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	<title>José Rio Fernandes, autor em Smart Cities</title>
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		<title>Inteligência, o valor mais precioso</title>
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		<dc:creator><![CDATA[José Rio Fernandes]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 13 May 2019 09:54:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Opinião / Entrevista]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O petróleo e o ouro ajudam a fazer riqueza. Todavia, há países pobres com muitos recursos naturais e outros que, sem riqueza no subsolo, têm produtos, serviços e uma cultura de vida coletiva...</p>
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				<div class="et_pb_text_inner"><p>O petróleo e o ouro ajudam a fazer riqueza. Todavia, há países pobres com muitos recursos naturais e outros que, sem riqueza no subsolo, têm produtos, serviços e uma cultura de vida coletiva que garantem níveis muito elevados<br />
de bem-estar. Isto porque o essencial é mesmo a inteligência.</p>
<p>Desde sempre. E, desde logo, a de cada um, o que implica reconhecer a centralidade de muita e boa educação e a correspondente aquisição de um leque de competências fundamentais e de conhecimento relevante, tanto geral, como específico. Por isso, é essencial olhar para a educação (sempre) como prioridade, e para a aprendizagem, com ambição, tanto mais que se sabe ser sempre possível ampliá-la e aprofundá-la. É necessário perceber-se que o essencial é a evolução, pelo que nos deve orgulhar tanto os que, com muito esforço, chegam à mediania, como os que, com menos esforço, são vistos como os mais capazes, quer se fale de pessoas, quer se fale de instituições ou territórios.</p></div>
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				<div class="et_pb_text_inner"><blockquote><p>&#8220;Precisamos também, em especial no caso português, de identificar os níveis mais adequados para políticas integradas e geograficamente específicas, para favorecer políticas de base especial que combinem inteligentemente diversos interesses e objetivos setoriais&#8221;.</p></blockquote></div>
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				<div class="et_pb_text_inner"><p>Sendo essencial a aprendizagem individual, considera-se crescentemente importante, para todos e para cada um de nós, a inteligência coletiva, ou seja, a capacidade de valorizarmos, social e economicamente, a relação entre uns e outros, assim como a relação com um dado território, tendo em vista o reforço da capacidade de, com uma visão de futuro, promovermos uma vida melhor. Para tanto, importa necessariamente considerar que, além dos conhecimentos e capacidades individuais e gerais, importantes tanto para cada um de nós, como à escala mundial, há um valor específico em cada território que se repercute na relação que temos com o nosso espaço de vida. Nesta medida, um futuro melhor não decorre apenas de “fazer bem, tal como os outros”, numa política <em>fit-for-all </em>(pronto-a-vestir), muito pouco <em>smart</em>, que ainda vai dominando os discursos científicos e políticos (assim como as práticas) à escala mundial ou nacional e até no âmbito regional e local. Governança territorial, precisa-se, pois. Muito!</p>
<p>Precisamos também, em especial no caso português, de identificar os níveis mais adequados para políticas integradas e geograficamente específicas, para favorecer políticas de base especial que combinem inteligentemente diversos interesses e objetivos setoriais. Precisamos, por isso, de uma política “feita à medida”, com total transparência, mais e melhor envolvimento de instituições e cidadãos, combinando níveis e escalas, garantindo uma acrescida eficiência pela capacidade de aproveitarmos sinergias.</p>
<p>Neste esforço, como em pequenas-grandes intervenções que simplificam a vida do nosso dia-a-dia, o recurso à tecnologia e à inovação é obviamente fundamental, desde logo para o acesso à informação (a que conseguimos aceder em quantidade e qualidade crescente), para o seu tratamento (que deve ser capaz de reter o essencial, designadamente através de formas cada vez mais sofisticadas a legíveis de mapeamento) e da sua utilização a bem da comunidade. Em contexto urbano, à associação da inovação – suportada, sobretudo, em soluções tecnologicamente avançadas &#8211; com o desenvolvimento, está ligado o conceito de <em>smart cities </em>(cidades inteligentes).</p>
<p>Todavia, ser <em>smart </em>não pode restringir-se ao bom recurso à tecnologia e inovação, tampouco às cidades, sendo certo que a tecnologia e a inovação ajudam e que é nas cidades, ou, talvez melhor, nos espaços urbanos expandidos em que estas se transformaram, multicêntricos e fragmentados, nos quais vivem cada vez mais portugueses e cidadãos do mundo, que se tornam mais importantes. Mas todos os espaços necessitam de políticas e soluções inteligentes, adaptadas às circunstâncias geográficas e culturais de lugares diferentes das grandes concentrações de pessoas, atividades, qualidades e problemas, mas também diversos entre si.</p>
<p>Além disso, nas cidades, como noutros lugares, a tecnologia ajuda apenas se soubermos o que queremos fazer com ela, se reconhecermos os problemas, os desafios e as nossas potencialidades, considerando o futuro que queiramos e formos capazes de construir coletivamente. De resto, se muitas vezes a inovação e a sofisticação tecnológica nos ajudam, em muitos casos, apenas se pede o recurso mais adequado a um contexto, podendo a mobilização de velhas soluções ser tão ou mais inteligente do que a inovação. Mais geografia e mais (e melhor) política, precisam-se. Com inteligência, individual e coletiva!</p>
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				<div class="et_pb_text_inner"><p style="text-align: center;"><strong><em>As opiniões expressas são da responsabilidade dos autores e não reflectem necessariamente as ideias da revista Smart Cities.</em></strong></p></div>
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