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	<title>Miguel Amado, autor em Smart Cities</title>
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		<title>Num cenário de pandemia, quais os argumentos a favor da cidade compacta?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Miguel Amado]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 20 Mar 2020 08:22:38 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Opinião / Entrevista]]></category>
		<category><![CDATA[cidade compacta]]></category>
		<category><![CDATA[densidade]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Habitar em densidade num contexto de emergência pandémica é hoje uma nova realidade a ter em conta para a definição do modelo de cidade...</p>
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				<div class="et_pb_text_inner"><p>Habitar em densidade num contexto de emergência pandémica é hoje uma nova realidade a ter em conta para a definição do modelo de cidade.</p>
<p>Os modelos de planeamento têm procurado dar resposta às necessidades das actividades humanas através da densificação e intensificação do uso do solo nas áreas urbanas, procurando limitar a sua expansão sobre os territórios naturais.</p>
<p>Diferentes soluções têm sido testadas na procura de aumentar a resiliência das cidades face às ameaças dos efeitos da alteração climática. Outras abordagens de adaptação a fenómenos migratórios e de dificuldade no acesso a recursos essenciais, como água e alimentos, têm conduzido a um aumento da densidade nas áreas urbanas.</p>
<p>No entanto, a imposição de um real contexto de isolamento social em ambiente urbano leva-nos a questionar os pressupostos que até hoje temos sobre o viver nas cidades. O distanciamento físico, o acesso a produtos alimentares e o aumento da tensão social obrigam-nos a pensar se o caminho até agora seguido é o mais acertado. Sentimos que a cidade compacta não se apresenta com capacidade e condições para responder a situações de emergência como seja as de saúde pública. De um modo imediatista, todos acabamos por concordar.</p></div>
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				<div class="et_pb_text_inner"><blockquote><p>&#8220;(&#8230;) o conhecimento e a informação em tempo real aumentam as condições para um apoio e suporte mais rápido e de proximidade. É essa proximidade que permite que as cidades com maior densidade consigam respostas mais eficientes em todas as acções do tipo colaborativas&#8221;.</p></blockquote></div>
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				<div class="et_pb_text_inner"><p>Todavia, se considerarmos que as cidades mais compactas possibilitam uma maior conexão e que a densidade acompanhada da utilização da tecnologia nos assegura outras funcionalidades que a distância não garante, verificamos que tal não é verdade.</p>
<p>A proximidade física é, já hoje, mais reduzida quando nos ausentamos através dos sistemas digitais que nos permitem transportar, em tempo real, informação, som e imagem, e que garantem uma comunicação e condições para trabalhar à distância sem que tal obrigue a deslocações e a consumos de tempo e energia. Esta facilidade é tanto maior quanto mais fácil e digital for. Ora, a densidade associada à conectividade que se procura numa <em>smart city</em> permite maior acesso à informação, à diminuição das necessidades e de tempos de deslocação e a uma redução de consumos de energia. O resultado é um aumento de tempo disponível, uma maior produtividade e mais tempo para convívio familiar e social.</p>
<p>E não é só o cidadão que beneficia da densificação das cidades. A gestão e monitorização permitidas sobre a forma de utilização e de manutenção do espaço público, dos equipamentos e das infraestruturas possibilitam a existência de dados em tempo real que se suportam na conectividade de sistemas e tecnologias de informação. O uso de <em>big data</em> para uma melhoria da eficiência da operação e da prestação de serviços urbanos contribui para o aumentar da competitividade das cidades, assegurando, em simultâneo, um reforço do sentimento de inclusão e de proximidade.</p>
<p>Em situações de emergência como a que é hoje vivida no planeta, esta conexão é difícil de alcançar em áreas de baixa densidade, nas quais os serviços e infraestruturas têm maior dificuldade de operar. Por sua vez, se consideramos que, através de um simples <em>smartphone</em>, podemos, hoje, controlar os sinais básicos de vida, adquirir produtos e serviços e até trabalhar, verificamos que a integração desse enorme número de dados e informação possibilita alcançar as condições para uma regulação triangulada entre os níveis nacional/local/cidadão.</p>
<p>Logo, o conhecimento e a informação em tempo real aumentam as condições para um apoio e suporte mais rápido e de proximidade. É essa proximidade que permite que as cidades com maior densidade consigam respostas mais eficientes em todas as acções do tipo colaborativas.</p>
<p>A possibilidade de tratar dados em módulos geograficamente limitados garante que as acções de resposta são mais eficazes. Daí que, mesmo num cenário de pandemia, as áreas urbanas mais densas continuem a ser uma opção válida para alcançar um modelo de desenvolvimento sustentável das sociedades.</p></div>
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				<div class="et_pb_text_inner"><p style="text-align: center;"><strong><em>As opiniões expressas são da responsabilidade dos autores e não reflectem necessariamente as ideias da revista Smart Cities.</em></strong></p></div>
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