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	<title>Pedro Mateus das Neves, autor em Smart Cities</title>
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		<title>Como as cidades inteligentes contribuem para a sustentabilidade na Sociedade 5.0</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Pedro Mateus das Neves]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 14 Dec 2022 11:40:51 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Opinião / Entrevista]]></category>
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				<div class="et_pb_text_inner"><p>Após um período de investigação decorrido no Japão sobre como as cidades japonesas estão a implementar os <a href="https://smart-cities.pt/opiniao-entrevista/cidades2030-objectivosdev-sustentavel/" target="_blank" rel="noopener">Objetivos de Desenvolvimento Sustentável</a> (ODS), constatamos que esta potência mundial criou e está atualmente a implementar o conceito de <a href="https://www8.cao.go.jp/cstp/english/society5_0/index.html" target="_blank" rel="noopener"><em>Sociedade 5.0</em></a> para tornar as cidades mais amigas do ambiente.</p>
<p>As cidades ganharam, neste milénio, mais relevância, pois é nelas que está atualmente mais de 50% da população mundial. Na União Europeia, as cidades acolhem mais de 70% dos seus habitantes e, no Japão, mais de 80%. As cidades ocupam apenas 2% do território, sendo aqui que se produz mais de 80% do PIB e da poluição. Também é nas cidades que se encontram os maiores desafios sociais, tais como a pobreza, o desemprego e a desigualdade.</p>
<p>Em 2015, as Nações Unidas aprovaram por unanimidade a Agenda 2030 para o Desenvolvimento Sustentável. Esta agenda global veio reforçar ainda mais o papel das cidades, sendo hoje considerado que o sucesso deste programa depende essencialmente da forma como as cidades se comportarem.</p>
<p>O objetivo dos políticos e dos cientistas sociais é promover a qualidade de vida dos cidadãos e, por isso, o que resulta, após conhecerem o conceito do desenvolvimento sustentável (DS) e os ODS, é uma adesão, praticamente automática, a este roteiro para o desenvolvimento.</p>
<p>Todas estas razões fazem com que os decisores políticos a nível da administração central ou local estejam cada vez mais focados em resolver e melhorar a qualidade de vida das cidades. O impacto será social, económico e ambiental. Estas são as dimensões do DS e, por isso, o desenvolvimento urbano está diretamente relacionado com a sustentabilidade.</p>
<p>Os ODS são a primeira agenda global que aborda os desafios do desenvolvimento de forma holística, pluridisciplinar, integrada. Nesta perspetiva, cabem aqui os processos e os projetos físicos transformacionais, mas também aqueles digitais. Deste conceito, resulta o desenvolvimento “figital” (físico+digital) no qual os desafios da saúde, da educação, da administração pública, da gestão do património, da mobilidade, da justiça acontecem nos planos físicos e digitais simultaneamente. As <em>smart cities</em> (cidades inteligentes) vêm, pois, trazer e adicionar esta dimensão digital ao desenvolvimento. Considerando que todos nós, hoje, com intensidades diferentes, vivemos simultaneamente em mundos físicos e digitais, mas tendo a componente digital cada vez mais peso, é, pois, natural que a componente digital das cidades seja cada vez maior.   </p>
<p>A tradução de “smart” seria, em português, mais “esperta” do que “inteligente” e, apesar de isto ser um detalhe, acredito que as cidades inteligentes serão sobretudo aquelas que irão evoluir digitalizando o seu ambiente urbano tendo sempre como objetivo inicial servir as pessoas.</p>
<p>Esta perspetiva “people-centric” (centrada nas pessoas), na qual ninguém fica para trás, foi a base para o governo do Japão criar e promover o conceito de <em>Sociedade 5.0</em>. Considera-se que, na <em>Sociedade 4.0</em>, as pessoas “corriam” atrás da tecnologia, ficando muitas vezes para trás. Já na <em>Sociedade 5.0, </em>a robotização, a inteligência artificial e a tecnologia de forma geral passam a ter como objetivo servir as pessoas e combater a infoexclusão.</p>
<p>Por todos os motivos apresentados em cima, existem há já algum tempo disciplinas como <em>Cidades do Futuro, </em>nas quais os alunos desafiam a atualidade, projetando anualmente as melhores formas de responder aos desafios dos cidadãos.</p></div>
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				<div class="et_pb_text_inner"><p style="text-align: center;"><em><strong>As opiniões expressas são da responsabilidade dos autores e não reflectem necessariamente as ideias da revista Smart Cities.</strong><br /></em></p></div>
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