É já no próximo dia 9 que Guimarães se lança na procura por novas soluções urbanas inovadoras. Mas a Cidade Berço não o quer fazer sozinha e apela a todos os interessados a se juntarem para um dia inteiramente dedicado à co-criação, o SMARTATHON’18.

Enquadrado no programa DREAM Smart City, o SMARTATHON’18 é uma iniciativa de co-criação, que tem por objectivo promover a geração de ideias e soluções naqueles que são 12 temas centrais de uma cidade inteligente - energia, mobilidade, espaço, TIC, clima, trabalho, água, habitação, iluminação, resíduos, cidadãos e conhecimento.

As melhores ideias vão fazer parte da proposta do projecto europeu, candidato ao financiamento do programa Horizonte 2020, e poderão mesmo ser aplicadas numa das cidades que fazem parte do consórcio – Guimarães, Vilnius, Thessaloniki, Weimar, Trieste, Dundee, Timisoara ou Kharkiv.

A participação no SMARTATHON’18 está aberta a equipas com dois a três membros, compostas por estudantes ou representantes de entidades. Após a manifestação de interesse na participação, cada equipa deverá fazer a sua inscrição e partilhar quais são as suas ideias para uma cidade inteligente (mais informações aqui).

Para além da competição em si, o encontro contará também com a participação dos especialistas Henrique Santos (U. Minho), Paulo Novais (U. Minho), Marcos Nogueira (IrRADIARE) e do vereador da câmara municipal de Guimarães Ricardo Costa. Para escolher quais são as melhores ideias, o júri conta com 11 especialistas nas várias áreas temáticas. Entre eles, estão Miguel de Castro Neto (NOVA IMS), Alexandre Almeida (ISCTE-IUL), Georg Dutschke (U. Nova de Lisboa) e João Tremoceiro (CM Lisboa).

Recorde-se que a primeira edição do SMARTATHON teve lugar em Lisboa, em 2017, durante o ZOOM Smart Cities, também tendo como pano de fundo o projecto europeu. O DREAM pretende criar um ambiente de inovação tecnológica, capaz de desenvolver, integrar e implementar soluções para ajudar as cidades a abordar “os desafios globais com que as comunidades se deparam numa óptica de inovação para o futuro e para os seus cidadãos”. Tendo como base a cooperação triangular entre comunidade, empresas e universidades, nos próximos cinco anos, o DREAM vai ajudar as cidades participantes a demonstrar, à escala real, soluções inovadoras de tecnologias de informação, optimização de infra-estruturas, mobilidade, eficiência energética, entre outras. O consórcio tem a liderança de Guimarães mas reúne mais sete cidades europeias, a maioria das quais já deteve o título de Capital Europeia da Cultura e beneficia do conhecimento que essa experiência lhe trouxe na capacidade alargada de chegar a várias faixas da população.

 

Este artigo é um conteúdo patrocinado pela CM Guimarães