensaio para a vida de trabalho”, classifica. “Aprendemos muito… A experiência com o satélite <em>Kitsat</em> foi incrível”, conta. “Fazer também ajuda”, explica a estudante, que leva os ensinamentos do SLI para o sub-núcleo de Robótica no IEEE, do qual assumirá a vice-presidência no próximo ano com outro estudante.</p>
<p>“Na faculdade, nunca focamos naquilo que está a ser feito no momento”, considera José Azevedo, estudante de Engenharia Física Tecnológica, no Instituto Superior Técnico da Universidade de Lisboa, assumindo que a experiência no CEiiA “está a ser melhor do que estava à espera”.</p>
<p>Durante o mês de formação de Matosinhos, José percebeu que afinal Portugal é maior do que pensava. “Sendo pequeno, tem muitas oportunidades”, constata, sintetizando o que bebeu das aulas de Francisco Vilhena da Cunha, CEO da Geosat, e de Ricardo Conde, presidente da Agência Espacial Portuguesa. Tinha o sonho de ser astronauta quando era criança e ainda não sabia das possibilidades de um país como Portugal. “Isto foi uma abertura de portas… Não temos noção das coisas até termos de pensar nelas”, explica.</p>
<p><div id="attachment_24703" style="width: 660px" class="wp-caption aligncenter"><img aria-describedby="caption-attachment-24703" loading="lazy" class="wp-image-24703 size-full" src="https://smart-cities.pt/wp-content/uploads/2023/08/JoseAzevedo-fotor-2023080918230.jpg" alt="" width="650" height="340" srcset="https://smart-cities.pt/wp-content/uploads/2023/08/JoseAzevedo-fotor-2023080918230.jpg 650w, https://smart-cities.pt/wp-content/uploads/2023/08/JoseAzevedo-fotor-2023080918230-300x157.jpg 300w, https://smart-cities.pt/wp-content/uploads/2023/08/JoseAzevedo-fotor-2023080918230-400x209.jpg 400w, https://smart-cities.pt/wp-content/uploads/2023/08/JoseAzevedo-fotor-2023080918230-610x319.jpg 610w" sizes="(max-width: 650px) 100vw, 650px" /><p id="caption-attachment-24703" class="wp-caption-text">José Azevedo percebeu que, afinal, Portugal não é tão pequeno quanto pensava</p></div></p>
<p>Na sala que os acolheu no CEiiA, as paredes estão cobertas de quadros brancos, rabiscados com ideias, lista de tarefas, desejos, numa composição que fixa o progresso de cada uma das tribos no solo da inovação e sustentabilidade. Há também <em>post-its</em>, muitos e coloridos, uns com ideias-chaves, outros distribuídos num mapa de emoções que os jovens do SLI levam para a vida.</p>
<p>O quadro dos <em>Moonwiser</em> revela o caminho feito por cada um dos elementos do grupo, explica Francisca. “Foi escrito e apagado muitas vezes, mas tem muito brainstorming, competências e personalidade de cada membro da tribo, o plano de negócios e um “envelope de ideias”, sugestão deixada por Joana Mendonça, docente do Técnico, na sessão sobre <em>Future Design</em>.</p>
<p>Adriano Cardoso sublinha a abordagem empresarial do SLI. “Contactamos muito com a parte dos negócios de engenharia, sem aquela perspetiva arco-íris da faculdade”, afirma.</p>
<p>Os dois grupos de <em>innovators</em> apresentam os protótipos dos modelos de negócios do espaço desenvolvidos no âmbito do SLI esta sexta-feira, dia de encerramento da quarta edição deste programa.</p></div>
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		<title>Idanha-a-Nova e São Pedro do Sul entre os finalistas dos Prémios da UE para a produção biológica</title>
		<link>https://smart-cities.pt/noticias/idanha-a-nova-e-sao-pedro-do-sul-entre-os-finalistas-dos-premios-da-ue-para-a-producao-biologica-07-08/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=idanha-a-nova-e-sao-pedro-do-sul-entre-os-finalistas-dos-premios-da-ue-para-a-producao-biologica-07-08</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Nelson Jerónimo Rodrigues]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 07 Aug 2023 07:36:46 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Educação]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Bio-Região]]></category>
		<category><![CDATA[EU Organic Awards]]></category>
		<category><![CDATA[Idanha-a-nova]]></category>
		<category><![CDATA[produção biológica]]></category>
		<category><![CDATA[sao pedro dosul]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Dois projectos portugueses são finalistas na categoria “Melhor Bio-Região” dos Prémios da União Europeia (UE) para a Produção Biológica (EU Organic Awards).</p>
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				<div class="et_pb_text_inner"><p>Dois projectos portugueses são finalistas na categoria “Melhor Bio-Região” dos Prémios da União Europeia (UE) para a Produção Biológica (<a href="https://agriculture.ec.europa.eu/farming/organic-farming/organic-action-plan/eu-organic-awards_en" target="_blank" rel="noopener"><em>EU Organic Awards</em></a>). As Bio-Regiões de <a href="http://www.cmcd.pt/bio-regi%C3%A3o/" target="_blank" rel="noopener">Idanha-a-Nova</a> e de <a href="http://bioregiaodespedrodosul.pt/" target="_blank" rel="noopener">São Pedro do Sul</a> concorrem a um dos oito prémios individuais deste galardão (com sete categorias) que reconhece a “excelência ao longo de toda a cadeia de valor biológica, recompensando os intervenientes mais destacados e mais inovadores da produção biológica na União Europeia.”</p>
<p>Os finalistas portugueses fazem parte de uma lista de 24 nomeados, pertencentes a 11 países e escolhidos entre mais de centena de candidatos de 26 Estados-Membros. No caso de Idanha-a-Nova, é a segunda vez consecutiva que surge entre os finalistas desta distinção dedicada aos territórios onde agricultores, cidadãos, escolas, operadores turísticos e outras entidades estabelecem uma parceria para a gestão sustentável dos recursos locais. Este ano, disputa o prémio com a Bio-Região de São Pedro do Sul, no distrito de Viseu, e com o Biodistretto della Via Amerina e delle Forre, de Itália.</p>
<p>Idanha-a-Nova e São Pedro do Sul têm duas das cinco Bio-Regiões portuguesas que integram a Rede Internacional de Eco-Regiões, juntamente com a CIM do Alto Tâmega, a Margem Esquerda do Guadiana e o Baixo Sabor.</p>
<p>Os Prémios da União Europeia para a Produção Biológica são uma distinção anual, criada em 2022 e promovida, conjuntamente, pela Comissão Europeia, pelo Comité Económico e Social Europeu (CESE), pelo Comité das Regiões Europeu (CR), pelo COPA-COGECA e pela IFOAM Organics Europe. Surgem no seguimento da <em>Plano de Ação para o Desenvolvimento da Produção Biológica</em> (lançado em Março de 2021), que procura estimular a procura e a produção biológica através de várias acções, como este galardão que reconhece diferentes agentes do sector, de agricultores, restaurantes, passando por retalhistas, PME ou regiões.</p>
<p>O anúncio dos vencedores desta segunda edição está marcado para o dia 25 de Setembro, numa cerimónia realizada em Bruxelas, na Bélgica. O júri é composto por representantes dos vários promotores do prémio, bem como do Parlamento Europeu e do Conselho da União Europeia.</p>
<h4><strong>Conheça todos os finalistas</strong></h4>
<p><strong>&#8211; Melhor agricultor biológico (mulher):</strong> Małgorzata Pucer (Pasiekapucer) &#8211; Barciany, Polónia; Céline Clenet (La Casseline) &#8211; Cassel, França; Clara Benito Pacheco (Entrelobas) &#8211; Serrada de la Fuente, Espanha.</p>
<p><strong>&#8211; Melhor agricultor biológico (homem):</strong> Roberto Giadone (Natura Iblea) &#8211; Ispica, Sicília, Itália; Thomas Moschos (Moschos Farm) &#8211; Kastoria, Grécia; Mikhaylo Haliv (Tomelloso) &#8211; Ciudad Real, Espanha.</p>
<p><strong>&#8211; Melhor região biológica:</strong> Dordogne, França; Centre-Val de Loire, França; Burgenland, Áustria.</p>
<p><strong>&#8211; Melhor cidade biológica:</strong> BioStadt Bremen, Alemanha; Hajdúnánás, Hungria; Stadt Wien, Áustria.</p>
<p><strong>&#8211; Melhor Bio-Região</strong>: Bio-Região de S. Pedro do Sul, Portugal; Bio-Região de Idanha-a-Nova, Portugal; Biodistretto della Via Amerina e delle Forre, Civita Castellana, Itália.</p>
<p><strong>&#8211; Melhor PME de transformação de alimentos biológicos:</strong> Fürstenhof GmbH &#8211; Finkenthal, Alemanha; The Merry Mill &#8211; Vicarstown, County Laois, Irlanda; Ekološka kmetija Kukenberger &#8211; Trebnje, Eslovénia.</p>
<p><strong>&#8211; Melhor retalhista de produtos biológicos:</strong> Valle y Vega Cooperativa Agroecológica de Granada &#8211; Churriana de la Vega, Andaluzia, Espanha; Gut Wulksfelde- Tangstedt, Hamburgo, Alemanha; NaturaSì Conegliano &#8211; Conegliano, Veneto, Itália.</p>
<p><strong>&#8211; Melhor restaurante/serviço alimentar:</strong> Luftburg &#8211; Kolariks Freizeitbetriebe GmbH &#8211; Viena, Áustria; Trnulja Country Estate &#8211; Ljubljana, Eslovénia; Biohotel St. Daniel &#8211; Štanjel, Eslovénia.</p></div>
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		<title>A cápsula que volta de Marte e o táxi voador. Inovações à vista no Minho</title>
		<link>https://smart-cities.pt/noticias/a-capsula-que-volta-de-marte-e-o-taxi-voador-inovacoes-a-vista-no-minho-03-08/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=a-capsula-que-volta-de-marte-e-o-taxi-voador-inovacoes-a-vista-no-minho-03-08</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Maria Cláudia Monteiro]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 03 Aug 2023 07:14:43 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Educação]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[ceiia]]></category>
		<category><![CDATA[Espaço]]></category>
		<category><![CDATA[Sustainable Living Innovators]]></category>
		<category><![CDATA[Terra]]></category>
		<category><![CDATA[universidade do minho]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Cabides feitos a partir de pó de serrim, caroços de azeitona que resultam em talheres e máscaras de hóquei feitas à medida dos jogadores são alguns dos produtos desenvolvidos pelo Done Lab ...</p>
<p>O conteúdo <a rel="nofollow" href="https://smart-cities.pt/noticias/a-capsula-que-volta-de-marte-e-o-taxi-voador-inovacoes-a-vista-no-minho-03-08/">A cápsula que volta de Marte e o táxi voador. Inovações à vista no Minho</a> aparece primeiro em <a rel="nofollow" href="https://smart-cities.pt">Smart Cities</a>.</p>
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				<div class="et_pb_text_inner"><p>Cabides feitos a partir de pó de serrim, caroços de azeitona que resultam em talheres e máscaras de hóquei feitas à medida dos jogadores são alguns dos produtos desenvolvidos pelo <a href="http://www.donelab.uminho.pt/" target="_blank" rel="noopener">Done Lab</a> e pelo Polo de Inovação em Engenharia de Polímeros, no Campus de Azurém, na <a href="https://www.uminho.pt/PT" target="_blank" rel="noopener">Universidade do Minho</a>, visitados esta terça-feira pelos alunos da <a href="https://www.ceiia.com/sli" target="_blank" rel="noopener">Sustainable Living Innovators</a>. Mas a grande aposta está no espaço, com uma cápsula testada para transportar materiais de Marte para a Terra e uma espuma que vai para lá da atmosfera em 2030.</p>
<p>António Pontes, engenheiro de polímeros, docente e investigador da Universidade do Minho, recebeu os <em>innovatores</em>, manhã cedo, no campus verde e molhado de Azurém, para uma aula sobre “Materiais e Estruturas do Espaço”. A sessão antecedeu a visita aos laboratórios de eletrónica, ao Done Lab e ao Polo de Inovação em Engenharia de Polímeros (PIEP).</p>
<p>“A indústria aeroespacial tem tido grande dinâmica nos últimos anos”, disse António Pontes aos alunos do <em>Sustainable Living Innovators</em> (SLI). A engenharia dos materiais começa também a estar alinhada com o dinamismo ligado aos setores do Espaço e foi sobre isso que o professor do Minho falou. “Começa a existir uma dinâmica… A investigação esteve muito virada para o automóvel e agora está a virar para outro lado”, avisou, precisando que a aproximação vai surgindo pela criação de novos produtos, essencialmente destinados a minissatélites.</p>
<p><div id="attachment_24503" style="width: 660px" class="wp-caption aligncenter"><img aria-describedby="caption-attachment-24503" loading="lazy" class="wp-image-24503 size-full" src="https://smart-cities.pt/wp-content/uploads/2023/08/m-25-fotor-20230802205432.jpg" alt="" width="650" height="340" srcset="https://smart-cities.pt/wp-content/uploads/2023/08/m-25-fotor-20230802205432.jpg 650w, https://smart-cities.pt/wp-content/uploads/2023/08/m-25-fotor-20230802205432-300x157.jpg 300w, https://smart-cities.pt/wp-content/uploads/2023/08/m-25-fotor-20230802205432-400x209.jpg 400w, https://smart-cities.pt/wp-content/uploads/2023/08/m-25-fotor-20230802205432-610x319.jpg 610w" sizes="(max-width: 650px) 100vw, 650px" /><p id="caption-attachment-24503" class="wp-caption-text">António Pontes falou aos alunos do SLI sobre os novos materiais do Espaço</p></div></p>
<p>E foi sobre os novos produtos, compósitos desenvolvidos em função de requisitos específicos relacionados com resistência, rigidez, fadiga e temperatura, saídos do Minho para o Espaço, que falou António Pontes.</p>
<p>O desenho generativo, criado a partir de modelos de computadores e de impressões 3D, permite melhorar os produtos, mediante os materiais utilizados. “É possível mudar a forma para tornar o material mais eficiente. A geometria não é um problema”, explicou o investigador, que ilustrou as palavras da lição com um caso de estudo desenvolvido pela UM e o <a href="https://www.ceiia.com/" target="_blank" rel="noopener">CEiiA</a>, com o objetivo de redesenhar um elemento aeroespacial de modo a reduzir a massa, no âmbito do projeto SIFA.</p>
<p>Desse exercício resultou uma redução de massa de 37%, a diminuição de 95% da matéria-prima usada e de uma poupança de 2250 dólares (2048 euros). “Quando a peça é maquinada, apenas 5% da massa é utilizada. Enquanto, pela fabricação aditiva tendo por base ferramentas de desenho generativo, todo o pó de alumínio é utilizado”, detalha António Pontes.</p>
<p>Demonstrar a sustentabilidade dos polímeros é o principal desafio que a António Pontes antevê no futuro da investigação. “Desmistificar a ideia de que são inimigos da natureza e mostrar que, desde que os saibamos usar, são sustentáveis, economicamente eficientes e não prejudicam o ambiente”, disse à “Smart Cities”, <em>media partner</em> da 4.ª edição do SLI.</p>
<p>Carlos Ribeiro, diretor de operações e PMO do Polo de Inovação em Engenharia de Polímeros (PIEP), mostrou um dos protótipos “mais emblemáticos” do laboratório: a cápsula de reentrada na atmosfera para transporte de materiais do solo de Marte (cTPS). “Tivemos de estudar o material cumprindo uma série de requisitos da Agência Espacial Europeia (ESA, na sigla em inglês) de impacto, térmicos e de absorção de energia para quando esta aterrasse no solo não sofresse picos de aceleração”, explicou. “É muito desafiante trabalhar para a ESA porque nos obriga a responder a um elevado nível de exigência”, acrescenta, detalhando que a espuma que envolve a “container” de transporte do material foi referenciada pela Agência Espacial Europeia e será utilizada numa missão que vai ao Espaço em 2030.</p>
<p>O responsável mostrou também um filamento criado no laboratório PIEP a pedido da ESA, que permite a impressão de novos artigos e vai ao encontro do objetivo de produzir, com base na manufatura aditiva peças de substituição no espaço. “É um material de eleição na produção de satélites”, disse o engenheiro.</p>
<p><div id="attachment_24504" style="width: 660px" class="wp-caption aligncenter"><img aria-describedby="caption-attachment-24504" loading="lazy" class="wp-image-24504 size-full" src="https://smart-cities.pt/wp-content/uploads/2023/08/m-14-fotor-20230802205714.jpg" alt="" width="650" height="340" srcset="https://smart-cities.pt/wp-content/uploads/2023/08/m-14-fotor-20230802205714.jpg 650w, https://smart-cities.pt/wp-content/uploads/2023/08/m-14-fotor-20230802205714-300x157.jpg 300w, https://smart-cities.pt/wp-content/uploads/2023/08/m-14-fotor-20230802205714-400x209.jpg 400w, https://smart-cities.pt/wp-content/uploads/2023/08/m-14-fotor-20230802205714-610x319.jpg 610w" sizes="(max-width: 650px) 100vw, 650px" /><p id="caption-attachment-24504" class="wp-caption-text">Carlos Ribeiro mostra a cápsula de reentrada na atmosfera</p></div></p>
<p>“A área dos materiais tem tido um crescimento brutal. E não só a tecnologia dos materiais, mas também das máquinas que os produzem”, ilustrou Carlos Ribeiro. Cabides feitos a partir de pó de serrim, caroços de azeitona que resultam em talheres, máscara de hóquei feitas à medida da cara dos jogadores são alguns dos materiais saídos dos laboratórios de Azurém. Carlos Ribeiro detalhou, ainda, um projeto conceptual de um carro elétrico com uma cabine que tanto pode ser acoplada a um veículo, como a um drone. “Desenvolvemos o conceito de veículos elétricos, os falados aerotáxis das cidades… No futuro há de existir veículos a sobrevoar-nos”, conclui.</p>
<p>&nbsp;</p></div>
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