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	<title>Arquivo de Notícias - Smart Cities</title>
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	<description>Cidades Sustentáveis</description>
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	<title>Arquivo de Notícias - Smart Cities</title>
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		<title>Uma nova página para a Smart Cities</title>
		<link>https://smart-cities.pt/ambiente/uma-nova-pagina-para-a-smart-cities-01-06-2025/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=uma-nova-pagina-para-a-smart-cities-01-06-2025</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Smart Cities]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 02 Jun 2025 09:39:54 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Ambiente]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[s_cities]]></category>
		<category><![CDATA[smart cities]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Chegou a s_cities. Um novo começo para um projeto com história. A partir de agora, este site deixará de ser atualizado. Convidamos a visitarem o site da s_cities, onde encontrarão conteúdos, entrevistas, reportagens e crónicas que abrem caminho para esta nova fase.</p>
<p>O conteúdo <a rel="nofollow" href="https://smart-cities.pt/ambiente/uma-nova-pagina-para-a-smart-cities-01-06-2025/">Uma nova página para a Smart Cities</a> aparece primeiro em <a rel="nofollow" href="https://smart-cities.pt">Smart Cities</a>.</p>
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				<div class="et_pb_text_inner"><p><span style="font-weight: 400;">Chegou a s_cities. Um novo começo para um projeto com história.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Durante mais de dez anos, a revista “Smart Cities” foi uma plataforma de informação, reflexão e inspiração para quem acredita que as cidades podem ser melhores. Contámos histórias de inovação, sustentabilidade, participação e tecnologia. Demos voz a projetos e protagonistas que, em vários pontos do país, contribuíram para transformar os lugares onde vivemos.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Criámos, ao longo desse percurso, uma comunidade de leitores empenhados em pensar e fazer a cidade. E é com esse mesmo espírito que hoje damos início a um novo capítulo.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A “Smart Cities” transforma-se agora em s_cities — uma nova identidade e, sobretudo, um novo projeto editorial.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Mais do que uma mudança de nome ou imagem, esta transição marca uma evolução profunda na forma como queremos abordar os desafios urbanos. A s_cities nasce como uma plataforma que cruza jornalismo e arte, pensamento e criação, onde diferentes vozes e perspetivas podem coexistir, dialogar e inspirar.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Queremos continuar a dar espaço às boas ideias que fazem a diferença — mas com mais profundidade, mais crítica construtiva e maior abertura a formatos inovadores. Mantemos o compromisso com a sustentabilidade, a participação cidadã e a regeneração urbana. Mas queremos também ampliar o debate, introduzir novas linguagens, cruzar saberes, estimular o imaginário.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A partir de agora, este site deixará de ser atualizado. Convidamos a visitarem o site da s_cities, onde encontrarão conteúdos, entrevistas, reportagens e crónicas que abrem caminho para esta nova fase: </span><a href="https://s-cities.pt"><span style="font-weight: 400;">www.s-cities.pt</span></a></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Agradecemos a todos os que nos acompanharam até aqui. Esta mudança só faz sentido se for feita consigo — com os leitores, os autores, os especialistas, os cidadãos e cidadãs que acreditam que é possível transformar as cidades. Juntos, vamos continuar a imaginar, inspirar e transformar.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Bem-vindos à s_cities.</span></p></div>
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				<div class="et_pb_promo_description"><h2 class="et_pb_module_header">Leia também</h2></div>
				<div class="et_pb_button_wrapper"><a class="et_pb_button et_pb_promo_button" href="https://smart-cities.pt/opiniao-entrevista/construir-um-futuro-sustentavel-o-desafio-de-portugal-na-transicao-energetica-18-02/" target="_blank">Construir um Futuro Sustentável: O desafio de Portugal na transição energética</a></div>
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<span class="et_bloom_bottom_trigger"></span><p>O conteúdo <a rel="nofollow" href="https://smart-cities.pt/ambiente/uma-nova-pagina-para-a-smart-cities-01-06-2025/">Uma nova página para a Smart Cities</a> aparece primeiro em <a rel="nofollow" href="https://smart-cities.pt">Smart Cities</a>.</p>
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		<title>Quantas cidades cabem numa ideia? Anuário Smart Cities 2025 já está disponível</title>
		<link>https://smart-cities.pt/noticias/anuario-smart-cities-2025-5-30/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=anuario-smart-cities-2025-5-30</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Smart Cities]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 30 May 2025 07:30:31 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[anuário smart cities 2025]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Já está disponível a edição de 2025 do ANUÁRIO SMART CITIES. Fique a saber quem são os principais agentes deste setor e conheça os projetos que os municípios portugueses estão a implementar nos seus territórios. </p>
<p>O conteúdo <a rel="nofollow" href="https://smart-cities.pt/noticias/anuario-smart-cities-2025-5-30/">Quantas cidades cabem numa ideia? Anuário Smart Cities 2025 já está disponível</a> aparece primeiro em <a rel="nofollow" href="https://smart-cities.pt">Smart Cities</a>.</p>
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				<div class="et_pb_text_inner"><p data-wp-editing="1"><img loading="lazy" class="aligncenter wp-image-38003 size-large" src="https://smart-cities.pt/wp-content/uploads/2025/05/Anua╠urio-2025-1-793x1024.jpg" alt="" width="793" height="1024" srcset="https://smart-cities.pt/wp-content/uploads/2025/05/Anua╠urio-2025-1-793x1024.jpg 793w, https://smart-cities.pt/wp-content/uploads/2025/05/Anua╠urio-2025-1-232x300.jpg 232w, https://smart-cities.pt/wp-content/uploads/2025/05/Anua╠urio-2025-1-768x992.jpg 768w, https://smart-cities.pt/wp-content/uploads/2025/05/Anua╠urio-2025-1-1189x1536.jpg 1189w, https://smart-cities.pt/wp-content/uploads/2025/05/Anua╠urio-2025-1-1585x2048.jpg 1585w, https://smart-cities.pt/wp-content/uploads/2025/05/Anua╠urio-2025-1-220x284.jpg 220w, https://smart-cities.pt/wp-content/uploads/2025/05/Anua╠urio-2025-1-610x788.jpg 610w, https://smart-cities.pt/wp-content/uploads/2025/05/Anua╠urio-2025-1-1080x1395.jpg 1080w, https://smart-cities.pt/wp-content/uploads/2025/05/Anua╠urio-2025-1-400x516.jpg 400w, https://smart-cities.pt/wp-content/uploads/2025/05/Anua╠urio-2025-1-scaled.jpg 1982w" sizes="(max-width: 793px) 100vw, 793px" /></p>
<p><strong>Já está disponível a edição de 2025 do ANUÁRIO SMART CITIES. Fique a saber quem são os principais agentes deste setor e conheça os projetos que os municípios portugueses estão a implementar nos seus territórios. Aceda gratuitamente à <a href="https://leitor.medialine.pt/#store" target="_blank" rel="noopener">versão digital</a> ou peça o seu <a href="https://leitor.medialine.pt/#store" target="_blank" rel="noopener">exemplar em papel</a> (PVP: 25 Euros)</strong></div>
			</div> <!-- .et_pb_text --><div class="et_pb_button_module_wrapper et_pb_button_0_wrapper  et_pb_module ">
				<a class="et_pb_button et_pb_button_0 et_pb_bg_layout_light" href="https://leitor.smart-cities.pt/" target="_blank">Registe-se e aceda gratuitamente à versão digital do ANUÁRIO SMART CITIES. Clique para saber mais. </a>
			</div><div class="et_pb_module et_pb_text et_pb_text_2  et_pb_text_align_left et_pb_bg_layout_light">
				
				
				<div class="et_pb_text_inner">Nas montanhas, junto ao mar e nas planícies. Vários tamanhos, topografias e formas. Edifícios de escritórios de vários andares e casinhas de pedra cheias de história. Mais gente ou mais sossego. Umas com raízes na tradição, outras com olhos postos na globalização. Temos, em Portugal, cidades para todos os gostos e feitios. Vivemos num país que se desenvolve a várias velocidades, sob contextos tão parametralmente distintos, quão rica é a variedade geográfica e social do nosso território.</p>
<p>A todas estas cidades, apesar de todas as suas especificidades, são colocados os mesmos desafios. Cuidar do território, preservar recursos naturais, combater as alterações climáticas e descarbonizar, apontando para a circularidade da Economia. Facilitar a mobilidade. Tratar do património e impulsionar a cultura. Alavancar, com responsabilidade, as possibilidades de conforto, desenvolvimento e resposta que as novas tecnologias, cada vez mais sofisticadas, potenciam. Consideramos que as cidades verdadeiramente inteligentes são também agradáveis, solidárias e sustentáveis. São aquelas que dão condições de uma vida plena, em todas as suas fases, a todos aqueles que nelas vivem, estudam e trabalham.</p>
<p>Num mundo cada vez mais confuso e imprevisível, uma ideia parece prevalecer. Dados das Nações Unidas apontam para que 70% da população mundial viva em contexto urbano até 2050, prevendo-se que o mercado das “smart cities” duplique até 2032. Cientes da urgência de respostas, conhecemos e divulgamos as boas-práticas e soluções que municípos e empresas apresentam.</p>
<p>Desta forma, pelo sétimo ano consecutivo, a SMART CITIES, com o objetivo de aproximar e interligar os vários intervenientes nas cidades, apresenta mais uma edição do ANUÁRIO SMART CITIES, uma publicação que, mais do que enunciar respostas do presente, esperamos que possa inspirar as soluções do futuro.</p>
<p>Somos comunidade.</p>
<p>Aceda gratuitamente à <a href="https://leitor.medialine.pt/#store" target="_blank" rel="noopener">versão digital</a> ou peça o seu <a href="https://leitor.medialine.pt/#store" target="_blank" rel="noopener">exemplar em papel</a> (P.V.P: 25 Euros) através do e-mail: smartcities@smart-cities.pt</p>
<p><strong>Através desta publicação, continuamos a co-construir a comunidade das <em>smart cities</em> em Portugal!</strong></div>
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		<item>
		<title>Cidades mais verdes ajudam a evitar problemas respiratórios, diz estudo</title>
		<link>https://smart-cities.pt/noticias/cidades-mais-verdes-ajudam-a-evitar-problemas-respiratorios-diz-estudo-29-05/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=cidades-mais-verdes-ajudam-a-evitar-problemas-respiratorios-diz-estudo-29-05</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Nelson Jerónimo Rodrigues]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 29 May 2025 07:48:41 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[asma]]></category>
		<category><![CDATA[cidades verdes]]></category>
		<category><![CDATA[doenças respiratórias]]></category>
		<category><![CDATA[saude]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Um em cada 10 casos de asma poderia ser evitado com melhorias no ambiente urbano, revela um estudo que envolveu 350 mil pessoas de sete países da Europa. O trabalho concluiu que a combinação de fatores como a poluição atmosférica, os espaços urbanos densos e a falta de áreas verdes aumentam o risco de asma.</p>
<p>O conteúdo <a rel="nofollow" href="https://smart-cities.pt/noticias/cidades-mais-verdes-ajudam-a-evitar-problemas-respiratorios-diz-estudo-29-05/">Cidades mais verdes ajudam a evitar problemas respiratórios, diz estudo</a> aparece primeiro em <a rel="nofollow" href="https://smart-cities.pt">Smart Cities</a>.</p>
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				<div class="et_pb_text_inner"><p>Um em cada 10 casos de asma poderia ser evitado com melhorias no ambiente urbano, revela um estudo que envolveu 350 mil pessoas de sete países da Europa. O trabalho, realizado pelo Instituto Karolinska<em>, n</em>a Suécia, concluiu que a combinação de fatores como a poluição atmosférica nas cidades, os espaços urbanos densos e a falta de áreas verdes aumentam o risco de asma na população, tanto em crianças como em adultos.</p>
<p>“Sabemos que a asma tem causas multifatoriais, incluindo genética e estilo de vida, mas o nosso estudo mostra que uma parcela significativa dos casos está ligada a fatores ambientais modificáveis”, explicou Zhebin Yu, um dos autores do documento, publicado na revista <em>The Lancet Regional Health – Europe.</em></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>“Estudos anteriores calcularam o risco de um fator ambiental de cada vez, mas nós combinámos vários fatores ambientais e descrevemos a forma como estes, em conjunto, afetam o risco de desenvolver asma. Isto proporciona uma melhor explicação dos riscos ambientais, uma vez que a vida na cidade costuma envolver a exposição a vários fatores de risco ambiental ao mesmo tempo&#8221;, acrescentou o investigador e professor universitário.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>De facto, durante o período do estudo, quase 7.500 participantes desenvolveram asma e, de um modo geral, observou-se que os maiores riscos estão associados a uma elevada exposição a partículas e dióxido de azoto, bem como aos “agrupamentos caracterizados por uma elevada área construída e baixos níveis de vegetação”.</p>
<p>Utilizando uma pontuação de risco ambiental que combina os três domínios, a exposição conjunta destes fatores foi consistentemente associada a riscos mais elevados de asma, levando os investigadores a admitir que 11,6% dos casos identificados poderiam ser explicados por uma combinação multifatorial.</p>
<p>Para minimizar os impactos das doenças respiratórias – só a asma afeta cerca de 340 milhões de pessoas em todo o mundo -, os cientistas apresentaram um conjunto de recomendações às cidades e ao poder local. Entre elas estão a redução do tráfego de veículos poluentes em áreas densamente povoadas, a expansão de áreas verdes e corredores de ar puro e uma maior fiscalização dos limites de emissões poluentes.</p>
<p>O mesmo significa dizer que um planeamento urbano que tenha em conta os riscos identificados pelo estudo poderá evitar e atenuar o desenvolvimento de problemas do foro respiratório. “Se as cidades priorizarem um ambiente mais saudável, podemos prevenir milhares de casos de asma e outras doenças respiratórias”, concluiu o coautor do estudo Erik Melén.</p>
<p>Fotografia de destaque: Unsplash</p></div>
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			</item>
		<item>
		<title>Porto reduz perdas de água na última década</title>
		<link>https://smart-cities.pt/ambiente/porto-reduz-perdas-de-agua-na-ultima-decada-28-05-2025/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=porto-reduz-perdas-de-agua-na-ultima-decada-28-05-2025</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Smart Cities]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 28 May 2025 08:00:08 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Ambiente]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Águas e Energia do Porto]]></category>
		<category><![CDATA[ambiente]]></category>
		<category><![CDATA[cmp]]></category>
		<category><![CDATA[desperdício de água]]></category>
		<category><![CDATA[Porto]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Em dez anos, o Porto conseguiu reduzir para quase metade a taxa de água desperdiçada. Já ao longo dos últimos 19 anos, a gestão sustentável da água pela autarquia, através da empresa municipal Águas e Energia do Porto, permitiu diminuir o índice de Água Não Faturada (ANF) de 52,38% para 12,27% (2024). </p>
<p>O conteúdo <a rel="nofollow" href="https://smart-cities.pt/ambiente/porto-reduz-perdas-de-agua-na-ultima-decada-28-05-2025/">Porto reduz perdas de água na última década</a> aparece primeiro em <a rel="nofollow" href="https://smart-cities.pt">Smart Cities</a>.</p>
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				<div class="et_pb_text_inner"><p><b>Em dez anos, o Porto conseguiu reduzir para quase metade a taxa de água desperdiçada. Já ao longo dos últimos 19 anos, a gestão sustentável da água pela autarquia, através da empresa municipal Águas e Energia do Porto, permitiu diminuir o índice de Água Não Faturada (ANF) de 52,38% para 12,27% (2024). </b></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Desde o início da atividade da Águas e Energia do Porto, em 2006, que o índice de ANF tem apresentado uma tendência decrescente. Essa evolução resulta de uma estratégia “sólida e inovadora, sustentada por diversos investimentos em equipas especializadas de controlo ativo de perdas, equipamentos tecnológicos, reabilitação de redes de água antigas, melhoria nos processos de controlo da rede e capacitação das equipas responsáveis pela gestão do ciclo da água”, informa a Águas e Energia do Porto em comunicado. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Para Filipe Araújo, presidente da Águas e Energia do Porto, tudo isto faz-se &#8220;com base na gestão integrada, equipas multidisciplinares e investimento em ferramentas digitais que conseguimos alcançar bons resultados&#8221;.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O responsável evidencia, ainda, que &#8220;a redução contínua de perdas de água na rede pública da cidade não é apenas um indicador de eficiência operacional, mas também um compromisso para com a sustentabilidade ambiental e a preservação dos recursos hídricos, alicerçado num abastecimento mais robusto e eficiente para as gerações futuras&#8221;.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">No âmbito do combate às perdas de água, a cidade do Porto tem implementado diversas medidas estratégicas como, por exemplo, o controlo ativo de perdas, que envolve a monitorização e a intervenção diária de equipas especializadas, de forma permanente (24 horas). Também a implementação de mais de 120 zonas de monitorização e controlo (em 2006 eram apenas 8, as zonas identificadas), tem permitido uma melhor setorização e conhecimento do sistema de abastecimento de água da Invicta.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Já a sensorização e digitalização tecnológica do sistema tem contribuído para o controlo em tempo real da rede, otimizando desta forma, a resposta a eventuais anomalias na rede de água.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Além disso, a substituição de condutas antigas e problemáticas, com materiais obsoletos, tem garantido uma maior segurança e eficiência hídrica, assim como uma intervenção célere em caso de roturas na rede.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Acresce que o controlo de ligações indevidas assegura o uso correto da água da rede pública, por parte dos clientes, combatendo furtos e ligações irregulares, promovendo a equidade no acesso à água.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Também a substituição de contadores e a aposta na telemetria têm permitido uma medição mais precisa e integrada dos consumos de água.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">De referir ainda que a empresa municipal tem sido reconhecida e distinguida com diversos prémios nacionais e internacionais.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Por exemplo, o multipremiado projeto &#8220;InnoWave – O Poder do Digital e da IA na Eficiência Hídrica&#8221; diferencia-se pela utilização da inteligência artificial e da automação contribuindo para uma gestão mais inteligente da rede e dos ativos, otimizando, assim, a gestão do sistema de abastecimento de água.</span></p>
<p><em>Fotografia de destaque: Shutterstock</em></p></div>
			</div> <!-- .et_pb_text --><div class="et_pb_module et_pb_cta_1 et_pb_promo  et_pb_text_align_left et_pb_bg_layout_dark et_pb_no_bg">
				
				
				<div class="et_pb_promo_description"><h2 class="et_pb_module_header">Leia também</h2></div>
				<div class="et_pb_button_wrapper"><a class="et_pb_button et_pb_promo_button" href="https://smart-cities.pt/opiniao-entrevista/construir-um-futuro-sustentavel-o-desafio-de-portugal-na-transicao-energetica-18-02/" target="_blank">Construir um Futuro Sustentável: O desafio de Portugal na transição energética</a></div>
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<span class="et_bloom_bottom_trigger"></span><p>O conteúdo <a rel="nofollow" href="https://smart-cities.pt/ambiente/porto-reduz-perdas-de-agua-na-ultima-decada-28-05-2025/">Porto reduz perdas de água na última década</a> aparece primeiro em <a rel="nofollow" href="https://smart-cities.pt">Smart Cities</a>.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Parque de energia de ondas em Esposende protege costa da erosão</title>
		<link>https://smart-cities.pt/noticias/parque-de-energia-de-ondas-em-esposende-protege-costa-da-erosao-26-05/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=parque-de-energia-de-ondas-em-esposende-protege-costa-da-erosao-26-05</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Nelson Jerónimo Rodrigues]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 25 May 2025 23:01:13 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Desenvolvimento Sustentável]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[cimaar]]></category>
		<category><![CDATA[energia ondas]]></category>
		<category><![CDATA[erosão costeira]]></category>
		<category><![CDATA[esposende]]></category>
		<category><![CDATA[parque energia ondas]]></category>
		<category><![CDATA[Universidade do Porto]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Além de contribuir para a transição energética verde, a criação de um parque de energia de ondas ao largo de Esposende também poderá favorecer a proteção costeira, revela um estudo desenvolvido por investigadores portugueses.</p>
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				<div class="et_pb_text_inner"><p>Além de contribuir para a transição energética verde, a criação de um parque de energia de ondas ao largo de Esposende também poderá favorecer a proteção costeira, revela um estudo desenvolvido por investigadores portugueses. O trabalho do Centro Interdisciplinar de Investigação Marinha e Ambiental (CIIMAR) e da Faculdade de Engenharia da Universidade do Porto (FEUP) conclui que uma eventual instalação ajudaria a reduzir a erosão como resultado da diminuição da agitação marítima.</p>
<p>Para os autores do estudo, torna-se possível “transformar um problema – erosão costeira ao largo de Esposende – numa oportunidade multi-funcional de produção de energia marinha renovável e proteção costeira, que pode não só servir a população local afeta ao caso de estudo, mas providenciar um ponto de partida para outros trabalhos ao largo da costa portuguesa”.</p>
<p>Em comunicado, o CIMAR sublinha que “ao incorporar a energia das ondas, Portugal poderia tornar-se virtualmente autossuficiente ou mesmo exportador de eletricidade, marcos fundamentais para as estratégias nacionais e europeias de transição energética ‘verde’ e de autonomia”. </p>
<p>Além disso, “não tem de haver competição entre a introdução de soluções de energia das ondas e o funcionamento da zona costeira (como o turismo, pesca e ou as reservas de conservação)”, sustenta o documento. Ainda assim, para garantir uma proposta viável e preservar o ambiente, é essencial o contacto e o envolvimento das comunidades locais e outras partes interessadas, acrescenta-se.</p>
<p>De acordo com Daniel Clemente, primeiro autor do artigo, trata-se de juntar o útil ao benéfico: “se podemos proteger a nossa costa e gerar energia renovável ao mesmo tempo, porque não explorar? Precisamos de soluções disruptivas para estas duas temáticas, mas sem descuidar a minimização de eventuais conflitos com outros usos do espaço marítimo”. Já Francisco Taveira Pinto, líder do grupo de Energia Marinha e Estruturas Hidráulicas reforça “a importância da multifuncionalidade do aproveitamento da energia das ondas.”</p>
<p>Publicado na revista científica internacional “Applied Energy da Elsevier”, o estudo revela que a localização deste parque inovador foi selecionada de modo a minimizar os conflitos de usos do espaço marítimo e promover tanto a geração de energia eletricidade para uso local, como a atenuação do regime de agitação marítima ao largo de Esposende”. Recorde-se que a força das ondas tem sido responsável por problemas de acessibilidade ao rio Cávado, além de fenómenos de assoreamento e erosão ao largo da restinga de Ofir. </p>
<p>Outros estudos já tinham avaliado a colocação de quebra-mares na margem costeira, mas esta abordagem sustenta “uma alternativa ou complemento a essa solução mais ’pesada’”.</p>
<p>Fotografia de destaque: Município de Esposende</p></div>
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		<title>Joana Almeida: “Lisboa está a contribuir ativamente para moldar o futuro das cidades inteligentes”</title>
		<link>https://smart-cities.pt/noticias/joana-almeida-lisboa-esta-a-contribuir-ativamente-para-moldar-o-futuro-das-cidades-inteligentes-23-05/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=joana-almeida-lisboa-esta-a-contribuir-ativamente-para-moldar-o-futuro-das-cidades-inteligentes-23-05</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Nelson Jerónimo Rodrigues]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 23 May 2025 06:34:23 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Opinião / Entrevista]]></category>
		<category><![CDATA[cidades inteligentes]]></category>
		<category><![CDATA[joana almeidas]]></category>
		<category><![CDATA[Lisboa]]></category>
		<category><![CDATA[portugal smart cities summit]]></category>
		<category><![CDATA[pscs]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Lisboa prepara-se para ser uma das protagonistas da 11.ª edição do Portugal Smart Cities Summit, depois de ter sido escolhida como cidade convidada. A capital quer mostrar que o município “está a aplicar tecnologia de forma inteligente e ética, promovendo uma cidade mais verde, mais conectada e mais inclusiva”, diz a vereadora Joana Almeida. Leia a entrevista.</p>
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				<div class="et_pb_text_inner"><p>Lisboa prepara-se para ser uma das protagonistas da 11.ª edição do Portugal Smart Cities Summit (PSCS), ao ter sido escolhida com a cidade convidada do evento. A capital portuguesa vai dar a conhecer os projetos desenvolvidos neste setor, apostada em mostrar que o município “está a aplicar tecnologia de forma inteligente e ética, promovendo uma cidade mais verde, mais conectada e mais inclusiva”.</p>
<p>Quem o diz é Joana Almeida, vereadora da Câmara Municipal de Lisboa com o pelouro dos Sistemas de Informação e Cidade Inteligente, em entrevista escrita à Smart Cities. A responsável revela ainda o programa e expetativas da autarquia para este PSCS e traça o posicionamento de Lisboa face às outras cidades europeias e mundiais.</p></div>
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				<div class="et_pb_text_inner"><p><strong>Este ano, Lisboa é a cidade convidada do Portugal Smart Cities Summit. Quais as principais novidades e destaques do programa preparado pelo município?</strong></p>
<p>Lisboa acolheu com orgulho e um profundo sentido de responsabilidade o convite para ser a Cidade Convidada do Portugal Smart Cities Summit 2025. Esta distinção representa uma oportunidade única para reforçar o posicionamento da marca Lisboa enquanto referência nacional e internacional em inovação e inteligência urbana.</p>
<p>Um dos grandes destaques será a conferência “Lisboa, Capital da Inovação Sustentável, Inclusiva e Centrada nas Pessoas”, onde daremos visibilidade ao trabalho que temos vindo a desenvolver para tornar Lisboa uma cidade cada vez mais inteligente, resiliente e orientada para o bem-estar dos que aqui vivem, trabalham e visitam.</p>
<p>O <em>stand</em> da Câmara Municipal de Lisboa será um verdadeiro espaço de descoberta e experimentação. Apresentaremos os projetos mais emblemáticos da cidade nas áreas da mobilidade, ambiente, governança, economia, infraestruturas e sociedade — os seis pilares da Estratégia Lisboa Inteligente 2030, que será oficialmente apresentada durante o evento.</p>
<p>Os visitantes poderão interagir com plataformas digitais, simuladores e <em>dashboards</em> que ilustram como a tecnologia está ao serviço de uma cidade mais eficiente e humana. Teremos ainda um programa dinâmico de miniconferências e <em>talks</em>, onde aprofundaremos temas e projetos com impacto direto na vida das pessoas.</p>
<p>Este ano, o evento decorre em junho, mês das Festas da Cidade, o que nos permite também mostrar como a nossa plataforma de cidade inteligente contribui para uma gestão urbana eficaz em momentos de grande afluência, articulando segurança, limpeza e mobilidade de forma integrada e inteligente.</p>
<p><strong>O que nos pode adiantar sobre a apresentação da Estratégia Lisboa Inteligente 2030?</strong></p>
<p>A construção da Estratégia Lisboa Inteligente 2030 tem sido um processo profundamente mobilizador e transformador. Trata-se de um projeto de cidade que envolve todos os serviços e empresas municipais, promovendo uma visão partilhada e um compromisso coletivo com a inovação, a sustentabilidade e a inteligência urbana.</p>
<p>Estamos na fase final de elaboração do plano de ação, que integra medidas concretas e metas ambiciosas, alinhadas com os grandes desafios urbanos do presente e do futuro. Este plano será apresentado no último dia do PSCS, numa conferência dedicada exclusivamente à Estratégia, onde partilharemos com todos o trabalho feito.</p>
<p>A Estratégia assenta em três pilares fundamentais:</p>
<ul>
<li>Pessoas – Os trabalhadores municipais são agentes de mudança e inovação. São eles que tornam possível a concretização de uma cidade inteligente, através da sua dedicação, criatividade e capacidade de adaptação.</li>
<li>Organização – A transformação digital exige uma mudança estrutural na forma como a administração pública funciona. Apostamos na modernização de processos, na integração tecnológica e numa cultura organizacional orientada para resultados e para o serviço público de excelência.</li>
<li>Cidade – A cidade inteligente é aquela que coloca as pessoas no centro. É uma cidade mais verde, mais conectada, mais inclusiva e mais eficiente. É uma cidade que escuta, aprende e responde, promovendo qualidade de vida, participação cívica e coesão social.</li>
</ul>
<p>A Estratégia Lisboa Inteligente 2030 é, acima de tudo, um compromisso com o futuro. Um futuro onde Lisboa continuará a afirmar-se como uma <em>smart city</em> de referência, capaz de antecipar desafios e criar soluções inovadoras ao serviço de todos.</p>
<p>Convido todos a visitarem o stand da Câmara Municipal de Lisboa e a participarem nas conferências. Será uma excelente oportunidade para conhecer de perto o que já estamos a fazer — e o muito que ainda está por vir.</p>
<p><strong>Em que conferências vai estar presente e quais as principais ideias e projetos que irá apresentar?</strong></p>
<p>Este ano, a Câmara Municipal de Lisboa assume um papel central no Portugal Smart Cities Summit, enquanto cidade convidada, coorganizando com a AIP/FIL e a Rádio Observador a conferência principal do evento, que terá lugar no dia 5 de junho. Sob o tema “Lisboa, Capital da Inovação Sustentável, Inclusiva e Centrada nas Pessoas”, esta conferência será um momento-chave para refletir sobre o futuro das cidades e o papel da inovação urbana na melhoria da qualidade de vida.</p>
<p>Será uma oportunidade privilegiada para partilhar a visão estratégica da cidade, apresentar projetos transformadores e promover o diálogo com especialistas, decisores e cidadãos. No centro da discussão estará a Estratégia Lisboa Inteligente 2030, que propõe uma abordagem integrada à transformação digital da cidade, assente em premissas como a transparência, a eficiência dos serviços públicos, a sustentabilidade ambiental e a participação ativa dos cidadãos.</p>
<p>Vamos destacar projetos que demonstram como Lisboa está a aplicar tecnologia de forma inteligente e ética, promovendo uma cidade mais verde, mais conectada e mais inclusiva. Esta conferência será, acima de tudo, um espaço de inspiração e partilha, onde Lisboa se afirma como uma cidade que aprende, inova e lidera com propósito.</p>
<p><strong>Em matéria de cidades inteligentes, como está Lisboa face às restantes cidades europeias e mundiais?</strong></p>
<p>Lisboa tem vindo a afirmar-se como uma cidade em constante evolução no panorama das smart cities, com uma abordagem estratégica que combina inovação tecnológica, sustentabilidade e inclusão social. Através da construção da Estratégia Lisboa Inteligente 2030, realizámos um mapeamento aprofundado das melhores práticas internacionais, identificando tendências emergentes e soluções eficazes nas áreas da mobilidade, governança digital, ambiente urbano e participação cidadã.</p>
<p>As cidades mais avançadas neste domínio não se destacam apenas pela adoção de tecnologia, mas também pela capacidade de promover reformas organizacionais, integrar dados de forma inteligente e envolver ativamente os cidadãos. Lisboa está a trilhar esse caminho com determinação e já implementou um conjunto robusto de soluções que, embora muitas vezes invisíveis no quotidiano, têm um impacto direto na vida das pessoas.</p>
<p>Entre os exemplos mais relevantes, destacam-se:</p>
<ul>
<li>Ambiente: uma rede de sensores que monitoriza em tempo real a qualidade do ar, ruído, temperatura, tráfego e consumo de água, permitindo uma gestão ambiental mais eficaz;</li>
<li>Mobilidade: uma rede de ciclovias e bicicletas partilhadas, semaforização inteligente e videovigilância do tráfego, promovendo uma mobilidade mais segura e sustentável;</li>
<li>Governança e dados: a Plataforma de Gestão Inteligente de Lisboa, o Portal Lisboa Aberta com dados em formatos abertos, e a rede de comunicações LoRa, que suporta sistemas IoT públicos e privados;</li>
<li>Participação cidadã: as aplicações NaMinhaRuaLX e Lisboa.24, o Conselho de Cidadãos e o Portal Lisboa Participa, que reforçam a proximidade entre a autarquia e os munícipes.</li>
</ul>
<p>Lisboa está, assim, numa posição sólida para se comparar com várias cidades europeias de referência. Mais do que seguir tendências, está a contribuir ativamente para moldar o futuro das cidades inteligentes, com soluções que podem servir de inspiração a outras realidades urbanas.</p>
<p><strong>Quais os principais desafios que Lisboa irá enfrentar nesta transição ambiental e climática, que se quer cada vez mais inteligente?</strong></p>
<p>Lisboa enfrenta desafios significativos na sua transição ambiental e climática, num contexto em que a inteligência urbana se torna cada vez mais essencial para garantir uma cidade resiliente, sustentável e preparada para o futuro. Entre os principais desafios estão a adaptação às alterações climáticas — como o aumento da frequência e intensidade das ondas de calor, o risco de inundações urbanas e a pressão crescente sobre os recursos hídricos — bem como a necessidade urgente de reduzir as emissões de carbono e promover uma mobilidade mais sustentável e inclusiva.</p>
<p>Para responder eficazmente a estes desafios, é fundamental adotar uma abordagem baseada em dados, que permita recolher, integrar e analisar informação em tempo real sobre o ambiente urbano — desde os padrões de tráfego e qualidade do ar até ao consumo energético e às dinâmicas populacionais. A inteligência artificial (IA) desempenha aqui um papel crucial, ao permitir identificar padrões, prever impactos e apoiar decisões mais informadas e eficazes. Em Lisboa, já integramos IA no dia-a-dia dos serviços municipais, e o nosso objetivo é torná-la cada vez mais acessível e útil também para os cidadãos.</p>
<p>Um dos projetos mais promissores neste caminho é o Lisboa Digital Twin — uma réplica digital da cidade que permitirá simular cenários futuros, testar o impacto de diferentes medidas e apoiar o planeamento urbano com maior precisão. Esta ferramenta será essencial para reduzir riscos, melhorar a eficiência das políticas públicas e reforçar a transparência e a comunicação com os cidadãos.</p>
<p>Acreditamos que só com uma abordagem verdadeiramente inteligente — que combine tecnologia, inovação, participação cidadã e compromisso político — será possível garantir uma transição climática justa, eficaz e centrada nas pessoas. Lisboa está preparada para liderar este caminho, com ambição, responsabilidade e visão de futuro.</p></div>
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				<div class="et_pb_text_inner"><p style="text-align: center;"><em><br />Este artigo foi originalmente publicado na edição nº 46 da Smart Cities &#8211; Janeiro/Fevereiro/Março 2025.</em></p></div>
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		<item>
		<title>&#8220;Agentes seniores&#8221; chamados a intervir para uma cidade mais sustentável</title>
		<link>https://smart-cities.pt/ambiente/agentes-seniores-chamados-a-intervir-na-criacao-de-uma-cidade-mais-sustentavel-22-05-2025/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=agentes-seniores-chamados-a-intervir-na-criacao-de-uma-cidade-mais-sustentavel-22-05-2025</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Smart Cities]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 22 May 2025 08:00:42 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Ambiente]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[agentes seniores]]></category>
		<category><![CDATA[câmara municipal do porto]]></category>
		<category><![CDATA[cidades sustentáveis]]></category>
		<category><![CDATA[porto ambiente]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>“A sustentabilidade não tem idade” é o novo programa do município do Porto, destinado a pessoas com mais de 65 anos. A missão dos “agentes seniores” passa por ajudar a construir uma cidade mais sustentável, através do seu conhecimento e experiência. </p>
<p>O conteúdo <a rel="nofollow" href="https://smart-cities.pt/ambiente/agentes-seniores-chamados-a-intervir-na-criacao-de-uma-cidade-mais-sustentavel-22-05-2025/">&#8220;Agentes seniores&#8221; chamados a intervir para uma cidade mais sustentável</a> aparece primeiro em <a rel="nofollow" href="https://smart-cities.pt">Smart Cities</a>.</p>
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				<div class="et_pb_text_inner"><span style="font-weight: 400;">“A sustentabilidade não tem idade” é o novo programa do município do Porto, destinado a pessoas com mais de 65 anos. A missão dos “agentes seniores” passa por ajudar a construir uma cidade mais sustentável, através do seu conhecimento e experiência. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O projeto, promovido pela Porto Ambiente, tem como objetivo promover o envelhecimento ativo, através da criação de uma bolsa de “agentes seniores”. O programa convida os seniores da cidade a integrarem as equipas de sensibilização da Porto Ambiente e serem, também eles, agentes de mudança, ao estimular boas práticas ambientais e ao contribuir para uma maior qualidade de vida no espaço urbano.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Os participantes no programa terão acesso a sessões informativas sobre gestão de resíduos e reciclagem, dinamizadas pela equipa de formação ambiental da Porto Ambiente, bem como a um kit “Agente Sénior’. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A iniciativa, integrada no Plano de Ação “Porto Cidade Amiga das Pessoas Idosas 2023-2025”, “visa reforçar o compromisso da cidade em criar oportunidades de participação ativa na comunidade, para os mais velhos, e assegurar respostas adequadas às necessidades de uma população cada vez mais envelhecida”, esclarece a Porto Ambiente num comunicado enviado às redações. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Para o arranque do projeto foi lançada uma ação de ativação em algumas zonas da cidade onde, tradicionalmente, estes cidadãos se reúnem para convívio diário e momento de lazer.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O objetivo é destacar a importância do papel dos seniores na preservação ambiental e na construção de uma cidade mais sustentável, apelando ao envolvimento cívico desta faixa etária.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Para reforçar a visibilidade do programa, arranca, em simultâneo, uma campanha de comunicação urbana, com presença em mupis distribuídos por toda a cidade e também na rede autocarros da rede STCP, desafiando os idosos a tornarem-se um “Agente Sénior”.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Estão previstas sessões já nos dias 3, 4 e 5 de junho e as inscrições já se encontram abertas. </span></p>
<p><em>Fotografia de destaque: Porto Ambiente</em></div>
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				<div class="et_pb_promo_description"><h2 class="et_pb_module_header">Leia também</h2></div>
				<div class="et_pb_button_wrapper"><a class="et_pb_button et_pb_promo_button" href="https://smart-cities.pt/opiniao-entrevista/construir-um-futuro-sustentavel-o-desafio-de-portugal-na-transicao-energetica-18-02/" target="_blank">Construir um Futuro Sustentável: O desafio de Portugal na transição energética</a></div>
			</div>
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		<item>
		<title>Um diálogo sobre o futuro das cidades e da natureza: Matosinhos discute biodiversidade urbana</title>
		<link>https://smart-cities.pt/noticias/um-dialogo-sobre-o-futuro-das-cidades-e-da-natureza-matosinhos-discute-biodiversidade-urbana-21-05/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=um-dialogo-sobre-o-futuro-das-cidades-e-da-natureza-matosinhos-discute-biodiversidade-urbana-21-05</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Nelson Jerónimo Rodrigues]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 21 May 2025 06:10:52 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Desenvolvimento Sustentável]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[biodiversidade urbana]]></category>
		<category><![CDATA[biovidersidade]]></category>
		<category><![CDATA[debate]]></category>
		<category><![CDATA[matosinhos]]></category>
		<category><![CDATA[verde preto]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Como podemos tornar os espaços urbanos mais verdes, resilientes e sustentáveis? A pergunta serve de mote ao debate “Biodiversidade Urbana”, a decorrer esta quinta-feira na Antiga Fábrica Vasco da Gama, em Matosinhos, reúnindo especialistas nas áreas da ecologia, urbanismo sustentável e soluções baseadas na natureza.</p>
<p>O conteúdo <a rel="nofollow" href="https://smart-cities.pt/noticias/um-dialogo-sobre-o-futuro-das-cidades-e-da-natureza-matosinhos-discute-biodiversidade-urbana-21-05/">Um diálogo sobre o futuro das cidades e da natureza: Matosinhos discute biodiversidade urbana</a> aparece primeiro em <a rel="nofollow" href="https://smart-cities.pt">Smart Cities</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="et_pb_section et_pb_section_7 et_section_regular" >
				
				
				
				
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				<div class="et_pb_text_inner"><p>Como podemos tornar os espaços urbanos mais verdes, resilientes e sustentáveis? A pergunta serve de mote ao debate “Biodiversidade Urbana”, a decorrer esta quinta-feira na Antiga Fábrica Vasco da Gama, em Matosinhos.</p>
<p>Realizada por ocasião do Dia Internacional da Biodiversidade (22 de maio), a iniciativa reúne vários especialistas portugueses nas áreas da ecologia, urbanismo sustentável e soluções baseadas na natureza. O objetivo é apresentar “uma conversa aberta e acessível ao público sobre os desafios e oportunidades da biodiversidade em contexto urbano” e, ao mesmo tempo, “pensar em soluções integradas e inovadoras para o futuro sustentável do território”, diz a organização.</p>
<p>Entre os oradores estão Carlos Fonseca, professor da Universidade de Aveiro e investigador nas áreas da conservação da biodiversidade e gestão de ecossistemas florestais, e Paulo Farinha Marques, arquiteto paisagista e diretor do Jardim Botânico da Universidade do Porto. A eles junta-se ainda Paulo Palha, presidente da Associação Nacional de Coberturas Verdes (ANCV), bem como o jornalista Luís Henrique Pereira, moderador da conversa.</p>
<p>Os quatro vão refletir sobre diversas temáticas, como os desafios à conservação da biodiversidade nas cidades portuguesas, o impacto da nova Lei do Restauro da Natureza no planeamento urbano, e o papel das infraestruturas verdes na regeneração ambiental dos centros urbanos.</p>
<p>Com início às 16h00, o debate tem entrada gratuita, mas sujeita a inscrição prévia através deste <a href="https://docs.google.com/forms/d/1nPU9iO35GtNU3INmepSAeJysFnutOcBnCyavsQyrUp4/viewform?edit_requested=true" target="_blank" rel="noopener">link</a>. No final, os participantes são convidados a conhecer a exposição “Verde Preto”, patente até ao dia 31 de julho na Antiga Fábrica Vasco da Gama.</p>
<p>Tanto o debate como a exposição acontecem no âmbito de um evento organizado pela Câmara Municipal de Matosinhos, também intitulado “Verde Preto”, que procura sensibilizar a população para a importância da neutralidade carbónica. Para isso, tem reunido<br />especialistas, decisores políticos e representantes da comunidade, desafiando-os a apresentar e discutir soluções inovadoras que ajudem a alcançar a neutralidade carbónica até 2030.</p>
<p><strong><br /></strong>Fotografia de destaque: Unsplash</p></div>
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		<title>Lisboa debate cidades inteligentes e saúde digital</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Nelson Jerónimo Rodrigues]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 20 May 2025 06:39:06 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[cidades inteligentes]]></category>
		<category><![CDATA[Lisboa]]></category>
		<category><![CDATA[saúde digital]]></category>
		<category><![CDATA[Smart Cities & Digital Health Summit]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>“Transformando Dados em Qualidade de Vida” é o lema da Smart Cities &#038; Digital Health Summit, realizada na próxima segunda-feira, dia 26 de maio, na sede da Microsoft Portugal, em Lisboa. O encontro junta especialistas, decisores políticos, empresas tecnológicas e académicos.</p>
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				<div class="et_pb_text_inner"><p>“Transformando Dados em Qualidade de Vida” é o lema da Smart Cities &amp; Digital Health Summit, realizada na próxima segunda-feira, dia 26 de maio, na sede da Microsoft Portugal, em Lisboa. O encontro junta especialistas, decisores políticos, empresas tecnológicas e académicos para refletir sobre o papel das smart cities na promoção de uma vida saudável, segura e inclusiva para os cidadãos.</p>
<p>“Explorar como a tecnologia, a ciência dos dados e a inovação colaborativa estão a transformar os ecossistemas urbanos e os sistemas de saúde”, “promover o diálogo entre cidades” e “apresentar casos de sucesso e projetos emergentes que demonstram impacto positivo na qualidade de vida dos cidadãos” são alguns dos objetivos da cimeira, anuncia a organização.</p>
<p>Ao longo do dia, haverá painéis de discussão, apresentações de casos de estudo europeus e workshops práticos, demonstrações tecnológicas e momentos de networking e cocriação entre setores público, privado e académico.</p>
<p>A transformação digital dos ecossistemas urbanos e a inteligência artificial (IA); os dados em saúde pública; a mobilidade inteligente e a acessibilidade; e sustentabilidade e bem-estar nos centros urbanos são alguns dos temas em destaque.</p>
<p>A sessão de abertura está prevista para as 9h00, a cargo do presidente da Câmara Municipal de Lisboa, Carlos Moedas, seguindo-se a apresentação (remota) de um <em>keynote</em> internacional (nome a anunciar) e de Miguel Castro Neto, diretor da NOVA Information Management School (NOVA IMS).</p>
<p>Segue-se um painel sobre “A Transformação das Cidades através da Saúde Digital e IA” e workshops com casos práticos de integração de soluções digitais para cidades. Depois do almoço acontecem várias sessões técnicas e o painel de encerramento sobre estratégias para um futuro integrado. Este abordará, por exemplo, a colaboração entre o setor público, privado e a academia no desenvolvimento sustentável das cidades inteligentes, bem como os benefícios da tecnologia para todas as camadas da sociedade.</p>
<p>Promovida pela plataforma cívica Digital Health Portugal, em colaboração com a Microsoft, a Smart Cities &amp; Digital Health Summit tem participação gratuita, mas sujeita a inscrição, através do link <a href="http://www.digitalhealthportugal.eu" target="_blank" rel="noopener">www.digitalhealthportugal.eu</a></p>
<p>Fotografia de destaque: Shutterstock</p></div>
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				<div class="et_pb_promo_description"><h2 class="et_pb_module_header">Leia também</h2></div>
				<div class="et_pb_button_wrapper"><a class="et_pb_button et_pb_promo_button" href="https://smart-cities.pt/noticias/portugal-smart-cities-summit-regressa-em-junho-com-novo-formato-07-05/" target="_blank">Portugal Smart Cities Summit regressa em junho com novo formato</a></div>
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		<title>Sevilha acolhe congresso europeu sobre mobilidade limpa</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Smart Cities]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 19 May 2025 08:00:04 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Mobilidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[ceiia]]></category>
		<category><![CDATA[mobilidade]]></category>
		<category><![CDATA[plataforma mobilidade inteligente]]></category>
		<category><![CDATA[sevilha]]></category>
		<category><![CDATA[sistema de transportes inteligentes]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A 16ª. edição do Congresso Europeu ITS começa esta segunda-feira e decorre até dia 21 de maio, em Sevilha. Este ano será debatida a mobilidade limpa, resiliente e conectada.</p>
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				<div class="et_pb_text_inner"><span style="font-weight: 400;">A 16ª. edição do <a href="https://itsworldcongress.com/">Congresso Europeu ITS</a> começa esta segunda-feira e decorre até dia 21 de maio, em Sevilha. Este ano será debatida a mobilidade limpa, resiliente e conectada, num congresso técnico-científico que pretende ser uma plataforma para a partilha de conhecimento e definição de políticas no domínio dos Sistemas de Transporte Inteligentes (ITS). </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Com uma programação multidisciplinar, orientada para soluções concretas, o evento irá reunir peritos da indústria, centros de I&amp;D, instituições europeias e autoridades de transportes, focando-se em temas estruturantes como a descarbonização dos transportes, automação, interoperabilidade, gestão inteligente de tráfego e integração de dados em tempo real.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O Congresso ITS 2025 “assume particular relevância no atual contexto europeu, ao alinhar-se com os objetivos do Pacto Ecológico Europeu e da Estratégia de Mobilidade Sustentável e Inteligente da Comissão Europeia”, anuncia a ITS Portugal. A associação destaca ainda que “a componente regional do congresso irá permitir evidenciar o facto dos projetos locais contribuírem para os objetivos globais da UE em matéria de mobilidade sustentável e transformação digital”. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Portugal tem vindo a afirmar-se como um ator neste ecossistema europeu, com múltiplas iniciativas no âmbito da mobilidade inteligente. Projetos como o CEiiA – Centre of Engineering and Product Development, que desenvolve soluções de mobilidade urbana sustentáveis e plataformas de monitorização de emissões em tempo real, ou o Living Lab de Cascais, que integra veículos partilhados, sensores urbanos e gestão preditiva do tráfego, são exemplos do contributo nacional para a inovação ITS.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Destacam-se ainda iniciativas como o sistema de gestão integrada de mobilidade da cidade do Porto (DGT Porto), baseado em análise preditiva e coordenação semafórica inteligente, bem como a participação portuguesa em projetos europeus financiados pelo Horizonte Europa, como o SHOW (Shared automation Operating models for Worldwide adoption) ou o 5G-MOBIX, onde foram testadas comunicações veículo-infraestrutura (V2X) na fronteira luso-espanhola.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O Congresso é uma oportunidade valiosa para as entidades portuguesas apresentarem as suas soluções e fortalecer parcerias transnacionais. A presença de representantes da Comissão Europeia, autoridades nacionais e municipais, e stakeholders privados irá proporcionar um espaço de diálogo técnico e institucional fundamental para acelerar a implementação das políticas ITS em Portugal.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Com sessões plenárias, fóruns técnicos, demonstrações ao vivo e uma área de exposição dedicada às soluções mais recentes, o evento assume-se como uma montra de excelência para os avanços em mobilidade inteligente e colaborativa.</span></p>
<p><em>Fotografia de destaque: Shutterstock</em></div>
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				<div class="et_pb_promo_description"><h2 class="et_pb_module_header">Leia também</h2></div>
				<div class="et_pb_button_wrapper"><a class="et_pb_button et_pb_promo_button" href="https://smart-cities.pt/opiniao-entrevista/construir-um-futuro-sustentavel-o-desafio-de-portugal-na-transicao-energetica-18-02/" target="_blank">Construir um Futuro Sustentável: O desafio de Portugal na transição energética</a></div>
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