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	<title>Arquivo de Smart Cities Network - Smart Cities</title>
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	<title>Arquivo de Smart Cities Network - Smart Cities</title>
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		<title>Portugal Smart Cities Summit regressa à FIL</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Nelson Jerónimo Rodrigues]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 01 Jun 2025 15:59:35 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Smart Cities Network]]></category>
		<category><![CDATA[FIL]]></category>
		<category><![CDATA[Lisboa]]></category>
		<category><![CDATA[poetugal smart citiers summit.]]></category>
		<category><![CDATA[pscs]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A Fundação AIP promove a 11.ª edição do Portugal Smart Cities Summit, o maior evento nacional dedicado ao futuro das cidades, que decorre de 3 a 5 de junho na FIL – Parque das Nações. Durante três dias, o PSCS será o ponto de encontro dos principais protagonistas da transformação urbana.</p>
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				<div class="et_pb_text_inner"><p>A Fundação AIP promove a 11.ª edição do Portugal Smart Cities Summit, o maior evento nacional dedicado ao futuro das cidades, que decorre de 3<br />a 5 de junho na FIL – Parque das Nações. Durante três dias, o PSCS será o ponto de encontro dos principais protagonistas da transformação urbana, com destaque para municípios, empresas, universidades, startups e diversas entidades públicas.</p>
<p>Esta edição está organizada em quatro áreas temáticas: LIVING (qualidade de vida e bem-estar territorial), MOVE (mobilidade e logística inteligentes), ECO (sustentabilidade e ambiente) e CONNECT (tecnologia e inteligência urbana e territorial). Destaca-se um abrangente ciclo de conferências, que se realizam em simultâneo em dois auditórios distintos, e os Cafés Temáticos – debates informais com especialistas sobre temas do setor.</p>
<p>A “Conferência das Autarquias, Empresas e Cidadãos” marca a abertura oficial da programação do Portugal Smart Cities Summit e conta com a participação das Câmaras Municipais do Fundão, Barreiro, Oeiras, Pombal, Mafra, Seixal, Alenquer e Cascais. A partir das 15h00 irá decorrer a entrega dos Prémios Portugal Smart Cities António Almeida Henriques, que tem como objetivo distinguir e valorizar projetos que contribuem para a construção de cidades mais inteligentes, sustentáveis, inclusivas e conectadas nas categorias: Espaço Público, Mobilidade, Neutralidade Carbónica, Reabilitação Urbana Sustentável e Inteligente, Inclusão Social e Transformação Digital.</p>
<p>Também no dia 3 de junho realiza-se a conferência “OESTE &#8211; Cidades Sustentáveis e Territórios Inteligentes”, focada na descarbonização, transição digital e inclusão social. Esta ação será seguida pela “Conferência Financiamento e Smart Cities”, onde serão discutidas as características, prioridades e critérios de elegibilidade de programas como o Portugal 2030, o PRR e o Fundo Ambiental.</p>
<p>No dia 4 de junho, destaca-se a conferência “Região de Leiria, Um Território Inteligente e Inclusivo”, onde se questiona como é que Leiria se prepara para o futuro, com enfoque em temas como o ambiente, a inclusão social e a competitividade empresarial.</p>
<p>No último dia do PSCS, realiza-se a conferência “Lisboa, Capital da Inovação Sustentável, Inclusiva e Centrada nas Pessoas”, com especialistas, decisores e empreendedores que irão discutir os desafios globais e locais que Lisboa enfrenta. Ainda neste dia, a partir das 16h30, irá realizar-se o Urban Shark Tank: Desafiando Inovações para Cidades Sustentáveis – uma iniciativa onde startups irão apresentar as suas soluções tecnológicas a um painel de investidores.</p></div>
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		<title>Projeto da Mina da Lagoa Salgada é um perigo para os recursos hídricos da região, alertam ambientalistas</title>
		<link>https://smart-cities.pt/smn/projeto-da-mina-da-lagoa-salgada-e-um-perigo-para-os-recursos-hidricos-da-regiao-alertam-ambientalistas-27-05/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=projeto-da-mina-da-lagoa-salgada-e-um-perigo-para-os-recursos-hidricos-da-regiao-alertam-ambientalistas-27-05</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Smart Cities Network]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 26 May 2025 23:01:01 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Smart Cities Network]]></category>
		<category><![CDATA[ambientalistas]]></category>
		<category><![CDATA[grândola]]></category>
		<category><![CDATA[mina lagoa salgada]]></category>
		<category><![CDATA[zero]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Organizações da sociedade civil alertam que projeto de mineração prevê a exploração de ouro utilizando cianeto de sódio, uma substância altamente tóxica. "Trata-se de mais um exemplo de como a atribuição de estatuto PIN pode ser usada de forma discricionária para contornar restrições legais", acusam.</p>
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				<div class="et_pb_text_inner"><p>Organizações da sociedade civil alertam que projeto de mineração prevê a exploração de ouro utilizando cianeto de sódio, uma substância altamente tóxica. </p>
<p>Terminou o processo de consulta pública do Estudo de Impacte Ambiental (EIA) da Mina da Lagoa Salgada, projeto que visa a exploração subterrânea de minerais metálicos de cobre (Cu), chumbo (Pb), zinco (Zn) e metais associados, onde se incluem o ouro (Au) e prata (Ag), nos concelhos de Grândola e Alcácer do Sal. A área abrangida é de 1.649 hectares e inclui infraestruturas para produção de energia fotovoltaica, corredor para linha elétrica e conduta de água para abastecimento da unidade. Este é um projeto com tempo de vida útil expectável de apenas 11 anos, com impactos ambientais, sociais gravosos, e que, incompreensivelmente, obteve o estatuto de Potencial Interesse Nacional (PIN), em 29 de abril de 2022. Esta posição crítica relativamente ao projeto em consulta pública é assumida pela associação ZERO, subscrita em conjunto com as organizações Associação de Agricultores de Grândola, FAPAS, GEOTA, Proteger Grândola e SPEA.</p>
<p>Trata-se de mais um exemplo de como a atribuição de estatuto PIN pode ser usada de forma discricionária para contornar restrições legais e facilitar a aprovação de um projeto privado, cuja utilidade pública é, no mínimo, muito discutível. Este EIA levanta sérias dúvidas, sobretudo quanto aos impactes nos recursos hídricos, ao incompreensível fracionamento do projeto e à eficácia da compensação florestal.</p>
<p>Por outro lado, a presença de habitats de interesse comunitário, como o habitat prioritário charcos temporários mediterrânicos (habitat 3170*), é referida, mas não é analisada em profundidade. Sabe-se que na carta militar existe a identificação de várias lagoas temporárias nessa área, pelo que fica a dúvida sobre se o não aprofundamento desta situação é ou não deliberado.</p>
<p>Quanto aos recursos hídricos, destacam-se três preocupações principais. Em primeiro lugar, o projeto indica que o consumo de água para fins industriais terá origem exclusivamente na água subterrânea, sem recurso a fontes externas. Esta circulará num circuito fechado, sendo compensadas eventuais perdas através do encaminhamento de água tratada, num volume médio estimado de 864 m³ por dia. No entanto, a informação apresentada não é suficientemente clara para dissipar dúvidas sobre o volume anual total de água necessário para o funcionamento da mina, sendo frequentemente utilizados dados relativos apenas a volumes médios extraídos. Ora, não existe qualquer plano alternativo (Plano B) para assegurar o abastecimento em caso de escassez extrema, como durante períodos de seca, o que poderá comprometer a própria operação da mina e criar impactes graves. Acresce que a Mina da Lagoa Salgada está inserida na Região Hidrográfica do Sado e Mira (RH6) que, sendo uma reserva estratégica essencial ao abastecimento público, enfrenta já situações críticas relacionadas com a escassez de água e a sobre-exploração dos recursos hídricos subterrâneos.</p>
<p>Em segundo lugar, preocupa a presença de áreas com rochas potencialmente geradoras de escorrências ácidas, o que representa um risco adicional de contaminação dos recursos hídricos, tanto na fase de exploração, como após o encerramento, devido a possíveis falhas ou anomalias nos depósitos de rejeitados previstos para uma área de cerca de 64 hectares.</p>
<p>Por fim, e em terceiro lugar, o promotor prevê a utilização de cianeto de sódio no processamento do ouro, justificando que as outras alternativas no mercado inviabilizam o projeto do ponto de vista técnico e económico. Contudo, trata-se de uma substância altamente tóxica, com riscos amplamente reconhecidos. Existindo alternativas tecnológicas no mercado, é inaceitável optar por uma abordagem com um potencial de impacte ambiental tão elevado, sobretudo sem garantias sólidas de segurança e de prevenção de acidentes.</p>
<p>No que à floresta diz respeito, este projeto junta-se a muitos outros que, de forma gradual, têm contribuído para a redução da área ocupada por sobreiros em Portugal. O promotor propõe compensar os 32,54 hectares afetados com a plantação de 73 hectares na Herdade da Nogueirinha, além da beneficiação de mais 10 hectares, num compromisso de gestão por 20 anos, afirmando que o povoamento se manterá por cerca de 200 anos. Apesar de este projeto de compensação poder ter méritos e benefícios para a espécie, trata-se de uma medida de longo prazo, que só produzirá efeitos dentro de várias décadas — muito para além da vida útil prevista da mina, estimada em apenas 11 anos. Existem, por isso, sérias dúvidas quanto à eficácia desta compensação, ao que acresce não existirem garantias de sobrevivência das novas plantações num contexto de alterações climáticas, tornando os cálculos de sequestro de carbono a 200 anos um exercício de especulação.</p>
<p>Por fim, este é um projeto que embora mencione o projeto da Linha Elétrica e o projeto da conduta adutora de água, verifica-se que, incompreensivelmente, ambos não serão alvo de avaliação no âmbito desta consulta pública, utilizando um artificio de fracionamento que não faz qualquer sentido em contexto de Avaliação de Impacte Ambiental (AIA).</p>
<p>Para as organizações subscritoras, num cenário de combate às alterações climáticas que já estão a afetar milhões de pessoas em todo o mundo, inclusive na Europa, somos de parecer que este desígnio europeu de reduzir a independência face a outros mercados não pode justificar uma extração de recursos minerais a qualquer custo, sem que sejam devidamente acautelados os impactes sociais, económicos e ambientais,  e que esta lógica de simplificação e agilização de processos administrativos e da desvalorização dos processos de AIA só pode produzir efeitos contraproducentes em matéria de transição energética.</p>
<p>Fotografia de destaque: CM Grândola</p></div>
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				<div class="et_pb_text_inner"><p style="text-align: center;"><strong><em>O texto acima é da responsabilidade da entidade em questão, com as devidas adaptações.</em></strong></p></div>
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		<title>Cascais promove conferência para comemorar Dia Mundial da Energia</title>
		<link>https://smart-cities.pt/smn/cascais-promove-conferencia-para-comemorar-dia-mundial-da-energia-26-05/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=cascais-promove-conferencia-para-comemorar-dia-mundial-da-energia-26-05</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Smart Cities Network]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 26 May 2025 06:39:08 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Smart Cities Network]]></category>
		<category><![CDATA[cascais]]></category>
		<category><![CDATA[dia mundial enmergia]]></category>
		<category><![CDATA[energia]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>No âmbito do Dia Mundial da Energia, que se celebra a 29 de maio, Cascais irá promover uma conferência dedicada à transição energética justa, onde será apresentado o Plano Municipal de Mitigação da Pobreza Energética.</p>
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				<div class="et_pb_text_inner"><p>No âmbito do Dia Mundial da Energia, que se celebra a 29 de maio, Cascais irá promover uma conferência dedicada à transição energética justa, onde será apresentado o Plano Municipal de Mitigação da Pobreza Energética, com destaque para o Fundo Verde de Apoio às Famílias de Cascais e os Espaços Energia. A sessão terá lugar no Auditorium António Champalimaud (sala B137) da Nova SBE, em Carcavelos.</p>
<p>A iniciativa tem como objetivo dar visibilidade ao trabalho desenvolvido pelo município na luta contra a pobreza energética e inspirar a comunidade em geral com soluções integradas e inovadoras, alicerçadas numa perspetiva integrada dos objetivos de descarbonização.</p>
<p>Este evento surge na sequência da aprovação, no passado dia 8 de abril, do Plano Municipal de Mitigação da Pobreza Energética de Cascais, que está alinhado com a Estratégia Nacional de Longo Prazo de Combate à Pobreza Energética, no âmbito dos Objetivos da Agenda 2030. Assume como visão “o combate à pobreza energética, em 2025, e a sua erradicação até 2050, em Cascais”.</p>
<p>Para concretizar este objetivo, o município já tem em curso diversas iniciativas estruturantes, entre as quais se destaca o Fundo Verde de Apoio às Famílias de Cascais, um mecanismo de transição energética justa que disponibiliza apoios progressivos com discriminação positiva às famílias mais vulneráveis. Estão igualmente em funcionamento dois Espaços Energia da Rede Nacional da ADENE, programas de requalificação e de eficiência energética de habitação pública municipal, assim como diferentes programas de apoio social dirigidos a famílias carenciadas.</p>
<p>O plano, agora aprovado, vem sistematizar e amplificar todas estas medidas, propondo objetivos e metas por década, para erradicação da pobreza energética em Cascais até 2050. Constitui um ecossistema muito inovador, não só a nível nacional como a nível europeu.</p>
<p><strong>Programa Dia Mundial da Energia</strong></p>
<p><strong>Data</strong>: 29 de maio</p>
<p>09h30 | Welcome Coffee</p>
<p>10h00 | Abertura &#8211; Presidente da Câmara Municipal de Cascais, Carlos Carreiras</p>
<p>10h05 | Secretário de Estado da Energia, Jean Barroca</p>
<p>10h10 | A Transição energética justa em Cascais &#8211; Diretor Municipal do Ambiente e Sustentabilidade da Câmara Municipal de Cascais, Luís Almeida Capão</p>
<p>10h30 | Mesa-redonda Fundo Verde: O modelo inovador de Cascais</p>
<p>11h10 | Encerramento &#8211; Vice-Presidente da Câmara Municipal de Cascais, Nuno Piteira Lopes</p>
<p>A entrada é livre e os interessados podem inscrever-se através deste <a href="https://ambiente.cascais.pt/pt/formulario/workshop-fundo-verde-apoio-as-familias-cascais-fornecedores-instaladores" target="_blank" rel="noopener">formulário</a>.</p></div>
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				<div class="et_pb_text_inner"><p style="text-align: center;"><strong><em>O texto acima é da responsabilidade da entidade em questão, com as devidas adaptações.</em></strong></p></div>
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<span class="et_bloom_bottom_trigger"></span><p>O conteúdo <a rel="nofollow" href="https://smart-cities.pt/smn/cascais-promove-conferencia-para-comemorar-dia-mundial-da-energia-26-05/">Cascais promove conferência para comemorar Dia Mundial da Energia</a> aparece primeiro em <a rel="nofollow" href="https://smart-cities.pt">Smart Cities</a>.</p>
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		<item>
		<title>Coimbra recebe Conferência Nacional sobre Cidades Sustentáveis e Inteligentes</title>
		<link>https://smart-cities.pt/smn/coimbra-recebe-conferencia-nacional-sobre-cidades-sustentaveis-e-inteligentes-23-05/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=coimbra-recebe-conferencia-nacional-sobre-cidades-sustentaveis-e-inteligentes-23-05</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Smart Cities Network]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 22 May 2025 20:57:54 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Smart Cities Network]]></category>
		<category><![CDATA[coimbra]]></category>
		<category><![CDATA[conferencia]]></category>
		<category><![CDATA[Conferência Nacional sobre Cidades Sustentáveis e Inteligentes]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Nos dias 3 e 4 de junho, a Universidade de Coimbra é palco da I Conferência Nacional sobre Cidades Sustentáveis e Inteligentes. A iniciativa tem como objetivo reunir um conjunto de investigadores e outros profissionais que trabalham na projeção das cidades do futuro, dando particular destaque a processos e métodos inovadores.</p>
<p>O conteúdo <a rel="nofollow" href="https://smart-cities.pt/smn/coimbra-recebe-conferencia-nacional-sobre-cidades-sustentaveis-e-inteligentes-23-05/">Coimbra recebe Conferência Nacional sobre Cidades Sustentáveis e Inteligentes</a> aparece primeiro em <a rel="nofollow" href="https://smart-cities.pt">Smart Cities</a>.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div class="et_pb_section et_pb_section_3 et_section_regular" >
				
				
				
				
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				<div class="et_pb_text_inner"><p>Nos dias 3 e 4 de junho, o Departamento de Engenharia Civil da Universidade de Coimbra é palco da I Conferência Nacional sobre Cidades Sustentáveis e Inteligentes. A iniciativa tem como objetivo reunir um conjunto de investigadores e outros profissionais que trabalham de forma consistente na projeção das cidades do futuro, dando particular destaque a processos e métodos inovadores. </p>
<p>O evento está ancorado no mundo académico e no recente aumento da oferta de formação nesta área, como é a Licenciatura em Gestão de Cidades Sustentáveis e Inteligentes (desde 2022-2023) e o futuro Mestrado em Gestão de Cidades e Engenharia de Tráfego (2025-2026) do departamento de Engenharia Civil da Universidade de Coimbra. Pretende-se também estabelecer contacto e colaborações com outros colegas que, em Portugal, lecionam e investigam nesta área, noutras Universidades e Departamentos, e com entidades, públicas e privadas, que terão interesse em acolher profissionais com esta formação.</p>
<p>A Gestão de Cidades Sustentáveis e Inteligentes requer uma abordagem multidisciplinar e interdisciplinar. Deste modo, a conferência vai abordar as seguintes áreas temáticas: Governança (legislação e regulamentação para o ordenamento do território, planeamento urbano e dos transportes, e planeamento colaborativo); Planeamento, Construção e Gestão de Infraestruturas (redes e sistemas de energia, telecomunicações, vias, transportes, abastecimento e drenagem); Planeamento Urbano e Urbanização (habitação, equipamentos e serviços, espaços verdes); Planeamento e Engenharia de Transportes e Gestão da Mobilidade (planeamento de transportes e engenharia de tráfego, com destaque para soluções e serviços de mobilidade urbana sustentável); Planeamento do Turismo (planeamento sustentável da atividade turística e mitigação dos seus impactes negativos); e Planeamento e Proteção Ambiental (gestão da quantidade e qualidade de recursos e gestão de resíduos).</p>
<p>A conferência vai contar, da parte da manhã, com sessões plenárias com oradores convidados (que em breve serão anunciados). Durante a tarde estão previstas as apresentações de trabalhos submetidos. Os trabalhos aprovados para apresentação serão indicados para apresentações orais em sessões paralelas ou em sessões de apresentação de posters.</p>
<p>As inscrições estão abertas e podem ser feitas <a href="https://docs.google.com/forms/d/e/1FAIpQLSckPCe35DPLkLdrZ95ntJP-khCZkO3eb6tIkyaEd-hOnZ-KGA/viewform" target="_blank" rel="noreferrer noopener">aqui</a>.</p></div>
			</div> <!-- .et_pb_text --><div class="et_pb_module et_pb_text et_pb_text_7 et_animated  et_pb_text_align_left et_pb_bg_layout_light">
				
				
				<div class="et_pb_text_inner"><p style="text-align: center;"><strong><em>O texto acima é da responsabilidade da entidade em questão, com as devidas adaptações.</em></strong></p></div>
			</div> <!-- .et_pb_text -->
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<span class="et_bloom_bottom_trigger"></span><p>O conteúdo <a rel="nofollow" href="https://smart-cities.pt/smn/coimbra-recebe-conferencia-nacional-sobre-cidades-sustentaveis-e-inteligentes-23-05/">Coimbra recebe Conferência Nacional sobre Cidades Sustentáveis e Inteligentes</a> aparece primeiro em <a rel="nofollow" href="https://smart-cities.pt">Smart Cities</a>.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Melgaço renova certificação internacional como destino turístico sustentável</title>
		<link>https://smart-cities.pt/smn/melgaco-renova-certificacao-internacional-como-destino-turistico-sustentavel-23-05/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=melgaco-renova-certificacao-internacional-como-destino-turistico-sustentavel-23-05</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Smart Cities Network]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 21 May 2025 06:20:03 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Smart Cities Network]]></category>
		<category><![CDATA[destino turístico sustentável]]></category>
		<category><![CDATA[EarthCheck]]></category>
		<category><![CDATA[melgaço]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Melgaço acaba de renovar, pelo quarto ano consecutivo, a certificação como destino turístico sustentável, alcançando agora o nível 4 do selo Prata, atribuído pela EarthCheck, a entidade líder mundial em certificação de destinos turísticos sustentáveis.</p>
<p>O conteúdo <a rel="nofollow" href="https://smart-cities.pt/smn/melgaco-renova-certificacao-internacional-como-destino-turistico-sustentavel-23-05/">Melgaço renova certificação internacional como destino turístico sustentável</a> aparece primeiro em <a rel="nofollow" href="https://smart-cities.pt">Smart Cities</a>.</p>
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				<div class="et_pb_text_inner"><p>Melgaço acaba de renovar, pelo quarto ano consecutivo, a certificação como destino turístico sustentável, alcançando agora o nível 4 do selo Prata &#8211; o último patamar antes da certificação ouro, atribuído pela EarthCheck, a entidade líder mundial em certificação de destinos turísticos sustentáveis, acreditada pelo Global Sustainable Tourism Council (GSTC).</p>
<p>Este reconhecimento insere-se numa estratégia consolidada de desenvolvimento sustentável e posiciona Melgaço entre os destinos de referência a nível internacional no domínio do turismo responsável. Atualmente, é o único município situado no Parque Nacional da Peneda-Gerês (PNPG) com esta distinção e um dos poucos territórios portugueses certificados pela EarthCheck, a par de Baião, dos Açores e da Madeira.</p>
<p>Mais do que um selo, a certificação reconhece a implementação de boas práticas mensuráveis e transparentes. Em Melgaço, por exemplo, a produção de energia elétrica de origem renovável é quase 15 vezes superior ao consumo local e absorve cerca de 7 vezes mais CO2 do que aquele que emite, dados que reforçam o compromisso do município com os objetivos das políticas nacionais e europeias na matéria. Dados relativos a 2023, evidenciam uma produção de aproximadamente 343 GWh, comparando com um consumo local de cerca de 23 GWh.</p>
<p>&#8220;Este é mais um passo decisivo no caminho que assumimos em 2017, com a elaboração do nosso plano estratégico para o turismo, e que se intensificou em 2021 com o processo de certificação. Atingir o nível 4 do selo prata é o reflexo de uma visão clara, de uma estratégia bem definida e de um trabalho coletivo que envolve toda a comunidade local&#8221;, refere o presidente da Câmara Municipal de Melgaço, Manoel Batista, destacando que &#8220;a sustentabilidade não é, contudo, uma meta, mas sim uma jornada e Melgaço está comprometido com esse caminho. A nossa produção de energia verde é largamente superior ao nosso consumo total e temos conseguido reduzir as emissões de CO2 e de gases com efeito de estufa, bem como fazer um uso racional e sustentável da água, áreas onde temos conseguido ser reconhecidos pela EarthCheck como ‘melhor prática’.&#8221;</p>
<p>Saiba-se que a auditoria realizada em março passado pela EarthCheck avaliou não só práticas de gestão ambiental, como a eficiência energética e a gestão de resíduos, mas também políticas sociais, económicas e culturais. O relatório destaca a forte integração dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) nas políticas municipais e o envolvimento ativo da comunidade, através da Green Team local e da norma de certificação &#8220;Melgaço + Sustentável&#8221;, lançada em 2023 e aberta a agentes económicos de vários setores, estimulando o destino à melhoria contínua e ao crescente envolvimento dos agentes locais.</p>
<p>&#8220;Ser parte deste grupo de destinos, é um sinal evidente de compromisso e de capacidade de adaptação num mundo em rápida transformação, mas é também uma enorme responsabilidade. O desafio agora é, portanto, continuar o trabalho de alinhamento de toda a cadeia de valor &#8211; empresas, instituições e cidadãos, numa cultura de sustentabilidade e responsabilidade partilhadas», refere Manoel Batista.</p>
<p>Ao integrar a comunidade EarthCheck, Melgaço junta-se a um grupo internacional de destinos e operadores turísticos que têm vindo a demonstrar resultados tangíveis na área da sustentabilidade. Desde 2015, os membros EarthCheck evitaram mais de 800 mil toneladas de emissões de CO₂, conservaram 16,2 mil milhões de litros de água potável, pouparam mais de 6,7 milhões de gigajoules de energia e evitaram a deposição de cerca de 56 mil m³ de resíduos em aterro. Estes esforços representam um impacto ambiental significativo e uma poupança estimada, por aquela entidade, em 234 milhões de dólares australianos (cerca de 133 milhões de EUR), evidenciando que já não é possível abordar a economia sem o pilar da sustentabilidade.</p>
<p>O processo começou em 2017, quando Melgaço se posicionou no panorama nacional como o «destino de natureza mais radical de Portugal», no seguimento da aprovação do seu plano estratégico e de desenvolvimento para o setor do turismo.</p>
<p>Desde então, o Município tem, de forma crescente, caminhado rumo a um destino mais sustentável, privilegiando, assim, que as suas iniciativas tenham contributos concretos neste domínio, procurando a diferenciação e, simultaneamente, ir ao encontro das tendências da procura.</p>
<h4><strong>RUMO À CERTIFICAÇÃO OURO </strong></h4>
<p>A certificação EarthCheck segue um modelo evolutivo: Bronze, Prata (quatro níveis), Ouro (cinco níveis), Platina (cinco níveis) e Master (a partir do 15º ano). Com o nível 4 do selo Prata agora renovado, Melgaço encontra-se a um passo da certificação Ouro, prevista para 2026.</p>
<p>O processo de certificação é coordenado localmente pela DMO (Destination Management Organization), tem contado com assessoria técnica por parte do IPDT, e envolve uma Green Team local, composta por técnicos da autarquia e representantes de diferentes setores da comunidade.</p>
<p>Mais informações sobre a certificação e a norma local “Melgaço + Sustentável” podem ser consultadas em <a href="http://www.discovermelgaco.pt/sustentavel" target="_blank" rel="noopener">www.discovermelgaco.pt/sustentavel</a>.</p>
<p>&nbsp;</p></div>
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				<div class="et_pb_text_inner"><p style="text-align: center;"><strong><em>O texto acima é da responsabilidade da entidade em questão, com as devidas adaptações.</em></strong></p></div>
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		<title>Lisboa em penúltimo lugar em ranking europeu de mobilidade urbana infantil</title>
		<link>https://smart-cities.pt/smn/lisboa-em-penultimo-lugar-em-ranking-europeu-de-mobilidade-urbana-infantil-19-05/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=lisboa-em-penultimo-lugar-em-ranking-europeu-de-mobilidade-urbana-infantil-19-05</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Smart Cities Network]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 18 May 2025 23:12:13 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Smart Cities Network]]></category>
		<category><![CDATA[Clean Cities Campaign]]></category>
		<category><![CDATA[crianças]]></category>
		<category><![CDATA[mobilidade]]></category>
		<category><![CDATA[mobilidade urbana]]></category>
		<category><![CDATA[zero]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A associação Zero divulgou um estudo elaborado pela iniciativa internacional sobre cidades sustentáveis Clean Cities Campaign, em que 36 cidades europeias são avaliadas e comparadas em termos de mobilidade urbana das crianças. Lisboa aparece em penúltimo lugar, apenas à frente de Sofia, na Bulgária.</p>
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				<div class="et_pb_text_inner"><p>A associação Zero divulgou um estudo elaborado pela iniciativa internacional sobre cidades sustentáveis <a href="https://cleancitiescampaign.org/" target="_blank" rel="noopener">Clean Cities Campaign</a>, em que 36 cidades europeias são avaliadas e comparadas em termos de mobilidade urbana das crianças. Trata-se de um tipo de mobilidade fundamental, pois promove a saúde física e mental da criança, desenvolve autonomia e confiança, e facilita o acesso à escola, ao lazer e à vida em comunidade. Permitir que as crianças se desloquem de forma segura e ativa — a pé, de bicicleta ou em transporte público — ajuda a combater o sedentarismo, cria hábitos sustentáveis, reduz a dependência do automóvel e melhora a qualidade do ar e os níveis de ruído. Além disso, cidades pensadas para crianças são geralmente mais inclusivas, seguras e acessíveis para todos, tornando a mobilidade infantil um verdadeiro indicador de qualidade urbana e justiça social.</p>
<p>Lisboa aparece em penúltimo lugar, sendo das piores cidades em termos de mobilidade infantil, apenas à frente de Sofia, na Bulgária. Em Lisboa, e noutras cidades mal classificadas, as crianças estão hoje menos livres para se deslocar e menos ativas do que no passado, especialmente as raparigas.</p>
<p>No topo, aparece Paris como a cidade mais bem classificada, um resultado que se deve principalmente aos esforços do atual executivo para impulsionar a transição da cidade, com medidas como o corte ou condicionamento do trânsito automóvel nas ruas à volta das escolas, ciclovias protegidas e a introdução de um limite de velocidade generalizado de 30 km/h.</p>
<p>No restante top 6 de cidades estão Amesterdão, Antuérpia, Bruxelas, Lyon e Helsínquia, umas já conhecidas enquanto pioneiras de longa data nestes indicadores, mas outras com evoluções positivas muito recentes, o que mostra que a mudança e o progresso não precisam de muito tempo para poder ocorrer – mas para isso é preciso visão, liderança e investimento.</p>
<p>A Zero e as organizações que fazem parte da iniciativa apelam a que os governos e as autarquias – em particular a Câmara Municipal de Lisboa – adotem uma abordagem centrada nas crianças no que respeita à mobilidade urbana – se o fizerem para as crianças estão a fazê-lo para todos.</p>
<h4>Estudo avalia três indicadores chave: ciclovias, velocidade máxima e ruas escolares</h4>
<p>A iniciativa Cidades Limpas passou cinco meses a recolher dados junto das administrações municipais e outros organismos públicos. As 36 cidades escolhidas representam uma amostra abrangente de localizações geográficas, tamanho e abordagens à mobilidade. Avaliou as cidades com base em três indicadores de adoção recomendada pelas Nações Unidas e pelo Observatório Europeu da Segurança Rodoviária:</p>
<ol>
<li>Existência de ciclovias segregadas, i.e., fisicamente separadas dos automóveis, onde as crianças estão e se sentem mais seguras;</li>
<li>limite de velocidade máxima de circulação automóvel de 30 km/h de forma alargada na cidade, o que contribui para reduzir a poluição, ruído e os acidentes — uma opção óbvia, segundo a Organização Mundial de Saúde, a OCDE e o Conselho Europeu de Segurança nos Transportes.</li>
<li>implementação de ruas escolares, i.e., ruas à volta das escolas com trânsito automóvel cortado ou condicionado, nomeadamente nas alturas de entrada e saída das crianças nos estabelecimentos de ensino, melhorando a segurança rodoviária, o ruído e a qualidade do ar, fazendo aumentar as deslocações a pé e o uso de bicicleta pelas crianças.</li>
</ol>
<h4>Mudança rápida é possível com empenho de autarcas e da comunidade</h4>
<ul>
<li>Para o indicador sobre ruas escolares, Londres surge no topo, com 525 ruas deste tipo implementadas. Existem atualmente cerca de 1.000 ruas escolares em 26 das cidades avaliadas. Pelo menos um quinto das escolas primárias têm-nas em Londres, Milão, Paris, Turim e Antuérpia. As ruas escolares contam com forte apoio da comunidade, sendo comuns em cidades onde pais, alunos e professores fizeram campanha por elas. Atualmente, Lisboa tem zero ruas escolares.</li>
<li>Em relação à limitação de velocidade a 30 km/h, Paris é a cidade mais progressista, limitando a esta velocidade quase toda a extensão da sua rede viária (89%), seguida de Bruxelas e Lyon. As cidades com mais de 80% da sua rede viária nestas circunstâncias são Paris, Bruxelas, Lyon, Amesterdão, Bristol e Madrid. Atualmente, Lisboa tem apenas 5,1% das suas ruas com limite de 30 km/h.</li>
<li>Na avaliação do indicador sobre ciclovias segregadas, o estudo mostra que Paris e Helsínquia dispõem de uma rede de ciclovias protegidas em quase metade (48%) da extensão da rede viária. Lisboa tem apenas 6% das suas ruas com ciclovias deste tipo.</li>
<li>Mudança rápida é possível: cidades há muito na vanguarda da mobilidade urbana progressista, como Amesterdão e Copenhaga, continuam entre as mais bem classificadas, enquanto Paris, Bruxelas e Londres registaram melhorias rápidas que lhes permitiram subir na classificação. Isto demonstra que é possível uma mudança significativa num período de tempo relativamente curto, diz o relatório.</li>
<li>A chave está em autarquias ambiciosas: as cidades líderes no ranking devem em grande parte o seu sucesso a autarcas comprometidos, e não a fatores sociais, geografia ou níveis de rendimento. As políticas públicas nacionais são menos determinantes, com cidades do mesmo país a apresentarem classificações muito distintas.</li>
<li>Em cidades com um elevado número de ruas escolares, uma forte mobilização popular de pais, alunos e professores desempenhou um papel crucial na condução da mudança.</li>
</ul>
<h4>Ruas para a Criançada estão cheias de vantagens</h4>
<p>Como evidenciado no relatório, iniciativas como a Ruas para a Criançada levam a maior segurança rodoviária na envolvência das escolas, levando alunos a irem para a escola a pé ou de bicicleta, e a menos carros na envolvência. Esta mudança traz vários benefícios:</p>
<ol>
<li>Crianças mais saudáveis: As Ruas para a Criançada incentivam crianças e famílias a irem a pé, de bicicleta ou de trotinete, promovendo a atividade física diária e a interação social. Isto é fundamental, pois uma em três crianças em Portugal vive com excesso de peso ou obesidade(5).</li>
<li>Melhoria da qualidade do ar e da saúde respiratória: A redução do tráfego automóvel junto às escolas diminui as emissões de dióxido de azoto (NO₂) e partículas finas. A falta de qualidade do ar é particularmente prejudicial para as crianças e adolescentes, os quais têm o sistema respiratório ainda em desenvolvimento e consolidação, contribuindo para doenças respiratórias que se podem prolongar pela vida toda e cerca de 1.200 mortes prematuras por ano na Europa.</li>
<li>Redução de acidentes rodoviários: Menos carros à porta das escolas significa mais segurança rodoviária e menos estacionamento abusivo.</li>
<li>Valorização e humanização do Espaço Público: As ruas transformam-se em locais mais seguros, agradáveis e convidativos, promovendo a convivência e fortalecendo os laços entre vizinhos, crianças e famílias, contribuindo para a construção de comunidade.</li>
</ol>
<h4>O caso de Lisboa</h4>
<p>Lisboa tem o programa municipal Comboios de Bicicletas, uma iniciativa de mobilidade escolar em que os alunos vão de bicicleta para a escola acompanhados por monitores da cooperativa BiciCultura. O programa conseguiu que no ano letivo 2022/2023 240 crianças fossem para a escola desta forma. No entanto, sem mais intervenções e ambição, não será possível haver uma mudança substancial e estrutural.</p>
<p>De acordo com o último inquérito (de 2023), a maioria das crianças em Lisboa desloca-se para a escola de carro: 43,9% das viagens escolares são feitas de carro, 27,6% a pé ou de bicicleta e 25,7% de transporte público. Entre 2019 e 2023 esta repartição modal manteve-se praticamente inalterada, com melhorias inexpressivas.</p>
<p>Os níveis de qualidade do ar recolhidos nas estações monitorização da Qualar revelam valores muito acima dos recomendados pela Organização Mundial de Saúde, e em alguns casos acima dos valores-limite legalmente em vigor. Estes valores sugerem que muitas escolas poderão ter níveis de qualidade do ar preocupantes, sobretudo durante as alturas de maior tráfego automóvel.</p>
<p>Nma ação coordenada pela Zero com a participação da Kidical Mass, Lisboa Possível e Ecomood, os resultados desta classificação e a avaliação específica da cidade de Lisboa foram divulgados e comentados no Colégio Pestalozzi, em Lisboa. Durante a ação , a Zero realizou medições da qualidade do ar junto à entrada da escola, um dos fatores estreitamente ligados aos problemas de mobilidade urbana infantil e ao elevado tráfego automóvel que se verifica normalmente nas imediações dos estabelecimentos de ensino nos horários de largada e recolhida dos alunos.</p></div>
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				<div class="et_pb_text_inner"><p style="text-align: center;"><strong><em>O texto acima é da responsabilidade da entidade em questão, com as devidas adaptações.</em></strong></p></div>
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			</item>
		<item>
		<title>Prémios Cidade+ distinguem os melhores projetos nacionais de limpeza urbana</title>
		<link>https://smart-cities.pt/smn/premios-cidade-distinguem-os-melhores-projetos-nacionais-de-limpeza-urbana-13-05/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=premios-cidade-distinguem-os-melhores-projetos-nacionais-de-limpeza-urbana-13-05</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Smart Cities Network]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 12 May 2025 23:01:22 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Smart Cities Network]]></category>
		<category><![CDATA[alu]]></category>
		<category><![CDATA[Associação Limpeza Urbana]]></category>
		<category><![CDATA[limpeza urbana]]></category>
		<category><![CDATA[prémios cidade +]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A Associação Limpeza Urbana – Parceria para Cidades + Inteligentes e Sustentáveis (ALU) apresenta mais uma edição dos Prémios Cidade+, uma iniciativa que visa reconhecer o trabalho desenvolvido por entidades ou pessoas na área da limpeza urbana, com impacto significativo na qualidade de vida das cidades.</p>
<p>O conteúdo <a rel="nofollow" href="https://smart-cities.pt/smn/premios-cidade-distinguem-os-melhores-projetos-nacionais-de-limpeza-urbana-13-05/">Prémios Cidade+ distinguem os melhores projetos nacionais de limpeza urbana</a> aparece primeiro em <a rel="nofollow" href="https://smart-cities.pt">Smart Cities</a>.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div class="et_pb_section et_pb_section_6 et_section_regular" >
				
				
				
				
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				<div class="et_pb_text_inner"><p>A Associação Limpeza Urbana – Parceria para Cidades + Inteligentes e Sustentáveis (ALU) apresenta mais uma edição dos Prémios Cidade+, uma iniciativa que visa reconhecer o trabalho desenvolvido por entidades ou pessoas na área da limpeza urbana, com impacto significativo na qualidade de vida das cidades.</p>
<p class="v1MsoNormal">Até dia 31 de maio, podem candidatar-se municípios, juntas de freguesia, empresas municipais ou serviços municipalizados; empresas prestadoras de serviços, consultoras e fabricantes ou distribuidores de equipamentos; entidades da sociedade civil, pessoas em nome individual ou coletivo, associações e ONG; e ainda universidades e outras instituições que promovam investigação e desenvolvimento. Podem também participar entidades já premiadas em edições anteriores, caso concorram com um novo projeto/produto ou uma inovação do que apresentaram anteriormente.</p>
<p class="v1MsoNormal">Serão destacados projetos, ações ou medidas, desenvolvidos entre 1 de agosto de 2023 e 31 de março de 2025, que tenham contribuído para melhorar os serviços públicos, nomeadamente no que diz respeito à higiene urbana, limpeza de praias ou terrenos, recolha de resíduos urbanos, lavagem de ruas, desinfestação, entre outros.</p>
<p class="v1MsoNormal">Os prémios principais dividem-se em quatro categorias: &#8220;Inovação &amp; Conhecimento&#8221;, que distingue projetos pioneiros com impacto na melhoria da limpeza urbana; &#8220;Participação Pública &amp; Cidadania&#8221;, que reconhece iniciativas que promovam o envolvimento da comunidade; &#8220;Estratégia Municipal para a Sustentabilidade&#8221;, que premeia ações que contribuam para a economia circular e para a descarbonização das cidades; e &#8220;Equipas Felizes&#8221;, que valoriza medidas que melhorem as condições de trabalho dos profissionais de limpeza urbana.</p>
<p class="v1MsoNormal">Serão também atribuídos três prémios especiais às entidades ou pessoas que demonstrem um contributo único na dinamização do setor, com as categorias de &#8220;Personalidade do Ano&#8221;, &#8220;Equipamento/Tecnologia do Ano&#8221;, e &#8220;Campanha do Ano&#8221;, isto é, campanha de comunicação e/ou sensibilização para a limpeza urbana, reportagens ou artigos jornalísticos relevantes para a mesma.</p>
<p class="v1MsoNormal">As candidaturas serão avaliadas com base em cinco critérios: inovação, que analisa se o projeto é pioneiro e introduz novas tecnologias ou abordagens; sustentabilidade, que mede o impacto na descarbonização, redução de resíduos e promoção da economia circular; impacto na comunidade, que avalia os benefícios diretos para os cidadãos e a consciencialização ambiental gerada; impacto na organização, que considera as melhorias operacionais e de eficiência nos serviços envolvidos; e potencial de replicabilidade, que verifica a viabilidade de implementação do projeto noutras cidades.</p>
<p class="v1MsoNormal">O painel de jurados é composto por: Carlota Borges, Vereadora da Câmara Municipal de Viana do Castelo e Presidente da Mesa da Assembleia Geral da ALU; António Bento, Presidente do Conselho Consultivo da ALU; Vítor Lemos, Associado Honorário da ALU; Ana Cristina Carrola, Vogal do Conselho Diretivo da Agência Portuguesa do Ambiente (APA); Luís Newton, Vice-Presidente da Associação Nacional de Freguesias (ANAFRE); João Ferrão, Ex-Secretário de Estado, atual Coordenador da Plataforma ODSlocal e Investigador do Instituto de Ciências Sociais da Universidade de Lisboa (ICS); e ainda Graça Martinho, Professora Catedrática da Faculdade de Ciências e Tecnologia da Universidade Nova de Lisboa (NOVA FCT).</p>
<p class="v1MsoNormal">Luís Almeida Capão, Presidente da Direção da ALU, sublinha que estes prémios &#8220;são um reflexo do compromisso da Associação com cidades mais limpas, inovadoras e sustentáveis. Queremos reconhecer e incentivar projetos que não só melhorem os serviços de limpeza urbana, mas também que inspirem outras entidades a adotar boas práticas. Esta edição reforça a importância da inovação, do envolvimento da comunidade e da valorização dos profissionais do setor, elementos essenciais para transformar as nossas cidades em espaços mais inteligentes e sustentáveis<b>.&#8221;</b></p>
<p class="v1MsoNormal">Os vencedores serão anunciados no 7.º ENLU &#8211; Encontro Nacional de Limpeza Urbana 2025, que se realizará entre os dias 7 e 9 de julho, na Alfândega do Porto.</p>
<p class="v1MsoNormal">As candidaturas aos Prémios Cidade+ podem ser feitas online <a href="https://7enlu.uingress.com/#premios" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><b>aqui</b></a></p>
<p class="v1MsoNormal"></div>
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				<div class="et_pb_text_inner"><p style="text-align: center;"><strong><em>O texto acima é da responsabilidade da entidade em questão, com as devidas adaptações.</em></strong></p></div>
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<span class="et_bloom_bottom_trigger"></span><p>O conteúdo <a rel="nofollow" href="https://smart-cities.pt/smn/premios-cidade-distinguem-os-melhores-projetos-nacionais-de-limpeza-urbana-13-05/">Prémios Cidade+ distinguem os melhores projetos nacionais de limpeza urbana</a> aparece primeiro em <a rel="nofollow" href="https://smart-cities.pt">Smart Cities</a>.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>9 em cada 10 portugueses querem resposta política ao desperdício alimentar</title>
		<link>https://smart-cities.pt/smn/9-em-cada-10-portugueses-querem-resposta-politica-ao-desperdicio-alimentar-12-05/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=9-em-cada-10-portugueses-querem-resposta-politica-ao-desperdicio-alimentar-12-05</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Smart Cities Network]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 12 May 2025 07:38:50 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Smart Cities Network]]></category>
		<category><![CDATA[desperdício alimentar]]></category>
		<category><![CDATA[to good to go]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://smart-cities.pt/?p=37838</guid>

					<description><![CDATA[<p>A Too Good To Go divulgou os resultados do seu último inquérito nacional, segundo o qual a grande maioria dos portugueses considera urgente legislar para reduzir o desperdício de alimentos.</p>
<p>O conteúdo <a rel="nofollow" href="https://smart-cities.pt/smn/9-em-cada-10-portugueses-querem-resposta-politica-ao-desperdicio-alimentar-12-05/">9 em cada 10 portugueses querem resposta política ao desperdício alimentar</a> aparece primeiro em <a rel="nofollow" href="https://smart-cities.pt">Smart Cities</a>.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div class="et_pb_section et_pb_section_7 et_section_regular" >
				
				
				
				
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				<div class="et_pb_text_inner"><p>A Too Good To Go divulgou os resultados do seu último inquérito nacional, segundo o qual a grande maioria dos portugueses considera urgente legislar para reduzir o desperdício de alimentos.</p>
<p>O desperdício de alimentos é um problema global que representa 10% das emissões globais de gases com efeito de estufa e um custo económico mundial superior a 1,1 mil milhões de dólares por ano. Só em Portugal, são desperdiçadas 1,9 milhões de toneladas de alimentos por ano, segundo os dados mais recentes do INE, o que representa uma perda superior a 3,3 milhões de euros anuais. A consciência da população está a aumentar e, de acordo com este último estudo realizado pela Too Good To Go, o desperdício alimentar é uma preocupação para 83% dos portugueses.</p>
<p>De acordo com os dados apurados neste estudo, entre as principais razões para o aumento dessa consciencialização destaca-se, em primeiro lugar, o fator económico. Segundo 93% dos portugueses, devido à inflação e ao aumento do custo de vida, estes procuram evitar o desperdício de comida mais do que antes. Além disso, o aumento da consciência ambiental na sociedade também tem contribuído para uma maior sensibilização relativamente ao desperdício alimentar, já que 80% dos inquiridos está consciente do impacto que este tem no meio ambiente.</p>
<p>A grande maioria dos portugueses sente que, mais do que nunca, são necessárias medidas concretas para combater o desperdício alimentar. Apesar do reconhecimento de algumas ações já implementadas, 53% considera que estas foram insuficientes e 41% entende mesmo que o anterior Governo não adotou quaisquer medidas eficazes. Assim, 9 em cada 10 portugueses apoiam a criação urgente, já na próxima legislatura, de uma lei nacional contra o desperdício alimentar, à semelhança do que foi feito em Espanha.</p>
<p>Desta forma, e tomando como referência as principais medidas propostas na lei contra o desperdício alimentar aprovada em Espanha, 9 em cada 10 portugueses são a favor da criação de uma hierarquia clara e da medição do desperdício ao longo de toda a cadeia alimentar. Além disso,92% considera que todas as empresas devem ser obrigadas a implementar um plano de prevenção de perdas e desperdício alimentar, e 89% é favorável à atribuição de benefícios fiscais às empresas que adotem medidas contra o desperdício, como forma de incentivo. Por fim, 8 em cada 10 portugueses defendem que os restaurantes devem fornecer obrigatoriamente embalagens para as sobras das refeições, e 9 em cada 10 apoiam a obrigação dos governos de realizarem campanhas de sensibilização dirigidas aos cidadãos.</p>
<h4><strong>Too Good To Go apela à ação política e legislativa</strong></h4>
<p>Desde que chegou a Portugal, a aplicação Too Good To Go, juntamente com a sua comunidade de mais de 2 milhões de utilizadores e mais de 4.000 estabelecimentos que vendem através da app os seus excedentes alimentares a preços reduzidos para evitar o desperdício, já salvou mais de 5 milhões de <em>Surprise Bags</em> no país, evitando que alimentos próprios para consumo fossem desperdiçados. Este esforço coletivo traduziu-se na prevenção de 14 milhões de quilogramas de CO₂e — um contributo significativo para a luta contra as alterações climáticas e um exemplo do que é possível quando consumidores e empresas se unem por uma causa comum.</p>
<p>Por isso, nestas eleições, para a Too Good To Go é fundamental que os partidos políticos assumam, de forma clara, o compromisso de aprovar uma legislação eficaz para a redução do desperdício alimentar<strong>.</strong> Como? Incluindo esta prioridade nos seus compromissos para as eleições legislativas de 18 de maio, pois caberá ao próximo Governo a responsabilidade de transformar esse compromisso numa ação concreta, aprovando uma lei nacional com este objetivo.</p>
<p>Essa legislação, para a Too Good To Go, deverá contemplar um conjunto de medidas estruturantes, entre as quais se destacam: a definição de obrigações e boas práticas para organizações e empresas; a implementação de uma hierarquia de prioridades obrigatória para todos os operadores, em linha com as orientações da Comissão Europeia e da Estratégia Nacional de Combate ao Desperdício Alimentar; o desenvolvimento e aplicação, por parte dos operadores da cadeia alimentar, de um Plano de Combate ao Desperdício Alimentar; a adoção de modelos de medição obrigatória ao longo de toda a cadeia alimentar; e a criação de incentivos fiscais e outros mecanismos que promovam a redução efetiva do desperdício.</p>
<p>Para Victoria Albiñana, diretora de Relações Institucionais e Assuntos Públicos da Too Good To Go Iberia<strong>,</strong> <em>“Os</em> portugueses estão prontos. As empresas estão a fazer o seu caminho. O próximo Governo terá de assumir a sua parte e transformar essa vontade coletiva em legislação eficaz. Espanha deu um passo decisivo ao aprovar uma lei contra o desperdício alimentar, que envolve toda a cadeia de valor — da produção ao consumo — e Portugal não pode ficar para trás. Este estudo mostra que a vontade dos portugueses é clara: 92% reconhecem a urgência de agir demonstrando que o desperdício alimentar tem de ser uma temática prioritária para o país, também pelo compromisso com a Agenda 2030, o Objetivo de Desenvolvimento Sustentável 12.3 e os objectivos de redução estabelecidos pela União Europeia.”.</p>
<p>O desperdício alimentar é um desafio que diz respeito a todos — cidadãos, empresas e, claro, ao Governo. Através deste estudo, os portugueses mostraram de forma clara que estão prontos para mudar e querem que o país avance. Com medidas concretas, visão estratégica e compromisso político, é possível reduzir drasticamente o desperdício alimentar em Portugal. A Too Good To Go está disponível para colaborar, mobilizar e continuar a fazer parte da solução. Mas para que o impacto seja real e duradouro, é preciso que o Governo assuma a sua responsabilidade e lidere este movimento.</p></div>
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				<div class="et_pb_text_inner"><p style="text-align: center;"><strong><em>O texto acima é da responsabilidade da entidade em questão, com as devidas adaptações.</em></strong></p></div>
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		<title>Enpresas e autarquias em destaque nos Prémios Portugal Smart Cities</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Smart Cities Network]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 09 May 2025 07:45:33 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Smart Cities Network]]></category>
		<category><![CDATA[AIP]]></category>
		<category><![CDATA[António Almeida Henriques]]></category>
		<category><![CDATA[FIL]]></category>
		<category><![CDATA[portugal smart cities summit]]></category>
		<category><![CDATA[premios]]></category>
		<category><![CDATA[prémios portugal smart cities]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Estão abertas até segunda-feira, dia 12 de maio, as candidaturas aos Prémios Portugal Smart Cities – António Almeida Henriques, iniciativa promovida pela Fundação AIP, no âmbito do Portugal Smart Cities Summit, que decorre de 3 a 5 de junho na FIL, Parque das Nações.</p>
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				<div class="et_pb_text_inner"><p>Estão abertas até segunda-feira, dia 12 de maio, as candidaturas aos Prémios Portugal Smart Cities – António Almeida Henriques, iniciativa promovida pela Fundação AIP, no âmbito do Portugal Smart Cities Summit, o maior evento nacional dedicado às cidades do futuro que decorre de 3 a 5 de junho na FIL, Parque das Nações.</p>
<p>Lançados em 2023, os Prémios têm como missão reconhecer e valorizar projectos que contribuem activamente para a construção de cidades mais inteligentes, sustentáveis, inclusivas e conectadas. Em 2025, o âmbito de participação foi alargado também a empresas, que nesta edição podem concorrer, tal como as Comunidades Intermunicipais, os Municípios e as Juntas de Freguesia com projectos de inovação já implementados.</p>
<p>Como refere Ana Quartin, gestora do evento, &#8220;estes prémios assumem um papel estratégico ao reconhecer projetos que elevam a qualidade de vida nas cidades, valorizando o envolvimento ativo dos municípios como motores da transformação urbana. Simultaneamente, destacam o papel fundamental das empresas na criação e implementação de soluções tecnológicas e sustentáveis, promovendo sinergias que podem servir de inspiração para outras regiões e acelerar a transição para cidades verdadeiramente inteligentes.&#8221;</p>
<p>As categorias a concurso este ano incluem:<br />▪ Neutralidade Carbónica<br />Projectos e iniciativas desenvolvidos à escala local que contribuem de forma efectiva para o cumprimento das metas de descarbonização na UE (neutralidade carbónica em 2050).</p>
<p>• Mobilidade<br />Estratégias aplicadas à promoção da adopção do transporte público em detrimento do transporte individual, da mobilidade activa, incluindo suave.</p>
<p>• Espaço público<br />Projectos e iniciativas criadores de espaços públicos que promovam o bem-estar e a qualidade de vida das pessoas favorecendo a interacção social e a criação de comunidades.</p>
<p>• Inclusão Social<br />Projectos e iniciativas que apostem na mudança de hábitos e comportamentos capazes de promover de forma pró-activa a saúde e o bem-estar da população em geral e dos grupos mais vulneráveis em particular.</p>
<p>Transformação Digital<br />Projectos de digitalização organizacional das autoridades locais capazes de promover uma maior eficiência dos processos internos e melhor serviço aos cidadãos e às empresas.</p>
<p>• Reabilitação urbana sustentável e inteligente<br />Projectos e iniciativas de revitalização e renovação de áreas urbanas, de forma a melhorar o seu desempenho ambiental, social e económico.</p>
<p>As candidaturas devem ser submetidas através do site oficial do evento: <a href="https://portugalsmartcities.fil.pt" target="_blank" rel="noopener">https://portugalsmartcities.fil.pt</a></p>
<p>A avaliação será feita por um júri presidido pelo Professor Doutor Miguel de Castro Neto, Diretor da NOVA IMS, e inclui especialistas de referência na área das Smart Cities.</p>
<p>A cerimónia de entrega dos prémios terá lugar a 3 de junho de 2025, na FIL – Parque das Nações, durante o Portugal Smart Cities Summit.</p>
<p>O Portugal Smart Cities Summit, conta com o Alto Patrocínio de Sua Excelência o Senhor Presidente da República bem como com o apoio institucional do Ministério do Ambiente e Energia.</p></div>
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				<div class="et_pb_text_inner"><p style="text-align: center;"><strong><em>O texto acima é da responsabilidade da entidade em questão, com as devidas adaptações.</em></strong></p></div>
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		<title>Porto volta a ser um laboratório vivo para a inovação urbana sustentável</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Smart Cities Network]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 06 May 2025 23:01:32 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Smart Cities Network]]></category>
		<category><![CDATA[CityXperiment]]></category>
		<category><![CDATA[inovação]]></category>
		<category><![CDATA[inovação urbana]]></category>
		<category><![CDATA[Porto]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Arrancou esta semana a segunda edição do CityXperiment, um programa de experimentação que transforma o Porto num verdadeiro laboratório vivo para testar e cocriar soluções urbanas inovadoras, digitais e sustentáveis, alinhadas com o compromisso do município de atingir a neutralidade carbónica até 2030.</p>
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				<div class="et_pb_text_inner"><p>Arrancou esta semana a segunda edição do CityXperiment, um programa de experimentação que transforma o Porto num verdadeiro laboratório vivo para testar e cocriar soluções urbanas inovadoras, digitais e sustentáveis, alinhadas com o compromisso do município de atingir a neutralidade carbónica até 2030.</p>
<p>Trata-se de um programa do Município do Porto, coordenado pela Porto Digital, em colaboração com a Direção para a Neutralidade Carbónica &#8211; Pacto do Porto para o Clima, a Universidade do Porto e o Sutardja Center for Entrepreneurship and Technology da UC Berkeley &#8211; Universidade da Califórnia, contando ainda com o envolvimento de diversos parceiros nacionais e internacionais.</p>
<p>O pontapé de saída aconteceu com a Foundations for Impact Week (5 a 7 de maio), uma semana de trabalho intensivo que reúne parceiros, docentes e especialistas para definir e enquadrar os desafios concretos que serão explorados ao longo do programa. Este momento inicial marca o início do programa, onde se cruzam educação, sustentabilidade e inovação.</p>
<p>&#8220;O CityXperiment representa uma nova forma de pensar a cidade, através da experimentação colaborativa e do envolvimento de talento global para enfrentar os desafios da dupla transição verde e digital e integra-se no ecossistema de inovação que temos vindo a desenvolver no Porto. Com este e outros projetos estamos a criar um roteiro para as cidades inteligentes do futuro&#8221;, afirma Filipe Araújo, vice-presidente da Câmara Municipal do Porto e também vereador com os pelouros da Inovação e Transição Digital e de Finanças, Emprego e Empreendedorismo.</p>
<p>Ao longo de um mês, entre julho e agosto, o programa juntará estudantes de excelência da Universidade do Porto e da UC Berkeley, técnicos municipais, consultores de topo e empresas parceiras como a Critical Software, Lipor, Sonae MC, Águas e Energia do Porto, Hospital de Santo António, bem como as consultoras Capgemini, Deloitte e EY.</p>
<p>O objetivo é o de desenvolver soluções nas áreas da transição energética, mobilidade sustentável, gestão da água, infraestrutura verde e economia circular, com impacto real na vida urbana e na qualidade de vida dos cidadãos.</p>
<p>Em 2024, a iniciativa teve um impacto assinalável: foram recebidas 60 candidaturas de estudantes de 9 universidades internacionais, tendo sido selecionados 23 participantes, da Universidade Nova de Lisboa (Portugal), Instituto Superior Técnico (Portugal), Universidade de Sevilha (Espanha), Universidade de Eindhoven (Países Baixos), Universidade de São Paulo (Brasil), Universidade Carnegie Mellon (Catar), Universidade St John&#8217;s (USA), Universidade Luterana da Califórnia (USA) e Universidade de Berkeley (USA). Durante dois meses, foram realizadas mais de 100 horas de criação, 36 horas de reuniões e 20 horas de capacitação especializada, gerando propostas concretas para os desafios urbanos da cidade.</p>
<p>Este ano, a aposta é ainda mais abrangente, com novos parceiros, mais participantes e um enfoque reforçado na aplicabilidade e viabilidade económica das soluções propostas. Toda a informação pode ser consultada em <a href="https://cityxperiment.porto.digital/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">https://cityxperiment.porto.digital</a>.</p></div>
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