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	<title>Smart Cities</title>
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	<description>Cidades Sustentáveis</description>
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	<title>Smart Cities</title>
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		<title>Uma nova página para a Smart Cities</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Smart Cities]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 02 Jun 2025 09:39:54 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Ambiente]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[s_cities]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Chegou a s_cities. Um novo começo para um projeto com história. A partir de agora, este site deixará de ser atualizado. Convidamos a visitarem o site da s_cities, onde encontrarão conteúdos, entrevistas, reportagens e crónicas que abrem caminho para esta nova fase.</p>
<p>O conteúdo <a rel="nofollow" href="https://smart-cities.pt/ambiente/uma-nova-pagina-para-a-smart-cities-01-06-2025/">Uma nova página para a Smart Cities</a> aparece primeiro em <a rel="nofollow" href="https://smart-cities.pt">Smart Cities</a>.</p>
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				<div class="et_pb_text_inner"><p><span style="font-weight: 400;">Chegou a s_cities. Um novo começo para um projeto com história.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Durante mais de dez anos, a revista “Smart Cities” foi uma plataforma de informação, reflexão e inspiração para quem acredita que as cidades podem ser melhores. Contámos histórias de inovação, sustentabilidade, participação e tecnologia. Demos voz a projetos e protagonistas que, em vários pontos do país, contribuíram para transformar os lugares onde vivemos.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Criámos, ao longo desse percurso, uma comunidade de leitores empenhados em pensar e fazer a cidade. E é com esse mesmo espírito que hoje damos início a um novo capítulo.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A “Smart Cities” transforma-se agora em s_cities — uma nova identidade e, sobretudo, um novo projeto editorial.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Mais do que uma mudança de nome ou imagem, esta transição marca uma evolução profunda na forma como queremos abordar os desafios urbanos. A s_cities nasce como uma plataforma que cruza jornalismo e arte, pensamento e criação, onde diferentes vozes e perspetivas podem coexistir, dialogar e inspirar.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Queremos continuar a dar espaço às boas ideias que fazem a diferença — mas com mais profundidade, mais crítica construtiva e maior abertura a formatos inovadores. Mantemos o compromisso com a sustentabilidade, a participação cidadã e a regeneração urbana. Mas queremos também ampliar o debate, introduzir novas linguagens, cruzar saberes, estimular o imaginário.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A partir de agora, este site deixará de ser atualizado. Convidamos a visitarem o site da s_cities, onde encontrarão conteúdos, entrevistas, reportagens e crónicas que abrem caminho para esta nova fase: </span><a href="https://s-cities.pt"><span style="font-weight: 400;">www.s-cities.pt</span></a></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Agradecemos a todos os que nos acompanharam até aqui. Esta mudança só faz sentido se for feita consigo — com os leitores, os autores, os especialistas, os cidadãos e cidadãs que acreditam que é possível transformar as cidades. Juntos, vamos continuar a imaginar, inspirar e transformar.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Bem-vindos à s_cities.</span></p></div>
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				<div class="et_pb_promo_description"><h2 class="et_pb_module_header">Leia também</h2></div>
				<div class="et_pb_button_wrapper"><a class="et_pb_button et_pb_promo_button" href="https://smart-cities.pt/opiniao-entrevista/construir-um-futuro-sustentavel-o-desafio-de-portugal-na-transicao-energetica-18-02/" target="_blank">Construir um Futuro Sustentável: O desafio de Portugal na transição energética</a></div>
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		<title>Portugal Smart Cities Summit regressa à FIL</title>
		<link>https://smart-cities.pt/smn/portugal-smart-cities-summit-regressa-a-fil-01-06/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=portugal-smart-cities-summit-regressa-a-fil-01-06</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Nelson Jerónimo Rodrigues]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 01 Jun 2025 15:59:35 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Smart Cities Network]]></category>
		<category><![CDATA[FIL]]></category>
		<category><![CDATA[Lisboa]]></category>
		<category><![CDATA[poetugal smart citiers summit.]]></category>
		<category><![CDATA[pscs]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A Fundação AIP promove a 11.ª edição do Portugal Smart Cities Summit, o maior evento nacional dedicado ao futuro das cidades, que decorre de 3 a 5 de junho na FIL – Parque das Nações. Durante três dias, o PSCS será o ponto de encontro dos principais protagonistas da transformação urbana.</p>
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				<div class="et_pb_text_inner"><p>A Fundação AIP promove a 11.ª edição do Portugal Smart Cities Summit, o maior evento nacional dedicado ao futuro das cidades, que decorre de 3<br />a 5 de junho na FIL – Parque das Nações. Durante três dias, o PSCS será o ponto de encontro dos principais protagonistas da transformação urbana, com destaque para municípios, empresas, universidades, startups e diversas entidades públicas.</p>
<p>Esta edição está organizada em quatro áreas temáticas: LIVING (qualidade de vida e bem-estar territorial), MOVE (mobilidade e logística inteligentes), ECO (sustentabilidade e ambiente) e CONNECT (tecnologia e inteligência urbana e territorial). Destaca-se um abrangente ciclo de conferências, que se realizam em simultâneo em dois auditórios distintos, e os Cafés Temáticos – debates informais com especialistas sobre temas do setor.</p>
<p>A “Conferência das Autarquias, Empresas e Cidadãos” marca a abertura oficial da programação do Portugal Smart Cities Summit e conta com a participação das Câmaras Municipais do Fundão, Barreiro, Oeiras, Pombal, Mafra, Seixal, Alenquer e Cascais. A partir das 15h00 irá decorrer a entrega dos Prémios Portugal Smart Cities António Almeida Henriques, que tem como objetivo distinguir e valorizar projetos que contribuem para a construção de cidades mais inteligentes, sustentáveis, inclusivas e conectadas nas categorias: Espaço Público, Mobilidade, Neutralidade Carbónica, Reabilitação Urbana Sustentável e Inteligente, Inclusão Social e Transformação Digital.</p>
<p>Também no dia 3 de junho realiza-se a conferência “OESTE &#8211; Cidades Sustentáveis e Territórios Inteligentes”, focada na descarbonização, transição digital e inclusão social. Esta ação será seguida pela “Conferência Financiamento e Smart Cities”, onde serão discutidas as características, prioridades e critérios de elegibilidade de programas como o Portugal 2030, o PRR e o Fundo Ambiental.</p>
<p>No dia 4 de junho, destaca-se a conferência “Região de Leiria, Um Território Inteligente e Inclusivo”, onde se questiona como é que Leiria se prepara para o futuro, com enfoque em temas como o ambiente, a inclusão social e a competitividade empresarial.</p>
<p>No último dia do PSCS, realiza-se a conferência “Lisboa, Capital da Inovação Sustentável, Inclusiva e Centrada nas Pessoas”, com especialistas, decisores e empreendedores que irão discutir os desafios globais e locais que Lisboa enfrenta. Ainda neste dia, a partir das 16h30, irá realizar-se o Urban Shark Tank: Desafiando Inovações para Cidades Sustentáveis – uma iniciativa onde startups irão apresentar as suas soluções tecnológicas a um painel de investidores.</p></div>
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				<div class="et_pb_text_inner"><p style="text-align: center;"><strong><em>O texto acima é da responsabilidade da entidade em questão, com as devidas adaptações.</em></strong></p></div>
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		<title>Quantas cidades cabem numa ideia? Anuário Smart Cities 2025 já está disponível</title>
		<link>https://smart-cities.pt/noticias/anuario-smart-cities-2025-5-30/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=anuario-smart-cities-2025-5-30</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Smart Cities]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 30 May 2025 07:30:31 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[anuário smart cities 2025]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Já está disponível a edição de 2025 do ANUÁRIO SMART CITIES. Fique a saber quem são os principais agentes deste setor e conheça os projetos que os municípios portugueses estão a implementar nos seus territórios. </p>
<p>O conteúdo <a rel="nofollow" href="https://smart-cities.pt/noticias/anuario-smart-cities-2025-5-30/">Quantas cidades cabem numa ideia? Anuário Smart Cities 2025 já está disponível</a> aparece primeiro em <a rel="nofollow" href="https://smart-cities.pt">Smart Cities</a>.</p>
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				<div class="et_pb_text_inner"><p data-wp-editing="1"><img loading="lazy" class="aligncenter wp-image-38003 size-large" src="https://smart-cities.pt/wp-content/uploads/2025/05/Anua╠urio-2025-1-793x1024.jpg" alt="" width="793" height="1024" srcset="https://smart-cities.pt/wp-content/uploads/2025/05/Anua╠urio-2025-1-793x1024.jpg 793w, https://smart-cities.pt/wp-content/uploads/2025/05/Anua╠urio-2025-1-232x300.jpg 232w, https://smart-cities.pt/wp-content/uploads/2025/05/Anua╠urio-2025-1-768x992.jpg 768w, https://smart-cities.pt/wp-content/uploads/2025/05/Anua╠urio-2025-1-1189x1536.jpg 1189w, https://smart-cities.pt/wp-content/uploads/2025/05/Anua╠urio-2025-1-1585x2048.jpg 1585w, https://smart-cities.pt/wp-content/uploads/2025/05/Anua╠urio-2025-1-220x284.jpg 220w, https://smart-cities.pt/wp-content/uploads/2025/05/Anua╠urio-2025-1-610x788.jpg 610w, https://smart-cities.pt/wp-content/uploads/2025/05/Anua╠urio-2025-1-1080x1395.jpg 1080w, https://smart-cities.pt/wp-content/uploads/2025/05/Anua╠urio-2025-1-400x516.jpg 400w, https://smart-cities.pt/wp-content/uploads/2025/05/Anua╠urio-2025-1-scaled.jpg 1982w" sizes="(max-width: 793px) 100vw, 793px" /></p>
<p><strong>Já está disponível a edição de 2025 do ANUÁRIO SMART CITIES. Fique a saber quem são os principais agentes deste setor e conheça os projetos que os municípios portugueses estão a implementar nos seus territórios. Aceda gratuitamente à <a href="https://leitor.medialine.pt/#store" target="_blank" rel="noopener">versão digital</a> ou peça o seu <a href="https://leitor.medialine.pt/#store" target="_blank" rel="noopener">exemplar em papel</a> (PVP: 25 Euros)</strong></div>
			</div> <!-- .et_pb_text --><div class="et_pb_button_module_wrapper et_pb_button_0_wrapper  et_pb_module ">
				<a class="et_pb_button et_pb_button_0 et_pb_bg_layout_light" href="https://leitor.smart-cities.pt/" target="_blank">Registe-se e aceda gratuitamente à versão digital do ANUÁRIO SMART CITIES. Clique para saber mais. </a>
			</div><div class="et_pb_module et_pb_text et_pb_text_4  et_pb_text_align_left et_pb_bg_layout_light">
				
				
				<div class="et_pb_text_inner">Nas montanhas, junto ao mar e nas planícies. Vários tamanhos, topografias e formas. Edifícios de escritórios de vários andares e casinhas de pedra cheias de história. Mais gente ou mais sossego. Umas com raízes na tradição, outras com olhos postos na globalização. Temos, em Portugal, cidades para todos os gostos e feitios. Vivemos num país que se desenvolve a várias velocidades, sob contextos tão parametralmente distintos, quão rica é a variedade geográfica e social do nosso território.</p>
<p>A todas estas cidades, apesar de todas as suas especificidades, são colocados os mesmos desafios. Cuidar do território, preservar recursos naturais, combater as alterações climáticas e descarbonizar, apontando para a circularidade da Economia. Facilitar a mobilidade. Tratar do património e impulsionar a cultura. Alavancar, com responsabilidade, as possibilidades de conforto, desenvolvimento e resposta que as novas tecnologias, cada vez mais sofisticadas, potenciam. Consideramos que as cidades verdadeiramente inteligentes são também agradáveis, solidárias e sustentáveis. São aquelas que dão condições de uma vida plena, em todas as suas fases, a todos aqueles que nelas vivem, estudam e trabalham.</p>
<p>Num mundo cada vez mais confuso e imprevisível, uma ideia parece prevalecer. Dados das Nações Unidas apontam para que 70% da população mundial viva em contexto urbano até 2050, prevendo-se que o mercado das “smart cities” duplique até 2032. Cientes da urgência de respostas, conhecemos e divulgamos as boas-práticas e soluções que municípos e empresas apresentam.</p>
<p>Desta forma, pelo sétimo ano consecutivo, a SMART CITIES, com o objetivo de aproximar e interligar os vários intervenientes nas cidades, apresenta mais uma edição do ANUÁRIO SMART CITIES, uma publicação que, mais do que enunciar respostas do presente, esperamos que possa inspirar as soluções do futuro.</p>
<p>Somos comunidade.</p>
<p>Aceda gratuitamente à <a href="https://leitor.medialine.pt/#store" target="_blank" rel="noopener">versão digital</a> ou peça o seu <a href="https://leitor.medialine.pt/#store" target="_blank" rel="noopener">exemplar em papel</a> (P.V.P: 25 Euros) através do e-mail: smartcities@smart-cities.pt</p>
<p><strong>Através desta publicação, continuamos a co-construir a comunidade das <em>smart cities</em> em Portugal!</strong></div>
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			</item>
		<item>
		<title>Cidades mais verdes ajudam a evitar problemas respiratórios, diz estudo</title>
		<link>https://smart-cities.pt/noticias/cidades-mais-verdes-ajudam-a-evitar-problemas-respiratorios-diz-estudo-29-05/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=cidades-mais-verdes-ajudam-a-evitar-problemas-respiratorios-diz-estudo-29-05</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Nelson Jerónimo Rodrigues]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 29 May 2025 07:48:41 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[asma]]></category>
		<category><![CDATA[cidades verdes]]></category>
		<category><![CDATA[doenças respiratórias]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Um em cada 10 casos de asma poderia ser evitado com melhorias no ambiente urbano, revela um estudo que envolveu 350 mil pessoas de sete países da Europa. O trabalho concluiu que a combinação de fatores como a poluição atmosférica, os espaços urbanos densos e a falta de áreas verdes aumentam o risco de asma.</p>
<p>O conteúdo <a rel="nofollow" href="https://smart-cities.pt/noticias/cidades-mais-verdes-ajudam-a-evitar-problemas-respiratorios-diz-estudo-29-05/">Cidades mais verdes ajudam a evitar problemas respiratórios, diz estudo</a> aparece primeiro em <a rel="nofollow" href="https://smart-cities.pt">Smart Cities</a>.</p>
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				<div class="et_pb_text_inner"><p>Um em cada 10 casos de asma poderia ser evitado com melhorias no ambiente urbano, revela um estudo que envolveu 350 mil pessoas de sete países da Europa. O trabalho, realizado pelo Instituto Karolinska<em>, n</em>a Suécia, concluiu que a combinação de fatores como a poluição atmosférica nas cidades, os espaços urbanos densos e a falta de áreas verdes aumentam o risco de asma na população, tanto em crianças como em adultos.</p>
<p>“Sabemos que a asma tem causas multifatoriais, incluindo genética e estilo de vida, mas o nosso estudo mostra que uma parcela significativa dos casos está ligada a fatores ambientais modificáveis”, explicou Zhebin Yu, um dos autores do documento, publicado na revista <em>The Lancet Regional Health – Europe.</em></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>“Estudos anteriores calcularam o risco de um fator ambiental de cada vez, mas nós combinámos vários fatores ambientais e descrevemos a forma como estes, em conjunto, afetam o risco de desenvolver asma. Isto proporciona uma melhor explicação dos riscos ambientais, uma vez que a vida na cidade costuma envolver a exposição a vários fatores de risco ambiental ao mesmo tempo&#8221;, acrescentou o investigador e professor universitário.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>De facto, durante o período do estudo, quase 7.500 participantes desenvolveram asma e, de um modo geral, observou-se que os maiores riscos estão associados a uma elevada exposição a partículas e dióxido de azoto, bem como aos “agrupamentos caracterizados por uma elevada área construída e baixos níveis de vegetação”.</p>
<p>Utilizando uma pontuação de risco ambiental que combina os três domínios, a exposição conjunta destes fatores foi consistentemente associada a riscos mais elevados de asma, levando os investigadores a admitir que 11,6% dos casos identificados poderiam ser explicados por uma combinação multifatorial.</p>
<p>Para minimizar os impactos das doenças respiratórias – só a asma afeta cerca de 340 milhões de pessoas em todo o mundo -, os cientistas apresentaram um conjunto de recomendações às cidades e ao poder local. Entre elas estão a redução do tráfego de veículos poluentes em áreas densamente povoadas, a expansão de áreas verdes e corredores de ar puro e uma maior fiscalização dos limites de emissões poluentes.</p>
<p>O mesmo significa dizer que um planeamento urbano que tenha em conta os riscos identificados pelo estudo poderá evitar e atenuar o desenvolvimento de problemas do foro respiratório. “Se as cidades priorizarem um ambiente mais saudável, podemos prevenir milhares de casos de asma e outras doenças respiratórias”, concluiu o coautor do estudo Erik Melén.</p>
<p>Fotografia de destaque: Unsplash</p></div>
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			</item>
		<item>
		<title>Porto reduz perdas de água na última década</title>
		<link>https://smart-cities.pt/ambiente/porto-reduz-perdas-de-agua-na-ultima-decada-28-05-2025/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=porto-reduz-perdas-de-agua-na-ultima-decada-28-05-2025</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Smart Cities]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 28 May 2025 08:00:08 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Ambiente]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Águas e Energia do Porto]]></category>
		<category><![CDATA[ambiente]]></category>
		<category><![CDATA[cmp]]></category>
		<category><![CDATA[desperdício de água]]></category>
		<category><![CDATA[Porto]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Em dez anos, o Porto conseguiu reduzir para quase metade a taxa de água desperdiçada. Já ao longo dos últimos 19 anos, a gestão sustentável da água pela autarquia, através da empresa municipal Águas e Energia do Porto, permitiu diminuir o índice de Água Não Faturada (ANF) de 52,38% para 12,27% (2024). </p>
<p>O conteúdo <a rel="nofollow" href="https://smart-cities.pt/ambiente/porto-reduz-perdas-de-agua-na-ultima-decada-28-05-2025/">Porto reduz perdas de água na última década</a> aparece primeiro em <a rel="nofollow" href="https://smart-cities.pt">Smart Cities</a>.</p>
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				<div class="et_pb_text_inner"><p><b>Em dez anos, o Porto conseguiu reduzir para quase metade a taxa de água desperdiçada. Já ao longo dos últimos 19 anos, a gestão sustentável da água pela autarquia, através da empresa municipal Águas e Energia do Porto, permitiu diminuir o índice de Água Não Faturada (ANF) de 52,38% para 12,27% (2024). </b></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Desde o início da atividade da Águas e Energia do Porto, em 2006, que o índice de ANF tem apresentado uma tendência decrescente. Essa evolução resulta de uma estratégia “sólida e inovadora, sustentada por diversos investimentos em equipas especializadas de controlo ativo de perdas, equipamentos tecnológicos, reabilitação de redes de água antigas, melhoria nos processos de controlo da rede e capacitação das equipas responsáveis pela gestão do ciclo da água”, informa a Águas e Energia do Porto em comunicado. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Para Filipe Araújo, presidente da Águas e Energia do Porto, tudo isto faz-se &#8220;com base na gestão integrada, equipas multidisciplinares e investimento em ferramentas digitais que conseguimos alcançar bons resultados&#8221;.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O responsável evidencia, ainda, que &#8220;a redução contínua de perdas de água na rede pública da cidade não é apenas um indicador de eficiência operacional, mas também um compromisso para com a sustentabilidade ambiental e a preservação dos recursos hídricos, alicerçado num abastecimento mais robusto e eficiente para as gerações futuras&#8221;.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">No âmbito do combate às perdas de água, a cidade do Porto tem implementado diversas medidas estratégicas como, por exemplo, o controlo ativo de perdas, que envolve a monitorização e a intervenção diária de equipas especializadas, de forma permanente (24 horas). Também a implementação de mais de 120 zonas de monitorização e controlo (em 2006 eram apenas 8, as zonas identificadas), tem permitido uma melhor setorização e conhecimento do sistema de abastecimento de água da Invicta.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Já a sensorização e digitalização tecnológica do sistema tem contribuído para o controlo em tempo real da rede, otimizando desta forma, a resposta a eventuais anomalias na rede de água.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Além disso, a substituição de condutas antigas e problemáticas, com materiais obsoletos, tem garantido uma maior segurança e eficiência hídrica, assim como uma intervenção célere em caso de roturas na rede.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Acresce que o controlo de ligações indevidas assegura o uso correto da água da rede pública, por parte dos clientes, combatendo furtos e ligações irregulares, promovendo a equidade no acesso à água.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Também a substituição de contadores e a aposta na telemetria têm permitido uma medição mais precisa e integrada dos consumos de água.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">De referir ainda que a empresa municipal tem sido reconhecida e distinguida com diversos prémios nacionais e internacionais.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Por exemplo, o multipremiado projeto &#8220;InnoWave – O Poder do Digital e da IA na Eficiência Hídrica&#8221; diferencia-se pela utilização da inteligência artificial e da automação contribuindo para uma gestão mais inteligente da rede e dos ativos, otimizando, assim, a gestão do sistema de abastecimento de água.</span></p>
<p><em>Fotografia de destaque: Shutterstock</em></p></div>
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				<div class="et_pb_promo_description"><h2 class="et_pb_module_header">Leia também</h2></div>
				<div class="et_pb_button_wrapper"><a class="et_pb_button et_pb_promo_button" href="https://smart-cities.pt/opiniao-entrevista/construir-um-futuro-sustentavel-o-desafio-de-portugal-na-transicao-energetica-18-02/" target="_blank">Construir um Futuro Sustentável: O desafio de Portugal na transição energética</a></div>
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<span class="et_bloom_bottom_trigger"></span><p>O conteúdo <a rel="nofollow" href="https://smart-cities.pt/ambiente/porto-reduz-perdas-de-agua-na-ultima-decada-28-05-2025/">Porto reduz perdas de água na última década</a> aparece primeiro em <a rel="nofollow" href="https://smart-cities.pt">Smart Cities</a>.</p>
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		<title>Como contribuem as cidades para um sistema alimentar mais sustentável?</title>
		<link>https://smart-cities.pt/opiniao-entrevista/como-contribuem-as-cidades-para-um-sistema-alimentar-mais-sustentavel-27-05/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=como-contribuem-as-cidades-para-um-sistema-alimentar-mais-sustentavel-27-05</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Artur Cristóvão]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 27 May 2025 07:36:04 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Opinião / Entrevista]]></category>
		<category><![CDATA[abastecimento alimentar]]></category>
		<category><![CDATA[alimentação]]></category>
		<category><![CDATA[artur cristóvão]]></category>
		<category><![CDATA[cidades]]></category>
		<category><![CDATA[transição alimentar]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>"Há que tornar os sistemas alimentares mais resilientes, com iniciativas inovadoras que partam do diagnóstico dos territórios, vistos como espaços de negociação e de co-construção, e permitam chegar a pactos para uma alimentação saudável, sustentável e acessível". Opinião de Artur Cristovão.</p>
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				<div class="et_pb_text_inner"><p><b><span data-contrast="auto">A pressão do sistema alimentar sobre os recursos do planeta, a pegada ambiental da alimentação, o desperdício, a fome, a subnutrição e os problemas de saúde humana ligados à alimentação são inegáveis e tem sido crescente o destaque dado à importância de produzir mais e melhor localmente, fortalecendo os circuitos curtos e as redes alimentares locais, comendo de forma mais saudável, com menos proteína animal e desperdício.  </span></b><span data-ccp-props="{}"> </span></p>
<p><span data-contrast="auto">As evidências da insustentabilidade do sistema alimentar global são cada vez mais alarmantes e estão amplamente comprovadas e divulgadas em estudos académicos e relatórios produzidos pelas mais diversas organizações nacionais e internacionais, tanto políticas como de investigação, com destaque para o </span><i><span data-contrast="auto">International Food Policy Research Institute</span></i><span data-contrast="auto"> (IFPRI), o </span><i><span data-contrast="auto">Consultative Group on International Agricultural Research</span></i><span data-contrast="auto"> (CGIAR), a </span><i><span data-contrast="auto">Food and Agriculture Organization</span></i><span data-contrast="auto"> (FAO), a Organização Europeia de Cooperação Económica (OCDE) e a União Europeia (UE), assim como por movimentos alimentares e ambientais, como o </span><i><span data-contrast="auto">Food First</span></i><span data-contrast="auto"> ou o </span><i><span data-contrast="auto">Slow Food</span></i><span data-contrast="auto">. </span><span data-ccp-props="{}"> </span></p>
<p><span data-contrast="auto">Por outro lado, são hoje numerosos os exemplos demonstrativos da possibilidade de trilhar vias de transição para a sustentabilidade, com pensamento sistémico, articulando segurança alimentar, eficiência energética, qualidade ambiental, adaptação às alterações climáticas, novas formas de ver a produção, a comercialização e o consumo, e modelos de governança democráticos e empoderadores.  </span><span data-ccp-props="{}"> </span></p>
<p><span data-contrast="auto">Trata-se de colocar as pessoas, o direito humano a uma alimentação adequada e o ambiente no centro das atenções. Por isso, há que tornar os sistemas alimentares mais resilientes, com iniciativas inovadoras que partam do diagnóstico dos territórios, vistos como espaços de negociação e de co-construção, e permitam chegar a pactos para uma alimentação saudável, sustentável e acessível, e que sejam agregadores de diversos atores. </span><span data-ccp-props="{}"> </span></p>
<p><span data-contrast="auto">A construção de alternativas tem mobilizado um vasto leque de intervenientes e gerado numerosas iniciativas e projetos em todo o mundo, bem como a alteração de políticas, como a Estratégia do Prado ao Prato da UE, no âmbito do Pacto Ecológico Europeu. As cidades têm assumido um papel de relevo nestes processos, sendo exemplo o Pacto de Milão, lançado em 2015, que junta cidades de todo o mundo comprometidas com o desenvolvimento de sistemas alimentares sustentáveis, inclusivos, resilientes, seguros e diversos, que forneçam alimentos saudáveis e acessíveis, minimizando o desperdício, conservando a biodiversidade e mitigando os impactos das alterações climáticas. Este Pacto reúne 290 cidades, que representam 490 milhões de habitantes, sendo Lisboa e Torres Vedras signatárias. </span><span data-ccp-props="{}"> </span></p>
<p><span data-contrast="auto">Em Portugal, outras cidades e regiões têm-se mobilizado por esta causa, sendo de destacar: a Área Metropolitana de Lisboa, que definiu uma estratégia de transição alimentar para a sustentabilidade, assente na organização da produção, distribuição e consumo e na valorização dos resíduos alimentares; o Porto, que tem em curso o projeto “Good Food Hubs – Asprela + Sustentável”, sob o mote “Muda a tua alimentação. Transforma o mundo”; e a Região do Algarve, que está a implementar o projeto REVITALGARVE, com intervenções nas áreas de produção, processamento, distribuição, abastecimento, organização, comercialização e consumo de alimentos, tendo também criado a Rede de Mercados Municipais. </span><span data-ccp-props="{}"> </span></p>
<p><span data-contrast="auto">Mais exemplos poderiam ser citados, refletindo intervenções muito diversas e espalhadas por todo o País, desde a criação de hortas comunitárias e sociais ao abastecimento de cantinas escolares e outras por produtores locais, passando pela revitalização de mercados e feiras de venda direta, pela dinamização da agricultura de proximidade e pela educação alimentar de crianças e jovens. </span><span data-ccp-props="{}"> </span></p>
<p><span data-contrast="auto">Neste quadro desafiante foi criada, em 2022, a <a href="https://acsa.ong/quem-somos" target="_blank" rel="noopener">Alimentar Cidades Sustentáveis Associação</a></span><a href="_wp_link_placeholder"><span data-contrast="auto"> </span></a><span data-contrast="auto"><a href="_wp_link_placeholder">(ACSA)</a>, com o objetivo contribuir para a construção coletiva de conhecimento fundamentado e plural e para informar e</span><span data-contrast="auto"> </span><span data-contrast="auto">influenciar as decisões e políticas públicas</span><span data-contrast="auto"> </span><span data-contrast="auto">que conduzam a sistemas alimentares mais sustentáveis, com</span><span data-contrast="auto"> </span><span data-contrast="auto">impactos ambientais, económicos e sociais positivos. </span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Foto de Destaque: <em>Good Food Hubs</em></p></div>
			</div> <!-- .et_pb_text --><div class="et_pb_module et_pb_text et_pb_text_8 et_animated  et_pb_text_align_left et_pb_bg_layout_light">
				
				
				<div class="et_pb_text_inner"><p style="text-align: center;"><em><br />Este artigo foi originalmente publicado na edição n.º 46 da Smart Cities &#8211; janeiro/fevereiro/março 2025</em></p></div>
			</div> <!-- .et_pb_text -->
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		<title>Projeto da Mina da Lagoa Salgada é um perigo para os recursos hídricos da região, alertam ambientalistas</title>
		<link>https://smart-cities.pt/smn/projeto-da-mina-da-lagoa-salgada-e-um-perigo-para-os-recursos-hidricos-da-regiao-alertam-ambientalistas-27-05/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=projeto-da-mina-da-lagoa-salgada-e-um-perigo-para-os-recursos-hidricos-da-regiao-alertam-ambientalistas-27-05</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Smart Cities Network]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 26 May 2025 23:01:01 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Smart Cities Network]]></category>
		<category><![CDATA[ambientalistas]]></category>
		<category><![CDATA[grândola]]></category>
		<category><![CDATA[mina lagoa salgada]]></category>
		<category><![CDATA[zero]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Organizações da sociedade civil alertam que projeto de mineração prevê a exploração de ouro utilizando cianeto de sódio, uma substância altamente tóxica. "Trata-se de mais um exemplo de como a atribuição de estatuto PIN pode ser usada de forma discricionária para contornar restrições legais", acusam.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div class="et_pb_section et_pb_section_6 et_section_regular" >
				
				
				
				
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				<div class="et_pb_text_inner"><p>Organizações da sociedade civil alertam que projeto de mineração prevê a exploração de ouro utilizando cianeto de sódio, uma substância altamente tóxica. </p>
<p>Terminou o processo de consulta pública do Estudo de Impacte Ambiental (EIA) da Mina da Lagoa Salgada, projeto que visa a exploração subterrânea de minerais metálicos de cobre (Cu), chumbo (Pb), zinco (Zn) e metais associados, onde se incluem o ouro (Au) e prata (Ag), nos concelhos de Grândola e Alcácer do Sal. A área abrangida é de 1.649 hectares e inclui infraestruturas para produção de energia fotovoltaica, corredor para linha elétrica e conduta de água para abastecimento da unidade. Este é um projeto com tempo de vida útil expectável de apenas 11 anos, com impactos ambientais, sociais gravosos, e que, incompreensivelmente, obteve o estatuto de Potencial Interesse Nacional (PIN), em 29 de abril de 2022. Esta posição crítica relativamente ao projeto em consulta pública é assumida pela associação ZERO, subscrita em conjunto com as organizações Associação de Agricultores de Grândola, FAPAS, GEOTA, Proteger Grândola e SPEA.</p>
<p>Trata-se de mais um exemplo de como a atribuição de estatuto PIN pode ser usada de forma discricionária para contornar restrições legais e facilitar a aprovação de um projeto privado, cuja utilidade pública é, no mínimo, muito discutível. Este EIA levanta sérias dúvidas, sobretudo quanto aos impactes nos recursos hídricos, ao incompreensível fracionamento do projeto e à eficácia da compensação florestal.</p>
<p>Por outro lado, a presença de habitats de interesse comunitário, como o habitat prioritário charcos temporários mediterrânicos (habitat 3170*), é referida, mas não é analisada em profundidade. Sabe-se que na carta militar existe a identificação de várias lagoas temporárias nessa área, pelo que fica a dúvida sobre se o não aprofundamento desta situação é ou não deliberado.</p>
<p>Quanto aos recursos hídricos, destacam-se três preocupações principais. Em primeiro lugar, o projeto indica que o consumo de água para fins industriais terá origem exclusivamente na água subterrânea, sem recurso a fontes externas. Esta circulará num circuito fechado, sendo compensadas eventuais perdas através do encaminhamento de água tratada, num volume médio estimado de 864 m³ por dia. No entanto, a informação apresentada não é suficientemente clara para dissipar dúvidas sobre o volume anual total de água necessário para o funcionamento da mina, sendo frequentemente utilizados dados relativos apenas a volumes médios extraídos. Ora, não existe qualquer plano alternativo (Plano B) para assegurar o abastecimento em caso de escassez extrema, como durante períodos de seca, o que poderá comprometer a própria operação da mina e criar impactes graves. Acresce que a Mina da Lagoa Salgada está inserida na Região Hidrográfica do Sado e Mira (RH6) que, sendo uma reserva estratégica essencial ao abastecimento público, enfrenta já situações críticas relacionadas com a escassez de água e a sobre-exploração dos recursos hídricos subterrâneos.</p>
<p>Em segundo lugar, preocupa a presença de áreas com rochas potencialmente geradoras de escorrências ácidas, o que representa um risco adicional de contaminação dos recursos hídricos, tanto na fase de exploração, como após o encerramento, devido a possíveis falhas ou anomalias nos depósitos de rejeitados previstos para uma área de cerca de 64 hectares.</p>
<p>Por fim, e em terceiro lugar, o promotor prevê a utilização de cianeto de sódio no processamento do ouro, justificando que as outras alternativas no mercado inviabilizam o projeto do ponto de vista técnico e económico. Contudo, trata-se de uma substância altamente tóxica, com riscos amplamente reconhecidos. Existindo alternativas tecnológicas no mercado, é inaceitável optar por uma abordagem com um potencial de impacte ambiental tão elevado, sobretudo sem garantias sólidas de segurança e de prevenção de acidentes.</p>
<p>No que à floresta diz respeito, este projeto junta-se a muitos outros que, de forma gradual, têm contribuído para a redução da área ocupada por sobreiros em Portugal. O promotor propõe compensar os 32,54 hectares afetados com a plantação de 73 hectares na Herdade da Nogueirinha, além da beneficiação de mais 10 hectares, num compromisso de gestão por 20 anos, afirmando que o povoamento se manterá por cerca de 200 anos. Apesar de este projeto de compensação poder ter méritos e benefícios para a espécie, trata-se de uma medida de longo prazo, que só produzirá efeitos dentro de várias décadas — muito para além da vida útil prevista da mina, estimada em apenas 11 anos. Existem, por isso, sérias dúvidas quanto à eficácia desta compensação, ao que acresce não existirem garantias de sobrevivência das novas plantações num contexto de alterações climáticas, tornando os cálculos de sequestro de carbono a 200 anos um exercício de especulação.</p>
<p>Por fim, este é um projeto que embora mencione o projeto da Linha Elétrica e o projeto da conduta adutora de água, verifica-se que, incompreensivelmente, ambos não serão alvo de avaliação no âmbito desta consulta pública, utilizando um artificio de fracionamento que não faz qualquer sentido em contexto de Avaliação de Impacte Ambiental (AIA).</p>
<p>Para as organizações subscritoras, num cenário de combate às alterações climáticas que já estão a afetar milhões de pessoas em todo o mundo, inclusive na Europa, somos de parecer que este desígnio europeu de reduzir a independência face a outros mercados não pode justificar uma extração de recursos minerais a qualquer custo, sem que sejam devidamente acautelados os impactes sociais, económicos e ambientais,  e que esta lógica de simplificação e agilização de processos administrativos e da desvalorização dos processos de AIA só pode produzir efeitos contraproducentes em matéria de transição energética.</p>
<p>Fotografia de destaque: CM Grândola</p></div>
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				<div class="et_pb_text_inner"><p style="text-align: center;"><strong><em>O texto acima é da responsabilidade da entidade em questão, com as devidas adaptações.</em></strong></p></div>
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			</item>
		<item>
		<title>Cascais promove conferência para comemorar Dia Mundial da Energia</title>
		<link>https://smart-cities.pt/smn/cascais-promove-conferencia-para-comemorar-dia-mundial-da-energia-26-05/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=cascais-promove-conferencia-para-comemorar-dia-mundial-da-energia-26-05</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Smart Cities Network]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 26 May 2025 06:39:08 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Smart Cities Network]]></category>
		<category><![CDATA[cascais]]></category>
		<category><![CDATA[dia mundial enmergia]]></category>
		<category><![CDATA[energia]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>No âmbito do Dia Mundial da Energia, que se celebra a 29 de maio, Cascais irá promover uma conferência dedicada à transição energética justa, onde será apresentado o Plano Municipal de Mitigação da Pobreza Energética.</p>
<p>O conteúdo <a rel="nofollow" href="https://smart-cities.pt/smn/cascais-promove-conferencia-para-comemorar-dia-mundial-da-energia-26-05/">Cascais promove conferência para comemorar Dia Mundial da Energia</a> aparece primeiro em <a rel="nofollow" href="https://smart-cities.pt">Smart Cities</a>.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div class="et_pb_section et_pb_section_7 et_section_regular" >
				
				
				
				
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				<div class="et_pb_text_inner"><p>No âmbito do Dia Mundial da Energia, que se celebra a 29 de maio, Cascais irá promover uma conferência dedicada à transição energética justa, onde será apresentado o Plano Municipal de Mitigação da Pobreza Energética, com destaque para o Fundo Verde de Apoio às Famílias de Cascais e os Espaços Energia. A sessão terá lugar no Auditorium António Champalimaud (sala B137) da Nova SBE, em Carcavelos.</p>
<p>A iniciativa tem como objetivo dar visibilidade ao trabalho desenvolvido pelo município na luta contra a pobreza energética e inspirar a comunidade em geral com soluções integradas e inovadoras, alicerçadas numa perspetiva integrada dos objetivos de descarbonização.</p>
<p>Este evento surge na sequência da aprovação, no passado dia 8 de abril, do Plano Municipal de Mitigação da Pobreza Energética de Cascais, que está alinhado com a Estratégia Nacional de Longo Prazo de Combate à Pobreza Energética, no âmbito dos Objetivos da Agenda 2030. Assume como visão “o combate à pobreza energética, em 2025, e a sua erradicação até 2050, em Cascais”.</p>
<p>Para concretizar este objetivo, o município já tem em curso diversas iniciativas estruturantes, entre as quais se destaca o Fundo Verde de Apoio às Famílias de Cascais, um mecanismo de transição energética justa que disponibiliza apoios progressivos com discriminação positiva às famílias mais vulneráveis. Estão igualmente em funcionamento dois Espaços Energia da Rede Nacional da ADENE, programas de requalificação e de eficiência energética de habitação pública municipal, assim como diferentes programas de apoio social dirigidos a famílias carenciadas.</p>
<p>O plano, agora aprovado, vem sistematizar e amplificar todas estas medidas, propondo objetivos e metas por década, para erradicação da pobreza energética em Cascais até 2050. Constitui um ecossistema muito inovador, não só a nível nacional como a nível europeu.</p>
<p><strong>Programa Dia Mundial da Energia</strong></p>
<p><strong>Data</strong>: 29 de maio</p>
<p>09h30 | Welcome Coffee</p>
<p>10h00 | Abertura &#8211; Presidente da Câmara Municipal de Cascais, Carlos Carreiras</p>
<p>10h05 | Secretário de Estado da Energia, Jean Barroca</p>
<p>10h10 | A Transição energética justa em Cascais &#8211; Diretor Municipal do Ambiente e Sustentabilidade da Câmara Municipal de Cascais, Luís Almeida Capão</p>
<p>10h30 | Mesa-redonda Fundo Verde: O modelo inovador de Cascais</p>
<p>11h10 | Encerramento &#8211; Vice-Presidente da Câmara Municipal de Cascais, Nuno Piteira Lopes</p>
<p>A entrada é livre e os interessados podem inscrever-se através deste <a href="https://ambiente.cascais.pt/pt/formulario/workshop-fundo-verde-apoio-as-familias-cascais-fornecedores-instaladores" target="_blank" rel="noopener">formulário</a>.</p></div>
			</div> <!-- .et_pb_text --><div class="et_pb_module et_pb_text et_pb_text_12 et_animated  et_pb_text_align_left et_pb_bg_layout_light">
				
				
				<div class="et_pb_text_inner"><p style="text-align: center;"><strong><em>O texto acima é da responsabilidade da entidade em questão, com as devidas adaptações.</em></strong></p></div>
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<span class="et_bloom_bottom_trigger"></span><p>O conteúdo <a rel="nofollow" href="https://smart-cities.pt/smn/cascais-promove-conferencia-para-comemorar-dia-mundial-da-energia-26-05/">Cascais promove conferência para comemorar Dia Mundial da Energia</a> aparece primeiro em <a rel="nofollow" href="https://smart-cities.pt">Smart Cities</a>.</p>
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			</item>
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		<title>Parque de energia de ondas em Esposende protege costa da erosão</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Nelson Jerónimo Rodrigues]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 25 May 2025 23:01:13 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Desenvolvimento Sustentável]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[cimaar]]></category>
		<category><![CDATA[energia ondas]]></category>
		<category><![CDATA[erosão costeira]]></category>
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		<category><![CDATA[parque energia ondas]]></category>
		<category><![CDATA[Universidade do Porto]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Além de contribuir para a transição energética verde, a criação de um parque de energia de ondas ao largo de Esposende também poderá favorecer a proteção costeira, revela um estudo desenvolvido por investigadores portugueses.</p>
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				<div class="et_pb_text_inner"><p>Além de contribuir para a transição energética verde, a criação de um parque de energia de ondas ao largo de Esposende também poderá favorecer a proteção costeira, revela um estudo desenvolvido por investigadores portugueses. O trabalho do Centro Interdisciplinar de Investigação Marinha e Ambiental (CIIMAR) e da Faculdade de Engenharia da Universidade do Porto (FEUP) conclui que uma eventual instalação ajudaria a reduzir a erosão como resultado da diminuição da agitação marítima.</p>
<p>Para os autores do estudo, torna-se possível “transformar um problema – erosão costeira ao largo de Esposende – numa oportunidade multi-funcional de produção de energia marinha renovável e proteção costeira, que pode não só servir a população local afeta ao caso de estudo, mas providenciar um ponto de partida para outros trabalhos ao largo da costa portuguesa”.</p>
<p>Em comunicado, o CIMAR sublinha que “ao incorporar a energia das ondas, Portugal poderia tornar-se virtualmente autossuficiente ou mesmo exportador de eletricidade, marcos fundamentais para as estratégias nacionais e europeias de transição energética ‘verde’ e de autonomia”. </p>
<p>Além disso, “não tem de haver competição entre a introdução de soluções de energia das ondas e o funcionamento da zona costeira (como o turismo, pesca e ou as reservas de conservação)”, sustenta o documento. Ainda assim, para garantir uma proposta viável e preservar o ambiente, é essencial o contacto e o envolvimento das comunidades locais e outras partes interessadas, acrescenta-se.</p>
<p>De acordo com Daniel Clemente, primeiro autor do artigo, trata-se de juntar o útil ao benéfico: “se podemos proteger a nossa costa e gerar energia renovável ao mesmo tempo, porque não explorar? Precisamos de soluções disruptivas para estas duas temáticas, mas sem descuidar a minimização de eventuais conflitos com outros usos do espaço marítimo”. Já Francisco Taveira Pinto, líder do grupo de Energia Marinha e Estruturas Hidráulicas reforça “a importância da multifuncionalidade do aproveitamento da energia das ondas.”</p>
<p>Publicado na revista científica internacional “Applied Energy da Elsevier”, o estudo revela que a localização deste parque inovador foi selecionada de modo a minimizar os conflitos de usos do espaço marítimo e promover tanto a geração de energia eletricidade para uso local, como a atenuação do regime de agitação marítima ao largo de Esposende”. Recorde-se que a força das ondas tem sido responsável por problemas de acessibilidade ao rio Cávado, além de fenómenos de assoreamento e erosão ao largo da restinga de Ofir. </p>
<p>Outros estudos já tinham avaliado a colocação de quebra-mares na margem costeira, mas esta abordagem sustenta “uma alternativa ou complemento a essa solução mais ’pesada’”.</p>
<p>Fotografia de destaque: Município de Esposende</p></div>
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		<title>Joana Almeida: “Lisboa está a contribuir ativamente para moldar o futuro das cidades inteligentes”</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Nelson Jerónimo Rodrigues]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 23 May 2025 06:34:23 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Opinião / Entrevista]]></category>
		<category><![CDATA[cidades inteligentes]]></category>
		<category><![CDATA[joana almeidas]]></category>
		<category><![CDATA[Lisboa]]></category>
		<category><![CDATA[portugal smart cities summit]]></category>
		<category><![CDATA[pscs]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Lisboa prepara-se para ser uma das protagonistas da 11.ª edição do Portugal Smart Cities Summit, depois de ter sido escolhida como cidade convidada. A capital quer mostrar que o município “está a aplicar tecnologia de forma inteligente e ética, promovendo uma cidade mais verde, mais conectada e mais inclusiva”, diz a vereadora Joana Almeida. Leia a entrevista.</p>
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				<div class="et_pb_text_inner"><p>Lisboa prepara-se para ser uma das protagonistas da 11.ª edição do Portugal Smart Cities Summit (PSCS), ao ter sido escolhida com a cidade convidada do evento. A capital portuguesa vai dar a conhecer os projetos desenvolvidos neste setor, apostada em mostrar que o município “está a aplicar tecnologia de forma inteligente e ética, promovendo uma cidade mais verde, mais conectada e mais inclusiva”.</p>
<p>Quem o diz é Joana Almeida, vereadora da Câmara Municipal de Lisboa com o pelouro dos Sistemas de Informação e Cidade Inteligente, em entrevista escrita à Smart Cities. A responsável revela ainda o programa e expetativas da autarquia para este PSCS e traça o posicionamento de Lisboa face às outras cidades europeias e mundiais.</p></div>
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				<div class="et_pb_text_inner"><p><strong>Este ano, Lisboa é a cidade convidada do Portugal Smart Cities Summit. Quais as principais novidades e destaques do programa preparado pelo município?</strong></p>
<p>Lisboa acolheu com orgulho e um profundo sentido de responsabilidade o convite para ser a Cidade Convidada do Portugal Smart Cities Summit 2025. Esta distinção representa uma oportunidade única para reforçar o posicionamento da marca Lisboa enquanto referência nacional e internacional em inovação e inteligência urbana.</p>
<p>Um dos grandes destaques será a conferência “Lisboa, Capital da Inovação Sustentável, Inclusiva e Centrada nas Pessoas”, onde daremos visibilidade ao trabalho que temos vindo a desenvolver para tornar Lisboa uma cidade cada vez mais inteligente, resiliente e orientada para o bem-estar dos que aqui vivem, trabalham e visitam.</p>
<p>O <em>stand</em> da Câmara Municipal de Lisboa será um verdadeiro espaço de descoberta e experimentação. Apresentaremos os projetos mais emblemáticos da cidade nas áreas da mobilidade, ambiente, governança, economia, infraestruturas e sociedade — os seis pilares da Estratégia Lisboa Inteligente 2030, que será oficialmente apresentada durante o evento.</p>
<p>Os visitantes poderão interagir com plataformas digitais, simuladores e <em>dashboards</em> que ilustram como a tecnologia está ao serviço de uma cidade mais eficiente e humana. Teremos ainda um programa dinâmico de miniconferências e <em>talks</em>, onde aprofundaremos temas e projetos com impacto direto na vida das pessoas.</p>
<p>Este ano, o evento decorre em junho, mês das Festas da Cidade, o que nos permite também mostrar como a nossa plataforma de cidade inteligente contribui para uma gestão urbana eficaz em momentos de grande afluência, articulando segurança, limpeza e mobilidade de forma integrada e inteligente.</p>
<p><strong>O que nos pode adiantar sobre a apresentação da Estratégia Lisboa Inteligente 2030?</strong></p>
<p>A construção da Estratégia Lisboa Inteligente 2030 tem sido um processo profundamente mobilizador e transformador. Trata-se de um projeto de cidade que envolve todos os serviços e empresas municipais, promovendo uma visão partilhada e um compromisso coletivo com a inovação, a sustentabilidade e a inteligência urbana.</p>
<p>Estamos na fase final de elaboração do plano de ação, que integra medidas concretas e metas ambiciosas, alinhadas com os grandes desafios urbanos do presente e do futuro. Este plano será apresentado no último dia do PSCS, numa conferência dedicada exclusivamente à Estratégia, onde partilharemos com todos o trabalho feito.</p>
<p>A Estratégia assenta em três pilares fundamentais:</p>
<ul>
<li>Pessoas – Os trabalhadores municipais são agentes de mudança e inovação. São eles que tornam possível a concretização de uma cidade inteligente, através da sua dedicação, criatividade e capacidade de adaptação.</li>
<li>Organização – A transformação digital exige uma mudança estrutural na forma como a administração pública funciona. Apostamos na modernização de processos, na integração tecnológica e numa cultura organizacional orientada para resultados e para o serviço público de excelência.</li>
<li>Cidade – A cidade inteligente é aquela que coloca as pessoas no centro. É uma cidade mais verde, mais conectada, mais inclusiva e mais eficiente. É uma cidade que escuta, aprende e responde, promovendo qualidade de vida, participação cívica e coesão social.</li>
</ul>
<p>A Estratégia Lisboa Inteligente 2030 é, acima de tudo, um compromisso com o futuro. Um futuro onde Lisboa continuará a afirmar-se como uma <em>smart city</em> de referência, capaz de antecipar desafios e criar soluções inovadoras ao serviço de todos.</p>
<p>Convido todos a visitarem o stand da Câmara Municipal de Lisboa e a participarem nas conferências. Será uma excelente oportunidade para conhecer de perto o que já estamos a fazer — e o muito que ainda está por vir.</p>
<p><strong>Em que conferências vai estar presente e quais as principais ideias e projetos que irá apresentar?</strong></p>
<p>Este ano, a Câmara Municipal de Lisboa assume um papel central no Portugal Smart Cities Summit, enquanto cidade convidada, coorganizando com a AIP/FIL e a Rádio Observador a conferência principal do evento, que terá lugar no dia 5 de junho. Sob o tema “Lisboa, Capital da Inovação Sustentável, Inclusiva e Centrada nas Pessoas”, esta conferência será um momento-chave para refletir sobre o futuro das cidades e o papel da inovação urbana na melhoria da qualidade de vida.</p>
<p>Será uma oportunidade privilegiada para partilhar a visão estratégica da cidade, apresentar projetos transformadores e promover o diálogo com especialistas, decisores e cidadãos. No centro da discussão estará a Estratégia Lisboa Inteligente 2030, que propõe uma abordagem integrada à transformação digital da cidade, assente em premissas como a transparência, a eficiência dos serviços públicos, a sustentabilidade ambiental e a participação ativa dos cidadãos.</p>
<p>Vamos destacar projetos que demonstram como Lisboa está a aplicar tecnologia de forma inteligente e ética, promovendo uma cidade mais verde, mais conectada e mais inclusiva. Esta conferência será, acima de tudo, um espaço de inspiração e partilha, onde Lisboa se afirma como uma cidade que aprende, inova e lidera com propósito.</p>
<p><strong>Em matéria de cidades inteligentes, como está Lisboa face às restantes cidades europeias e mundiais?</strong></p>
<p>Lisboa tem vindo a afirmar-se como uma cidade em constante evolução no panorama das smart cities, com uma abordagem estratégica que combina inovação tecnológica, sustentabilidade e inclusão social. Através da construção da Estratégia Lisboa Inteligente 2030, realizámos um mapeamento aprofundado das melhores práticas internacionais, identificando tendências emergentes e soluções eficazes nas áreas da mobilidade, governança digital, ambiente urbano e participação cidadã.</p>
<p>As cidades mais avançadas neste domínio não se destacam apenas pela adoção de tecnologia, mas também pela capacidade de promover reformas organizacionais, integrar dados de forma inteligente e envolver ativamente os cidadãos. Lisboa está a trilhar esse caminho com determinação e já implementou um conjunto robusto de soluções que, embora muitas vezes invisíveis no quotidiano, têm um impacto direto na vida das pessoas.</p>
<p>Entre os exemplos mais relevantes, destacam-se:</p>
<ul>
<li>Ambiente: uma rede de sensores que monitoriza em tempo real a qualidade do ar, ruído, temperatura, tráfego e consumo de água, permitindo uma gestão ambiental mais eficaz;</li>
<li>Mobilidade: uma rede de ciclovias e bicicletas partilhadas, semaforização inteligente e videovigilância do tráfego, promovendo uma mobilidade mais segura e sustentável;</li>
<li>Governança e dados: a Plataforma de Gestão Inteligente de Lisboa, o Portal Lisboa Aberta com dados em formatos abertos, e a rede de comunicações LoRa, que suporta sistemas IoT públicos e privados;</li>
<li>Participação cidadã: as aplicações NaMinhaRuaLX e Lisboa.24, o Conselho de Cidadãos e o Portal Lisboa Participa, que reforçam a proximidade entre a autarquia e os munícipes.</li>
</ul>
<p>Lisboa está, assim, numa posição sólida para se comparar com várias cidades europeias de referência. Mais do que seguir tendências, está a contribuir ativamente para moldar o futuro das cidades inteligentes, com soluções que podem servir de inspiração a outras realidades urbanas.</p>
<p><strong>Quais os principais desafios que Lisboa irá enfrentar nesta transição ambiental e climática, que se quer cada vez mais inteligente?</strong></p>
<p>Lisboa enfrenta desafios significativos na sua transição ambiental e climática, num contexto em que a inteligência urbana se torna cada vez mais essencial para garantir uma cidade resiliente, sustentável e preparada para o futuro. Entre os principais desafios estão a adaptação às alterações climáticas — como o aumento da frequência e intensidade das ondas de calor, o risco de inundações urbanas e a pressão crescente sobre os recursos hídricos — bem como a necessidade urgente de reduzir as emissões de carbono e promover uma mobilidade mais sustentável e inclusiva.</p>
<p>Para responder eficazmente a estes desafios, é fundamental adotar uma abordagem baseada em dados, que permita recolher, integrar e analisar informação em tempo real sobre o ambiente urbano — desde os padrões de tráfego e qualidade do ar até ao consumo energético e às dinâmicas populacionais. A inteligência artificial (IA) desempenha aqui um papel crucial, ao permitir identificar padrões, prever impactos e apoiar decisões mais informadas e eficazes. Em Lisboa, já integramos IA no dia-a-dia dos serviços municipais, e o nosso objetivo é torná-la cada vez mais acessível e útil também para os cidadãos.</p>
<p>Um dos projetos mais promissores neste caminho é o Lisboa Digital Twin — uma réplica digital da cidade que permitirá simular cenários futuros, testar o impacto de diferentes medidas e apoiar o planeamento urbano com maior precisão. Esta ferramenta será essencial para reduzir riscos, melhorar a eficiência das políticas públicas e reforçar a transparência e a comunicação com os cidadãos.</p>
<p>Acreditamos que só com uma abordagem verdadeiramente inteligente — que combine tecnologia, inovação, participação cidadã e compromisso político — será possível garantir uma transição climática justa, eficaz e centrada nas pessoas. Lisboa está preparada para liderar este caminho, com ambição, responsabilidade e visão de futuro.</p></div>
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				<div class="et_pb_text_inner"><p style="text-align: center;"><em><br />Este artigo foi originalmente publicado na edição nº 46 da Smart Cities &#8211; Janeiro/Fevereiro/Março 2025.</em></p></div>
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<span class="et_bloom_bottom_trigger"></span><p>O conteúdo <a rel="nofollow" href="https://smart-cities.pt/noticias/joana-almeida-lisboa-esta-a-contribuir-ativamente-para-moldar-o-futuro-das-cidades-inteligentes-23-05/">Joana Almeida: “Lisboa está a contribuir ativamente para moldar o futuro das cidades inteligentes”</a> aparece primeiro em <a rel="nofollow" href="https://smart-cities.pt">Smart Cities</a>.</p>
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