2017-06-27

26 semanas de Smartathon’17

Já arrancou a competição de co-criação que pretende responder aos mais prementes desafios urbanos nas áreas do clima, água, energia, dados, habitação, resíduos, mobilidade, entre outros. Integrado no projecto DREAM SmartCities, liderado pela cidade de Guimarães, a competição verá a solução vencedora ser integrada, em ambiente real, na cidade minhota. O lançamento da competição decorreu em Lisboa, no passado dia 7 de Junho, num evento inserido na conferência de cidades inteligentes ZOOM Smart Cities.

 

A iniciativa, virada para a inteligência urbana, é protagonizada por equipas de universidades participantes que procuram, através das tecnologias de informação e comunicação (TIC), resolver problemas ligados à vida urbana e à sustentabilidade das cidades, sempre com a melhoria da qualidade de vida no horizonte. As soluções que vierem a ser desenvolvidas terão como prémio a integração das instituições de ensino superior e das equipas formadas em projectos de cariz municipal e empresarial. O clima de desafio que o Smartathon proporciona, incentiva a procura de soluções que recorram à co-criação, num ambiente que se quer colaborativo. A equipa vencedora tornar-se-á, ainda, parceira associada do projecto europeu DREAM.

 

O júri da iniciativa é presidido pela NOVA-IMS, sendo composto, igualmente, por representantes das seguintes universidades e institutos de ensino superior: Universidade do Minho, Escola Superior de Tecnologia de Abrantes, ISCTE – Instituto Universitário de Lisboa, Universidade Atlântica, Instituto Superior de Gestão, Universidade do Algarve, Instituto Politécnico de Tomar, Instituto Politécnico de Portalegre e MADAN Parque da Faculdade de Ciências e Tecnologia da Universidade Nova de Lisboa. Representantes dos municípios de Lisboa e Guimarães, assim como das empresas Casas em Movimento, CEETA e IrRADIARE também integram o júri responsável por seleccionar a equipa vencedora.

 

Na cerimónia de lançamento do Smartathon, coincidente com a primeira reunião do júri, foi aprovado o programa temático da competição. O foco desta iniciativa vai incidir sobre a cooperação entre instituições de ensino superior, representadas pelas equipas em concurso, com as empresas a assumirem o papel de catalisadoras de inovação e com os municípios enquanto destinatários das soluções desenvolvidas. A articulação entre equipas, empresas e municípios vai decorrer segundo uma metodologia de laboratório vivo, com as soluções a serem testadas em ambiente real, nas cidades associadas. As respostas para os problemas das cidades, assim como a procura da resiliência face aos mais diversos desafios, deverá, sempre, reflectir os interesses dos cidadãos e fazer uso das últimas novidades em desenvolvimento urbano.

 

O calendário definido para a iniciativa, com a duração de 26 semanas, tem como data final o dia 30 de Novembro.

 

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