<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
	>

<channel>
	<title>Helena Freitas, autor em Smart Cities</title>
	<atom:link href="https://smart-cities.pt/author/helena-freitas/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>https://smart-cities.pt</link>
	<description>Cidades Sustentáveis</description>
	<lastBuildDate>Tue, 21 Aug 2018 09:36:34 +0000</lastBuildDate>
	<language>pt-PT</language>
	<sy:updatePeriod>
	hourly	</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>
	1	</sy:updateFrequency>
	<generator>https://wordpress.org/?v=5.6.14</generator>

<image>
	<url>https://smart-cities.pt/wp-content/uploads/2020/11/cropped-10492228_701321296600589_5448516178694072304_n-32x32.png</url>
	<title>Helena Freitas, autor em Smart Cities</title>
	<link>https://smart-cities.pt</link>
	<width>32</width>
	<height>32</height>
</image> 
	<item>
		<title>Proteger e promover a biodiversidade nas cidades</title>
		<link>https://smart-cities.pt/opiniao-entrevista/biodiversidade-2108-cidades-helena-freitas/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=biodiversidade-2108-cidades-helena-freitas</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Helena Freitas]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 21 Aug 2018 09:36:07 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Opinião / Entrevista]]></category>
		<category><![CDATA[biodiversidade]]></category>
		<category><![CDATA[helena freitas]]></category>
		<guid isPermaLink="false">http://smart-cities.pt/?p=5200</guid>

					<description><![CDATA[<p>As zonas verdes urbanas e a promoção da biodiversidade têm-se apresentado como formas de minimizar os efeitos da elevada pressão da urbanização sobre os recursos naturais, contribuindo, ao mesmo tempo, para o bem-estar dos cidadãos...</p>
<p>O conteúdo <a rel="nofollow" href="https://smart-cities.pt/opiniao-entrevista/biodiversidade-2108-cidades-helena-freitas/">Proteger e promover a biodiversidade nas cidades</a> aparece primeiro em <a rel="nofollow" href="https://smart-cities.pt">Smart Cities</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="et_pb_section et_pb_section_0 et_section_regular" >
				
				
				
				
					<div class="et_pb_row et_pb_row_0 et_pb_row_fullwidth">
				<div class="et_pb_column et_pb_column_4_4 et_pb_column_0  et_pb_css_mix_blend_mode_passthrough et-last-child">
				
				
				<div class="et_pb_module et_pb_text et_pb_text_0 et_animated  et_pb_text_align_left et_pb_bg_layout_light">
				
				
				<div class="et_pb_text_inner"><p>As zonas verdes urbanas e a promoção da biodiversidade têm-se apresentado como formas de minimizar os efeitos da elevada pressão da urbanização sobre os recursos naturais, contribuindo, ao mesmo tempo, para o bem-estar dos cidadãos.</p>
<p>A pressão das atividades humanas sobre os ecossistemas é crescente e global, tendo tido maior expressão a partir de meados do século XX. A urbanização associada ao rápido crescimento da população, e consequente transformação dos ecossistemas naturais e rurais, representa o impacto mais substancial da intervenção humana. Atualmente, mais de 50% da população mundial vive em zonas urbanas, convertendo habitats naturais e causando a perda de biodiversidade. Esta elevada pressão da urbanização sobre os recursos naturais tem fomentado o interesse pelas zonas verdes urbanas, as quais tendem, de certo modo, a compensar os impactos da urbanização e contribuem para preservar a qualidade de vida e o bem-estar dos residentes.</p></div>
			</div> <!-- .et_pb_text --><div class="et_pb_module et_pb_text et_pb_text_1 et_animated  et_pb_text_align_left et_pb_bg_layout_light">
				
				
				<div class="et_pb_text_inner"><blockquote><p><span lang="PT">O maior desafio é conciliar o aumento da população com uma eficiente preparação de políticas que respondam a uma organização mais complexa e socialmente mais exigente.</span></p></blockquote></div>
			</div> <!-- .et_pb_text --><div class="et_pb_module et_pb_text et_pb_text_2 et_animated  et_pb_text_align_left et_pb_bg_layout_light">
				
				
				<div class="et_pb_text_inner"><p>Quando nos referimos às áreas verdes urbanas, estamos, sobretudo, a falar de jardins, parques, bosques urbanos, coberturas ou revestimentos verdes. Sabemos que os benefícios ecológicos destas áreas se relacionam com a melhoria da qualidade do ar, com a remoção efetiva de poluentes, com o sequestro de carbono, a diminuição do efeito de escoamento superficial das águas da chuva, a mitigação do efeito das ilhas de calor e com a sua importância para preservar a biodiversidade em contexto urbano. Os benefícios económicos resultam da própria valorização da propriedade que se mantém próxima dos espaços verdes, e os benefícios sociais incluem a integração comunitária, a harmonia e a coesão social. Importa ainda ter em conta outros benefícios, tais como o lazer ou as práticas desportivas, que influenciam o bem-estar físico e mental e a qualidade de vida dos cidadãos.</p>
<p>A biodiversidade é essencial para o funcionamento dos ecossistemas. Conservar a biodiversidade é, pois, vital para assegurar os bens e serviços de suporte ao bem-estar humano, mantendo a resiliência dos ecossistemas face à imprevisibilidade das condições ambientais, em permanente mudança, e enquanto garante dos recursos para as gerações presentes e futuras. Reforçando os propósitos da Década da Biodiversidade – uma iniciativa das Nações Unidas –, o Plano Estratégico para a Biodiversidade para o período 2011–2020, incluindo as Metas de Aichi, com a sua concepção de um mundo que vive em harmonia com a natureza, incentivou as cidades a desenvolver parcerias e mecanismos de coordenação para travar a perda de biodiversidade e promover o desenvolvimento sustentável.</p>
<p>Os impactos ambientais são especialmente intensos nos ambientes urbanos, pelo que mitigar os seus efeitos é essencial para assegurar a qualidade de vida das populações residentes. Entre outras ações, importa conter a utilização de recursos naturais não renováveis, promover a reutilização e a reciclagem de resíduos e a redução da poluição a diversos níveis, e aumentar as áreas naturais e a diversidade biológica no interior da cidade. Procura-se, assim, assegurar o bem-estar das pessoas, mantendo a dinâmica funcional dos ecossistemas urbanos. A este objectivo, associa-se a necessidade de compreender de que forma nos ajustamos emocionalmente aos novos modelos de organização social.</p></div>
			</div> <!-- .et_pb_text --><div class="et_pb_module et_pb_image et_pb_image_0">
				
				
				<span class="et_pb_image_wrap "><img loading="lazy" src="https://smart-cities.pt/wp-content/uploads/2017/11/agua01.png" alt="" title="" height="auto" width="auto" srcset="https://smart-cities.pt/wp-content/uploads/2017/11/agua01.png 1200w, https://smart-cities.pt/wp-content/uploads/2017/11/agua01-300x199.png 300w, https://smart-cities.pt/wp-content/uploads/2017/11/agua01-768x510.png 768w, https://smart-cities.pt/wp-content/uploads/2017/11/agua01-1024x680.png 1024w, https://smart-cities.pt/wp-content/uploads/2017/11/agua01-1080x717.png 1080w" sizes="(max-width: 1200px) 100vw, 1200px" class="wp-image-1718" /></span>
			</div><div class="et_pb_module et_pb_text et_pb_text_3 et_animated  et_pb_text_align_left et_pb_bg_layout_light">
				
				
				<div class="et_pb_text_inner"><p>O maior desafio é conciliar o aumento da população com uma eficiente preparação de políticas que respondam a uma organização mais complexa e socialmente mais exigente. Desde logo, impõe-se que a própria construção de habitações corresponda às necessidades reais, e que as opções de intervenção no território respeitem um planeamento rigoroso e tecnicamente ajustado. O planeamento estratégico é, talvez, a maior dificuldade que se coloca ao novo ambiente urbano, cuja organização obriga à antecipação de cenários complexos, os quais deveriam contemplar, num horizonte temporal amplo, os transportes e as vias rodoviárias e ferroviárias, a dimensão e adequação de áreas verdes, os serviços de saúde e a oferta escolar, estruturas de desporto e lazer, rede de saneamento básico e abastecimento de água, circuitos de reciclagem dos resíduos sólidos urbanos, monitorização sistemática da qualidade do ar e riscos ambientais, a harmonia estética na pluralidade dos espaços e a instalação de estruturas de participação pública e apoio ao cidadão.</p>
<p>Para que qualquer urbe preserve e promova a sua biodiversidade, tem, primeiramente, de a estimar, valorizando e exigindo práticas e condições de habitat que permitam a sua manutenção. A escolha é dos responsáveis pela gestão da cidade, mas é também dos cidadãos. A preocupação pela biodiversidade, no que diz respeito à intervenção municipal, está normalmente orientada para a gestão dos espaços verdes urbanos, o que significa, basicamente, cuidar das superfícies relvadas dos espaços públicos (ou dos espaços verdes cujos proprietários são negligentes), e assegurar a poda regular das árvores. Mas toda esta atuação é sobretudo reativa, construída na base de um monótono cadernos de encargos que se repete em cada ano. Não há, portanto, grande entusiasmo, e pior do que isso, não se fomentam ações que envolvam os cidadãos nas dinâmicas ambientais.</p>
<p>Mas a conservação da biodiversidade na cidade deve ser um eixo estratégico na sua organização e gestão, apostando numa cultura de valorização da diversidade da vida e dos seus contextos naturais. É muito importante pensar na conservação da biodiversidade de forma programática, inteligente, desenvolvendo iniciativas concertadas em todo o espaço público, preservando os habitats naturais, apostando em zonas de lazer, jardins, escolas, unidades de saúde, zonas ribeirinhas; privilegiando uma criteriosa seleção de espécies vegetais, tendo em conta variáveis de saúde pública ou funções específicas (e.g., sequestro de carbono); e uma agenda ecológica, promovendo a educação ambiental e a biodiversidade. Propõe-se um BIOPOLIS: um programa à escala nacional para a valorização da biodiversidade em contexto urbano.</p></div>
			</div> <!-- .et_pb_text --><div class="et_pb_module et_pb_text et_pb_text_4 et_animated  et_pb_text_align_left et_pb_bg_layout_light">
				
				
				<div class="et_pb_text_inner"><p style="text-align: center;"><strong><em>As opiniões expressas são da responsabilidade dos autores e não reflectem necessariamente as ideias da revista Smart Cities.</em></strong></p></div>
			</div> <!-- .et_pb_text -->
			</div> <!-- .et_pb_column -->
				
				
			</div> <!-- .et_pb_row -->
				
				
			</div> <!-- .et_pb_section -->
<span class="et_bloom_bottom_trigger"></span><p>O conteúdo <a rel="nofollow" href="https://smart-cities.pt/opiniao-entrevista/biodiversidade-2108-cidades-helena-freitas/">Proteger e promover a biodiversidade nas cidades</a> aparece primeiro em <a rel="nofollow" href="https://smart-cities.pt">Smart Cities</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
	</channel>
</rss>
