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	<title>Bas Boorsma, autor em Smart Cities</title>
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	<title>Bas Boorsma, autor em Smart Cities</title>
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		<title>Em que ponto da transição digital estão as cidades? Bas Boorsma responde</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Bas Boorsma]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 02 Mar 2022 09:54:57 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Opinião / Entrevista]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Nas últimas décadas, a introdução de novas tecnologias digitais na gestão das cidades e no ambiente urbano trouxe uma panóplia de novas oportunidades para os governos locais ...</p>
<p>O conteúdo <a rel="nofollow" href="https://smart-cities.pt/opiniao-entrevista/transicao-digital-cidades-basboorsma-0203/">Em que ponto da transição digital estão as cidades? Bas Boorsma responde</a> aparece primeiro em <a rel="nofollow" href="https://smart-cities.pt">Smart Cities</a>.</p>
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<div class="column">
<p><strong>Nas últimas décadas, a introdução de novas tecnologias digitais na gestão das cidades e no ambiente urbano trouxe uma panóplia de novas oportunidades para os governos locais. Por todo o mundo, a aplicação destas soluções acontece com objectivos diferentes e a ritmos variados, mas é unânime dizer que a transição digital é um caminho que todas as cidades terão de percorrer. </strong></p>
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<p>
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		<div class='author-info'>
			Bas Boorsma é <em>Chief Digital Officer</em> da cidade de Roterdão, autor do livro <em>A New Digital Deal</em>, professor e especialista em inovação urbana.
		</div> <!-- .author-info -->
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<p>&nbsp;</p></div>
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<div class="column">
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<div class="column">
<p>Estamos ainda numa fase inicial. Isto pode soar estranho, porque vemos tanta coisa a acontecer – tanta conectividade, a chegada do 5G, tantos pilotos e tantos esforços para as <em>smart cities</em> – que dá a sensação de que estamos muito avançados, mas não. Estamos apenas a começar a abraçar aquilo a que chamo o paradigma de rede, em que organizamos as cidades com base em novos princípios de design, nos quais as coisas estão conectadas em rede, em vez de o fazermos de forma centralizada, como aconteceu desde a era industrial até há muito pouco tempo. A Covid-19 acabou por ser um grande acelerador desta mudança.</p>
<p>Começámos [este caminho] com uma agenda tecnológica, o que fez sentido uma vez que estas tecnologias eram novas, e isso foi, afinal, o que nos motivou a encontrar uma série de eficiências para a antiga “ordem mundial”.</p>
<p>Agora, estamos a começar <a href="https://smart-cities.pt/noticias/nos-bastidores-da-inteligencia-urbana-1102/" target="_blank" rel="noopener">a abraçar este novo paradigma</a>, que nos permite usar a tecnologia para outro propósito. Começámos a perguntar-nos qual é o verdadeiro impacto destas tecnologias nos nossos cidadãos – o que significa, por exemplo, para a educação, para a prestação de cuidados de saúde, para a forma como trabalhamos e até onde e quando o fazemos. E esta é uma perspectiva muito mais interessante do que olhar apenas para sensores.</p>
<p>Compreender que o velho mundo centralizado está de saída e que temos de fazer as coisas de forma distribuída e em rede vai ser também essencial se queremos resolver o desafio das alterações climáticas. Apenas tornar as coisas “menos más” não vai salvar a Humanidade, mas abraçar este novo paradigma de rede é um passo muito importante e que está já a acontecer.</p>
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<div class="column">
<p>&#8220;Não pode haver um <em>Pacto Ecológico</em> sem um <em>Novo Pacto Digital</em>. Temos de nos posicionar e abraçar os novos paradigmas gerados pelo mundo digital, de modo a sermos eficazes a lidar com estes desafios [climáticos] e isto aplica-se tipicamente às nossas cidades.&#8221;</p>
</div>
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</div>
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</blockquote></div>
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				<div class="et_pb_text_inner"><p>A Comissão Europeia destaca a importância de um <em>Pacto Ecológico</em> [<em>Green Deal</em>] para a Europa e para o combate à crise climática. Eu diria que não pode haver um <em>Pacto Ecológico</em> sem um <em>Novo Pacto Digital</em> [<a href="https://smart-cities.pt/tic/digitaldeal-01-bas-0/" target="_blank" rel="noopener"><em>New Digital Deal</em>]</a>. Temos de nos posicionar e abraçar os novos paradigmas gerados pelo mundo digital, de modo a sermos eficazes a lidar com estes desafios e isto aplica-se tipicamente às nossas cidades, onde está a maior parte da população e onde se emitem mais gases com efeitos de estufa. As cidades são onde tudo acontece e, por isso, estas devem abraçar o digital e este novo paradigma de rede, que está já a desenrolar-se.</p>
<p>Quando falamos de <em>smart cities</em>, temos de ter a noção de que é algo que nunca vamos alcançar. A cidade inteligente é como um fantasma, o pote de ouro no final do arco-íris. É um conceito que vai variando à medida que as tecnologias evoluem: há 20 anos, era sobre banda larga; há oito, sobre a <a href="https://smart-cities.pt/opiniao-entrevista/iot-hikvision-1003-smart-cities/" target="_blank" rel="noopener"><em>Internet of Things</em></a>; em breve, será sobre inteligência artificial, veículos autónomos ou redes de energia inteligentes. É algo que vai estar sempre algures à nossa frente, tal como o pote de ouro.</p>
<p>Por isso, é mais importante pensar em termos desta nova revolução industrial, que funciona, e do papel que o digital tem nas nossas cidades do que pensar numa cidade que está associada a sensores, videovigilância, etc. Se continuarmos a falar de iluminação inteligente e de automação na recolha de resíduos, [o debate] vai tornar-se muito aborrecido.</p></div>
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				<div class="et_pb_text_inner"><p style="text-align: center;"><strong><em>As opiniões expressas são da responsabilidade dos autores e não reflectem necessariamente as ideias da revista Smart Cities.</em></strong></p></div>
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		<title>Como elaborar uma estratégia smart &#8211; Parte II</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Bas Boorsma]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 28 May 2018 11:13:54 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[TIC]]></category>
		<category><![CDATA[bas boorsma]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Na criação da cidade inteligente, é preciso um “Novo Acordo Digital”.  O  especialista Bas Boorsma explica quais os elementos de base necessários para uma estratégia smart city exequível....</p>
<p>O conteúdo <a rel="nofollow" href="https://smart-cities.pt/tic/digitaldeal-02-bas-0/">Como elaborar uma estratégia smart &#8211; Parte II</a> aparece primeiro em <a rel="nofollow" href="https://smart-cities.pt">Smart Cities</a>.</p>
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				<div class="et_pb_text_inner"><p><strong>Na criação da cidade inteligente, é preciso um “Novo Acordo Digital”. O especialista Bas Boorsma explica quais os elementos de base necessários para uma estratégia <em>smart city</em> exequível.</strong></p></div>
			</div> <!-- .et_pb_text --><div class="et_pb_module et_pb_text et_pb_text_6  et_pb_text_align_left et_pb_bg_layout_light">
				
				
				<div class="et_pb_text_inner"><p><strong>1. Liderança</strong><br />
A liderança que está preparada para a digitalização inclui a capacidade para enfrentar resultados repentinos e inovações disruptivas. A boa liderança no espaço da cidade inteligente não está restrita a um “controlo” eficaz, mas implica uma influência abrangente num ecossistema muito maior de partes interessadas. Muitas histórias de sucesso de cidades inteligentes começaram com uma liderança visionária que conseguiu reunir a comunidade e as suas partes interessadas e induzir uma ação positiva. Uma grande parte desta abordagem à liderança não pode ser descendente: a gestão eficaz de uma cidade inteligente geralmente envolve uma “liderança de serviço” excelente. Isto aplica-se, obviamente, aos líderes do sector público. Os líderes do sector privado envolvidos nos esforços realizados pelas comunidades inteligentes também devem reavaliar os seus papéis e aceitar as responsabilidades que estão associados à liderança social.</p>
<p><strong>2. Governança</strong><br />
A digitalização é um empreendimento horizontal. A conectividade, soluções, arquiteturas, cibersegurança e dados devem ser rigorosamente geridos para que a comunidade não acabe por ficar retida em silos e para estar suficientemente preparada para o futuro. A digitalização não pertence (apenas) ao gestor de TI ou a uma única equipa, mas afeta toda a organização, toda a comunidade, todo o município e todo o ecossistema. A governança vertical cruzada dentro da organização em foco é, por conseguinte, imperativa. Muitas iniciativas de sucesso de cidades inteligentes começaram com pessoas e equipas bem ordenadas na operação através de silos e de departamentos.</p>
<p><strong>3. Visão</strong><br />
Esta parece a parte mais fácil, mas, infelizmente, a verdadeira visão não é equivalente a um PowerPoint excecional. Uma visão real está baseada nos desafios e ambições reais de uma comunidade. Alcançar uma visão genuína exige um processo iterativo de criação e troca entre as partes interessadas da comunidade.</p>
<p><strong>4. Necessidades, desafios e vantagens comparativas</strong><br />
A compreensão do que é que a comunidade realmente deseja e precisa, mas também quais são os seus ativos e pontos de venda mais fortes, constitui o ponto inicial correto para qualquer estratégia de comunidade inteligente. O “solucionismo” e as extravagâncias tecnológicas podem assim ser evitados graças a uma abordagem de comunidade inteligente bem sucedida que acabe por atender às necessidades reais, enquanto fortalece o dinamismo social e reforça as suas vantagens comparativas.</p>
<p><strong>5. Ativos</strong><br />
Demasiadas iniciativas inteligentes começam com um inventário insuficiente dos ativos existentes e que podem ser relevantes para o empreendimento da cidade inteligente, incluindo condutas, fibra, redes municipais, postes de luz, armários de rua e outras coisas mais. O exercício de um inventário sólido e detalhado pode reduzir os custos e melhorar a facilidade da implementação do projeto da cidade inteligente.</p></div>
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				<span class="et_pb_image_wrap "><img loading="lazy" src="https://smart-cities.pt/wp-content/uploads/2018/05/digitaldeal01.jpg" alt="" title="" height="auto" width="auto" srcset="https://smart-cities.pt/wp-content/uploads/2018/05/digitaldeal01.jpg 650w, https://smart-cities.pt/wp-content/uploads/2018/05/digitaldeal01-300x157.jpg 300w, https://smart-cities.pt/wp-content/uploads/2018/05/digitaldeal01-400x209.jpg 400w, https://smart-cities.pt/wp-content/uploads/2018/05/digitaldeal01-610x319.jpg 610w" sizes="(max-width: 650px) 100vw, 650px" class="wp-image-4893" /></span>
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				<div class="et_pb_text_inner"><p><strong>6. A arte de ligar tudo</strong><br />
Os esforços da cidade inteligente só podem ser bem sucedidos se forem realizados em arquiteturas simples e seguras. Em segundo lugar, os mesmos precisam de ser suficientemente abertos no sentido em que os vários componentes de hardware e software têm de ser interoperáveis e conformes com os padrões abertos da indústria, para não serem comprometidos pelos problemas das soluções fechadas e privadas. Em terceiro lugar, “aberto” não é equivalente a “código aberto”. A arte de ligar tudo é alcançada ao ocasionalmente derivar valor do que pode ser considerado código aberto, sem chegar a uma manta de retalhos de construções de software bem-intencionadas, mas que, em conjunto, podem provar ser tudo menos simples ou seguras. Em quarto lugar, as arquiteturas de cidades inteligentes vão precisar de se preparar para um futuro onde a maior parte dos dados serão tratados de uma forma hiper-localizada (por motivos de segurança e de latência). Como resultado de tal, as capacidades computacionais <em>Fog and Edge</em> (inteligência na periferia da rede) irão revelar-se obrigatórias. Em quinto lugar, as tecnologias de acesso múltiplo terão de ser impulsionadas. Os casos de utilização apuram que tecnologia de acesso se adequará melhor e variam substancialmente. Alguns casos de utilização poderão ser bem executados numa ligação de rede móvel, outros funcionarão melhor em tecnologias de rede de longo alcance e de baixa energia, como, por exemplo, a LoRa. Em sexto lugar, as arquiteturas otimizadas da cidade inteligente preparam-se para a conectividade, segurança, soluções e para os dados serem tratados horizontalmente através de silos. Não faz qualquer sentido adquirir um software isoladamente para uma solução vertical caso uma plataforma horizontal possa facilitar verticais múltiplas e soluções verticais múltiplas. Adicionalmente, o valor atual e futuro dos dados irá derivar da capacidade da cidade para abrir os dados e vê-los em referência cruzada em vez de fechados em silos. Por fim, tudo o que foi referido acima é de pouco valor se não existir uma infraestrutura de banda larga que esteja apta a perdurar no futuro. A infraestrutura de banda larga era e continua a ser fundamental.</p>
<p><strong>7. Padrões</strong><br />
As soluções, arquiteturas e iniciativas da Comunidade Inteligente devem aderir, tanto quanto possível, aos padrões abertos da indústria, definir requisitos relativamente à interoperabilidade (especialmente se os padrões estiverem em falta) e podem, de facto, ajudar a produzir padrões da forma como os parceiros da cidade inteligente os adquirem, fornecem e escalam.</p>
<p><strong>8. Cibersegurança e resistência digital</strong><br />
Com mais de 2,5 milhões de ciberameaças a ser monitorizadas nas redes do mundo inteiro a cada segundo, a cibersegurança nunca pode ficar em segundo plano. A cibersegurança é fundamental e deveria ser integrada na rede em vez de por cima dela. A cibersegurança deve ser uma preocupação nas implementações iniciais, nas provas de conceito e pilotos (e não deve ser algo que só entra no nosso pensamento em etapas mais tardias das implementações escaladas), uma vez que os primeiros conceitos têm um péssimo hábito de persistir depois de terem sido apresentados. Aliás, a Internet na sua totalidade serve de exemplo para o ponto posterior: se fôssemos conceber a internet hoje, correspondendo às necessidades e requisitos dos dias de hoje, nunca a conceberíamos da forma como ela é atualmente. Derradeiramente, nós &#8211; como uma sociedade e como uma comunidade inteligente de partes interessadas &#8211; vamos precisar de adotar uma cultura de resiliência. Ninguém pode garantir totalmente a cibersegurança. Os ataques informáticos vão acontecer, os seus ativos digitais vão ser comprometidos &#8211; há que assumir isso. Comparável com a forma como lidamos com um comportamento de condução imprevisível dos outros na autoestrada, comparável com as formas como os nossos sistemas imunológicos reagem a uma infeção, temos de assumir uma atitude de resiliência. Podemos não saber quando irá ocorrer a falha, mas podemos garantir que estamos preparados para quando a mesma acontecer.</p>
<p><strong>9. Macro dados</strong><br />
Se as iniciativas iniciais da cidade inteligente se focavam na infraestrutura, o capítulo seguinte focou-se em soluções de cidade inteligente. Posteriormente, as iniciativas da comunidade inteligente focaram-se mais nos dados, com as plataformas e os algoritmos a tornarem-se fundamentais. As iniciativas da cidade inteligente bem sucedidas são, normalmente, as que articulam que valor é proveniente dos dados, quer sejam públicos quer privados, que dados devem ser abertos ou não e quais os dados que devem ser armazenados e quais os que devem ser eliminados. A gestão e governança dos dados são desafios fundamentais do nosso tempo. Quem é que protege os dados, quem ou o que é que determina as regras sobre a governança de dados e Quis custodiet ipsos custodies? Por outras palavras, quem vigia os protetores? Por fim, os dados são, sem sombra de dúvidas, o lubrificante e o combustível da cidade inteligente. Contudo, esta ideia frequente de que os dados constituem o novo petróleo pode representar um tanto ou quanto de exagero. Para começar, não existe escassez de dados, sendo o desafio a forma de vincular um valor económico aos mesmos. O que representa o valor económico – e considero estes os verdadeiros ativos numa estratégia de digitalização – são as ferramentas para captar, normalizar, controlar, analisar e assegurar dados e as aplicações que derivam do mesmo.</p>
<p><strong>10. Regulamentos Inteligentes</strong><br />
As mudanças induzidas pela digitalização são rápidas e exponenciais, ainda assim, os nossos regulamentos são estáticos e normalmente incorporados em paradigmas antigos. Retificar as nossas estruturas reguladoras para reger a digitalização da comunidade é imperativo. Por um lado, tal traduz-se nas retificações atempadas e incrementais às normas e regulamentos existentes. Por outro, normas e regulamentos completamente novos têm de ser construídos de uma forma que reflita o surgimento de paradigmas, arquiteturas de negócio e modelos de entrega totalmente novos que, claramente, não existiam há alguns anos. O negócio dos táxis, por exemplo: o “quadro regulamentar 1.0” funciona bem na regulamentação do negócio dos táxis antigo, mas falha redondamente na regulamentação da Uber. Os regulamentos modernos que poderiam ajudar a gerir o mundo digitalizado nas exigências da mobilidade, incluindo os serviços da Uber, também podem ser inapropriados para fazer face ao antigo mundo dos táxis. São dois mundos diferentes que não se combinam. Precisamos de ambientes regulatórios que consigam gerir tais ambientes diversos e híbridos. Enfrentar eficazmente esta componente essencial da digitalização da comunidade também exige um Novo Acordo Digital (<em>New Digital Deal</em>).</p></div>
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				<div class="et_pb_text_inner"><p style="text-align: center;"><strong>A Parte III deste artigo pode ser lida na edição de Abril/Maio/Junho 2018 da <em>Smart Cities</em>. </strong></p>
<p style="text-align: center;">Este artigo foi baseado no livro<em> A New Digital Deal – Beyond Smart Cities. How to Best Leverage Digitalization for the Benefit of our Communities, </em>disponível na Amazon.</p></div>
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		<title>O que é uma smart city? &#8211; Parte I</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Bas Boorsma]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 28 Apr 2018 11:03:14 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Os termos “cidade inteligente” e “comunidade inteligente” têm adquirido diversas definições. Nos dias de hoje, como podemos preparar-nos para a cidade...</p>
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				<div class="et_pb_text_inner"><p><strong>Os termos “cidade inteligente” e “comunidade inteligente” têm adquirido diversas definições. Nos dias de hoje, como podemos preparar-nos para a cidade inteligente e garantir que tomámos a escolha certa?</strong></p></div>
			</div> <!-- .et_pb_text --><div class="et_pb_module et_pb_text et_pb_text_10  et_pb_text_align_left et_pb_bg_layout_light">
				
				
				<div class="et_pb_text_inner"><p>A digitalização possui um potencial sem precedentes para as nossas comunidades. As ferramentas, valores e paradigmas organizacionais que constituem e acompanham a digitalização permitem que o empreendimento humano seja organizado de uma forma melhor e diferente. Esta promessa, no entanto, não se irá tornar realidade sem uma ação direta. Irá exigir uma imensa colaboração, de forma transversal, das partes interessadas da sociedade, produzindo um novo consenso do que a digitalização nos permite fazer e como o estruturar e simplificar, de modo a extrair todo o seu potencial. Isto é o que pode ser definido como um “Novo Acordo Digital” (<em>New Digital Deal</em>) para as nossas comunidades, um Novo Acordo que é digital por natureza.</p>
<p>O outro lado mais negro desta mesma premissa é que, se falharmos na tarefa de atingir um consenso, se não chegarmos a um Novo Acordo Digital, os fossos digitais irão expandir-se, a rutura digital irá apenas perturbar, a inovação será largamente governada pelo incrementalismo e os desafios sociais continuarão a ser discutidos de um ponto de vista superficial. Estas são as premissas centrais do meu livro <a href="https://anewdigitaldeal.com/"><em>A New Digital Deal. Beyond Smart Cities. How to Best Leverage Digitalization for the Benefit of our Communities</em></a>, que escrevi tendo estado ativo no que pode ser denominado como “o Espaço da Cidade Digital” durante 15 anos. E para os empreendimentos das <em>smart cities</em>, as premissas acima aplicam-se, especificamente, a esforços com vista às cidades inteligentes, nos quais tentamos conceber, forjar e acelerar a digitalização, as ferramentas digitais e os princípios resultantes da digitalização nas nossas comunidades. Por outras palavras, a sociedade precisa de “acertar” com a digitalização e, se for possível considerar os esforços da cidade inteligente como estando na vanguarda dos esforços de digitalização do futuro próximo, estas iniciativas poderão levar a que acertemos à primeira tentativa.</p>
<p>O objetivo deste artigo é partilhar dois componentes derivados do “A New Digital Deal”: uma compreensão do que nos estamos a referir com os termos “cidade inteligente” ou “comunidade inteligente” (Parte I) e, em segundo lugar, o que constitui os elementos de base necessários para uma estratégia exequível para as cidades inteligentes (Partes II e III). Permitam-me que comece pelo primeiro.</p>
<p>Os próprios termos “cidade inteligente” e “comunidade inteligente” existem e têm sido largamente utilizados desde o virar do século, tendo adquirido várias definições diferentes ao longo dos anos. Os resultados destas iniciativas de cidades inteligentes têm sido igualmente diversos: um histórico combinado de sucesso pode ser associado, até ao momento, ao termo “cidade inteligente”, com tantas boas práticas, como com outras não tão boas, mas com as quais podemos aprender. E, apesar de muitas iniciativas de comunidades inteligentes terem resultado numa profusão de lições aprendidas, algumas das maiores explosões digitais vieram sem aviso ou plano, contudo afetaram as comunidades de forma mais profunda do que várias iniciativas planeadas.</p>
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<p><img loading="lazy" class="size-full wp-image-4892 aligncenter" src="https://smart-cities.pt/wp-content/uploads/2018/05/digitaldeal02.jpg" alt="" width="525" height="300" srcset="https://smart-cities.pt/wp-content/uploads/2018/05/digitaldeal02.jpg 525w, https://smart-cities.pt/wp-content/uploads/2018/05/digitaldeal02-300x171.jpg 300w, https://smart-cities.pt/wp-content/uploads/2018/05/digitaldeal02-400x229.jpg 400w" sizes="(max-width: 525px) 100vw, 525px" /></p>
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<p>A noção de “Cidade Inteligente” foi sempre vaga. Ambas as palavras representam um problema: “inteligente” permanece difícil de definir e quaisquer objeções ao termo tendem a aumentar se contemplarmos o que constitui, exatamente, o oposto de ser “inteligente”. É quase impossível ligar o termo a KPI (indicador de performance) e objetivos mensuráveis, enquanto qualquer tentativa de enquadrar o termo será afetada rapidamente pela ação do tempo &#8211; o que é considerado “inteligente” hoje poderá não será ser assim tão inteligente no futuro. A segunda palavra, “cidade” limita substancialmente o âmbito. Não existe nenhum motivo pelo qual uma estratégia de digitalização que tipicamente se poderia aplicar a uma cidade não se aplicaria a uma localidade mais pequena, a uma região, a um campus ou, de facto, a todo um país. Uma grande cidade poderá, potencialmente, ter necessidades diferentes relativamente a uma localidade mais pequena, mas esta possui os seus próprios requisitos e benefícios associados a uma estratégia de digitalização personalizada. Ignorar esta última, enquadrar a digitalização das comunidades como algo que meramente se aplica às cidades, significa tolerar e adicionar fossos digitais modernos.</p>
<p>No centro de muitas definições e iniciativas, para o bem e para o mal, esteve sempre uma premissa tecnológica. No início dos anos 2000, debates, projetos, pilotos e a liderança inovadora focaram-se nas infraestruturas. Banda larga. Na conectividade de alto nível e como esta iria impactar (e mudar) a forma como pensamos sobre cuidados de saúde, mobilidade, lojas de venda a retalho ou educação. O segundo capítulo foi liderado pelas grandes empresas de tecnologia e focou-se em soluções e na arquitetura de soluções, algumas destas fechadas e privadas. O terceiro capítulo focou-se nos dados. Macrodados, análise, visualizar o futuro das cidades inteligentes como um mercado de dados de cidades.</p>
<p>Independentemente do quão importantes estas premissas tecnológicas foram (e representam, efetivamente, o motor do esforço da cidade inteligente), uma estratégia de digitalização de comunidades bem-sucedida é raramente beneficiada ao colocar-se a tecnologia no início e no fim de uma equação, tipicamente com um desafio social lançado no meio. Uma comunidade verdadeiramente “inteligente” é uma comunidade que começa nos seus cidadãos, nas necessidades reais das comunidades, vantagens e desafios comparativos e que é capaz de os abordar, através de estratégias de digitalização e inovação abrangentes, colhendo os frutos da promessa do que a digitalização nos permite.</p>
<p>Tenha-se em atenção: o pré-requisito para que esta se torne realidade é uma compreensão adequada do que constitui a digitalização. A digitalização não se restringe a uma mera aplicação de tecnologias digitais. A digitalização engloba as ferramentas, tecnologias e paradigmas organizacionais, culturais e económicos que acompanham as tecnologias digitais – considere-se a economia de plataformas como um exemplo económico. Ou considere-se a transparência e a colaboração como componentes importantes para uma cultura de digitalização. Uma comunidade verdadeiramente inteligente adota estas noções na sua essência.</p>
<p>Por último, uma comunidade inteligente está plenamente ciente do facto de que os procedimentos de digitalização originam os seus próprios pontos negativos. A perda de postos de emprego devido à automatização, fossos digitais recentes ou preocupações a nível da sociedade relativas à perda de privacidade são meros exemplos de problemas resultantes da digitalização. Uma verdadeira “comunidade inteligente” é uma comunidade capaz de abordar e mitigar esses pontos negativos com eficácia. Porque, no fim de contas, quão inteligente iremos considerar uma comunidade se esta é constituída por milhares de pessoas zangadas e desempregadas a marchar nas suas ruas, a protestar contra os pontos fundamentais que iriam auferir à comunidade o rótulo de “inteligente” em primeiro lugar?</p>
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					<div class="et_pb_testimonial_description_inner"><div class="et_pb_testimonial_content"><p>Uma boa liderança não pode prescindir de uma governança preparada para o digital, tal como a arte de interligar tudo (<em>Art of Connecting Everything</em>) não pode prescindir da cibersegurança adequada. Não prestar atenção a apenas alguns dos elementos de base pode acabar por desmoronar a iniciativa ao longo da sua execução.</p></div></div> <!-- .et_pb_testimonial_description_inner -->
					
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				<div class="et_pb_text_inner"><p><strong>Estratégias para cidades e comunidades inteligentes</strong></p>
<p>No meu livro, <em>A New Digital Deal</em>, foi dada uma definição do que constitui uma “comunidade inteligente”. A necessidade de uma definição era óbvia: sem uma definição atualizada, as estratégias podem provar-se irrelevantes. Aqui está:<br />
Uma comunidade inteligente é uma comunidade que potencia inovações, ferramentas e princípios organizacionais digitais, de forma a auxiliar a comunidade a evoluir para se tornar mais sustentável, inclusiva, bem-sucedida e criativa, acabando por beneficiar o cidadão individual. Uma comunidade inteligente potencia a digitalização para que esta aumente e amplifique de forma positiva o dinamismo social existente da comunidade em questão. Uma comunidade inteligente é capaz de abordar de forma positiva as fraturas sociais através de meios digitais, sendo capaz de mitigar o impacto disruptivo que a mudança digital pode infligir numa comunidade. Uma comunidade inteligente é uma comunidade na qual a digitalização não está limitada a facilitar uma série de – frequentemente, muito impactantes – eficiências. Em vez disso, uma comunidade inteligente potencia as tecnologias em concepções com valor para a humanidade e para seres humanos a nível individual. Uma comunidade inteligente visa potenciar a digitalização para impulsionar o crescimento individual e o bem-estar coletivo.</p>
<p>De seguida, então, o que é necessário para criar uma estratégia para cidades inteligentes com probabilidades de sucesso razoáveis? É claro que a natureza da comunidade poderá diferir. A comunidade visada não precisa de ser, de facto, uma cidade – pode ser um estado, um grande campus, uma aldeia, um conjunto de aldeias, um país, uma cidade ou uma região.</p>
<p>Os objetivos também podem diferir: podem variar entre articular uma resposta da comunidade aos “poderes digitais” – como a chegada da Uber ou Airbnb à cidade – e um programa de digitalização do país ou um plano para uma cidade inteligente proativa e arrojada. É claro também que diferentes tamanhos, necessidades, objetivos e culturas produzem diferentes estratégias e resultados distintos.</p>
<p>Posto isto, podemos aprender muitas lições a partir de diversos esforços de digitalização das comunidades e de iniciativas para cidades inteligentes por todo o mundo, sendo que várias destas perspetivas comprovaram-se extraordinariamente consistentes, independentemente da localização, cultura ou o tamanho e tipo da comunidade. No meu livro,<em> A New Digital Deal</em>, articulei uma estrutura de 20 “elementos de base”. Verificar todas as 20 caixas dos elementos de base irá proporcionar o ponto fundamental para o sucesso. A incapacidade de abordar um certo número dos mesmos reduz as probabilidades de obter os resultados que uma comunidade almeja alcançar.</p>
<p>A marcação positiva de todos os 20 elementos de base é um alicerce para o sucesso, mas não uma garantia. Esta simplesmente significa que possui um conjunto bastante completo de ingredientes com os quais preparar a refeição que tem em mente. Muitos dos elementos de base são interdependentes: uma boa liderança não pode prescindir de uma governança preparada para o digital, tal como a arte de interligar tudo (<em>Art of Connecting Everything</em>) não pode prescindir da cibersegurança adequada. Não prestar atenção a apenas alguns dos elementos de base pode acabar por desmoronar a iniciativa ao longo da sua execução. Novamente: a compreensão é a chave do sucesso.</p></div>
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				<div class="et_pb_text_inner"><p><strong>Continuar a ler:<a href="http://digitaldeal-02-bas-0"> Parte II</a></strong></p>
<p>Este artigo foi baseado no livro<em> A New Digital Deal – Beyond Smart Cities. How to Best Leverage Digitalization for the Benefit of our Communities, </em>disponível na Amazon.</p></div>
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<span class="et_bloom_bottom_trigger"></span><p>O conteúdo <a rel="nofollow" href="https://smart-cities.pt/tic/digitaldeal-01-bas-0/">O que é uma smart city? &#8211; Parte I</a> aparece primeiro em <a rel="nofollow" href="https://smart-cities.pt">Smart Cities</a>.</p>
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