No âmbito do Dia Nacional da Água, os Serviços Municipalizados de Setúbal lançaram mais uma campanha de sensibilização para o consumo de água da torneira, com a distribuição de garrafas reutilizáveis a todos os seus trabalhadores.
“Beber água da torneira contribui para a sustentabilidade porque reduz os nossos impactos ambientais. É que, cada vez que bebemos água da torneira reutilizamos um copo ou uma garrafa, o que não acontece com a s águas engarrafa das, por exemplo, em que cada água traz uma embalagem de plástico que tem como destino os contentores dos resíduos e com sorte, a reciclagem”, observa Carlos Rabaçal, presidente do Conselho de Administração dos SMS, lembrando que os trabalhadores são os nossos melhores embaixadores“.
“Considerando que cerca de 1.000.000 de garrafas plásticas são compradas a cada minuto, e m todo o mundo, e que uma garrafa de utilização única tem uma vida útil média de 12 minutos, este contributo para a redução de embalagens de plástico tem de ser prioritário para qualquer entidade como a nossa”, salienta.
Precisamente para promover a água da torneira, foi já criada este ano pelos SMS a marca Água 100% Setúbal. Conforme atesta o mais recente relatório da entidade reguladora (ERSAR) no Relatório Anual dos Serviços de Águas e Resíduos em Portugal, esta é uma água completamente segura, aliás como a maior parte em Portugal. No entanto, acrescenta o responsável, a Água 100% Setúbal tem características únicas: “é captada em profundidade, a mais de 250 metros, naquele que é o maior aquífero nacional e, por isso, é naturalmente purificada e não tem necessidade de tratamentos adicionais. É um bem com um valor incalculável para todos os setubalenses e cuja importância temos de reconhecer, lembrando a todos que a água da torneira é excelente em Setúbal”.
Carlos Rabaçal lembra ainda que a sustentabilidade dos recursos hídricos é uma prioridade dos SMS, por isso, está a ser desenvolvido o Plano Estratégico da Água de Setúbal, que deverá fazer o diagnóstico da situação em matéria dos utilizadores e dos usos da água captada no aquífero, e perspectivar medidas que garantam o futuro deste recurso. “Já sabemos que a capacidade de recarga do aquífero tem vindo a diminuir nos últimos anos, fruto da redução da pluviosidade e aumento das temperaturas, mas precisamos de conhecer melhor a situação atual para implementar uma estratégia com com fontes alternativas de água para abastecimento, que garantam a sustentabilidade dos recursos hídricos na Península de Setúbal”.
O texto acima é da responsabilidade da entidade em questão, com as devidas adaptações.
