• O domicílio vai passar a estar no centro dos serviços e do comércio local?
  • Novos  serviços à pessoa e às empresas prestados através de plataformas e de sistemas logísticos de base local vão ser dominantes no futuro?
  • A cooperação entre pequenos produtores na comercialização dos seus produtos locais e a sua relação direta com os consumidores podem afastar as multinacionais agroalimentares da sua posição dominante?
  • A reformulação da economia local pode ter impacto no modelo vigente da economia global?

Estas e outras  interrogações estarão no centro do debate com os dinamizadores de experiências  recentes nestes domínios que irão participar num dos primeiros momentos de reflexão pública no quadro de um ciclo de debates on-line que se inicia com o tema das «Redes de Apoio à Economia Local». O evento, com transmissão na página https://www.facebook.com/futurosalternativos, irá ocorrer  no próximo dia 1 de julho, entre as 19:00 e as 20:30 com o objetivo de compreender:

  • Que contributo indispensável trouxe o projeto durante o confinamento?
  • O que se vai perder se esse projeto desaparecer?
  • Que semente de «futuro alternativo» ele contêm?

A sessão terá como participantes:

A moderação será feita por Carlos Ribeiro da Caixa de Mitos e José Carlos Mota da Universidade de Aveiro e a Maria Isabel Lima será a relatora das conclusões.

Mais informação: https://www.facebook.com/events/628879071063470/

O QUE JUSTIFICA ESTE CICLO DE DEBATES?

A situação excecional de confinamento provocada pela pandemia Covid-19 gerou respostas coletivas indispensáveis ao bem estar das comunidades, feitas com poucos recursos, num contexto de emergência social.

Em Portugal, foram muitos os exemplos inspiradores no cuidar dos idosos, na logística ao domicílio, na produção e venda locais, no sentido de vizinhança, na digitalização de serviços, no trabalho e ensino à distância e nas ofertas culturais. Estas atividades apelaram a diferentes formas de colaboração, mobilizaram milhares de voluntários, abriram as instituições, colocaram organizações a falar umas com as outras, horizontalizaram relações, aproximaram os responsáveis públicos dos cidadãos.

Nestes últimos meses, experimentámos  “futuros alternativos” tantas vezes anunciados, mas nunca concretizados. Naturalmente, algumas das iniciativas irão desaparecer pela natureza da resposta e mudança do contexto. No entanto, outras, válidas e essenciais para as comunidades, correm o risco de desaparecer por falta de apoio.

O projeto «Futuros Alternativos» (https://futurosalternativos.com/ |https://www.facebook.com/futurosalternativos/) desenvolvido a partir das experiências Frena La curva e Achata a Curva (https://frenalacurva.net/https://achataacurva.com) visa procurar registar, mapear e analisar as práticas promovidas no país e em cada uma das nossas comunidades, com o objetivo de criar conhecimento, organizar reflexões e produzir recomendações para a atuação do poder público e da sociedade civil. Apesar do enfoque nacional, este esforço articula-se com iniciativas internacionais promovida a partir de Barcelona (https://www.solivid.org/) e está na linha do debate europeu que a European Sociological Association está a promover (https://www.europeansociology.org/about-esa-2021-barcelona/theme).

Nas próximas semanas serão realizados mais dois encontro:,

  • 8 julho - Desafios do Cuidar: Redes de vizinhança surgidas no confinamento
  • 15 julho - Desafios do Digitalizar: As rede de apoio ao tele-ensino, tele-informação e tele-arte surgidas durante a pandemia covid19

Algum esclarecimento poderá ser feito por telefone: 919656514 José Carlos Mota / 932216779 Carlos Ribeiro

Futuros Alternativos

Comunidade Futuros Alternativos

Email: futurosalternativos.geral@gmail.com

 

O texto acima é da responsabilidade da entidade em questão, com as devidas adaptações.